Ex-diretora do UBS se recusa a falar sobre Roseana Sarney

Do Estadão

GENEBRA, Suiça – Assustada e visivelmente irritada com as perguntas, a ex-diretora do UBS em Zurique, Esther Kanzig, se recusou a dizer ao Estado se conhecia a governadora Roseana Sarney. Mas deu claras indicações que sabia sobre as informações reveladas pela reportagem do Estado no fim de semana. “Não vou falar nada sobre esse assunto e nem se eu a conheci”, disse Esther, em declarações à reportagem do Estado. “Não tenho nada a dizer”, repetiu, nervosa.

Nos últimos anos, o UBS esteve envolvido em polêmicas e processos judiciais por ter ajudado clientes a driblar o fisco de seus países e lavar dinheiro na Suíça. Nos Estados Unidos, o banco foi condenado e teve de pagar uma multa milionária às autoridades americanas em 2009 por suas atividades consideradas como ilegais de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Um de seus banqueiros acabou preso nos Estados Unidos e as relações entre a administração de Barack Obama e as suíças chegaram a se estremecer.

No fim de semana, o Estado publicou troca de e-mails em que se comunica um pagamento efetuado no exterior logo após a liberação dos recursos à família Sarney no Brasil. O email cita uma mulher de nome Esther, do banco suíço UBS. Trata-se de Esther Kanzig, diretora do banco suíço UBS em Zurique naquela ocasião.

Esther se aposentou do UBS há um ano, deixando em seu lugar um funcionário que passou a atender clientes brasileiro com um português impecável. O banco tem ampliado sua atuação sobre o mercado brasileiros nos últimos anos, em busca exatamente de grande fortunas do País. Neste ano, gastou mais de U$ 100 milhões para ter uma base de operações no Brasil.

A reportagem conseguiu o telefone residencial da ex-diretora, que continua vivendo em Zurique. Mas ela se recusou a seguir a conversa telefônica com a reportagem depois de saber do que se tratava, alegando que não tinha “nada a declarar sobre essa história”. “Acho que não vou falar sobre esse tema”, insistiu. “Estou muito ocupada”, disse. Questionada se poderia atender a reportagem algumas horas depois ou uns dias depois, Esther apenas retrucou: “vou continuar estando ocupada”.

A assessoria de imprensa do banco suíço também indicou que não teria comentários a fazer sobre os documentos publicados no Estado citando o nome de uma ex – diretora. “Não temos nada a declarar”, afirmou a assessoria de imprensa do UBS.

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Procuradoria quer condenação da Fundação Renascer

Da Folha.com

O MPF (Ministério Público Federal) pediu à Justiça a condenação da Fundação Renascer e do deputado estadual paulista José Antonio Bruno (DEM), ex-bispo da igreja Renascer, por atos de improbidade administrativa cometidos na execução de dois convênios celebrados com o FNDE (Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação).

Segundo o Ministério Público, houve desvio de dinheiro e má utilização de quase R$ 2 milhões de verba pública federal.

José Antonio Bruno foi bispo da Renascer e representante legal da Fundação Renascer até o começo deste ano.

De acordo com a denúncia, entre 2003 e 2004 a Fundação Renascer recebeu R$ 1.923.173,95 para implementar os dois convênios de alfabetização de jovens e adultos do programa Brasil Alfabetizado, mas segundo o Ministério Público, nenhuma das despesas foi comprovada com notas fiscais pelos réus

As investigações da Procuradoria, feitas em conjunto com a CGU (Controladoria Geral da União) e auditores do FNDE, concluíram que a Fundação Renascer não prestou contas adequadamente sobre como gastou os recursos. De acordo com os convênios, o programa deveria alfabetizar 23 mil pessoas.

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Leitores acreditam que Jackson Lago e Roseana Sarney vão para o segundo turno

A enquete realizada pelo blog durante uma semana, encerrada agora há pouco, apontou que a grande maioria dos leitores do blog do Luís Cardoso acreditam que Jackson Lago e Roseana Sarney vão para o segundo turno.

A enquete não é pesquisa, por isto não tem valor científico. Foi feita a seguinte pergunta:

Qual será o resultado destas eleições, no dia 03 de outubro?

As respostas foram:

* Jackson Lago e Roseana Sarney vão para o segundo turno (59%, 3.262 Votos);
* Roseana Sarney ganha no primeiro turno (35%, 1.934 Votos);
* Flávio Dino e Roseana Sarney vão para o segundo turno (6%, 371 Votos)

Total de votantes: 5.567

Agradeço a participação de todos.

