Da InterMídia

Recebo e agradeço a mensagem abaixo enviada pelas amigas Danielle Domingues e Adriana Vieira

 

“O valor das coisas

Não está no tempo Em que elas duram,

Mas na intensidade

Com que acontece.

Por isso existem

Momentos inesquecíveis,

Coisas inexplicáveis

E pessoas incomparáveis”

                        Fernando Pessoa  

Se comunicar, realizar

e acreditar é sempre

è sempre tornar-se presente

em todos os momentos!!

Feliz aniversário e muitas felicidades!

 

São os votos da equipe IterMídia,

Adriana Vieira e Danielle Domingues

 

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Plano A dos Sarney

Comentam na cidade (os menos informados) que ao grupo Sarney interessa a vitória de João Castelo. Acreditam que Castelo eleito no dia seguinte será candidato a governador, atrapalhando os planos da reeleição de Jackson Lago. Exercício de futorologia imbecil.  As 400 ruas  e algumas avenidas que serão recuperadas pelo Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura de São Luís, estão programadas para a eventual gestão de João Castelo. Anotem!

Com cinco candidaturas que a nada ameaçam, nem se apresentam como arremedo de curicas (aquelas que alçam võos menores), o grupo Sarney passou a apostar as fichas em um candidato de Lula. Isto mesmo, Flávio Dino. A senadora Roseana, por exemplo, disse a um grupo de deputados aliados que as chances de Dino chegar ao segundo turno são reais. E mais: informou que o presidente Lula poderá participar em comício de Flávio Dino, na praça Deodoro, agora no primeiro turno. Todos concodaram, inclusive os parlamentares do PFL. Não é uma hípotese descartável.

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Algo estranho

O candidato do DEM, Raimundo Cutrim, anunciou ontem, da tribuna da Assembléia Legislativa, que iria ocupar hoje 1h30 de tempo no plenário para fazer denúncias contra o candidato tucano João Castelo. Antes de iniciar o discurso, fonte bem situada garantiu ao meu blogue que Cutrim  nem tocaria no nome de Castelo. Falaria sobre outra coisa. Foi o que aconteceu. O candidato do DEM apenas defendeu o irmão sargento do Corpo de Bombeiro, conhecido por Loiro Bil”, preso pela PFL, acusado de tráfico de cocaína.

A mesma fonte esclareceu a mudança do discurso de Cutrim. Disse que o candidato do DEM havia programado se encontrar com a senadora Roseana Sarney, na residência do Calhau, no período da tarde de terça-feira. O encontro foi desmarcado pela senadora. Cutrim, então, que tem amigos no serviço de intelegiência da polícia pediu a um deles que verificasse o assunto. Aí veio a surpresa e a revolta.

Por volta das 17h30, um candidato de outra coligação entrou pelos fundos na residência da senadora. E por lá demorou mais de 2h. Cutrim teria sido informado. Pior ainda: nem aliado era. Ou melhor, aliado de agora. Aconselhado por amigos e mais alguns parentes influentes, o candidato do DEM trocou o discurso. Teria ficado irado com a atitude da senadora. Aliás, o grupo de Cutrim há muito lhe desprezou, só ele não percebeu. Ou, a exemplo de Lula, finge que não sabe.

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Nepotismo na AL do MA

As Assembléias Legislativas do país estão em ritmo lento para cumprir a Súmula do STF que proíbe a permanência de parentes de deputados nos cargos em comissão. Em apenas cinco dos 26 Legislativos estão sendo executadas as demissões. No Amazonas, cerca de 66 parentes de deputados foram exonerados, no Rio de Janeiro próximo de 22 comissionados. Em São Paulo, apenas dois deputados se manifestaram, ainda assim para dizer que não têm parentes empregados em cargos públicos.

No Maranhão, ontem o vice-presidente da Assembléia Legislativa, deputado Pavão Filho, explicou que nenhuma exoneração foi efetuada porque ainda aguardam a notificação do STF e melhor esclarecimento sobre a Súmula. Pavão adiantou, porém, que a lei será cumprida, mas criticou alguns disparates como os que consideram secretários municipais, estaduais e ministros como cargos políticos, em detrimento de chefes de gabinetes e outros assessores mais graduados.

