Roberto Costa destaca Dia Estadual de Combate ao Feminicídio no Maranhão

O deputado estadual Roberto Costa (MDB) discursou na tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (13), sobre o Dia Estadual  de Combate ao Feminicídio no Maranhão. O parlamentar destacou o aumento deste crime bárbaro que, de janeiro a novembro deste ano, já teve 47 casos de feminicídio no Estado, de acordo com a Delegacia da Mulher.

O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial de feminicídio, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH). O país só perde para El Salvador, Colômbia, Guatemala e Rússia em número de casos de assassinato de mulheres em comparação com países desenvolvidos. No Brasil se mata 48 vezes mais mulheres que o Reino Unido, 24 vezes mais que a Dinamarca e 16 vezes mais que o Japão ou Escócia.

“Os números são alarmantes. O pior de tudo é que a cada dia só aumenta. Dos 47 casos de feminicídios no Maranhão, 9 foram na Região Metropolitana de São Luís. Os números atuais já superam o ano passado, no qual foram registrados 46 casos. Por isso precisamos nos unir e quebrar esse paradigma cultural, precisamos nos unir para darmos celeridade aos processos contra os agressores dessas vítimas e criar políticas públicas em prol das mulheres”, disse Roberto Costa.

O parlamentar ainda destacou a Lei 10.700/17 de autoria da ex-deputada Valéria Macedo que cria o Dia Estadual de Combate ao Feminicídio no Maranhão.

“Hoje é um dia relembrarmos esta Lei tão importante para o nosso Estado. Para que os agressores que cometem o crime de ódio contra as mulheres sejam punidos e não imunes. E para que possamos ajudar a prevenir que as tragédias aconteçam, para isso, a mulher precisa denunciar todo e qualquer tipo de violência, e participando dos movimentos de combate ao feminicídio”, disse Roberto Costa.

O parlamentar concluiu o seu discurso relembrado o trágico caso de feminicídio contra a Mariana Costa, que foi assassinada pelo seu ex-cunhado.

“É triste ouvir o lamento dos familiares da Mariana Costa que foi assassinada há três anos covardemente. São 3 anos que a família sente um vazio, tristeza, uma saudade que nunca mais será preenchida. Suas filhas, que eram para serem criadas por ela, hoje estão sendo muito bem cuidados pelos avós. Mas irão crescer sem o amor de mãe, sem sentir o calor e o abraço da mãe. Mas sabe o porquê?  Por causa do feminicídio que ceifou a vida da Mariana e de milhares de Marianas, Joanas, Marias do Maranhão. Por isso precisamos lutar e combater esse mal que assola a nossa humanidade”, disse Roberto Costa.

Roberto Costa concluiu convidando a todos para as atividades da III Semana de Combate ao Feminicídio no Maranhão, com o tema: “Por Uma Vida Digna”, que encerra com uma caminhada, no dia 16, a partir das 16h30, com saída em frente a Casa das Dunas, na Avenida Litorânea.

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Jovem de 23 anos é morta a facadas em Godofredo Viana

Blog do Neto Weba

Uma jovem foi morta no bairro Aviação em Godofredo Viana, na noite deste domingo (10), vitima de arma branca. O namorado da vítima, segundo a Polícia seria o autor do crime. Após matar a jovem identificada Joneide Oliveira e Oliveira, que tinha 23 anos ele fugiu do local, e até o momento, não foi encontrado.
De acordo ainda com a polícia, a vítima chegou a ser levada para o Hospital mais já estava sem vida. Os motivos no qual levaram a cometer esta barbárie são desconhecidos.
Joneide deixa dois filhos pequenos. A cidade está em choque.

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Homem que matou mulher em condomínio e estava foragido recorre ao suicídio

O homem estava foragido desde o dia 11 deste, sexta-feira passada, quando matou a tiros a namorada durante discussão entre o casal em um condomínio no bairro Outeiro da Cruz. Agora, por volta das 13h30 de hoje, terça-feira (15), Evaldo Lima Sampaio recorreu ao suicídio com um tiro na cabeça. Levado ao Socorrão I já chegou sem vida.

Dayane Christina Oliveira Nunes estava voltando ao relacionamento normal com o ex-marido, mas não largou logo de vez do namorado assassino, que a ajudava. Foi quando surgiu uma terceira pessoa que mora na Raposa e com quem ela estava engatando um namoro. No dia 11 o encontro entre os dois ela falou que não daria mais certo e foi quando o homem puxou da arma e a matou.

Evaldo deixou o local do crime no bairro Santa Cruz e ficou foragido até o momento do suicídio nesta terça-feira.

