Osmar Filho e Eliziane Gama firmam pacto por São Luís

Por Marco Aurélio D’Eça

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT), recebeu, nesta sexta-feira (12), a visita da senadora Eliziane Gama (Cidadania).

Na oportunidade, os parlamentares firmaram pacto com o objetivo de discutir os problemas da capital maranhense e atuar em parceria visando encontrar soluções para resolvê-los.

O vereador e a senadora, a partir de agora, trabalharão pautas comuns que serão discutidas, tanto no Palácio Pedro Neiva de Santana, quanto no Senado Federal.

“Estabelecemos, a partir de agora, um diálogo permanente. Com o apoio do Osmar e demais vereadores, pautaremos temas relacionados a São Luís que serão levados para discussão no Senado Federal. Da mesma forma, a Câmara poderá nos ajudar muito tratando de assuntos que, hoje, estão em pauta em Brasília. A ideia é construir uma agenda positiva em favor da capital maranhense”, disse Eliziane, que estava acompanhada do seu marido, Inácio Cavalcante Melo.

Osmar Filho agradeceu o apoio da parlamentar, além de destacar a sua atuação em prol do Maranhão e seus municípios.

De acordo com ele, somente através da união da classe política será possível desenvolver, de forma mais ágil, ações que beneficiem a cidade em todos os seus setores.

“Já estive no gabinete da senadora Eliziane, em Brasília, e fui muito bem recebido. Ela é uma política que ama o seu estado e que trabalha fortemente para beneficiá-lo. Hoje, selamos um pacto que, com toda certeza, gerará ótimos frutos para os ludovicenses”, afirmou o pedetista.

Elogio

Eliziane Gama elogiou a gestão de Osmar Filho à frente da Mesa Diretora da Câmara.

Segundo ela, o pedetista executa um trabalho elogiável, que aproximou, de fato, o Poder Legislativo Municipal da população.

“O Osmar é um jovem político que, com maestria, vem conduzindo à Câmara Municipal. Ele unificou a Casa e trouxe para o debate os temas que verdadeiramente são de interesse do povo de São Luís”, disse.

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PSL do Maranhão se reúne nesta sexta-feira, 12, para iniciar os debates sobre as eleições de 2020

Os filiados terão a oportunidade de se atualizar sobre a legislação eleitoral em vigor. Para isto, o juiz federal e ex-presidente da Ajufe (Associação de Juízes Federais do Brasil), Roberto Veloso, fará uma palestra explicando as mudanças na legislação eleitoral.

As eleições do próximo ano também serão debatidas. Para o encontro desta sexta-feira, comparecerá representante da direção nacional.

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Apesar de proibido pela Constituição, Flávio Dino é nome de bairro que recebe benefício do Estado

AQUILES EMIR

Apesar de ter sido o autor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) aprovada pela Assembleia Legislativa, em agosto do ano passado, que proíbe o nome de pessoas vivas em obras e logradouros públicos, e ter retirado o nome de vários homenageados, principalmente membros da família Sarney, de prédios públicos o governador Flávio Dino virou nome de bairro na cidade de Açailândia. Nascida de uma invasão de sem tetos, às margens da BR 010, a Vila Flávio Dino, em homenagem ao governador, já foi beneficiada até com obras resultantes de convênio firmado com o Governo do Estado.

Além da proibição constitucional, o ex-deputado estadual e hoje federal Bira do Pindaré (PSB) é autor de um projeto de lei, também aprovado na Assembleia, que determina a realização de um plebiscito para que o município de Governador Edison Lobão passe a chamar Pimenta do Maranhão. A justificativa é o fato do homenageado, um ex-governador, ainda estar vivo, o que fere a Constituição do Estado.

Segundo reportagem publicada no site da Prefeitura Municipal de Açailândia, no mês de agosto do ano passado (mesmo mês de aprovação da PEC), o então deputado estadual Sérgio Vieira intermediou parceria entre o Município e o Governo do Estado, para implantação de um sistema de abastecimento de água no bairro.

“Na parceria, o Governo do Estado entrou com a perfuração do Poço e a Prefeitura, em contrapartida, através do SAAE entrou com a instalação da rede de encanação, além da mão de obra”, diz a reportagem.

