Que loucura! Deputado do Maranhão sugere que Bolsonaro não venha inaugurar obras em São Luís

Agora beirou ao ridículo! Era só o  que faltava. Depois de esculhambar o atual presidente da República em todos os instantes, agora o governador Flávio Dino colocou sua tropa de choque para fazer pior: impedir que Jair Bolsonaro coloque os pés em terras maranhenses.

E para surpresa geral, escalou o deputado federal Gastão Vieira para sugerir ao prefeito Edivaldo Holanda não participe da inauguração de obras federais em São Luís, prevista para agosto.

“Prefeito @EHolandaJr, o que @jairbolsonaro vem fazer aqui na inauguração da Rua Grande? Não fez nada, o dinheiro era da Dilma, quem ajudou a liberar foi Temer! Nossa solidariedade ao Governador @FlavioDino”. Que loucura! O dinheiro é da Nação, do povo, senhor deputado.

Resta claro que a intenção do time e do governador comunista é jogar a população nordestina e, em especial, a do Maranhão contra o presidente. Tudo para obrigar Bolsonaro a não ajudar o nosso Maranhão que é um estado carente de apoio e das verbas federais. Tudo para fazer Flávio Dino ganhar projeção nacional e sair candidato à presidência da República.

E o pior que ainda imbecilmente alguns ainda ficam insistindo que chamar um nordestino de paraíba é preconceito. Há muito anos que no Sul do pais somos chamados assim e nunca consideramos como ofensa. Pois que Dino peça aos seus aliados na Câmara Federal uma moção de repúdio ou ingressem na Justiça contra todos os cariocas e paulistas que nos gritam pelo nome de paraíba.

Ficamos aqui imaginando quem nasce no estado da Paraíba, como não devem estar se sentindo agora. Para os que querem tornar a palavra paraíba um demérito, que mude o nome do estado paraibano.

Os artistas Chico Anísio e Renato Aragão era chamados de paraíbas por seus colegas de programas na TV Globo levados ao ar todas as semanas. Alguém se ofendeu algum dia? O juiz de futebol Dacildo Mourão, em 1997, expulsou o jogador vascaíno Edmundo  numa partida no Rio Grande do Norte por uma falta e ouviu do atleta que um paraíba estava apitando o jogo.

Perguntando se iria processar Edmundo por causa da expressão, o juiz falou que não se sentia ofendido. Indagado se foi preconceituoso com o juiz, o jogador disse que “lá no Rio, todo mundo que é do Norte a gente chama de paraíba. Todo mundo que é do Rio sabe disso. Não foi para agredir ninguém, mas é brincadeira. A gente vem jogar no Nordeste e botam um juiz do Nordeste”.

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Após Previdência, reforma tributária e liberdade econômica entram em pauta

Correio Braziliense 

Com a reforma da Previdência na reta final de votação na Câmara, Legislativo se prepara para examinar outros assuntos polêmicos nos próximos meses. Na lista, estão reforma tributária, lei de abuso de autoridade e independência do Banco Central

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

O segundo semestre legislativo, que começa em agosto, será decisivo para a reforma da Previdência, mas essa não é a única pauta no radar dos parlamentares. Nos próximos meses, o Congresso deve manter o foco na agenda econômica, como tem feito ao longo do ano, e retomar projetos que foram deixados de lado e não puderam ser concluídos no primeiro semestre.

Na lista, estão mudanças tributárias, a nova lei de licitações, o projeto de independência do Banco Central, a regulamentação do lobby, uma reestruturação administrativa e a Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica. Fora da seara da economia, outros assuntos polêmicos também estão na lista, como o projeto de lei que define abusos praticados por juízes e integrantes do Ministério Público, e uma proposta que estabelece prazo para pedidos de vista de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

As mudanças nas regras de aposentadoria e pensão, previstas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, são ainda o principal assunto entre parlamentares e governo, e o tema, devido à importância e ao estágio avançado de tramitação na Casa, trava o andamento de outras pautas. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pretende votar a PEC até 8 de agosto, em segundo turno. Até que a matéria receba novamente o aval de, pelo menos, 308 deputados, não há espaço para discussão dos outros projetos que estão na fila.
Os deputados mais otimistas acreditam que será possível votar a PEC no prazo esperado por Maia. Outros alegam que as discussões, conversas internas e contagem de votos devem consumir mais uma semana. As bancadas ainda precisam medir o efeito da votação em primeiro turno nas bases eleitorais, para onde os parlamentares voltaram no recesso. Não é impossível que, a depender do número e da intensidade das críticas, alguns possam voltar atrás no voto favorável que deram no primeiro turno.
A possibilidade preocupa a base governista, mas foi minimizada pelo presidente da Câmara, que considera difícil reverter um placar tão expressivo em tão pouco tempo — a PEC teve 379 votos favoráveis, 71 a mais do que precisava para ser aprovada. Há divergências quanto ao calendário e ao placar, mas ninguém diz que a matéria não vai avançar no início do próximo semestre.
Aprovada, a PEC vai para o Senado e vira prioridade naquela Casa. Para o coordenador da bancada do DF, senador Izalci Lucas (PSDB), “será a hora de cobrar execuções orçamentárias do Executivo e tentar incluir os estados e municípios no texto da Previdência”. A mudança deve ser feita em uma PEC complementar.

