Como encontrar as melhores clínicas de reabilitação em São Paulo e ao redor do Brasil?

A Bella Clínic aceita convênios médicos

Confira nesta matéria as melhores clínicas de reabilitação de São Paulo e ao redor do Brasil.

Hoje em dia somente no estado de São Paulo a Bella Clínic possui mais de 500 opções de clínicas de reabilitação. E como saber qual clínica de reabilitação é boa e qual não é? Confira este artigo que mostra as melhores clínicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras de São Paulo e ao redor do Brasil:

Bom, para isso temos diversos grupos que estão sempre de olho e por dentro do que vem acontecendo por dentro destas unidades.
Hoje estamos aqui para dizer um pouco a respeito do trabalho da da Bella Clinic – Clínicas de Reabilitação para Dependentes Químicos e Alcoólatras.

Trabalhamos com mais de 100 opções de clínicas de reabilitação e estamos há mais de 10 anos no ramo. Contamos com equipes especializadas de remoção / resgate 24 horas que atendem todo o Brasil! A Bella Clinic trabalha com clínicas de reabilitação para idosos, clinicas de reabilitação para menores de 18 anos, clinicas de reabilitação femininas, internações involuntárias e voluntárias para dependentes químicos e alcoólatras e clínicas para alcoólatras também.

A Bella Clinic conta com plano de tratamento para a internação voluntária Indicada para pessoas que estão fazendo um uso de drogas ou álcool ainda que considerado pelos especialistas como moderado e têm consciência da doença da dependência química e aceitam fazer o tratamento de reabilitação.

Tratamento voluntário em clínica de reabilitação para dependentes químicos

A Internação mediante o consentimento livre e esclarecido por parte do próprio paciente e preferencialmente de comum acordo de seus familiares ou amigos mais próximos. As vezes há uma situação limítrofe à involuntária também, quando o próprio motivo da internação em uma clínica de reabilitação, o consumo de substancias ilícitas (abuso ou dependência de álcool ou drogas), comorbidade (outro transtorno mental associado), medicação prescrita, ou a situação prévia a internação em clínica onde os sentimentos ou a capacidade racional dos pacientes ficaram prejudicados ao menos temporariamente (durante o ato de internação fechada ou compulsória). Para uma primeira internação é pouco provável que o paciente tenha um conhecimento suficiente sobre sua doença ou até mesmo sobre o tratamento para ela, para uma decisão soberana, esclarecida. O mais comum é que ele esteja indo para uma segunda internação, ou tenha passado por tratamento domiciliar ou ainda, conheça alguém que também esteve internado em uma clínica.

Todos os nossos planos de tratamento são individualizados e personalizados por perfil e necessidades do paciente. A Bella Clinic disponibiliza tratamentos para depressão em clínicas especializadas em:

Tratamento para o crack
tratamento da maconha
tratamento da cocaína
tratamento do alcoolismo

Disponibiliza também Clínicas de reabilitação no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Nordeste, Bahia em breve em Portugal e ao redor de todo o Brasil, são muitas opções mesmo!

Entre em contato com um dos especialistas ou terapeutas da Bella Clinic e obtenha maiores informações sobre os tratamentos para a dependência química ou tratamento para alcoolismo.

Lembre-se que alcoolismo e dependência química são coisas muito sérias e exigem uma atenção super especial e estruturas especializadas.
A Bella Clinic conta também com tratamentos com Ibogaína em São Paulo e ao redor do Brasil, tratamento domiciliar, diversas opções de acompanhantes terapêuticos dispostos a atender em todo o Brasil e no mundo, não perca tempo, a dependência química é uma doença progressiva, incurável e fatal que afeta todas as áreas da vida do dependente, se de uma oportunidade ou ajude quem você ama a sair deste labirinto que só leva a destruição.

Tratamento involuntário em clínica para dependentes químicos:

Esta é uma modalidade de tratamento que está indicada para pessoas que precisam deste tipo de internação / tratamento, mas não estão de acordo com a internação.

A Clínica oferece algumas possibilidades de tratamento, inclusive o tratamento involuntário (fechado), previsto em lei. A Internação Involuntária para dependentes químicos e alcoólatras é amparada pelo Decreto 891/38 e, pela Lei 10.216, desde 6 de abril de 2001, e é regulamentada pela portaria federal nº 2.391/2002 e de acordo com RDC N-101 da ANVISA.

A internação involuntária (sem o consentimento do usuário e a pedido de um terceiro), ele sendo responsável pelo paciente, é uma das soluções para quando o dependente químico ou o alcoólatra está colocando sua própria vida ou a vida de terceiros em risco e dificuldades e, mesmo assim, ele é incapaz de tomar e manter uma atitude coerente para sua recuperação / reabilitação.

