Jackson e a sucessão de São Luis

Ao contrario do prefeito Tadeu Palácio, o governador Jackson Lago é favorável a reedição da frente de libertação em São Luis. Ele disse agora há pouco que ” o ideal é que a frente seja formada na capital”.

O governador acha normal que o seu partido, o PDT , tenha quatro pré-candidatos. ” Todos eles são valorosos”, disse. Jackson Lago informou que vai reunir com os deputados federais da sua base de apoio, mais o ex-governador José Reinaldo Tavares, os ex-candidatos a governador Aderson Lago, Edson Vidgal, o prefeito Tadeu Palácio e o ex-deputado federal João Castelo para tratar da sucessão municipal de São Luis.

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Recordar

As lideranças do governo Jackson Lago fingem ou estão fracas de memória quando o assunto é o tratamento dado pela Mesa Diretora da Assembléia Legislativa às proposições dos senhores deputados da oposição.

Nos dois governo de Roseana Sarney, quando a AL era comandada com mão de ferro pelo presidente Manoelo Ribeiro, as solicitações do deputados da bancada de oposição nem entravam na ordem do dia, em pauta. Em relação ao período passado, o tratamento tem sido democrático.

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Pedido de demissão

Quase que a eequipe do prefeito Tadeu Palácio perde dois dos seus melhores secretários. Canindé Barros não entregou o cargo por causa da lealdade que mantém com o prefeito.

Mas quem deve oficializar a entrega do cargo é o secretário de Educação, Moacir Feitosa. A Educação Municipal foi a pasta de melhor funcionamento e de rara produtividade. São Luís só terá a perder.

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Isolado

O maior de todos os erros que o prefeito Tadeu Palácio tem cometido é seu isolamento da classe política. Política se faz com grupos. Palácio, ao que parece, só tem conversado com meia dúzia de vereadores pingados. Não tem diálogo com a bancada federal maranhense, nem do seu partido, não fala com os deputados e tem mantido longa distância dos experientes João Castelo, José Reinaldo Tavares, Edson Vidigal e outras figuras não menos expressivas.

Na Assembléia Legislativa, por exemplo, quando atacado, só sai em sua defesa a deputada Graça Paz, que tem o marido como secretário municipal.

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Posição de Canindé

O secretário da SMTT, Canindé Barros, ainda não declarou  oficialmente seu apoio ao pré-candidato Clodomir Paz. Tem encontrado resistências junto as suas bases eleitorais. A militância de Canindé, que ainda permanece viva, tem restrições ao nome de Paz.

Líderes religiosos, comunitários e classistas já avisaram ao secretário da SMTT que a tendência é votar em outro candidato. A tarefa de levar o apoio para Clodomir Paz, portanto, não tem sido nada fácil.

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Faltou experiência

O prefeito Tadeu Palácio cometeu erro primário em política ao orientar seu então candidato preferencial para ingressar no PSL. Canindé Barros deixou, na época, o PDT e entrou no PSL, com a garantia de que seria o candidato de Tadeu. Por pouco, Clodomir Paz não foi para o mesmo sacrifício. Paz foi convidado por Tadeu para deixar o PDT e se filiar a outro partido para ser o candidato. Com a experiência que adquiriu na convivência dos Sarney, preferiu ficar no PDT.

Tadeu Palácio não teve a visão de que o seu partido iria fazer pressões de toda ordem para entrar na disputa. Faltou ao prefeito a experiência política para viabilizar seu real candidato, Canindé Barros, o melhor colocado nas pesquisas do grupo de Palácio. O prefeito demorou na escolha do seu candidato, perdeu as rédeas da sua sucessão e hoje corre o risco de não eleger seu sucessor, que representará seu fracasso como político.

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Desconstrução

A Pública, aquela empresa paulista contratada pelo então governador José Reinaldo Tavares para trabalhar a desconstrução do nome da senadora Roseana Sarney, deixou o Maranhão. E deixou muitos seguidores. Ou melhor: fez escola. Tem aluno até mesmo aqueles que mais criticavam a atuação da empresa.

Um grupo de formadores de opinião trabalha para envolver o nome do secretário de Planejamento, Aziz Santos, com a sucessão municipal de São Luís. Diariamente dão a entender que Aziz articula a -pré-candidatura de João Castelo, do PDSB, em detrimento de uma candidatura própria do PDT.

Ora, ao que sei, o secretário Aziz Santos tem se ocupado, sim, com as estratégias e planejamento para que o Maranhão consiga sair do atraso. Se ocupa com números que venham a colocar o Maranhão em posição mais otimista nos índices de desenvolvimento humano. Se ocupa em auxiliar o governador Jackso0n Lago a reverter essa situação ainda caótica do estado para oferecer melhores dias ao povo maranhense. 

Fui informado de que os nada reservados e bastante públicos estariam sendo orientados por um patrono de candidatura a prefeito da capital e principalmente pelo candidato. Ah, ia esquecendo, tem dois deputados pelo meio.     

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Candidato de Tadeu

Tadeu Palácio perdeu o “time” da sua sucessão e foi obrigado a rever toda a estratégia e sacrificar seu verdadeiro candidato, Canindé Barros. Até no início de abril, a oito deputados e a 10 vereadores, Tadeu garantia que Canindé era seu preferido. A política é dinâmica, dirão os jornalistas defensores do nome de Clodomir Paz. E dela muitos não aprendem as lições, direi eu, que não sou Clodô, ou melhor, Pazista.