Tributária

Na Câmara, com a Previdência encaminhada, as atenções vão se dividir entre a reforma tributária, próxima na lista dos deputados, e outra série de itens da agenda econômica e de eficiência. “A gente espera chegar a 6 de agosto já votando a Previdência. Depois, o foco será a tributária. É um assunto que precisa ser aprofundado”, defende o líder do DEM na Câmara, deputado Elmar Nascimento (BA).
A discussão será complexa. A PEC nº 45/2019 já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, agora, precisa ser avaliada pela Comissão Especial, instalada em 10 de julho. De autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), a matéria será relatada pelo líder da Maioria na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). A ideia é criar o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirá três tributos federais (PIS, Cofins e IPI), o estadual ICMS e o municipal ISS. A arrecadação será dividida entre União, estados e municípios.
Há outras propostas na mesa, como a PEC nº 110/2019, assinada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e outros 66 senadores, com base no texto do ex-deputado Luiz Carlos Hauly. A proposta é de extinguir IPI, IOF, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, Salário-Educação e Cide Combustíveis, além de ICMS estadual e ISS municipal. No lugar, ficariam o Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), estadual, e o Imposto Seletivo (IS), federal.
A equipe econômica do governo também tem preparado uma sugestão de reforma tributária, que pode ter algum ponto incluído no texto da Câmara. O ministro da Economia, Paulo Guedes, acredita que os projetos em jogo são “convergentes”, como disse na última quarta-feira. “Nossas propostas vão acabar conciliando várias versões do que está acontecendo lá”, afirmou.
Mesmo que sejam resolvidos os embates em torno de qual é a melhor opção de texto, as discussões devem durar até o fim do ano. Talvez, se estendam para o ano seguinte. “É coisa para o semestre todo. Espero que até o fim do ano, pelo menos na Câmara, seja possível aprovar, mas é um assunto complicado”, disse Elmar Nascimento.

“A gente espera chegar a 6 de agosto já votando a Previdência. Depois, o foco será a tributária. É um assunto que precisa ser aprofundado”

Elmar Nascimento (BA), líder do DEM na Câmara

O que vem por aí

Além da reforma da Previdência, outros temas deverão ser tratados como prioridade no Congresso, após o recesso parlamentar. Algumas questões já deveriam ter sido concluídas
1 – LDO — A análise do texto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que ficou para agosto, segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), é um dos pontos polêmicos. Teoricamente, a LDO deveria ter sido discutida e analisada no período que antecede o recesso parlamentar, que vai até a primeira semana de agosto.
2 – Reforma Tributária — As discussões precisam avançar na comissão especial montada na Câmara para, então, a proposta, que tem como relator o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) ser colocada em plenário. A ideia é fazer a redistribuição de competências tributárias.
3 – MP da Liberdade Econômica — Embora tenha sido aprovada em comissão, a MP ainda precisa ir para o plenário da Câmara e, depois, para o Senado. O texto foi aprovado às pressas e incluiu a MP nº 876, que facilita a abertura e o fechamento de empresas.
4 – Embaixadores — PEC de autoria do deputado Marcelo Calero (Cidadania-RJ) impede indicações de pessoas que não sejam da carreira diplomática para a chefia de missões no exterior. O autor é diplomata e já ocupou o Ministério da Cultura no governo Temer. A PEC atinge o filho do presidente Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que pode virar embaixador em Washington.
5 – Prisão em 2ª instância — A PEC que garante a prisão de condenados em segunda instância, assunto que está na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF), é motivo de polêmica e será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O texto é complementar ao pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro.
6 – Decisões do STF — Avançou no Senado a PEC que estabelece a duração máxima de quatro meses para pedidos de vista concedidos a integrantes do STF (hoje, não há prazo). O texto, que está pronto para ser apreciado no plenário, também impõe limites a decisões cautelares monocráticas — as liminares.
7 – Abuso de autoridade — Voltará à Câmara o projeto de lei que define abusos praticados por juízes e integrantes do Ministério Público. O projeto, de 2017, ganhou celeridade depois que mensagens trocadas em aplicativos, publicadas por órgãos de imprensa, levantaram dúvidas sobre a conduta do ministro Sérgio Moro na época em que era juiz federal.