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Roseana diz que denúncia é falsa e requentada

Roseana SarneyRoseana Sarney

A governadora Roseana Sarney, em nota oficial, diz que a matéria publicada no jornal O Estado de São Paulo sobre um pedido de empréstimo feito ao falado Banco Santos, do seu padrinho de casamento Edmar Cid Ferreira, não passa de nota falsa e requentada.

Candidata à reeleição e liderando as pesquisas, Roseana atribuiu a matéria ao fato do seu desempenho nas pesquisas. Ela acha que estão tentando impedir sua vitória no primeiro turno. Abaixo, a nota:  

É muito estranho que uma denúncia fantasiosa, de seis anos atrás, seja desenterrada agora que estamos em plena campanha eleitoral, quando todas as pesquisas apontam uma tranqüila liderança para a minha candidatura. E mais: que a denúncia reapareça um dia depois de ter sido anunciada a descoberta de gás no Maranhão, num volume tal que vai transformar o nosso estado em responsável por 25% do gás produzido no Brasil. Lembro que esta descoberta é fruto de um trabalho que iniciamos lá atrás, no meu primeiro mandato como governadora, em 95, quando criei a GASMAR – Companhia Maranhense de Gás, para distribuir gás industrial em nosso Estado. Trabalho este que continuou com a licença ambiental que concedemos à OGX este ano, o que possibilitou a prospecção em Capinzal do Norte, onde foi descoberto o gás esta semana.

Mas voltemos a esta falsa denúncia: a operação a que ela se refere não passou de um empréstimo que fiz e paguei. Não fiz nada de ilegal, não devo nada a ninguém e para mim este assunto está encerrado. Todos os documentos que provam a lisura do que foi feito encontram-se em mãos do meu advogado, dr. Antônio Carlos de Almeida Castro. Quero apenas alertar o povo do Maranhão sobre este fato. Mais uma vez, em época de campanha eleitoral, repito, começam a surgir denúncias e acusações descabidas, ofendendo minha honra e meu passado. Fizeram a mesma coisa em 2006 e conseguiram me prejudicar.  Agora não vou deixar que esses falsos acusadores divulguem suas mentiras impunemente. Já pedi para serem tomada as medidas judiciais cabíveis contra esta velha e falsa acusação, e dessa mesma forma agirei daqui para a frente. Peço apenas que o povo do Maranhão fique atento e condene esta forma suja de se fazer política, da qual eu não compactuo.”

Roseana

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Roseana Sarney só regularizou acordo pouco antes da intervenção no Banco Santos

Do Estadão

Dilma se manifestará após ver documentosDilma se manifestará após ver documentos
Documentos obtidos pelo Estado mostram que o empréstimo de R$ 4,5 milhões concedido pelo Banco Santos a Roseana Sarney e seu marido, Jorge Murad, foi regularizado no Brasil poucos dias antes da intervenção judicial na instituição bancária, em 12 de novembro de 2004.

O dinheiro foi liberado no dia 29 de julho daquele ano, mas só em 5 de novembro – uma semana antes da quebra do banco e da decretação da intervenção da Justiça – as garantias foram registradas, conforme certidões reprográficas obtidas pela reportagem no livro 2.820 do 16 Cartório de Notas de São Paulo. Ou seja, quando o Banco Santos liberou o empréstimo em julho não havia formalização de fiança bancária.

O Estado revelou ontem que esse empréstimo teria sido simulado para ser uma ponte para a governadora do Maranhão e seu marido movimentarem dólares que tinham no exterior. Documentos que estão nos arquivos do Banco Santos indicam que, no dia 3 de agosto de 2004, cinco dias após a liberação dos recursos no Brasil, eles transferiram US$ 1,5 milhão para Edemar Cid Ferreira, então dono do banco, por meio de um banco suíço. Esse “pré-pagamento” – expressão usada nos próprios papéis – justificaria então a ausência de garantias de pagamento no Brasil.

Só que, três meses depois, o banco passou a viver o risco de intervenção e abertura de sua caixa-preta. O registro das garantias do empréstimo, às vésperas da tomada judicial do banco, evitou qualquer questionamento por parte das autoridades brasileiras quanto à transação.

Naquele período, o senador José Sarney (PMDB) envolveu-se em outra polêmica ao sacar R$ 2,2 milhões do Banco Santos um dia antes da intervenção. Sarney negou, na época, ter recebido informação privilegiada. Sua família e Edemar cultivam uma amizade de mais de 30 anos.