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Homem atrai namorada para dentro de apartamento e a mata com dois tiros na cabeça em São Luís

Ontem (11) a jovem Dayane Oliveira foi assassinada pelo ex-namorado dentro de um condomínio de apartamentos em São Luís. De acordo com informações, o assassino Evaldo Lima Sampaio, estava inconformado com o final do relacionamento, atraio a jovem para dentro de seu apartamento. 

Evaldo e a vítima travaram um discussão, onde ele atirou duas vezes contra a cabeça de Dayane, que não resistiu e morreu ainda no local. Após ter matado a ex-namorada, Evaldo ainda ligou para o irmão da vítima para contar que havia matado a jovem.

A vítima deixa dois filhos pequenos…

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Homem tenta matar esposa com cinco facadas em São José de Ribamar

Um homem ainda não identificado tentou matar a companheira em São José de Ribamar na noite da última sexta-feira (04). De acordo com informações repassadas, o homem desferiu 5 facadas contra a vítima.

A mulher foi levada em estado grave para o hospital Socorrão II. O agressor foi preso por policiais do 13º Batalhão de Polícia Militar.

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Mais um caso de feminicídio no Maranhão: homem mata mulher a tiros de espingarda

A mulher  Maria Edinete do Carmo Ferreira morava com o marido Luiz de Lima na cidade de Centro do Guilherme. Ele foi visto pela última vez portando uma espingarda calibre 22, a mesma arma que foi usada para matar a esposa na quarta-feira, dia 18.

O marido, segundo informações da polícia, permanece foragido, mas deixou a arma e os cartuchos ao lado do corpo da mulher.

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Três dias após matar a esposa no Maranhão, homem se suicida dentro de fazenda

Um homem identificado como Vilson Marinho se suicidou na manhã de hoje, terça-feira, dia 18. Ele matou a própria esposa d 26 anos, Dayara Ferreira Lima com três tiros na cabeça na frente do filho de apenas 7 anos no último domingo (15), no município de Estreito-Ma. Após cometer o crime, Vilson fugiu. 

Nesta manhã ele foi até a casa do pai da vítima para dizer que iria se matar com a própria arma a qual tirou a vida de Dayara. Ele foi encontrado sem vida em nas proximidades de uma fazenda em Estreito.

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Morre mulher que foi atingida com marteladas na cabeça

Morreu ontem (16) Daniela Soares Sousa, 28 anos, vítima de feminicídio em Vitória do Mearim. Ela havia sido agredida com marteladas na cabeça pelo companheiro José Luís Saraiva,51 anos, na última quarta-feira (11).

O agressor após ver que a esposa estava desacorda depois das agressões, enforcou-se. Daniela estava internada em um hospital, mas não resistiu e foi a óbito.

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Mulher é espancada e morta pelo marido na frente do filho de 7 anos na cidade de Estreito

Blog Kim Lopes

Uma mulher identificada como Dayara Maia Ferreira, de 25 anos, foi espancada e morta com um tiro na cabeça, na tarde desse domingo (15/09), na cidade de Estreito, a 756 km de São Luís (MA). Com informações do SM Notícias.

O suspeito de ter cometido o crime foi identificado como Wilson de Sousa Marinho, esposo da vítima. Ele espancou a mulher com um pedaço de madeira.

Depois de desmaiar, ela foi atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça, na frente do filho de 7 anos.

O crime bárbaro ocorreu nas proximidades dos Assentamentos Altamira e Bom Jesus.

Segundo informações de parentes da vítima, o suspeito fugiu e, até o momento, não foi localizado pela polícia.

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Marido tenta matar esposa a golpes de martelo e depois se enforca

Imirante.com

Ao ver a mulher desmaiada, José Luís Saraiva, de 51 anos, se enforcou.

 Mais uma mulher foi vítima de uma tentativa de feminicídio no povoado Coque, no município de Vitória do Mearim, na madrugada desta  quarta-feira (11).

Daniele Soares Sousa, de 28 anos, foi atacada pelo própria marido com golpes de martelo na cabeça. Ao ver a mulher desmaiada, José Luís Saraiva, de 51 anos, se enforcou.

Daniele foi levada a um hospital, onde está internada. Não há informações sobre o estado de saúde dela. O motivo do crime contra a mulher teria sido ciúmes.

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Em 70% dos feminicídios, vítima não denunciou agressões anteriores

Coagidas, intimidadas, ameaçadas, amedrontadas, muitas vítimas se mantêm caladas e preferem não registrar ocorrência.

Correio Braziliense

Milhões de brasileiras lidam diariamente com o assédio e a violência. Não bastasse o trauma pela violação dos corpos, das identidades e da vida delas, muitas precisam enfrentar o medo de denunciar os responsáveis pelas agressões. Apenas depois que o cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos, confessou ter matado a advogada Letícia Curado, 26, e a auxiliar de cozinha Genir Pereira, 47, outras mulheres procuraram as delegacias ao identificarem-no como suspeito de violentá-las.