O plano B de Tadeu foi confirmado depois de sentir o avanço do nome de João Castelo em todas as pesquisas e do crescimento da simpatia do governador Jackson Lago pelo dirigente do Porto do Itaqui. Zé Reinaldo Tavares, Vidigal e Aderson Lago, figuras importantes na vitória da Frente de Libertação do Maranhão, estão mais do que declarados em favor da candidatura de João Castelo, sem contar com boa parte da cúpula do PDT.    

Tadeu, que não poderia perder mais tempo, se apressou em lançar o nome do secretário Clodomir Paz, pedetista com cara de Sarney. Uma forma, amadora por sinal, de emparedar o governador Jackson Lago. Afinal, Paz é do PDT e coordenou duas campanhas de Jackson Lago, a última vitoriosa.

Clodomir Paz é fiel ao PDT e vai prosseguir a administração do partido em São Luís, diz o manifesto dos vereadores do PDT, agora pazistas. Ele, na montagem do governo de Jackson Lago, teve seu nome cotado para dirigir a Casa Civil, mas foi colocado de escanteio em favor de Aderson Lago. A decisão, assumida pelo governador, foi embasada nos pedidos das principais lideranças da Frente de Libertação. Paz esperneou. Chegou, inclusive, a ameaçar abandonar o grupo, mas se recolheu ao seu tamanho. Agora, seus aliados e seu principal mentor acreditam que Jackson Lago tem uma dívida de honra com ele. A fatura é a Prefeitura de São Luís.   

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Racha

A decisão da metade da cúpula do PDT de São Luís, ao que parece, não agradou as bases. Hoje, por volta das 20h,a bancada do PDT na Câmara Municipal de São Luís fechou com o nome estratagicamente escollhido pelo prefeito Tadeu Palácio, do secretário Clodomir Paz. Os vereadores, orientados por Tadeu, estão neste momento no Palácio dos Leões para levar a decisão ao governador Jackson Lago. Estratégia amadora, pelo visto.

Agora a pouco a militância do PDT decidiu que vai protestar contra a escolha. Marcaram para amanhã, a partir das 10h, encontro na sede do Casino Maranhense, na avenida Beira-Mar para tomar posição.

A militância não se identifica com Paz e acha que o partido tem nomes mais confiáveis, como Moacir Feitosa, Julião Amin e Sandra Torres. Por enquanto, apenas a vice-prefeita aceita apoiar o nome de Clodomir Paz.

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Tavares com Castelo

O ex-governador José Reinaldo Tavares ficou convencido de que deve mesmo apoiar o nome de João Castelo para a disputa municipal de São Luís.

 Tomou a decisão após conversar com um grupo de deputados federais e estaduais do PSDB, além do governador Jackson Lago.

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Equação difícil

O PSL, PSDC, PRP e PMN devem lançar hoje manifesto ao povo de São Luís de apoio ao nome do secretário Clodomir Paz para a Prefeitura da capital.

Ora, vejam só! Primeiro foi o PT, que tem o nome de Bira com 8% das intenções de votos abri mão para Flávio Dino, com apenas 4% da preferência.

Agora, é o PSL de Canindé Barros, que tem 9% nas pesquisas, aderir ao pré-candidato Clodomir Paz, com menos de 1% de intenção de votos. Deu a louca em São Luís.  

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Gilberto Lima x Zeca Pinheiro I

O jornalista Gilberto Lima briga com o secretário de comunicação estadual, jornalista Zeca Pinheiro, não é de agora. Muitos pensam que a confusão iniciou com a ida de Lima para a Timbira. Não é verdade.

A contenda começou desde quando Pinheiro era secretário de comunicação municipal e Gilberto Lima apresentava programa na Rádio Capital. Salvo engano, por questões de verbas publicitárias, embora ele não exercesse cargo de direção, muito menos no setor comercial.   

Agora, porém, Lima quer que todos se envolvam na questão. E favorável a ele.  

Gilberto Lima x Zeca Pinheiro II

Antes mesmo de Jackson Lago ser diplomado governador, Gilberto Lima articulava dia e noite (até na madrugada) sua nomeação para a gestão da Rádio Timbira. De Jackson a equipe responsável pela montagem do governo, todos eram contra. Zeca Pinheiro, na época, defendia outro nome.  

Gilberto Lima x Zeca Pinheiro III

O governador, após o cerco de alguns históricos do PDT (hoje arrependidos), nomeou Lima para a direção da Timbira. Emissora que, aliás, já cumpriu seu papel e agora deveria ficar apenas na galeria da saudade.  

Gilberto Lima x Zeca Pinheiro IV

Após a exoneração, Gilberto Lima redobrou a campanha contra o secretário Zeca Pinheiro e pretende que todos entrem no mesmo barco. Interesses outros não pautam o Jornal A Tarde. Muito menos brigas pessoais.

Para ele, quem não estiver na sua campanha é serviçal do secretário de comunicação. Ora, quem ao longo de tantos anos foi serviçal de Jackson Lago? Quem deixou de lado o profissionalismo para pedir de praça em praça, de rua em rua, votos para a libertação e agora concluiu que estamos no regime de escravidão? Podem internar.

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