Deve ser aplicada em casos em que o dependente perdeu a liberdade de escolha. Este é o ponto central de qualquer transtorno psíquico, a incapacidade do dependente químico não conseguir
escolher algo do que faz atualmente. O dependente químico ou alcoólatra não consegue mais escolher entre o consumo e a abstinência das drogas ou do álcool.

A vontade de usar a substância que altera a sua mente ou o seu humor é sempre maior e se sobrepõe a coisas que antes eram muito mais importantes como: estudo, serviço, convívio com familiares e parentes, respeito às normas etc… Desse modo, não é tão simples assim ouvir da pessoa “vou me tratar” e nada mais acontece, pode ser a hora de se refletir e buscar um auxílio profissional especializado, para reverter esta situação, antes que seja tarde demais.

A duração prevista para um tratamento completo é de de 180 dias geralmente em regime de internação continuada em unidades de tratamento, sujeitas à alta terapêutica estabelecidas pelas equipes, mais um programa de reinserção social com acompanhamento profissional.

Destinado àquelas pessoas que não aceitam se afastar do vício do álcool , das drogas ou até mesmo medicamentos controlados em excesso, o tratamento involuntário é uma iniciativa tomada por membros da família do dependente de drogas ou de álcool com intenção de conscientizá-lo da necessidade de desintoxicação física.

Os pais têm poderes legais para solicitar a internação de seus os filhos ou entes queridos enquanto que a determinação de submeter o pai ou a mãe ao tratamento de maneira não espontânea só pode ser adotada com o consentimento e autorização de todos os filhos.

Um dos mais renomados especialistas hoje em dia em dependência química e alcoolismo, DR. Ronaldo Laranjeira, afirma que o tratamento da dependência ou do alcoolismo não espontâneo “É uma decisão difícil, mas válida”.

Em uma entrevista que foi publicada na edição de número sete da Revista Anônimos o médico psiquiatra deixa claro seu posicionamento. “Um importante documento do NIDA – Nacional Institute on Drug Abuse – aborda os doze princípios do tratamento efetivo para a dependência química ou alcoolismo. Um desses critérios afirma exatamente que para o tratamento ser efetivo não precisa ser voluntário não”, disse o médico à revista. “Quando ocorre a internação involuntária em clínica de reabilitação, o primeiro beneficio é o fato da pessoa não estar se intoxicando e, com isso, seu estado mental começa a se modificar. Quando ele está usando, seu processo decisório está comprometido e uma parte da falta de motivação está relacionada ao fato da própria intoxicação turvar o processo de motivação”.

“Tem gente que fica anos usando, e com esse processo de motivação comprometida, nunca vai chegar ao momento de decidir parar”, lembrou o Doutor. “A vantagem inicial da internação voluntária é então o estado mental mais favorável para a reabilitação do paciente. Com o tempo, este paciente vai poder observar a parte positiva da internação em clínica de reabilitação”.

Clique aqui e entre em contato com a Bella Clinic

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Hospital Dr. Carlos Macieira (MA) realiza segunda etapa do mutirão de cirurgias urológicas

Somando as duas etapas realizadas, 90 pacientes que aguardavam por cirurgias foram atendidos; em outubro, um novo mutirão será realizado

O Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM), em São Luís (MA), acaba de promover a segunda etapa do mutirão de cirurgias urológicas, com encerramento marcado no último domingo (1/09). No início do mês, 45 pacientes já haviam sido atendidos na especialidade. O mutirão faz parte das ações para diminuir a fila de espera de pacientes que aguardam atendimento. Foram registrados 90 atendimentos nas duas fases da iniciativa.

A urologia é uma das especialidades que mais apresentam demanda no HCM, segundo explica o diretor-geral da unidade, Edilson Medeiros. “Essa demanda tem crescido exponencialmente e por isso houve esse redirecionamento da rede estadual de saúde para atender toda a demanda de casos urológicos. Em outubro, daremos continuidade ao mutirão atendendo casos de maior complexidade para evitar complicações que deixem sequelas definitivas”, explicou o médico.

Os pacientes são regulados e passaram por triagem, que avalia as condições de saúde para submissão à cirurgia. Os procedimentos cirúrgicos têm duração entre 45 minutos e 1 hora, com pós-operatório de, em média, 24 horas para observação.

Rapidez no atendimento – Os pacientes desta etapa destacaram a agilidade na realização da cirurgia como ponto importante do mutirão. Natural da cidade de Cajari, distante 215 Km da capital do estado, o agricultor Ronald Boes Frazão, 24 anos, pensou que passaria meses aguardando atendimento. “Consultei aqui mesmo no HCM e quase um mês depois já marcaram minha cirurgia. Foi bem rápido e o atendimento é ótimo. Esse mutirão pode ajudar muitas pessoas que precisam”, pontuou o agricultor.