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João Lisboa, Largo do Carmo e construção da Praça das Mercês são novas obras da parceria IPHAN, Prefeitura e Vale

A requalificação dos espaços representa o resgate da beleza e da histórica de áreas de grande importância para a cidade e para a população e soma-se ao maior pacote de obras realizados no Centro Histórico de São Luís nos últimos 30 anos

De imensurável valor histórico para a memória de São Luís, Patrimônio Mundial da Humanidade, a Praça João Lisboa, o Largo do Carmo e o logradouro onde será criada a nova Praça das Mercês vão passar por ampla intervenção de requalificação urbana para que esses importantes exemplares arquitetônicos e históricos imprescindíveis para a memória cultural da Atenas Brasileira sejam resgatados, dinamizados e voltem a deslumbrar os visitantes. Os projetos de revitalização desses três novos espaços foram apresentados no início da última semana, no ato de assinatura do Termo de Compromisso celebrado entre a presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior e representantes da empresa Vale, em evento com a presença do superintendente do Iphan no Maranhão, Maurício Itapary.

Os novos logradouros contemplados pelos serviços de requalificação urbana vão somar ao conjunto de intervenções realizadas pelo Iphan, em parceria com a Prefeitura, para promover o resgate do conjunto arquitetônico do Centro de São Luís, um dos mais importantes sítios históricos do mundo, com seus 406 anos de história e um rico acervo composto por mais de mil prédios construídos entre os séculos XVIII e XIX, praças seculares e importantes monumentos que resguardam parte valiosa das singularidades históricas da cultura ludovicense. Atualmente, essa região da capital recebe o maior volume de investimentos já realizado nos últimos 30 anos. Uma parte das obras já está concluída, como o Complexo Deodoro e a Praça Pedro II. Ainda integrando o pacote de obras, a Rua Grande esta com obra pronta recebendo no momento pequenos serviços antes de ser entregue como mais um presente para a população.

“São Luis vive hoje um feliz momento de resgate dos espaços que contam muito sobre a nossa própria história e o modo de viver do povo local. A Praça João Lisboa, o Largo do Carmo e Praça das Mercês, por exemplo, são logradouros emblemáticos nesse contexto, todos com grande representatividade cultural para a população da cidade que outrora os teve como palco de importantes movimentos políticos e sociais. Exatamente por esses importantes aspectos históricos os espaços foram incluídos entre as dezenas de obras de revitalização que estamos promovendo no Centro da nossa capital, junto com o IPHAN, para que também estes locais voltem a ser reocupados pela população e retomem a sua condição de cartão-postal que ostentaram um dia. De forma que, com mais estas intervenções, reafirmamos nosso compromisso de fazer muito mais para a preservação da nossa história, da memória do nosso povo e resguardar suas tradições genuínas”, observou o prefeito Edivaldo Holanda Junior.

A linda Ilha do Amor que encanta a todos os visitantes, com os seus belos casarões e todos os demais elementos que compõem o conjunto arquitetônico do Centro Histórico da cidade, vai ficar ainda mais bela e magnética com a revitalização da Praça João Lisboa, do Largo do Carmo e a criação da Praça das Mercês. As três obras somam recursos totais da ordem de R$ 11 milhões e têm previsão para iniciar no segundo semestre deste ano.

Para que estes logradouros continuem sendo uma referência histórica da São Luís antiga, todos os elementos arquitetônicos atuais contidos na Praça João Lisboa e no Largo do Carmo serão restaurados e mantidos para a preservação da memória local, como os bancos, o grande relógio e a estátua de João Lisboa, edificada no centro da praça, no local onde também é o mausoléu do escritor. O conjunto arbóreo existente no local será preservado e mantido.

A ideia é que estes espaços, que hoje servem apenas para passagem de transeuntes apressados na correria do seu dia a dia, voltem a ostentar a beleza arquitetônica que têm e transformem-se em novos pontos de lazer, entretenimento e visitação cultural. Nesse aspecto, o mausoléu de João Lisboa, que fica no local onde está a estátua do escritor, fato que acredita-se ser do desconhecimento de grande maioria da população, será valorizado para se transformar em um dos principais roteiros de visitação turística de São Luís, tendo em vista à importância do escritor, expoente da literatura brasileira, patrono da cadeira 18 da Academia Brasileira de Letras, historiador, jornalista, político e nome de grande influência para as artes de modo geral.