Ainda de acordo com o site oficial de Açailândia, “graças às parcerias firmadas, envolvendo o prefeito Juscelino Oliveira, deputado Sérgio Vieira, governador Flávio Dino e deferimento ao requerimento feito em conjunto de autoria dos vereadores César Costa e Carlinhos do Fórum, o benefício chega em boa hora para as famílias da Flávio Dino, uma vez que é chegada a estação do verão nessa região e sem este benefício, o sofrimento dessa gente só aumentaria”.

O site da Prefeitura informa ainda que a ordem do serviço para a construção do Sistema Simplificado de Abastecimento de Água foi no valor de R$ 234.990,43 – “Recurso do Tesouro Estadual” – e o início do trabalho ocorreu na presença de autoridades, moradores e imprensa.

Então deputado Sérgio Vieira posa em frente à placa do Governo do Estado que anuncia obra na Vila Flávio Dino

Proibição – A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n° 005/2018, de autoria do Poder Executivo, aprovada na Assembleia, diz que o parágrafo 9° do Artigo 19 da Constituição do Estado do Maranhão passa a ter a seguinte redação: “É proibida a denominação de obras e logradouros públicos com o nome de pessoas vivas.”

Na mensagem encaminhada junto à PEC ao Poder Legislativo, o governador Flávio Dino afirmou que “a administração pública de qualquer dos Poderes, por determinação constitucional, deve observar os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

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Roberto Rocha é o relator da Reforma Tributária

Proposta de Emenda à Constituição pretende extinguir impostos e melhorar a capacidade do Brasil de gerar emprego, renda e receita pública

Enquanto a Câmara dos Deputados corre para votar a Reforma da Previdência antes do início do recesso parlamentar, o Senado Federal anunciou, nesta terça-feira (09), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 110/19) da Reforma Tributária. A matéria teve adesão de 66 congressistas e o senador Roberto Rocha (PSDB-MA) foi indicado para ser o relator. O texto será analisado na Comissão de Constituição e Justiça a partir de agosto.

A necessidade de uma reforma tributária se arrasta há décadas no Brasil. O modelo atual se exauriu com guerras fiscais entre os estados e a alta carga de impostos que pesa excessivamente sobre o empreendedor e o cidadão brasileiro, que chega a trabalhar cinco meses só para pagar impostos, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. São 153 dias de trabalho para pagar tributos.

“O Brasil precisa de uma legislação tributária moderna, simplificada e que desburocratize o sistema perverso de hoje. A intenção é fazer uma reforma que cobre menos impostos do trabalhador e do empresário, unificando os tributos em apenas um só. A reforma também melhora o ambiente de negócios e permitirá a retomada do crescimento econômico, por meio da geração de emprego, renda e receita pública”, explicou o relator Roberto Rocha.

O senador maranhense lembrou que o Brasil precisa fornecer segurança jurídica. “O País tem a maior carga tributária na indústria, na produção: 35%. Tem a maior tarifa de energia elétrica do mundo para quem produz e tem os maiores encargos sociais do planeta. Ora, como pode ser competitivo no plano global? Não pode. Essa matéria vem corrigir isso”, finalizou.

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Em nota, Gil Cutrim explica voto relacionado à Reforma da Previdência

O deputado federal Gil Cutrim (PDT) divulgou nota na qual pontuou os motivos pelos quais votou a favor da Reforma da Previdência, ontem, em Brasília.

De acordo com o pedetista, após análise de cada ponto contigo na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada a Câmara, vários deles foram corrigidos, como mudanças previstas na aposentadoria rural e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e deficientes de baixa renda; e do regime de capitalização que o Governo queria criar, o que tiraria das empresas a responsabilidade pela aposentadoria do trabalhador.

“É importante que a população saiba que para que nosso país volte a crescer reformas estruturais precisam ser realizadas independentemente das ideologias partidárias. É preciso que nós, da classe política, enxerguemos só o povo como prioridade, nossas vaidades não podem ser um impeditivo para avançar. Nosso principal objetivo deve ser uma agenda positiva que vise a geração de emprego e renda e o bem-estar dos brasileiros .A Reforma da Previdência é uma medida dura, porém fundamental à retomada da economia. A previsão é que o país economize R$ 1,071 trilhão em dez anos. Respeito muito o meu partido PDT e corroboro com o que há de melhor em defesa do trabalhador brasileiro. Mas farei uma oposição que pensa no melhor para o país! Não farei uma política raivosa, e sim com bom senso, pensando sempre no compromisso em trazer o bem-estar à população”, afirmou Cutrim.

