Homem tenta matar esposa com cinco facadas em São José de Ribamar

    Um homem ainda não identificado tentou matar a companheira em São José de Ribamar na noite da última sexta-feira (04). De acordo com informações repassadas, o homem desferiu 5 facadas contra a vítima.

    A mulher foi levada em estado grave para o hospital Socorrão II. O agressor foi preso por policiais do 13º Batalhão de Polícia Militar.

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    Mais um caso de feminicídio no Maranhão: homem mata mulher a tiros de espingarda

    A mulher  Maria Edinete do Carmo Ferreira morava com o marido Luiz de Lima na cidade de Centro do Guilherme. Ele foi visto pela última vez portando uma espingarda calibre 22, a mesma arma que foi usada para matar a esposa na quarta-feira, dia 18.

    O marido, segundo informações da polícia, permanece foragido, mas deixou a arma e os cartuchos ao lado do corpo da mulher.

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    Três dias após matar a esposa no Maranhão, homem se suicida dentro de fazenda

    Um homem identificado como Vilson Marinho se suicidou na manhã de hoje, terça-feira, dia 18. Ele matou a própria esposa d 26 anos, Dayara Ferreira Lima com três tiros na cabeça na frente do filho de apenas 7 anos no último domingo (15), no município de Estreito-Ma. Após cometer o crime, Vilson fugiu. 

    Nesta manhã ele foi até a casa do pai da vítima para dizer que iria se matar com a própria arma a qual tirou a vida de Dayara. Ele foi encontrado sem vida em nas proximidades de uma fazenda em Estreito.

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    Morre mulher que foi atingida com marteladas na cabeça

    Morreu ontem (16) Daniela Soares Sousa, 28 anos, vítima de feminicídio em Vitória do Mearim. Ela havia sido agredida com marteladas na cabeça pelo companheiro José Luís Saraiva,51 anos, na última quarta-feira (11).

    O agressor após ver que a esposa estava desacorda depois das agressões, enforcou-se. Daniela estava internada em um hospital, mas não resistiu e foi a óbito.

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    Mulher é espancada e morta pelo marido na frente do filho de 7 anos na cidade de Estreito

    Blog Kim Lopes

    Uma mulher identificada como Dayara Maia Ferreira, de 25 anos, foi espancada e morta com um tiro na cabeça, na tarde desse domingo (15/09), na cidade de Estreito, a 756 km de São Luís (MA). Com informações do SM Notícias.

    O suspeito de ter cometido o crime foi identificado como Wilson de Sousa Marinho, esposo da vítima. Ele espancou a mulher com um pedaço de madeira.

    Depois de desmaiar, ela foi atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça, na frente do filho de 7 anos.

    O crime bárbaro ocorreu nas proximidades dos Assentamentos Altamira e Bom Jesus.

    Segundo informações de parentes da vítima, o suspeito fugiu e, até o momento, não foi localizado pela polícia.

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    Marido tenta matar esposa a golpes de martelo e depois se enforca

    Imirante.com

    Ao ver a mulher desmaiada, José Luís Saraiva, de 51 anos, se enforcou.

     Mais uma mulher foi vítima de uma tentativa de feminicídio no povoado Coque, no município de Vitória do Mearim, na madrugada desta  quarta-feira (11).

    Daniele Soares Sousa, de 28 anos, foi atacada pelo própria marido com golpes de martelo na cabeça. Ao ver a mulher desmaiada, José Luís Saraiva, de 51 anos, se enforcou.

    Daniele foi levada a um hospital, onde está internada. Não há informações sobre o estado de saúde dela. O motivo do crime contra a mulher teria sido ciúmes.

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    Em 70% dos feminicídios, vítima não denunciou agressões anteriores

    Coagidas, intimidadas, ameaçadas, amedrontadas, muitas vítimas se mantêm caladas e preferem não registrar ocorrência.

    Correio Braziliense

    Milhões de brasileiras lidam diariamente com o assédio e a violência. Não bastasse o trauma pela violação dos corpos, das identidades e da vida delas, muitas precisam enfrentar o medo de denunciar os responsáveis pelas agressões. Apenas depois que o cozinheiro Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos, confessou ter matado a advogada Letícia Curado, 26, e a auxiliar de cozinha Genir Pereira, 47, outras mulheres procuraram as delegacias ao identificarem-no como suspeito de violentá-las.

