Propaganda enganosa

Ao contrário do que espalham pelos jornais, out door, emissoras de rádios e TVs, o curso Wellington não aprova a maioria das pessoas que se submete ao concurso público para preenchimento de vagas no serviço público.
Nos últimos concursos, o que tem se observado é que a boa parte dos aprovado vem de estados vizinhos, como o Piaui e Ceará.
Em Teresina, por exemplo, existem dezenas de cursos que brigam entre sí para quem faz o maior número de aprovados em São Luís, vez que as vagas estão escassas nas repartições públicas daquela capital.
Aqui na terrinha, o ex-militar Wellington, dono de curso, acha que já aprovou mais de 10 mil pessoas, o que é um tremendo exagero.
A depender do número real dos aprovados em seu curso, Wellington não se elege nem a vereador do interior, imagina, então, deputado estadual. No máximo disputará vaga para síndico de bloco habitacional.

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Com saúde não se brinca

O líder da oposição na Assembléia Legislastiva, deputado Edivaldo Holanda, começa a dar trabalho ao novo governo. Fez algumas denúncias que merecem ser chamadas a atenção. Porém, ontem foi na contramão dos que prezam pela vida dos próximos.
Dois dias antes cobrou do governo a imediata reposição dos medicamentos de atenção básica para evitar que as pessoas cadastradas, sem a falta dos remédios, venham a falecer.
Para fazer a reposição do medicamentos, a secretararia de Saúde terá que comprar os lotes com dispensa de licitação, pois pela via do processo licitatório levará no mínimo 90 dias para adquirí-los e até lá muita gente já morreu.
Estranhamente, Holanda criticou ontem Ricardo Murad, secretário de Saúde, por adotar a dispensa de licença para comprar os remédios. Assim perde a credibilidade.

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Cinco secretários serão obrigados a entregar o cargo

Pelo menos cinco secretários do governo de Roseana Sarney serão obrigados a deixar o cargo nas próximas horas. São cinco deputados estaduais que, a convite da governadora, aceitaram compor a equipe da nova administração: Ricardo Murad, Max Barros, César Pires, Fufuca e Raimundo Cutrim.
Acontece que um dos cinco suplentes que assumiram as vagas deixadas pelos deputados iria cobrar na justiça o mesmo direito que tem o titular do cargo: verba de gabinete, verba indenizatória e, principalmente, nomear 19 assessores.
Hoje, pela manhã, o deputado Manoel Ribeiro, que ocupa a vaga de Raimundo Cutrim, hoje secretário de Segurança do do Estado, cobrou com veemência os mesmos direitos porque se considera no exercício do cargo.
Ribeiro acha que vem sendo discriminado desde que assumiu a vaga. “Até a chave do gabinete eu tive que mandar fazer, além de pagar do meu bolso os salários do motorista e de um assessor”, disse Ribeiro.
O parlamentar avisou ao presidente Marcelo Tavares que engressaria na justiça para fazer valer seus direitos.
Ribeiro deixou a senha e Tavares aprovetiou para jogar mais lenha na fogueira. O que parecia só uma cana de braço ou fogo amigo entre Manoel Ribeiro e Raimundo Cutrim pode resultar na retirada dos principais auxiliares da governadora.
Marcelo Tavares, com o aval da Mesa Diretora, baixou resolução que permite ao suplente exonerar os 19 cargos de assessores do titular do cargo em nomear os seus. Além disso, no exercício do cargo o deputado passa a gozar da verba de gabinete.
Só para que se tenha idéia do prejuízo que deve tomar o titular, que opta pelo salário de deputado e não de secretário estadual, só com assessores chega a cerca de R$ 130 mil mensais.
Cada deputado tem direito a R$ 10 Isos (cargos isolados), sendo cinco de R$ 10 mil cada e cinco ao valor de R$ 5 mil cada, o que resulta em R$ 75 mil.
Além disso, eles têm mais 9 cargos, sendo assim, distrbuídos: assessor especial legislativo (02), coordenador parlamentar (O1), assessor chefe (01), chefe de gabinete (O1), assistente técnico legislativo (01), assessor parlamentar adjunto (01), secretário executivo (01) e motorista (01), que resultam em mais de R$ 40 mil.
Como os deputados que ocupam cargos de secretários não querem sofrer prejuízos dessa ordem, difilmente permanecerão no alto escalão do governo.

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Sem mais informações por hoje

Acabo de fechar a edição de hoje, que circulará amanhã, do Jornal A Tarde. Os policiais militares que estavam dando segurança na porta do matutino foram embora por causa do horário extrapolado. Compreendo.

Estou na redação do nosso jornal, que recebeu hoje à tarde várias ameaças, inclusive com a presença de quatro homens na porta do jornal, sendo três deles denunciados na segunda-feira pelo Serviço de Inteligência da PM e publicado com exclusividade pelo o A Tarde.

Fui aconselhado por um delegado amigo e não permanecer à noite na redação para postar informações no meu blogue. Paciência, a vida é curta e quero vivê-la do que ainda resta.

Por isso, peço a compreensão dos leitores do blogue e só retorno com mais informações amanhã, após encontro com o secretário de Segurança Pública, Raimundo Cutrim.