Abaixo, leia a nota na íntegra:

É importante que a população saiba que para que nosso país volte a crescer reformas estruturais precisam ser realizadas independentemente das ideologias partidárias. É preciso que nós, da classe política, enxerguemos só o povo como prioridade, nossas vaidades não podem ser um impeditivo para avançar. Nosso principal objetivo deve ser uma agenda positiva que vise a geração de emprego e o bem-estar dos brasileiros. A reforma da Previdência é uma medida dura, porém fundamental à retomada da economia. A previsão é que o país economize R$ 1,071 trilhão em dez anos.

Analisamos com bastante critério cada ponto contido na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada à Câmara dos Deputados pelo Governo. Junto com o meu partido PDT, rejeitamos o texto inicial e brigamos para que fossem retiradas mudanças que estavam previstas na aposentadoria rural e no Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e deficientes de baixa renda. Se esse idoso não tivesse tempo mínimo de contribuição para se aposentar pelo regime geral ao atingir 65 anos, ele deveria continuará recebendo R$ 400 até completar 70 anos, o que seria desumano. Essas foram propostas do Governo que conseguimos corrigir. Saliento que além da importância para os beneficiários, entendo que manutenção desse benefício é fundamental para economia dos pequenos municípios.

A mudança na aposentadoria rural foi um outro ponto crítico de contribuição da desigualdade que batalhei pessoalmente através de emenda para que fosse modificado do texto original. De acordo com o IBGE, são 8 milhões de brasileiros acima de 65 anos que vivem da agricultura familiar, são eles os trabalhadores rurais e estão enquadrados na categoria do INSS como “segurados especiais”, incluindo os pescadores, extrativistas vegetais e indígenas, neste grupo. Pelo texto, a idade mínima fica mantida em 55 anos para mulheres e 60 para homens. Pelo Governo, o trabalhador rural não poderia se aposentar por idade sem nunca ter contribuído.

Outro item importante que corrigimos foi a do regime de capitalização que o Governo queria criar, o que tiraria das empresas a responsabilidade pela aposentadoria do trabalhador.

Por fim, deixo claro que minha decisão durante a votação da reforma da Previdência foi por entender este é o caminho para o avanço do Brasil, com a diminuição das desigualdades do atual sistema que faz com que os mais necessitados sustentem os mais ricos. Repito, é uma mudança dura, mas necessária para retomarmos o avanço que todos queremos para o país.

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Criminalização do caixa dois nas eleições é aprovada na CCJ e vai à Câmara

Senado Notícias

Mesmo com a ponderação de vários senadores sobre uma possível prejudicialidade, já que o assunto foi discutido e inserido na proposta das medidas contra a corrupção (PLC 27/2017) aprovada no mês passado, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (10), a criminalização do caixa dois eleitoral. Por ser terminativo, o Projeto de Lei 1.865/2019 seguirá para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para análise pelo Plenário do Senado.

Comissão decidiu aprovar projeto, mesmo que medida já esteja prevista em pacote de medidas anticorrupção aprovado pelo Senado no mês passado e que retornou à Câmara

O projeto aprovado nesta quarta-feira foi apresentado à Casa pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) e outros senadores como parte do chamado pacote anticrime, reproduzindo o teor das propostas enviadas à Câmara pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro.

Apesar da questão sobre possível prejudicialidade, levantada pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), a autora do projeto, o relator, senador Marcio Bittar (MDB-AC), e a presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), avaliaram ser prudente aprovar o texto repetitivo para não haver o risco de o assunto, inserido por emenda do Senado, ser eliminado pelos deputados, agora que o PLC 27/2017 (das medidas contra a corrupção) voltou para análise final da Câmara.

— Estrategicamente, esse projeto, aprovado como está, pode andar mais rápido na Câmara, sem prejuízo das medidas que aprovamos na CCJ e no Plenário, de combate à corrupção — explicou Bittar.