    Coagidas, intimidadas, ameaçadas, amedrontadas, muitas vítimas se mantêm caladas e preferem não registrar ocorrência. Isso aconteceu com 52% das 16 milhões de brasileiras com 16 anos ou mais que sofreram algum tipo de violência entre fevereiro de 2018 e fevereiro último. Os dados são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
    Denunciar o marido exigiu coragem por parte de Joana (nome fictício). Casada com um aposentado, ela convive com o pânico de sofrer novas agressões ou de se tornar vítima de feminicídio. “Não quero mais ficar aqui (na casa do casal). Ele não vai me dar sossego. E eu estou, a cada dia, pior”, relatou, sem conter as lágrimas. “Quando saio, a minha cabeça fica a mil. Não demoro na rua. Ele me segue a todo lugar, me liga de minuto em minuto, me manda tirar foto para mostrar onde estou. Fico doente com tanta pressão”, desabafa.
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    Recentemente, Joana descobriu um início de demência, provocado pelo grau de estresse enfrentado em ambiente familiar. “O diagnóstico me tirou do chão. A demência, geralmente, aparece a partir dos 60 anos, quando a pessoa enfrenta um grau de estresse muito grande ou se tem diabetes, pressão alta. De fevereiro para cá, a minha vida tem sido uma loucura. Não sei como estou aguentando”, relata Joana, que ainda não chegou aos 50 anos.
    Em fevereiro, o marido a agrediu, puxando-a pelos cabelos e arrastando-a para fora do banheiro. Ela registrou a primeira ocorrência. O agressor ficou afastado por um tempo, mas voltou para casa. A Justiça concedeu medidas protetivas à vítima, mas Joana não quis ir para a Casa Abrigo, pois ficaria isolada e não poderia continuar a estudar nem trabalhar. Ela pediu para que a decisão fosse revogada. O aposentado fez um curso para agressores, por determinação judicial, mas poucas coisas mudaram. “Agora, a arma dele fica guardada. Mas, antes, ele dormia ao meu lado, com a pistola embaixo do travesseiro”, conta. (leia Depoimento).

    Subnotificação

    Desde a criação da qualificadora do crime de feminicídio — em 9 março de 2015 — até 31 de julho, o Distrito Federal registrou 76 ocorrências desse tipo. Em 69% dos casos, a vítima havia sofrido violência antes do assassinato, mas não denunciou o agressor. Os investigadores obtiveram as informações por meio de testemunhas. A polícia não conseguiu material suficiente para averiguar os 31% restantes (leia Índices).
    Professora dos cursos de direito e psicologia da Universidade Católica de Brasília (UCB), a psicóloga Heloisa Maria de Vivo Marques comenta que o fator medo do que o autor pode fazer é um dos principais motivos para a subnotificação dos casos de violência contra a mulher. “A vergonha também aparece muito nessa questão. Muitas pensam ‘O que eu vou falar? Como dizer que eu escolhi um homem para amar que é um agressor?’”, exemplifica.
    Heloisa Maria acrescenta que existe a dificuldade em identificar o crime, especialmente nos casos de violência sexual e psicológica. Além disso, há recorrência no processo de culpabilização ou revitimização. A psicóloga cita a questão cultural que envolve o papel de cuidar, constantemente associado às mulheres, como fator de influência nesse processo. “Crescemos aprendendo que temos de cuidar dos outros. Colocamo-nos em segundo plano; não denunciamos pelo bem-estar dos outros; pensamos nos filhos. Mas não somos nós que estamos mandando prender. Foi o agressor que cometeu uma atitude que é um crime”, ressalta.
    Uma das saídas, segundo ela, envolve não apenas a punição para o agressor, mas também medidas de investimento em trabalhos educativos, desde a infância, sobre construções de gênero. “Trabalhar a prevenção é importante até para os homens, como podemos ver pelos problemas da masculinidade tóxica. Alguns papéis (estabelecidos socialmente) são prejudiciais até para eles”, diz a psicóloga.

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    Vídeo: veja agora o momento em que homem mata a mulher a facadas

    Mais um caso sobe o número de homicídios no Brasil, numa escala crescente e assustadora. Veja abaixo o momento em que o pedreiro Antonio Carlos Silva, 45 anos, matou a facadas a mulher Cristina Mendes de Sá, 41 anos. 