O técnico de informática, David Anderson Correia, 34 anos, também expressou a satisfação pela rapidez em realizar a cirurgia. “Imaginei que fosse esperar uns meses e estou bem surpreso de ter tido logo esse atendimento. Entre a primeira consulta e o retorno para a cirurgia, que eu me lembre, não demorou um mês e meio”, contou o paciente que foi submetido ao procedimento de frenuloplastia.

O mutirão da unidade de saúde gerenciada pelo Instituto Acqua em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde realizou cirurgias de hidrocele, varicocele, vasectomia, retirada de duplo J, penectomia, cistoscópio, cistolitotomia, RTU, ureterorrinolitotipsia e outros procedimentos urológicos.

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Prefeitura de São Luís mobiliza população na Semana Municipal de Prevenção e Combate ao Tabagismo

Ações iniciaram domingo (25), na Feirinha São Luís e prosseguem durante a semana em Unidades Básicas de Saúde e outras instituições; programação está inclusa na política de saúde preventiva do prefeito Edivaldo

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), deu início no domingo (25), na Feirinha São Luís, Praça Benedito Leite, Centro Histórico, à Semana Municipal de Prevenção e Combate ao Tabagismo. Dados do Ministério da Saúde, referentes ao ano de 2018, indicam que São Luís continua entre as capitais brasileiras com menor frequência de fumantes. Quando se trata do sexo feminino, o índice de 2,8% é o menor do país; enquanto entre os homens, a capital maranhense ocupa a quinta menor freqüência, com 7,3%. Os dados são referentes aos atendimentos individuais e condição avaliada sobre o tabagismo recolhidos pelo Ministério da Saúde e refletem as políticas de saúde preventiva desenvolvidas pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior.

A Semana Municipal de Prevenção e Combate ao Tabagismo tem programação em 51 Unidades Básicas de Saúde do município de São Luís e objetiva conscientizar e mobilizar a população sobre os riscos decorrentes do uso do tabaco. As ações integram as atividades do Dia Nacional de Combate ao Fumo – 29 de agosto. “O cigarro tem um alto poder de causar dependência química; por isso, o combate ao tabagismo passa pela oferta de serviços para os dependentes que desejam parar de fumar e por ações de prevenção voltadas para todos os públicos. A Prefeitura, na gestão do prefeito Edivaldo, tem usado essas estratégias”, alerta o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho.

Este ano, a campanha nacional de luta contra o tabagismo tem como tema “Não deixe o tabaco levar o seu fôlego embora”, voltado para as doenças pulmonares. O trabalho terá como ponto culminante a programação desenvolvida na Fundação da Criança e do Adolescente (Funac) na próxima quinta-feira (29), junto às adolescentes esclarecendo sobre os malefícios do uso do tabaco. Na quarta (28), a Semus organiza ações de busca ativa entre pessoas que desejam interromper o tabagismo de forma definitiva. O encerramento da semana acontece em todas as unidades de saúde na sexta-feira (30).

PÚBLICO-ALVO

O diferencial da semana municipal em 2019 está no trabalho que será desenvolvido nas escolas e instituições, com objetivo de alcançar os adolescentes. Estudos apontam que o grupo dos adolescentes está entre os mais vulneráveis ao hábito de fumar, pela associação que seu uso está com o espírito transgressor do jovem e outras formas de comportamentos que a imagem do fumante equivocadamente remete. A nicotina, assim como o álcool, é considerada pelos especialistas como porta de entrada para outros vícios ilícitos.

Segundo alerta a coordenadora de Saúde do Adulto da Semus, Kardele Rodrigues, a nicotina não atinge somente o fumante, mas toda a sociedade e o meio ambiente. “Nós mobilizamos as equipes das Unidades Básicas de Saúde que estão implementando um plano estratégico. São desenvolvidas ações não somente de busca ativa, aquela em que fumantes que desejam parar buscam ajuda médica, como atender às pessoas que verbalizam esta vontade”, ressalta Kardele Rodrigues.

Na fase preparatória da semana de combate e prevenção do uso do tabaco, a Semus realizou 262 atendimentos individuais a pessoas em relação ao tabagismo, segundo dados do E-SUS, sistema do Ministério da Saúde.

PROBLEMAS

A Organização Mundial de Saúde (OMS), aponta que chega a 63% o índice de letalidade entre os usuários do tabaco. O tabagismo é responsável por doenças crônicas pulmonares evitáveis. Dados revelam que o cigarro é responsável por 85% das mortes, sendo que 30% dos usuários desenvolvem diversos tipos de cânceres; 25% vão a óbito por doenças coronarianas e outros 25% por doenças cerebrovasculares. É também um fator negativo no controle da hipertensão arterial.