Projeto aprovado nesta quarta foi apresentado pela senadora Eliziane Gama

Crime

Pelo texto aprovado, torna-se crime “arrecadar, receber, manter, movimentar ou utilizar” dinheiro, bens ou serviços monetizáveis que não estejam registrados na contabilidade oficial de campanha. A pena prevista é de dois a cinco anos de prisão. A mesma punição vale para quem doar, contribuir ou fornecer os recursos para os candidatos e integrantes de partidos. Se o autor do delito for agente público, a pena pode ser aumentada de um a dois terços.

Ou seja, se o projeto virar lei, o uso de um avião na campanha, ainda que não haja dinheiro na operação, se não for declarado corretamente na prestação de contas, pode ser considerado caixa dois.

Emenda apresentada pelo relator criou um agravante à pena, em um a dois terços, caso os recursos, valores, bens ou serviços usados em caixa dois eleitoral venham de ações criminosas.

“Serão punidos com mais rigor aqueles que utilizam dinheiro de corrupção, narcotráfico ou contrabando para financiar campanhas políticas. O caixa dois atenta contra a soberania popular e a inviolabilidade do voto”, afirma Bittar no parecer.

Por sugestão do senador Paulo Rocha (PT-PA), Bittar aperfeiçoou a definição do que vem a ser crime de caixa dois: arrecadar, receber, manter, movimentar ou utilizar recurso, valor, bens ou serviços monetizáveis, não escriturados ou falsamente escriturados na contabilidade exigida pela legislação eleitoral. A redação anterior falava em apenas em “recurso, valor, bens ou serviços estimáveis em dinheiro, paralelamente à contabilidade” exigida pela lei eleitoral.

Pré-campanha

Durante a análise, o senador Esperidião Amin (PP-SC) observou que o projeto criminaliza o uso de recursos de caixa dois apenas na campanha eleitoral, e sugeriu que a legislação também observe o período da pré-campanha, antes da formalização das candidaturas, no que foi apoiado por Eduardo Braga (MDB-AM).

Eliziane Gama explicou já ser crime fazer campanha antecipada e avaliou que o projeto penaliza o uso dos recursos não contabilizados durante o período específico da campanha eleitoral.

— A pretexto de tentarmos alcançar todas as situações, podemos criar uma inconstitucionalidade, e até uma ilegalidade. Esse tipo penal diz respeito única e exclusivamente ao processo eleitoral da contabilidade paralela de recursos provenientes de caixa dois e que devem ser coibidos — frisou ainda Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

O senador Marcelo Castro (MDB-PI) considerou a criminalização muito severa e disse ser praticamente impossível responder pela contabilidade eleitoral de campanha que movimenta pessoas no estado inteiro e ter o controle absoluto de que nenhum serviço utilizado é livre de caixa dois. Segundo ele, a punição não pode ser de prisão, mas sim de perda de direitos políticos ou até mesmo do mandato.

Programa de integridade

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) rejeitou a emenda de Plenário apresentada pelo senador Humberto Costa (PT-PE) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 429/2017, que estabelece normas para o programa de integridade, transparência e controle das finanças dos partidos políticos brasileiros.

Segundo Humberto, pelo texto do projeto, os partidos seriam submetidos a uma ingerência na sua forma de estruturação e de organização que quebra a autonomia partidária garantida pela Constituição.

Para Randolfe, a emenda não deve ser acatada porque o PLS, como está, não ofende a autonomia partidária, atualiza a legislação para a realidade do atual sistema público de financiamento de campanha e para a Lei da Ficha Limpa e moderniza o sistema partidário brasileiro para regras de fiscalização que a sociedade exige.

O PLS 429/2017 segue para análise em Plenário, com pedido de urgência.

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Votar contra a Reforma da Previdência seria um aceno de Eduardo Braide para Flávio Dino?

No momento em que o pais atravessa uma séria crise econômica, sem capacidade para investimentos, com mais de 13 milhões de desempregados e tem na Reforma da Previdência uma saída, votar contra a proposta é jogar contra o Brasil. Foi exatamente o que fez o deputado federal pelo Maranhão, Eduardo Braide. 