Na Assembléia Legislativa maranhense a lentidão ocorre, também, por causa da ausência dos parlamentares em razão do período eleitoral. Hoje, por exemplo, deve acontecer a última semana até o final da eleição municipal, com o risco de não haver quorum. Para executar as exonerações, os deputados terão que entregar a lista de seus parentes. E assim vão ganhando tempo, mesmo sabendo que um dia terão que acatar a Súmula e sentir na bolsa familiar redução de receita.   

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Distantes

Estão cada vez mais ácidas as relações entre o governador Jackson Lago e o prefeito Tadeu Palácio. Um amigo de ambos tentou em entendimento entre os dois na última semana. Ofereceu sua residência para um encontro. Jackson concordou, mas Tadeu recusou.

O prefeito reclama não apenas da falta de apoiamento ao seu candidato, que é também do PDT de Jackson Lago, mas da falta de cumprimento dos acordos feitos para recuperar as ruas de São Luís, numa parceria Governo/Prefeitura, após o período invernoso.

E mais: Tadeu ficou furioso quando bateu de frente com algumas obras em execução pelo Governo do Estado em São Luís, com a seguinte propaganda: “É O Governo do Estado Trabalhando Pela Capital”. Soube que terá troco. Vão mostrar a administração de Castelo na Emap (Porto do Itaqui) e o silêncio do Palácio dos Leões. A briga, assim sendo, será feia e promete.   

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Cinquentinha

Amanhã, 10 de setembro, Dia Intarnacional da Imprensa, amadureço mais um ano. Completo meio século de vida. São cincoenta anos de muita luta, alegrias, tristezas, momentos felizes, infelizes, instantes agradáveis, decepções e, enfim, experiência que se adquire ao longa da vida.

Não há muito o que comemorar. Ainda existe outra imensa trajetória pela frente com os mesmos percalços, sabores, dissabores, sorrisos, lágrimas e, enfim, a outra metade da vida. Talvez a mais dura, até porque se aproxima da terceira idade, que busca a aposentadoria e com ela a inércia da vida. E não me venham dizer que a terceira idade é a melhor fase da vida, vivida com qualidade. Menos verdade. O bom é ter vigor e saúde.

Por isso, vou encarar o início do outro meio século de vida como quem ainda não completou a metade da outra metade de cincoenta anos de vida. Não mudarei em nada, até que novos fatos possam alterar meu ritmo de vida. E que Deus possa compreender-me como sou: cheio de erros e acertos.    

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Omissão da Folha

A Folha de São Paulo oferece aos leitores e eleitores de cada capital a oportunidade de conhecer o perfil de cada candidato a prefeito. O trabalho é excelente, mas peca por algumas omissões. No caso de João Castelo, por exemplo, diz que quando governador ele trouxe a Alcoa para se instalar no Distrito Industrial em desfavor de centenas de famílias que foram expulsas de suas terras.

Esqueceu a Folha de mencionar que Castelo contou com a ajuda decisiva de seu compadre senador José Sarney para que a Alcoa se instalasse na zona rural de São Luís, em boa parte das terras pertencentes ao também senador Alexandre Costa, que vendeu por preços superfaturados suas posses à epoca.  

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Briga feia

Não convidem para a mesma mesa de pagode o jornalista Aldionor Salgado e o vereador Renato Dionísio. Pode voar caco de samba para todos os lados.

Não queiram convidar o ex-secretário de Comunicação Social da Prefeitura de São Luís, Aldionor Salgado e o ex-presidente da Favela do Samba, Renato Dionísio, para o mesmo gabinete. Pode rolar empurrão e muitos insultos.

Foi exatamente o que aconteceu no gabinete do secretário de comunicação estadual, em exercício, Jerry Abrante, quando os dois ficaram frente a frente. Dionísio, que esperava o voto de Salgado, cobrou o fato de seu companheiro de PDT apoiar a candidatura de Haroldo Sabóia para vereador. O pagangolé foi feio.  

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E agora, Secom?

Quando a Brasmarket concedeu prêmio para a Secom Municipal (Seconzinha) de a melhor do ano no Nordeste e, simultaneamente, a colocação de melhor prefeito do Brasil para Tadeu Palácio, foi uma festa. Na Secom estouraram champanhe e fumaram charutos cubanos. Palácio comemorou, com vinho, queimando pestanas e rasgando madrugadas.