“São Luís é um dos mais importantes exemplares da trajetória humana na Terra e sua gente também deve ser valorizada, como João Lisboa. As obras serão realizadas para exaltação e valorização do patrimônio local e promover o desenvolvimento turístico e econômico, mas é importante também que a sociedade abrace seu patrimônio e ajude a preservá-lo em favor da nossa memória cultural”, disse a presidente do Iphan, Kátia Bogéa, no ato de assinatura do Termo de Compromisso firmado no início da semana.

O superintendente do IPHAN no Maranhão, Maurício Itapary, lembrou que das 44 obras previstas para São Luís pelo PAC das Cidades Históricas, já foram entregues 11 intervenções. “Um número significativo que contribui fortemente para a transformação que a cidade vive hoje”, ressaltou o superintendente.

As obras de intervenção da João Lisboa e do Largo do Carmo e entornos compreendem ainda a ampliação dos espaços para pedestres, com adequação total às normas de acessibilidade; a uniformização do pavimento das vias que serão em paralelepípedos, com o reaproveitamento de peças removidas de trechos da praça e da Rua Grande; a colocação de novo pavimento na Rua de Nazaré, que fica no entorno da João Lisboa; a organização viária e melhor eficiência do trânsito; além de maior percepção da amplitude do espaço urbano e da riqueza do conjunto arquitetônico de ambos os logradouros.

O projeto prevê também a criação de uma rampa de acesso entre o Largo e a Igreja do Carmo e o reordenamento do serviço de engraxate, para desenvolvimento da atividade tradicionalmente realizada há décadas no espaço. Todos os elementos vão compor os cerca de 12 mil metros quadrados de área restaurada.

O abrigo do Largo do Carmo será mantido e restaurado para preservar as características arquitetônicas art dèco da marquise do prédio. O espaço ganhará nova iluminação artística, três lanchonetes, um posto policial, uma central de táxi e dois banheiros públicos adaptados. As bancas de revistas também retornarão ao espaço de forma ordenada.

Além disso, o espaço terá estacionamento para 22 veículos de passeio, 12 vagas para motocicletas, bicicletário com 12 vagas, nove vagas para táxis, espaço para estacionamento de ônibus de turismo, duas vagas para pessoas com deficiência, espaços para carga e descarga, entre outros.

MEMORIAL DA ESCRAVIDÃO

Já o projeto de construção da nova Praça das Mercês será desenvolvido em área nas proximidades do Convento das Mercês, em espaço que nos primórdios da fundação de São Luís foi usado para atracamento de navios negreiros. Por conta desse aspecto histórico, a Praça das Mercês terá entre seus elementos o Memorial da Escravidão, que vai resgatar um contexto histórico do período escravocrata. O local chegou a receber 400 mil escravos nesse período e dezenas de navios negreiros originários da África, entre os anos de 1693 a 1841. O espaço está inserido no conjunto tombado pelos governos estadual e federal.

O Memorial da Escravidão terá grandes placas com gravações em baixo relevo e painéis informando o nome de todos os navios negreiros que aportaram no local, a data do seu atracamento e o número de escravos que trouxeram, entre outras informações. Conforme Kátia Bogéa, o memorial não será um local para lamentações, mas um tributo em reconhecimento à contribuição do povo africano na formação da identidade cultural do povo ludovicense e brasileiro.

Além do Memorial da Escravidão, a nova Praça das Mercês, que ocupará uma área de 11 mil metros quadrados, prevê ainda espaço aberto para a realização de pequenos eventos e apresentações das manifestações culturais genuinamente maranhenses; área arborizada para lazer e descanso, canteiros ajardinados, bancos, equipamentos de ginástica para idosos e pessoas com deficiência, quadra poliesportiva, pista de skate, estacionamento de ônibus de turismo e de veículos, eixo de ligação entre o centro e o estacionamento, mirante, posto policial, acessos de pedestres à praça, entre outros equipamentos.

A nova praça detém aspectos que prometem mudar a visão do Centro Histórico, proporcionando uma nova configuração de acesso à área. A proposta é que o espaço seja um misto de cultura, entretenimento, esportes, entre outros elementos idealizados para deslumbrar o visitante.