Coagidas, intimidadas, ameaçadas, amedrontadas, muitas vítimas se mantêm caladas e preferem não registrar ocorrência. Isso aconteceu com 52% das 16 milhões de brasileiras com 16 anos ou mais que sofreram algum tipo de violência entre fevereiro de 2018 e fevereiro último. Os dados são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Denunciar o marido exigiu coragem por parte de Joana (nome fictício). Casada com um aposentado, ela convive com o pânico de sofrer novas agressões ou de se tornar vítima de feminicídio. “Não quero mais ficar aqui (na casa do casal). Ele não vai me dar sossego. E eu estou, a cada dia, pior”, relatou, sem conter as lágrimas. “Quando saio, a minha cabeça fica a mil. Não demoro na rua. Ele me segue a todo lugar, me liga de minuto em minuto, me manda tirar foto para mostrar onde estou. Fico doente com tanta pressão”, desabafa.
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Recentemente, Joana descobriu um início de demência, provocado pelo grau de estresse enfrentado em ambiente familiar. “O diagnóstico me tirou do chão. A demência, geralmente, aparece a partir dos 60 anos, quando a pessoa enfrenta um grau de estresse muito grande ou se tem diabetes, pressão alta. De fevereiro para cá, a minha vida tem sido uma loucura. Não sei como estou aguentando”, relata Joana, que ainda não chegou aos 50 anos.
Em fevereiro, o marido a agrediu, puxando-a pelos cabelos e arrastando-a para fora do banheiro. Ela registrou a primeira ocorrência. O agressor ficou afastado por um tempo, mas voltou para casa. A Justiça concedeu medidas protetivas à vítima, mas Joana não quis ir para a Casa Abrigo, pois ficaria isolada e não poderia continuar a estudar nem trabalhar. Ela pediu para que a decisão fosse revogada. O aposentado fez um curso para agressores, por determinação judicial, mas poucas coisas mudaram. “Agora, a arma dele fica guardada. Mas, antes, ele dormia ao meu lado, com a pistola embaixo do travesseiro”, conta. (leia Depoimento).

Subnotificação

Desde a criação da qualificadora do crime de feminicídio — em 9 março de 2015 — até 31 de julho, o Distrito Federal registrou 76 ocorrências desse tipo. Em 69% dos casos, a vítima havia sofrido violência antes do assassinato, mas não denunciou o agressor. Os investigadores obtiveram as informações por meio de testemunhas. A polícia não conseguiu material suficiente para averiguar os 31% restantes (leia Índices).
Professora dos cursos de direito e psicologia da Universidade Católica de Brasília (UCB), a psicóloga Heloisa Maria de Vivo Marques comenta que o fator medo do que o autor pode fazer é um dos principais motivos para a subnotificação dos casos de violência contra a mulher. “A vergonha também aparece muito nessa questão. Muitas pensam ‘O que eu vou falar? Como dizer que eu escolhi um homem para amar que é um agressor?’”, exemplifica.
Heloisa Maria acrescenta que existe a dificuldade em identificar o crime, especialmente nos casos de violência sexual e psicológica. Além disso, há recorrência no processo de culpabilização ou revitimização. A psicóloga cita a questão cultural que envolve o papel de cuidar, constantemente associado às mulheres, como fator de influência nesse processo. “Crescemos aprendendo que temos de cuidar dos outros. Colocamo-nos em segundo plano; não denunciamos pelo bem-estar dos outros; pensamos nos filhos. Mas não somos nós que estamos mandando prender. Foi o agressor que cometeu uma atitude que é um crime”, ressalta.
Uma das saídas, segundo ela, envolve não apenas a punição para o agressor, mas também medidas de investimento em trabalhos educativos, desde a infância, sobre construções de gênero. “Trabalhar a prevenção é importante até para os homens, como podemos ver pelos problemas da masculinidade tóxica. Alguns papéis (estabelecidos socialmente) são prejudiciais até para eles”, diz a psicóloga.

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Vídeo: veja agora o momento em que homem mata a mulher a facadas

Mais um caso sobe o número de homicídios no Brasil, numa escala crescente e assustadora. Veja abaixo o momento em que o pedreiro Antonio Carlos Silva, 45 anos, matou a facadas a mulher Cristina Mendes de Sá, 41 anos. 

O lamentável fato aconteceu durante a noite de ontem, quinta-feira, dia 29, na QR 413, em Samambaia, Brasília. O homem, após esfaquear a mulher com quem morou e ultimamente se relacionava apenas como namorado, voltou para ter a certeza que Cristine estava morta e aplicou mais facadas. Populares agrediram o assassino, que foi levado para um hospital e depois preso.

Confira abaixo as imagens fortes:

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