A Secom achou que ninguém trabalhava melhor a imagem de um prefeito, a política de comunicação por eles adotada era exemplo para os mais competentes assessores de imprensa. A secretária, então, se achava toda.

Na prefeitura todos estavam certo de que a administração iria entrar para a história como a melhor do século e a mais revolucionária de todas. Tadeu era de todos o mais empinado. Acreditava, pelo visto, que tinha passaporte até para ser o próximo candidato a presidente do Brasil.

No dia seguinte, o sonho acabou. Estavam todos enganados. Caíram na real. O diploma de melhores era de fabricação da Brasmarket, o troféu era paraguaio. As pesquisas encomendadas fugiam da realidade. A comunicação foi das piores executadas em uma prefeitura de capital. Daí o resultado desastroso. A população despertou. Acordou entre valas, buracos, lixo, baratas, ratos, sem atendimento de saúde e no meio da escuridão. O prefeito encolheu. Tadeu Palácio, pelo o que se pode concluir, caminha para entrar para a galeria dos esquecidos, a exemplo de Conceição Andrade.   

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Sabóia com Castelo

Haroldo Sabóia apoiando a candidatura de João Castelo, quem diria! Eleito deputado estadual pelo PMDB, em 1978, o então marxista Haroldo Sabóia foi o principal adversário do Governo João Castelo. Deu muitas dores de cabeça para os inquilinos do Palácio dos Leões. Eleito deputado federal, continuou batendo na oligarquia maranhense e no senador Castelo.

Agora, candidato a vereador pelo PDT, faz questão de não ligar seu nome ao do candidato do seu partido, Clodomir Paz, na propaganda política, principalmente na impressa. Depois que passou a receber o apoio do professor Moacir Feitosa e e ajuda discreta de amigos do governador Jackson Lago, Sabóia começou a pedir votos para João Castelo.    

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Agora é tarde

Fui informado de que propuseram ao candidato Dlodomir Paz a utilização de parte do seu tempo reservado na propaganda política gratuita para desconstruir a imagem do seu oponente João Castelo. Lembraram ao pedetista a eleição de Jackson Lago para governador, que só foi possível depois da deconstrução da candidata Roseana Sarney. Esqueceram, ao que parece, de explicar que o trabalho de descontrução foi feito desde o início da campanha no rádio e tevê, planejado e executado pela Pública.

Bater em João Castelo depois da tentativa infrutífera de lhe cassar a candidatura pode levar o tiro a sair pela culatra. Castelo saiu como vítima da derrotada cassação e tem sabido explorar o fato no horário eleitoral. Colocar agora o candidato tucano na mira dos canhões de seus adversários, ao contrário, pode render bons dividendos para João Castelo. Vejam o exemplo da última eleição presidencia. Quando os adversários do PT disparam fogo cerrado contra Lula, quase no meio da campanha gratuita, era tarde demais. Lula cresceu mais ainda e faturou a eleição no primeiro turno.

Se quizerem reverter o quadro que utilizem estratégias que possam trazer resultados satisfatórios e imediatos. Não há mais tempo a perder. Quem teve o cuidado de analisar os resultados de todas as pesquisas sobre a intenção de votos na capital, perceberá que mais da metade do eleitorado de São Luís permanece indeciso. É hora, portanto, de buscar essa fatia imensa de votos. Lideranças aliadas dos adversários de Castelo permanecem em casa sentadas, de fora da campanha, até porquer nunca foram convidadas. A militância, enquanto isso, dorme em berço esplêndido diante do olhar distante dos candidatos. Nada mais prático. Não há nenhum mistério.       

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Advogados não recorrem

Após o resultado do julgamento da candidatura de João Castelo pelo TRE, o diretor do Jornal A Tarde, Luis Cardoso, perguntou aos advogados que defenderam a impugnação do candidato tucano se iriam recorrer da decisão da corte eleitoral. Resposta dos ambos: não

 O advogado Daniel Leite foi taxativo: “a justiça foi feita”. Não reclamou um instante sequer da conduta unânime dos magistrados que votaram pela permanência da candidatura de Castelo.

 O outro advogado, Marcos Lobo, disse que estava de fora da causa há duas semanas e que reconhecia o resultado como justo.

Ainda assim, tem gente nas duas coligações, “São Luís Não Pode Parar” e “Força das Comunidades”, querendo que a questão seja encaminhada para o TSE.

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