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PDT oficializa pré-candidatura de Drª Maria Félix à Prefeitura de Cajari

Uma grande festa política/partidária marcou, neste sábado (20), a Convenção Municipal do PDT na cidade de Cajari, na Baixada Maranhense.

O evento realizado em um restaurante situado na sede da cidade contou com as presenças de milhares de moradores e lideranças políticas locais e regionais; tendo oficializado a pré-candidatura da Drª Maria Félix à Prefeitura, em 2020.

Mãe do pedetista e presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho, Maria Félix assumiu o comando do diretório do PDT na cidade. Ela reúne, hoje, o maior grupo político da história do município, formado, por exemplo, pelo atual vice-prefeito Antônio Furtado, conhecido como “Chofer”; vereadores (tais como Bigu e Amado); ex-prefeitos (Bento Sousa, Nascimento Almeida, Quinco Muniz e Batista Coelho); ex-vereadores (Pedro Gomes, Murilo, Adalton, Didi – presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais — Mauro Santos, Seu Riba, Raimundo José e Edmilson Gomes); ex-candidatos que disputaram o pleito majoritário de 2016 (Constâncio Sousa, Major Júnior e Capitão Eduardo); além de representantes dos mais variados segmentos da sociedade cajariense.

“Tenho certeza que a amiga Maria Félix fortalecerá o partido em Cajari. Trata-se de uma mulher guerreira, que pode contribuir para que o município cresça e se desenvolva cada vez mais. Ela tem todo o nosso apoio”, afirmou o senador Weverton Rocha, presidente estadual da sigla. Weverton gravou um vídeo que foi exibido durante a Convenção.

“Chofer” citou o comprometimento da pedetista para com os moradores de Cajari e criticou a situação precária pela qual passa o município. “Se erramos em 2016, é necessário que façamos a correção em 2020. E para atingirmos este objetivo, o nome certo para Prefeitura é o de Maria Félix”.

Membro da executiva nacional da legenda, o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, disse ter certeza que a pré-candidata fará muito por Cajari. “A Drª Maria Félix dialoga permanentemente com o povo, conhece suas reais necessidades e tem um planejamento para realizar uma gestão pautada na transparência e crescimento econômico. Será uma valorosa prefeita, tenho certeza”.

Líder do PTB na Câmara Federal, Pedro Lucas Fernandes anunciou que o seu partido estará com a pedetista na eleição municipal do ano que vem. Ele lamentou o fato de Cajari possuir uma gestão incapaz e que não consegue atender aos anseios da população. “Mas está página negra será apagada em breve. Na gestão Maria Félix, o município viverá uma era de desenvolvimento em todos os setores”.

Avaliações semelhantes fizeram o vereador e presidente do PDT de São Luís, Raimundo Penha, e o deputado estadual e 1º vice-presidente da Assembleia Legislativa, Glalbert Cutrim. Para eles, Cajari, ano que vem, terá a oportunidade de abraçar uma candidata que realmente representa a mudança que os eleitores tanto almejam.

Osmar Filho fez questão de destacar o amor que a sua mãe nutre pelo município e seus moradores. “Minha mãe e o seu grupo político possuem um projeto concreto para desenvolver Cajari, gerar trabalho e renda e, de fato, alavancar a economia da cidade. Me sinto honrado e emocionado em estar participando deste momento, que é apenas o primeiro passo para uma vitória que será dos cajarienses”.

Maria Félix agradeceu as manifestações de apoio e carinho. Ela ratificou o seu compromisso de continuar lutando pelo crescimento do município. “O sentimento é de que, juntos, faremos uma Cajari verdadeiramente melhor e mais desenvolvida”.

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Advogado Pedro Leonel morreu nesta madrugada de segunda-feira, dia 22

O polêmico advogado Pedro Leonel Pinto de Carvalho (foto abaixo) morreu hoje vítima de câncer que o afetou durante alguns anos. Ultimamente o causídico emprestava seus brilhantes trabalhados em causas contra a prepotência e ilícitos cometidos pelo poder público, onde conseguiu belas vitórias. O velório será realizado a partir das 11h na Central Pax União, no Canto da Fabril.

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PRF prende condutor embriagado que se envolveu em acidente de trânsito na BR 222

Domingo, 21 de julho de 2019, por volta das 21h40, uma equipe da PRF compareceu ao km 674 da BR 222, no município de Açailândia/MA, para atender ocorrência de acidente de trânsito.

O condutor de um VW/Gol de cor preta seguia sentido crescente da rodovia (Pequiá/Centro de Açailândia) quando ao transpassar um quebra-molas, invadiu a faixa contrária e colidiu no veículo NOVO FOX de cor branca.