Esquema. Para regularizar o empréstimo, Roseana e Murad registraram e assinaram, de próprio punho, hipotecas de imóveis pessoais e salas dos shoppings que teriam comprado com o dinheiro do Banco Santos em nome da Bel-Sul Participações, uma das empresas da família. De acordo com o contrato, eles deveriam adquirir, com os R$ 4,5 milhões, ações em dois shoppings, um em São Luís e outro no Rio. As ações pertenciam à empresa Participa Empreendimentos, que tem como sócio Miguel Ethel Sobrinho, amigo da família Sarney. Ele foi presidente da Caixa no governo de José Sarney e conselheiro da fundação que leva o nome do senador.

E-mails obtidos pelo Estado, e que também estão nos arquivos do Banco Santos, revelam uma tentativa de inflar os valores dos imóveis contidos na hipoteca dada como garantia do empréstimo. “O ponto mais relevante alterado foi o valor dos imóveis oferecidos em hipoteca”, diz mensagem eletrônica enviada por um diretor jurídico a outros funcionários do banco às 10h02 do dia 22 de setembro de 2004. “Indicamos que a garantia hipotecária oferecida era de mais de 130% do valor do crédito, ou seja, em torno de R$ 6 milhões, de maneira que indiquei que cada imóvel era avaliado em R$ 3 milhões”, informa o funcionário na conversa.

Arquivo. Um memorando interno “confidencial”, elaborado um dia depois pelo departamento jurídico, dá detalhes do acerto entre Edemar, Roseana e Murad. Procurado pela reportagem em São Paulo, o administrador judicial do Banco Santos, Vânio Aguiar, confirmou que esses papéis estão nos arquivos oficiais da instituição bancária.

Segundo o relatório, “em contrapartida à concessão do crédito no Brasil, a Bel-Sul (empresa administrada por Jorge Murad) efetuou o pré-pagamento ao grupo, no exterior, do montante equivalente ao crédito recebido”. “No dia 3 de agosto foi confirmado o recebimento do montante equivalente no exterior”, relata o documento. O mesmo relatório cita as parcelas que deveriam ser pagas no Brasil, com uma ressalva: “O cronograma acima deverá ser observado pelo grupo na devolução à Bel-Sul, no Brasil, dos montantes lá indicados”, o que indica que havia um acordo para Roseana e Murad quitarem o empréstimo, mas receberem de volta os recursos de Edemar.

Ontem, o Estado publicou troca de e-mails entre Edemar e sua ex-secretária, Vera Lucia Rodrigues da Silva, em que ela comunica o pagamento efetuado no exterior logo após a liberação dos recursos à família Sarney no Brasil. Ela cita uma mulher de nome Esther, do banco suíço UBS. Trata-se de Esther Kanzig, diretora do banco suíço UBS em Zurique.

O Banco Santos não tinha aval legal para atuar no exterior e, segundo as investigações sobre sua falência, Edemar usava offshores laranjas para receber recursos fora do Brasil.

Dilma afirma que só se manifesta após ver documentos

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse ontem que só depois de conhecer os documentos do Banco Santos sobre a operação que permitiram à sua aliada política, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e seu marido Jorge Murad, resgatar US$ 1,5 milhão depositados na Suíça, é que se manifestará sobre o fato.
Dilma alegou que não pode se basear em “acusações de jornais”. “Eu tenho de ver as provas e aí, sim, eu me manifesto”, alegou, ao falar na Feira do Produtor, na localidade de Vicente Pires, a cerca de 20 quilômetros do centro de Brasília.

Rodeada por candidatos e simpatizantes, a candidata citou o combate à lavagem de dinheiro entre as políticas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que serão mantidas, no caso de ela ser eleita.
Dilma sugeriu que, ao publicarem reportagens sobre lavagem de dinheiro, os órgãos de imprensa informem também que, ao contrário do que acontecia antes, o combate tem sido intenso no País.

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Rafaela Sarney administra a empresa da mãe, Roseana

Rafaela SarneyRafaela Sarney

Quando da implantação do São Luis Shopping, do grupo João Claudino (leia-se Armazém Paraíba e outros negócios) comantava-se aqui na terrinha que Jorge Murad era um dos sócios. Poucos acreditaram

É que todos os grandes investimentos, com exceção da Alumar, e dos pequenos, como as fábricas de Cuscuz Ideal e de papagaios (pipas), de Zezé de Caveira, a família Sarney sempre se apresentava como sócia.