Mas ele não esteve sozinho, não. Foram com ele contra a Nação Bira do Pindaré, Zé Carlos do PT e o lugar tenente do governador, deputado Márcio Jerry. O que levou Braide a ficar nesse time do quanto pior, melhor?

Reforma da Previdência: saiba como votaram os deputados do Maranhão

Flávio Dino não esconde de ninguém que aposta no fracasso de Bolsonaro para que as esquerdas voltem ao poder. Então, é preciso empurrar o Brasil pro fundo do poço. Essa turma esquerdopata não apresenta uma alternativa para nosso país, mas clama todos os dias pela morte do país enquanto a direita estiver no comando.

O governador do Maranhão sempre se posicionou contra a reforma proposta. Eduardo Braide mantinha, até então, o silêncio e ontem seguiu com a turma do PC do B, votando contra o Brasil, o Maranhão e São Luís.

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Reforma da Previdência: saiba como votaram os deputados do Maranhão

Por: John Cutrim

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (10) em primeiro turno, por 379 votos a 131, o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) de reforma da Previdência, que altera as regras de aposentadoria.

Para concluir a votação, os parlamentares ainda precisam analisar emendas e destaques apresentados pelos partidos para tentar alterar pontos específicos do texto-base.

Na bancada do Maranhão (18 deputados federais), chamou a atenção o voto do deputado Gil Cutrim a favor da reforma da previdência (o PDT, seu partido, que é de oposição ao governo Bolsonaro disse que expulsaria quem votasse favorável) e voto do deputado Eduardo Braide contra. Veja abaixo como votaram os parlamentares do Maranhão.

SIM (aprovação da reforma)

Aluísio Mendes (Podemos)

André Fufuca (PP)

Cleber Verde (PRB)

Edilázio Júnior (PSD)

Gastão Vieira (PROS)

Gil Cutrim (PDT)

Hildo Rocha (MDB)

João Marcelo Souza (MDB)

Josimar Maranhãozinho (PL)

Junior Lourenço (PL)

Juscelino Filho (DEM)

Marreca Filho (Patriota)

Pastor Gildenemyr (PL)

Pedro Lucas Fernandes (PTB)

NÃO (contra aprovação da reforma)

Bira do Pindaré (PSB)

Eduardo Braide (PMN)

Márcio Jerry (PCdoB)

Zé Carlos (PT)

O texto-base da PEC 6 de 2019 estabelece, entre outros pontos, a imposição de uma idade mínima para os trabalhadores se aposentarem: 65 anos para homens; e 62 anos para mulheres. O tempo mínimo de contribuição previdenciária passará a ser de 15 anos para as mulheres e 20 anos para os homens. O texto propõe ainda regras de transição para quem já está no mercado de trabalho.

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Zé Inácio convida população a discutir o Orçamento Participativo de 2019

O deputado Zé Inácio usou a tribuna da Assembleia para convidar a população a participar de Audiência Pública que vai discutir o Orçamento Participativo 2019 e o Plano Plurianual 2019-2023 da Região Metropolitana, amanhã (11), no Centro de Convenções Paulo Freire, da UFMA, no campus do Bacanga, das 13h às 18h. O evento é voltado para a população dos municípios da grande ilha, São Luís, Paço do Lumiar, Raposa, Ribamar e Alcântara.


“Aproveito para convidar, a pedido da Secretária Adjunta de Direito Humanos e Participação Popular, a Creusamar de Pinho, que nos fez o convite e pediu inclusive que estendesse esse convite a todos os Deputados, ao Presidente. E aproveito estender a toda a população do Estado do Maranhão, em especial, a região metropolitana. E solicitar também a presença da imprensa, porque é um evento importante, um evento em que o Governo discuti, de forma participativa, envolvendo a população do estado, vários segmentos representativos da sociedade, tanto representantes da juventude, do movimento sindical, das organizações sociais, empresariais, associações, várias entidades que estão representadas nessas audiências públicas.”, disse.

O parlamentar também destacou a iniciativa do Governo em buscar a participação da população.