A equipe da PRF submeteu o condutor do Gol preto ao teste do etilômetro, que constatou o teor de 1.06 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões.

O condutor do Fox branco também realizou teste de etilômetro com resultado negativo.

A PRF encaminhou o condutor do Gol para o Plantão Central da Polícia Civil em Açailândia pelo crime de embriaguez ao volante.

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Veículo perde o controle e derruba parte de uma oficina na BR 010

O acidente ocorreu por volta das 20h45 do sábado, 20 de julho de 2019, no Km 252,5 da BR 010, trecho urbano de Imperatriz, localizado entre o viaduto e o semáforo próximo à antiga rodoviária.

Um VW/Golf de cor preta transitava no sentido decrescente da marginal da BR 010 (Imperatriz/Porto Franco), quando perdeu o controle da direção, bateu no meio fio do lado esquerdo, cruzou a pista e se chocou com uma oficina às margens da rodovia.

O condutor do Golf, um homem de 31 anos, foi submetido ao teste de etilômetro que acusou ingestão de álcool, ainda estava com a CNH vencida, licenciamento do veículo atrasado e não usava cinto de segurança.

Os “airbags” do veículo foram acionados e evitaram ferimentos ao condutor.

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Carro se choca com carreta na BR-135 e condutor fica gravemente ferido no Maranhão

O veículo passeio invadiu a contramão e foi colhido por uma carreta. Um dos condutores envolvidos foi socorrido e levado para São Luís em estado grave.

Um acidente tipo colisão frontal ocorrido na tarde de sábado (20), na BR-135, no município de Bacabeira/MA, norte do Maranhão, envolvendo um veículo passeio e uma carreta deixou o motorista de um Renaultl/ Sandero ferido gravemente.

Por volta das 16h20, no km 56,3, na localidade Vila Cearense, situada entre a cidade de Bacabeira e a cidade de Santa Rita/MA, o condutor de um veículo Sandero prata invadiu a contramão e colidiu com uma carreta, que seguia no sentido contrário. O local é bem sinalizado, com faixa dupla contínua amarela, que proíbe ultrapassagem nos dois sentidos.

O condutor do Sandero teve múltiplas lesões e foi socorrido e levado para o hospital Socorrão I, em São Luís. O condutor da carreta não se feriu.

O acidente deixou o trânsito lento no local e provocou engarrafamentos. A situação foi resolvida com a chegada de uma equipe da PRF da Unidade Operacional de São Francisco, que fez os levantamentos e liberou a rodovia.

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Ex-prefeita perseguida por Flávio Dino diz que governador quer se projetar às custas de mentiras

A ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge, recorda que já foi vítima de perseguições políticas de Flávio Dino  e afirma que o governador do Maranhão “busca projeção às custas de mentiras e distorção de falas do presidente Bolsonaro”. Confira na nota abaixo e reveja o vídeo quando ela foi impedida como prefeita de falar na sua própria cidade:

“Flávio Dino mais uma vez buscando projeção às custas de mentiras e distorção de falas do presidente.

Pra além da ilegitimidade de Flávio Dino de falar sobre retaliação, uma vez que eu mesma fui vítima da sua perseguição política e tantos outros políticos estão sendo, o governador não sabe diferenciar Gestão e pessoa. Em momento algum, o presidente Bolsonaro cogitou ignorar o Maranhão, mas unicamente a pessoa de Flávio Dino. Sempre sarcástico e debochado em suas críticas ao presidente.

“Não tem que ter nada com esse cara”, essa foi a fala do Presidente e demonstra pura e simplesmente a recomendação de Bolsonaro para o governo ignorar Flávio Dino enquanto crítico e provocador da administração, cujo único intento é se promover às custas da imagem do presidente. 

O Maranhão segue como uma das prioridades do governo Bolsonaro. Os órgãos federais já se estruturam para fazer uma verdadeira revolução nesse estado, ainda que Flávio Dino não queira.

As mentiras e dissimulações comunistas, já conhecidas no nosso estado, não impedirão o Brasil de crescer, muito menos o Maranhão de reescrever sua história”

No vídeo abaixo, o governador esteve em Lago da Pedra e não permitiu que a então prefeita da cidade falasse no palanque, mas foi vaiado pela atitude grosseira.

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Paraíba, sim, senhor. Preconceitos e falsas vítimas

Por Abdon Marinho

VEZ OU OUTRA me assombra uma pergunta: quando nos tornamos arrematados idiotas manipuláveis?