Muitos empreendimentos deixaram de ser implantandos no Maranhão pela gula societária da família dona do Maranhão.

Agora, com a matéria do jornal O Estado de Sâo Paulo, ficou claro que no Shopping São Luís a família Sarney tem ações societárias.

Não custa nada lembrar que a construtora Sucesso, do empresário João Claudino, aquele dono dos Armazém Paraíba, ganhou o maior volume de obras viárias no Maranhão. E continua mandando no pedaço.

A Bel-Sul, apontada pelo Estadão como beneficiária de um empréstimo ilegal, dona de parte das açõs do Shopping São Luís, está nas mãos da filha de Roseana, Rafaela Murad Sarney.

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Zé Reinaldo compara Roseana Sarney a Paulo Maluf

Zé ReinaldoZé Reinaldo

O candidato a senador José Reinaldo Tavares (PSB) afirmou que o escândalo envolvendo a governadora Roseana Sarney (PMDB) publlicado no Estadão pode ser comparado às denúncias contra o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP).

“Eu vejo a Roseana como o Maluf. Ela também disse que não sabe, que não é com ela. É muito simples: a verdadeira ficha suja no Brasil é Roseana Sarney. Não tem como negar, está lá a assinatura dela, lavagem de dinheiro, dólares enviados para o exterior. De onde saiu esse dinheiro? Esse negócio de ficha suja tem endereço certo agora: é Roseana Sarney”, disse Zé Reinaldo.

O comentário foi feito após denúncia divulgada pelo jornal Estadão sobre o suposto empréstimo realizado no Banco Santos, apontando indícios que a atual governadora Roseana Sarney, junto com seu marido, Jorge Murad, simularam um empréstimo de R$ 4,5 milhões para resgatar US$ 1,5 milhão que possuíam no exterior.

Em 2005, Maluf foi alvo de uma investigação por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, corrupção e crime contra o sistema financeiro. Documentos da justiça brasileira apontam uma movimentação de US$ 446 milhões em contas em nome de Maluf no exterior.

“Não foi uma surpresa muito grande essa história de Roseana, pois já tivemos outros casos como a Lunus, a Usimar e a estrada Paulo Ramos/Arame. Não me surpreende e acredito que essa é uma denúncia de maior gravidade comprovada com a relação a políticos no país nesses últimos tempos”, ressaltou Zé Reinaldo.

AÇÃO

Uma reunião com representantes da Coligação Muda Maranhão, que integra os partidos PSB, PCdoB e PPS, analisará a possibilidade de promover uma ação contra a candidata. “Estamos avaliando para tomarmos uma posição oficial com relação a isso. Minha opinião é de acionar por achar pertinente. Acredito que vamos provocar o Ministério Público para examinar esse assunto”, defendeu o candidato a Senador pelo Maranhão.

Em avaliação sobre o governo de Roseana Sarney, Zé Reinaldo chama atenção para a dispensa de licitação no projeto de construção de hospitais no estado, além de escolas que ainda não tiveram o ano letivo iniciado, os conselhos estaduais que estão sem condições de trabalho pela falta de repasse de verbas e, também, a greve da Polícia Civil por falta de segurança e melhores condições de trabalhos.

“Eu vejo o governo como campeão brasileiro de dispensa de licitação, virou rotina. Só no orçamento da Secretaria de Saúde, praticamente dois terços foram gastos com dispensa de licitação. No programa de construção de hospitais, uma grande parte não tem licitação, com isso não há comparação de preços e há indícios de superfaturamento. A Roseana só pensa em eleição, o que ela faz é convênio. É um festival de asfalto no interior para ver se consegue firmar uma candidatura que é rejeitada pela população”, criticou.

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Diretor de escola ameaça estudantes que participaram de manifestação

Estudantes da escola pública estadual CEGEL denunciaram que estão sendo ameaçados de suspensão pelo diretor da escola, professor Waldener Costa Melo, por terem participado de uma manifestação em defesa da educação realizada no dia 12, quinta-feira. Temendo represálias os estudantes solicitaram que seus nomes fossem mantidos em sigilo.

De acordo com os estudantes, o diretor da escola convocou uma reunião com os pais para esta segunda-feira pela manhã. “Está claro para nós que ele quer nos punir por termos participado de uma manifestação democrática em defesa da educação, portanto da própria escola em que estudamos”, disse uma das estudantes que participou da atividade na quinta-feira.