“Tem sido um marco do Governo Flávio Dino, que, de forma participativa, também faz esse diálogo com a sociedade maranhense, definindo o rumo do orçamento público. É bem verdade que apenas uma parte desse orçamento é discutido com a sociedade, mas é um grande passo, porque são poucas as experiências que se tem de discussão, de forma participativa, do orçamento público. Em alguns municípios, nós já vivenciamos essa experiência. Mas, em termos de Governo do Estado, essa é uma inovação do Governo Flávio Dino, que cabe destaque. E cabe também destacar o grande esforço, o grande empenho e a competência de quem está à frente desse trabalho, que é o Secretário Chico Gonçalves, Secretário de Direitos Humanos e Participação Popular, juntamente com sua equipe.”, declarou.

“Um debate que envolve a sociedade maranhense, para discutir cultura, infraestrutura, saúde, educação, saneamento básico, agropecuária, agroindústria, programa para reforço na área de psicultura, apicultura, extrativismo vegetal, mineral, várias atividades econômicas que são típicas do nosso Estado do Maranhão e que precisam ser debatida com a sociedade.”, disse Zé Inácio.

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Dr. Leonardo Sá destaca o excelente desempenho de Carlos Lula na gestão da saúde pública no Maranhão

Na Assembleia Legislativa do Maranhão, nesta terça (09), em sessão especial sobre a implantação de consórcios intermunicipais de saúde, o deputado estadual, Dr. Leonardo Sá, destacou o excelente desempenho que a gestão do secretário estadual de saúde, Carlos Lula, vem desenvolvendo em todo o Estado.

O Dr. Leonardo pontuou o apoio que recebeu do Governo do Estado, através da secretaria de saúde, na gestão de Carlos Lula. Época em que foi diretor geral do Hospital Regional Dr. Jackson Lago, em Pinheiro. O primeiro e único na Baixada Maranhense, a partir da sua inauguração em 2015.

A implantação do hospital foi um marco no serviço médico de qualidade, com 122 leitos de internação com atendimento de média e alta complexidade em diversas especialidades, como clínica médica, cirurgia, ortorpedia, cardiologia, otorrinolarigologia, mastologia, pediatria, neufrologia, anestesia, gastoenterologia, neurologia, oftalmologia, serviço e apoio diagnótico com laboratório, tomografia, RX, ultrassonografia, endoscopia e serviços de oftalmologia, assim como a primeira UTI, beneficiando 34 cidades em toda a região.

“Gostaria de antemão parabenizar o secretário Carlos Lula que sem sombra de dúvidas, o seu trabalho frente a secretaria é um dos melhores do Brasil. Uma das maiores redes no país de assistência hospitalar encontra-se hoje no Maranhão. O que seria da Baixada Maranhense, por exemplo, uma região com quase um milhão de pessoas, sem o Hospital Macroregional Dr. Jacson Lago? Sou testemunha de quantas vidas foram salvas a partir da inauguração daquele hospital, que seria inviável se fosse depender da transferência do paciente para a capital, com a última saída do ferry-boat às 22h30. Não poderia jamais deixar de destacar sua brilhante atuação na condução da saúde do Estado”, enfatizou o parlamentar.

O secretário relembrou a excelente atuação do deputado como médico e gestor na Baixada Maranhense “o trabalho do Dr. Leonardo Sá foi referência de excelência na direção do Hospital Regional Dr. Jackson Lago, modelo seguido em outras regiões no Maranhão”.

A sessão especial foi um momento de diálogo sobre a importância da integração de forma sistêmica, nas ações de rede dos municípios, para criar um círculo de cooperação com um sistema de saúde democrático, inclusivo e bom para todos, através do Consórcio Intermunicipal de Saúde.

Confira a sessão especial na íntegra sobre a implantação de consórcios intermunicipais de saúde:

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Enquete encerrada: 56% não aprovam acordo entre Flávio Dino e José Sarney

Enque realizada pelo Blog do Luis Cardoso, em período de 10 dias, encerrou hoje, trazendo como resultado 56% de pessoas que não aprovam acordo político entre o governador Flávio Dino e o ex-presidente da República, José Sarney. 

Na mesma enquete, 46% manifestaram que são favoráveis a um acordo entre os dois líderes políticos no Maranhão. Na verdade, pelas últimas falas e escritas de ambos, não houve qualquer intenção de selar compromisso. O blog do Luis Cardoso agradece a participação de todos na enquete.

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