O fim de semana que deveria ser dedicado ao lazer foi tomado por um falso escândalo de preconceito envolvendo o presidente da República e falsas vítimas representadas pelo governadores do Nordeste.

Estes, sobretudo, o do Maranhão, valendo-se dos recursos públicos, seja diretamente ou por meio da mídia devidamente remunerada, tem aproveitado para “se vender” de vítima ao tempo em que reforça determinados preconceitos.

A falsa polêmica tem início com uma frase do presidente da República, Jair Bolsonaro, que disse para um ministro em um áudio captado durante um café da manhã: “Daqueles governadores de ‘Paraíba’ o pior é o do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”.

O senhor Bolsonaro – já disse diversas vezes –, é o maior “inimigo” de seu governo, principalmente pela falta de freios na língua, que, como se dizia lá no sertão nordestino, “é o castigo do corpo”. O governo iria até bem se não fosse as colocações ou intervenções intempestivas de seu comandante.

Mas, em relação a última frase do presidente, a quem imputam xenofobia e/ou preconceitos, acredito que ambos os sentimentos revelam-se inseridos mais nas falsas vítimas do que no presidente.

Explicarei de outro modo e com um exemplo prático.

Sempre que escrevo algo que o Palácio dos Leões não gosta aparece algum xerimbabo para tentar me ofender (até senti falta de ler alguma tentativa de ofensa sobre um dos últimos textos: “Sarney & Dino e o acordo que não ousa dizer o nome”), ora me chamam de aleijado, pato manco, ora insinuando que não tive pleitos atendidos; ora que seria “viado”, etc.

Vejam que são pessoas que, direta ou indiretamente, recebem dos cofres públicos, do meu, do seu, do nosso dinheiro para “tentarem” assacar contra a honra alheia.

E digo “tentarem” porque em relação a minha pessoa nada do dizem me atinge. Não vejo demérito em ser deficiente físico, até porque sê-lo não dependeu de escolha minha; com relação a supostos pleitos não atendidos trata-se apenas de uma mentira e a insinuação de “viadagem” não me atinge porque não me acho melhor que nenhuma pessoa, tenha ela a situação sexual que tenha.

Pois bem, voltando a fala do presidente, existe algo demais em sermos chamados de “paraíbas”? A caso somos melhores que nossos irmãos paraibanos, pernambucanos, cearenses, potiguares, baianos ou os oriundos ou nativos de quaisquer outros estados da federação? O preconceito ou xenofobia é do presidente ou de quem se considera ofendido por ser chamado de “paraíba”?

Ademais há que se considerar que o termo “paraíba” encontra-se dicionarizado desde meados do século passado, servindo para designar, em suas diversas acepções, de forma coloquial o operário não qualificado da construção civil; ou, como regionalismo, fincado no Rio de Janeiro (ainda que pejorativo), para designação de quaisquer pessoas oriundas dos estados do Nordeste; ou nordestino.

Os “politicamente corretos” vão censurar os dicionários?

Assim, embora, o presidente da República tente “consertar” para dizer que fez uma crítica aos dois governadores do Nordeste (da Paraíba e do Maranhão), acredito mesmo que tenha usado do regionalismo do seu estado para se referir a todos os governadores.

Não foi ele que criou o termo ou o único a utilizar para se referir aos nordestinos em todo o Brasil, embora não fique bem a um presidente da República ser “apanhado” com este tipo de colocação – ainda que numa “conversa privada”.

O presidente é de todos os brasileiros jamais devendo referir-se às pessoas por suas origens.

Por outro lado, o preconceito, ao meu sentir, não é dele, mas sim daqueles que se acham “ofendidos” por serem referidos como habitantes de um dos estados do Nordeste de povo mais aguerrido.

Fico pensando o que passa pela cabeça de um paraibano: Quer dizer que ser chamado de “paraíba” é uma ofensa para os meus irmãos nordestinos?

Ainda me valendo das aulas de interpretação de texto do ensino primário e reconhecendo que presidente possui um vício de linguagem: fala de forma “cortada”. Ainda mais numa conversa privada, seja na versão dele, ao dizer que referia unicamente aos dois governadores (da Paraíba e do Maranhão), ou na interpretação da versão “estendida”, se referindo a todos os governadores da região Nordeste, não cabe dizer – até por uma questão de honestidade intelectual –, que houve uma referência ou “ofensa” aos milhões de irmãos nordestinos.

Em um ou noutro caso – dê-se a César o que é de César –, a referência é feita aos governadores: da Paraíba e do Maranhão – ou de todos os estados do Nordeste –, mas não ao povo nordestino.

