Posição de Cutrim

    O deputado Raimundo Cutrim, candidato derrotado ao cargo de prefeito de São Luís, que obteve mais de 4% dos votos válidos, ensaiou hoje see destino no segundo turno da eleição na capital.

    Foi taxativo. Disse que não tem compromisso com João Castelo e muito menos com o candidato Flávio Dino. Se mantiver a tão propalada independência, agora vai. Deve apoiar João Castelo. Mas fui informado agora a pouco que tem agendado encontro para amanhã com a senadora Roseana Sarney, que entrou de corpo e alma na campanha de Flávio Dino, duas semanas antes do dia da votação do primeiro turno.

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    Mudança já

    Mais do que nunca é hora de fazer a reforma política no país. O eleitor não concebe que seu candidsato seja o quinto mais votado e fica de fora da relação dos eleitos.  É o caso do vereador Jota Pinto, que teve quase 6 mil votos, ficou em quinto lugar e não se elegeu. Marília Mendonça foi a décima segunda mais votada e não se reelegeu. Uma injustiça.  

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    Renovação na Câmara

    A renovação na Câmara Municipal de São Luís, graças a Deus e aos eleitores da capital, avançou. Foi de mais de 50%. Voltaram apenas Astro de Ogum, Pereirinha, Augusto Serra, Barbosa Lajes, Dr. Gutemberg, José Joaquim, Albino Soeiro, Sebastião Albuquerque e Edivaldo Holanda Júnior, o mais votado em São Luís.

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    Regueiros dançaram

    O eleitor de São Luís disse não aos candidatos que se auto-denominam representantes do reggae, aquilo que eles consideram a capital do reggae do Brasil. Os quatro candidatos, sendo um vereador, foram despachados para dançar as pedras em outros barracões. São eles: Ferreirinha (vereador), Ademar Danilo, César do Egito e Naty Naffson. Que Pinto da Itamaraty, deputado federal, coloque as barbas de molho.   

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    Mão de vaca

    Ontem, por volta das 15h, o prefeito Tadeu Palácio ia sainda do Cohafuma, numa reluzente e nova camioneta da Chevrolet. Ao volante sua nova esposa, Gardênia. O carro parou em um sinal. Um corsa Classic colou ao lado, com um casal. O motorista acenou para Tadeu pedindo grana. 

    O prefeito foi “generoso” e sacou do bolso uma cédula de R$ 10. O sinal abriu. Gardênia arrancou o carro. O rapaz do corsa gritou: “Mão de vaca” e jogou o dinheio no chão. meu motorista não perdeu tempo e pegou  a esmola.  

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    Compra de votos

    Fui agora pouco votar no Colégio Batista, no João Paulo. Para minha surpresa, cabos eleiorais davam até R$ 30 reais para votar em candidatos. Não presenciei nenhum policial por perto. Denuncie o fato para dois fiscais de coligações diferentes. Um deles disse que desde cedo a compra de votos estava rolando solta. Uma lástima.

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    Bom lugar

    Um bom lugar para fazer cobertura de eleições: Bom Lugar. Até o momemto já mataram dois e cinco estão no hospital baleados. Até às 15h o clima era de faroeste. Lamentável.

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    Castelo ganha adesões

    Mais de 30 candidatos a vereador em São Luís aderiram ontem à noite ao candidato João Castelo. Entre os que pularam de barco, a maioria apoiava a candidatura do pedetista Clodomir Paz. Três deles buscam a reeleição.

    O jornalista Décio Sá indagou de Castelo sobre o fato, na hora em que o tucano foi votar, por volta das 11h de hoje. Castelo sorriu e disse que tinha recebido apoio de diversas pessoas. Ele estava tranquilo, achando que faturou a eleição no primeiro turno. Vamos aguardar a abertura das urnas, logo mais a partir das 17h.  

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    Eis a diferença

    Amiga minha liga para saber qual a razão de João Castelo vencer a eleição no primeiro turno. Fácil. O candidato tucano perdeu três eleições quando disputou a Prefeitura de São Luís. Ou melhor: não venceu duas grandes lideranças da capital, na época.

    Perdeu duas para Jackson Lago. Em uma delas, o hoje governador teve até o apoio do grupo Sarney. Na primeira, Jackson Lago vinha se consolidando como uma das maiores lideranças da capital, naquele período, para ficar mais claro. Na terceira derrota, Tadeu Palácio estava no exercício do cargo de prefeito, executava a bom gosto o programa de limpeza da cidade, implementava ações públicas para tornar São Luis cada vez mais bela e, sobretudo, teve o o apoio de duas expressivas lideranças da capital: Jackson Lago e Epitácio Cafeteira.

    Agora, Castelo praticamente não teve competidor. Nenhuma liderança que lhe representasse ameaça, exceto Flávio Dino, bebida envelhecida nos barris da compra de votos e com perfume de cachaça nova. E só se sobressaiu na carona da imagem do presidente Lula. Duvido que sem a presença de Lula chegaria nos percentuais atingidos nas pesquisas. Dino, sem Lula lhe pedindo votos, seria mais uma Cléber Verde, ou talvez um Waldir Maranhão.  Prova de ausência de indentidade própria. Castelo, praticamente, disputou sozinho a eleição, apesar de toda a campanha de desconstrução da sua imagem de político e administrador.

    Além disso, as campanhas dos demais concorrentes trilharam a rota do equivoco.  Percorrem os caminhos da ingenuidade política. Atracaram no porto da baixaria. Descontruir Castelo não era mostrar episódios surrados da luta pela meia-passagem; até porque os principais líderes estudantis com ele estiveram em palanques mais recentes, como Juarez Medeiros, Agenor Gomes, Renato Dionísio, Jomar Fernandes, sem falar que até Haroldo Sabóia, seu principal opositor na Assembléia Legislativa, hoje lhe recomenda como prefeito.

    Desconstruir Castelo não era dizer que ele foi um péssimo administrador de suas empresas. Afinal, entre os governo José Sarney e Fernando Collort de Mello, renomados empresários faliram. Desconstruir Castelo não era a opção de espalhar na periféria que ele irá acabar com a Bolsa-Familia. Afinal, qualquer pessoa menos esclarecida sabe que o programa “social”, de esmola é do Governo Federal. Nenhum prefeito tem ingerência.

    Faltaram, portanto, capacidade política, visão de campanha eleitoral, desconhecimento dos anseios populares, discernimento global da eleição e, acima de tudo, a identificação com o eleitor. Diria, até, como tem dito o jornalista Roberto Kenard, Castelo enfrentou amadores. Ou melhor: coadjuvantes. Eis aí a diferença.                

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    Auditoria na prefeitura

    Fui informado ontem que, se eleito, uma das primeiras medidas de João Castelo será a instalação de uma auditoria  na Prefeitura de São Luís, notadamente na Saúde e SMTT, além da Secretaria de Obras. Dizem que o rombo é um do tamanho de um buraco negro.

    Se confirmadas a eleição e a auditoria, o prefeito Tadeu Palácio terá que explicar como gastou R$ 11,5 milhões na recuperação de ruas esburacadas. A minha (rua das Letras, Cohafuma), a sua, a nossa não viram R$0,10 do dinheiro, resultante de convênio com o Governo do Estado, que repassou a verba. Independente de quem seja o próximo prefeito, alguns pontos obscuros e desvios comprovados precisam ser esclarecidos. Assim age qualquer bom administrador político.   

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