    O lamentável fato aconteceu durante a noite de ontem, quinta-feira, dia 29, na QR 413, em Samambaia, Brasília. O homem, após esfaquear a mulher com quem morou e ultimamente se relacionava apenas como namorado, voltou para ter a certeza que Cristine estava morta e aplicou mais facadas. Populares agrediram o assassino, que foi levado para um hospital e depois preso.

    Confira abaixo as imagens fortes:

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    Mais um caso de feminicídio: marido mata esposa a facadas no Maranhão

    O açougueiro Francisco Linhares, 32 anos, assassinou a esposa Taynara Cristina, 23 anos, ontem à noite, sexta-feira, dia 16, em Itapecuru e fugiu. Nas redes sociais a companheira fazia declarações de amor o tempo todo ao companheiro.

    O casal estava bebendo em um bar, segundo informações ao Blog do Luis Cardoso, e depois foi pra casa. Os dois brigavam muito por ciúmes, principalmente quando bebiam. Uma pessoa ainda filmou a vítima minutos depois da morte, mas o site não exibirá o vídeo.

    A cidade ficou chocada com o assassinato que, aparentemente, não teria motivo justificado. No bairro Miquilina, onde aconteceu o crime na casa do casal, o clima é de tristeza. A polícia procura desde ontem o autor do crime.

    Aguardem novas informações:

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    Divulgada foto do homem que matou hoje (segunda, 05) a mulher em São Luís

    Trata-se de Vanilson Silva Serra, 26 anos, que matou hoje, por volta das 10h, a companheira  Vanessa Rocha Brito 28 anos, no bairro da Forquilha, com dois golpes de faca, sendo uma no pescoço e outra na região da axila. Ele ainda tentou o suicídio e foi levado para o Socorrão II, e foi preso.

    Gardênia Silva, amiga da vítima contou que o assassino era muito ciumento e que ela morava junto com o casal. Gardênia bateu na porta do quarto, Vanilson caiu aos pés dela todo sujo de sangue. E a companheira dela já estava morta deitada na cama.

    Feminicídio em São Luís! Homem mata a esposa dentro de casa na Forquilha

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    Feminicídio em São Luís! Homem mata a esposa dentro de casa na Forquilha

    Um homem de identidade ainda não divulgada matou a companheira dentro da residência do casal, na rua sete, bairro Forquilha, São Luís.

    De acordo com relatos de vizinhos o autor do crime ainda tentou o suicídio. A Polícia Civil já está no local e irá conduzir o assassino para a Delegacia da Mulher.

    As circunstâncias do crime ainda não foram divulgadas, nem a identidade da vítima. Aguardem novas informações…

    Os números de feminicídio no Maranhão são alarmantes. Clique e relembre alguns.

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    Maranhão é o estado do Nordeste com o maior número de feminicídio: 28 em sete meses

    O Maranhão acaba de entrar no calendário negativo do pais com o maior número de crimes de feminicídio do Nordeste. O mês encerra amanhã, mas já temos 28 casos registrados em sete meses, o que daria em média quatro por mês e um a cada semana. Crimes de mortes contra mulheres aumentam no Brasil todo. 

    Apesar dos avanços, como a Lei Maria da Penha, das prisões de muitos agressores, mas a violência contra as mulheres cresce assustadoramente e mostra a cara da crueldade. As mulheres viraram saco de pancadas e vítimas de estupros.

    E para piorar a situação, as mortes. Como se estivéssemos voltando para a idade da pedra em que o homem arrastava a mulher pelos cabelos ou regredido para a era da submissão quando todo o poder de casa e fora dela era dado ao homem.

    As mulheres fizeram conquistas ao longo dos tempos, tais como o direito ao trabalho, formação acadêmica, participação em cargos eletivos, nas forças policiais armadas, práticas esportivas e até ir à lua.

    Mas nada disso fez o homem frear seu impulso possessivo e desumano. Eles, quando recusados, agem de forma cruel, tirando a vida de quem já foi sua companheira um dia. O problema é sério e precisa ser discutido com seriedade.

    A questão deve tomar assento nos parlamentos, na OAB, nas igrejas, nos tribunais e nas nossas vidas. É necessário que se faça alguma coisa, que providências sejam tomadas e a violência e mortes contra mulheres coibidas.

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