A iniciativa do diretor deixou os estudantes indignados. “Temos direito à livre manifestação dentro e fora da escola. A repressão é coisa do passado e é um absurdo que a direção de nossa escola tome esta atitude antidemocrática e autoritária”, reclamou um dos estudantes.

Repercussão – Ontem os estudantes encaminharam uma denúncia da tentativa de coação ao Ministério da Educação e à direção nacional da União Brasileira de Estudantes Secundaristas(UBES). “Não vamos aceitar que podem nosso direito à defesa de uma educação digna para todos os jovens maranhenses”, sustentou um outro estudante do CEGEL que participou das atividades.

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Dilma Rousseff quer conhecer os documentos para se manifestar sobre o caso Roseana Sarney-Banco Santos

Do Estadão

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse hoje que só depois de conhecer os documentos do Banco Santos sobre a operação que permitiram à sua aliada política, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, e seu marido Jorge Murad, resgatar US$ 1,5 milhão depositados na Suíça, é que se manifestará sobre o fato.

Dilma alegou que não pode se basear em “acusações de jornais”. “Eu tenho de ver as provas e aí, sim, eu me manifesto”, alegou, ao falar na Feira do Produtor, na localidade de Vicente Pires, a cerca de 20 quilômetros do centro de Brasília. Dilma fez campanha e pediu votos para eleger os candidatos da coligação que a apoia, formada pelo PMDB, PT e PSB, entre outros partidos.

Matéria publicada hoje no jornal O Estado de S. Paulo, exibe documentos dos arquivos do Banco Santos, mostrando que Roseana e Murad simularam um empréstimo de R$ 4,5 milhões para lavar o dinheiro que estava fora do País. Rodeada pelos candidatos e por simpatizantes, a candidata citou o combate à lavagem de dinheiro entre as políticas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que serão mantidas, no caso dela ser eleita. “o Brasil passou a ser uma das lideranças na questão da lavagem de dinheiro”, justificou. Ela destacou que manterá as medidas adotadas por Lula “não apenas baseada só em escândalos”, mas por acreditar que o desempenho do Brasil nessa área, eliminou “rotas” do tráfico de dinheiro de origem desconhecida.

“Então, eu vou dar continuidade a essa política, não baseada só em escândalo, mas como uma política institucional, que vem para ficar de forma sistemática”, destacou. Dilma Rousseff lembrou que o desempenho do Brasil contra a lavagem de dinheiro foi reconhecido pelo Departamento de Estado do governo dos Estados Unidos, sobretudo quanto a seus efeitos em relação ao terrorismo internacional.

“O relatório do Departamento de Estado reconhece que o Brasil foi o País que deu um combate sem trégua à questão da lavagem de dinheiro, com relação ao problema do terrorismo internacional, eliminando as rotas de tráfico de dinheiro pelo mundo afora”, afirmou. A candidata sugeriu que quando da publicação de matérias sobre lavagem de dinheiro, os órgãos de imprensa informem também que, ao contrário do que acontecia antes, o combate tem sido intenso no País.

“É importante, quando vocês noticiarem, noticiar também que nunca no Brasil se combateu tanto a lavagem de dinheiro, através da Polícia Federal, do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras), e junto com toda a articulação internacional”. “Porque antes no Brasil, nós não tínhamos uma política sistemática de combate à lavagem de dinheiro”, disse Dilma.

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Fracassa evento político de Roseana Sarney

Roseana SarneyRoseana Sarney

Foi um fracasso de público e renda o evento político promovido pela governadora Roseana Sarney, ontem, na Fabrica de Recepções, na Cohama.

De público, porque a governadora não reuniu mais que cem prefeitos no local. De renda porque as lideranças aguardavam uma sinalização monetária; o que não aconteceu.

A governadora, no seu site, diz que compareceram 153 prefeitos. O seu blogueiro oficial, jornalista Décio Sá, reduz: aproximadamente cem prefeitos estavam no local.

Na verdade nem cem prefeitos compareceram ao evento político de Roseana Sarney. Pelos calculo de um dos representantes políticos da campanha, somente 86 prefeitos estiveram presentes. Sendo 16 representados por esposas ou filhos.

Mas como estavam presentes outros cabos eleitorais, Roseana disse ao candidato a vice-presidente, na chapa de Dilma Rousseff, deputado federal Michel Temer (PMDB), e ao ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que no local estavam mais de 180 prefeitos.

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