A situação posta, com suas interpretações apaixonadas, faz muito parecer aquelas brigas infantis em que o menino fica provocando os outros maiores e quando leva um safanão corre para chorar debaixo da saia da mãe.

Os governadores do Nordeste, principalmente o do Maranhão, todo dia, o dia todo, ao invés de governar, se ocupa em tentar “aparecer” aí ao ganhar “atenção” corre para se vitimizar usando, covardemente, toda a população do estado como “escudo humano”.

Veja, embora o presidente da República tenha dito “não tem que ter nada com esse cara”, não temos notícias, nestes seis meses de governo, de nenhum ato discriminatório da parte do governo federal contra o nosso estado. Pelo contrário, o que sabemos é que o projeto do senador Roberto Rocha de implantar a Zona de Exportação do Maranhão – ZEMA, avança; sabemos, também, que depois de anos paralisado, finamente começa a deslanchar o projeto de explorar comercialmente o Centro de Lançamento de Alcântara; sabemos que se encontra em estudos um ramal ferroviário ligando Balsas à ferrovia Norte-sul e a conclusão desta até o Porto do Itaqui e, ainda se tem notícias de diversos outros projetos em andamento para o estado, como BR 308, indo de São Luís a Belém pelo litoral; a complementação da BR 402, de Barreirinhas até Parnaíba – e de lá para o restante da região.

Mas há um ditado popular – muito dito no nosso sertão –, que diz: “quem disso usa, disso cuida”, que serve muito bem para justificar todo esse escarcéu encenado pelo governador e seus aliados, nas diversas mídias e redes sociais – além, claro, do extraordinário desejo de aparecer.

Não sei dos demais estados do Nordeste, mas nós maranhenses acompanhamos como o governador e seus asseclas tratam a oposição do estado (e mesmo alguns aliados), não lhes dando qualquer “refresco”. Quem é o prefeito oposição –ou mesmo de situação –, que é bem tratado pelo governo? Que deputado de oposição tem emendas parlamentares liberadas? Quem não lembra a forma como os candidatos de oposição nos municípios foram tratados pelo governo estadual nas eleições de 2016? Quem não conhece (ou já ouviu falar) na “máquina” de destruir reputações sob orientação do governo?

Em data recente, no Congresso Nacional, dois delegados (ou ex-delegados) foram ouvidos e denunciaram investigações clandestinas contra alvos escolhidos pelo governo, fossem de oposição ou mesmo aliados.

Os delegados confirmaram o que é voz corrente no estado.

A situação da oposição no estado é tão vexatória que na Assembleia Legislativa a base governista não os deixa aprovar um requerimento de informação, um convite para um secretário ou qualquer autoridade, prestar algum esclarecimento.
Vejam que belo exemplo de democracia e republicanismo!

Mas não fica só nisso, as ações contra jornalistas e blogueiros propostas pelo governador e por seus secretários e aduladores são contadas às centenas, como forma de calar ou de coagir estes profissionais a aderirem ao governo.

Noutra quadra, não é segredo para ninguém que sua excelência, transformou o Estado do Maranhão em “bunker” contra o governo federal, em especial contra o presidente Bolsonaro, não lhe reconhecendo a vitória nas urnas, fustigando-o dia sim e no outro também, e não permitindo, sequer, que foto oficial do presidente da República cruze os umbrais do Palácio dos Leões. Queria ser tratado com flores?

Embora não me cause surpresa, o que acho em demasia é o fato do governador do estado, demonstrar-se tão valente quando se trata dos mais fracos, tentar usar, com mentiras e meias verdades, a população do estado – e do Nordeste –, como escudo humano nos seus enfrentamentos políticos.

Isso, sim, é uma vergonha!

No sábado, enquanto esta falsa polêmica atingia o seu pináculo, ouvia músicas diversas – nem pretendia escrever sobre isso –, e dentre os artistas estava Alcione Nazaré, maranhense, radicada há muito tempo no Rio de Janeiro, que também vestiu-se de ofendida com o fato do presidente da República ter se referido aos nordestinos como “paraíbas”. Lembrei-me de uma de suas músicas: “A Loba”, que numa de suas passagens diz que “chumbo trocado não dói”.

A falsa polêmica é alimentada pelos preconceitos dos falsos ofendidos que acreditam ser uma ofensa ser comparado a alguém de um estado-irmão e do próprio interesse de aparecer.

No mais, somos todos “paraíbas” e nordestinos, com muito muito orgulho! Viva o Nordeste! Viva o povo brasileiro!

*Abdon Marinho é advogado.

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