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Ameaças ao Jornal A Tarde

Ameaças por telefone e informações de que quatro homens estavam armados a caminho para quebrar o Jornal A Tarde, causaram o maior alvoroço na redação do matutino. 

Do Jornal o Extra, por onde passou o grupo para saber do endereço do A Tarde, veio a confirmação de que era melhor evacuar para evitar que profissionais fossem atingidos mortalmente.

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Por telefone, outras ameaças. Tudo por conta de uma matéria publicada na edição de ontem, com exclusividade, dando conta de que um ex-militar bombeiro e dois amigos foram presos em flagrante pela equipe do Serviço de Inteligência por clonagem de cartões de bancos, na segunda-feira. No dia seguinte todos estavam soltos.    

Fui alcançado por telefone para saber do episódio. Pediu à repórter de polícia, Carmem Rebouças e ao fotografo, Gilson, calma. Ambos já estavam duas ruas depois.

Liguei a um capitão amigo, o celular desligado. “Os caras estão na porta, batendo com força!”, gritava o editor, jornalista Rubem Gusmão, no canto da rua.

Carmem se deslocou para a Secretaria de Segurança Pública e foi atendida pela Coronel Inalda, que imediatamente providenciou duas rádio patrulhas para o local. Os homens haviam se retirado.

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O registro de ocorrência foi feito na Delegacia do Vinhais junto a delegada Edilúcia, no 4º DP.

Amanhã, pela manhã, na condição de proprietário do Jornal A Tarde estarei comunicando pessoalmente o fato ao secretário de Segurança Pública, Raimundo Cutrim, para que sejam adotada providências que possam garantir a tranquilidade dos profissionais que trabalham no matutino.

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Lei capenga

O projeto de lei de autoria do deputado Marcos (Play) Caldas que proíbe o uso do fumo em lugares fechados não vale para a própria Assembléia Legislativa.

A sua proposta, ao que parece, é restritira apenas aos donos de bares e restaurantes, lugares bastente frequentados pelo parlamentar.

Conheço três deputados que fuma mfeito caiporas em seus gabinetes fechados. Ruim para os assessores e visitantes que são obrigados a, por tabelar, tragar com o parlamentar.

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Nomes e salários

O presidente do Senado Federal, José Sarney, decidiu agora a pouco em reunião com diversos colegas da Casa, colocar em discussão à Mesa Diretora a proposta do senador paulista Eduardo Suplicy que os nomes de todos os servidores do Senado sejam colocados na internet.

E mais: com seus respectivos salários e a qual gabinete prestam serviços. A proposta não foi aceita por boa parte dos senadores da bancada do PSDB.

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Após discurso, Sarney se diz satisfeito com o clima no Senado

O presidente do Senado, José Sarney, disse nesta terça-feira (16), que ficou satisfeito com a repercussão de seu discurso no plenário para falar sobre a crise administrativa que toma conta do Senado com as várias denúncias contra funcionários e senadores,

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Ao ser indagado por jornalistas sobre se achava que a repercussão ao seu pronunciamento seria boa, respondeu: “Acho que sim. Eu não disse nada que não era verdade”, comentou rapidamente.

Questionado sobre as informações de que exoneraria o atual diretor-geral da Casa, Alexandre Gazzineo, apontado como responsável pela maioria dos atos secretos da mesa diretora do Senado, Sarney desconversou. Inicialmente emudeceu e disse que os jornalistas estavam preocupados demais com isso. Depois, disse: “se vocês tiverem alguma indicação me façam”, concluiu.

Ele negou ainda que a Polícia Federal será chamada para investigar a origem dos atos secretos do Senado. Segundo o senador, a última vez que a “polícia e o Exército” entraram no Congresso foi na época da ditadura. “Eles vão investigar o que? Está aberta uma comissão interna. Vai chamar a polícia para que?”, afirmou Sarney.

Sarney disse que o próprio Senado é que tem que resolver essa questão. “Nós temos que resolver os nossos problemas e vamos resolver”, disse voltando para o plenário.

Com informações do G1

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Lupa para os índios

A nação indígena maranhense procura e não consegue encontrar até hoje onde foram construídos oito escolas em suas aldeias.
Os líderes querem denunciar na delegacia a propaganda enganosa da gestão de Lourenço Vieira da Silva. Sabem que teve dinheiro para as escolas, mas não entendem para onde foi parar a grana toda.
Os índigenas não querem mais apito. Querem saber do paradeiros das escolas.

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Colun motel e boca de fumo

O antigo Colégio Universitário, o Colun, funcionou por longo período como escola profissionalizante pertencente a Universidade ]Federal do Maranhão. Há quase dois anos deixou a Vila Palmeira para funcionar no campus da Ufma.
Prejuízo para os pais de alunos que abriram os bolsos para pagar as passagens dos estudantes.
Sem a menor utilização, começou a ser depredada e cedeu espaços para marginais que fazem as partilhas dos produtos de roubos e por último como boca de fumo e motel.
Durante os dois anos e quatro meses de revolução na Educação, na gestão de Jackson Lago, não se sabe de nenhum projeto para aproveitamento do que restou do Colun na Vila Palmeira.
Agora, a oposição critica o novo governo por não mandar reconstruir o Colun. Ora, o que faltou para fazer o mesmo pedido ao governo passado?

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