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Prefeitura de São Luís avança no atendimento a pacientes que fazem hemodiálise na rede municipal de saúde

Além de novos equipamentos, gestão do prefeito Edivaldo ampliou o serviço eletivo na área, o que garante melhoria no atendimento a quem sofre com insuficiência renal aguda ou crônica

A ampliação do serviço de hemodiálise ofertado pela Prefeitura de São Luís na gestão do prefeito do prefeito Edivaldo Holanda Junior aos pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica resultou na melhoria do atendimento disponibilizado no setor de emergência dos hospitais Djalma Marques (Socorrão I) e Clementino Moura (Socorrão II). Para promover a expansão do atendimento, novas máquinas de hemodiálise foram adquiridas. Além disso, a gestão também ampliou o serviço eletivo na área, com a realização de convênios com outras clínicas especializadas para atender os pacientes crônicos que precisam continuar com o tratamento. A iniciativa integra as ações de atenção à saúde no setor de urgência e emergência, coordenadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus).

“O procedimento é fundamental para muitas pessoas que apresentam quadros de insuficiência renal aguda ou crônica graves. Por isso, seguindo a orientação do prefeito Edivaldo, ampliamos o serviço para aumentar a capacidade de atendimento na área e prestar um serviço com mais qualidade aos pacientes que necessitam se submeter ao procedimento em nossas unidades de urgência e emergência”, observou o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho.

No Socorrão II, as máquinas são utilizadas para hemodiálise de pacientes já internados no hospital ou das pessoas que precisam realizar o procedimento de forma emergencial e que dão entrada pela urgência da unidade. Um dos equipamentos de hemodiálise adquiridos foi destinado ao atendimento exclusivo dos pacientes internados na UTI daquele hospital, proporcionando maior qualidade e conforto aos que estão em estado grave, que agora não precisam mais ser deslocados ao setor de hemodiálise da unidade para realizarem o procedimento. O hospital tem ainda outro aparelho, que foi destinado ao setor de hemodiálise. Outras duas máquinas atendem a pacientes do Socorrão I, onde é realizada uma média de 200 procedimentos de hemodiálise por mês.

PROCEDIMENTO

A hemodiálise substitui a função dos rins de quem tem doença renal crônica avançada. É um procedimento através do qual uma máquina limpa e filtra o sangue, ou seja, faz parte do trabalho que o rim doente não pode fazer. O procedimento libera o corpo dos resíduos prejudiciais à saúde, como o excesso de sal e de líquidos, e faz a filtragem e a depuração de substâncias indesejáveis do sangue como a creatinina e a uréia. Também controla a pressão arterial e ajuda o corpo a manter o equilíbrio de substâncias como o sódio e potássio, por exemplo. Na hemodiálise a máquina recebe o sangue do paciente por um acesso vascular, que pode ser um cateter (tubo) ou uma fístula arteriovenosa.

O tratamento é indicado para pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica graves. É possível começar o tratamento com remédios que podem controlar os sintomas e estabilizar a doença. Porém, em casos em que os remédios não são suficientes e a doença progride, torna-se necessário iniciar o procedimento de hemodiálise, sempre por indicação de um médico nefrologista.

AVANÇOS

Além de melhorar esse serviço, a gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior promoveu, no Socorrão II, outras intervenções visando à otimização e humanização do atendimento na unidade. Além de obras de reforma para reestruturação física dos ambientes e a compra de novos equipamentos, estão ainda entre as ações a implantação do projeto Lean nas Emergências, do Ministério da Saúde, executado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês.

O projeto, que soma esforços a outras iniciativas da gestão para promover melhorias na rede municipal de saúde, conseguiu reduzir a superlotação no primeiro semestre deste ano e, ainda, o tempo de atendimento a pacientes. A redução foi de 70% nos indicadores de superlotação no primeiro semestre deste ano e queda de 27% no tempo de atendimento a pacientes que não precisaram ser internados na unidade. Com isso, o Socorrão II foi a unidade de saúde que apresentou o melhor resultado na primeira etapa do projeto, ficando em primeiro lugar entre os 20 hospitais brasileiros participantes.

Com o desenvolvimento do projeto Lean nas Emergências, o layout do pronto-socorro foi modificado destacando a assistência de qualidade e segura ao paciente, melhorando a comunicação entre as equipes assistenciais e diminuindo o desperdício de insumos. Para isso, foram criados novos espaços como a Sala de Curta Permanência, a Sala de Decisão Médica, Sala Vermelha e Laranja, UTI A (com nove leitos) e um consultório específico para atendimento no fluxo de pacientes não graves.

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Com programa Consultório na Rua, prefeito Edivaldo leva ações de saúde a pessoas em vulnerabilidade social

Equipe do programa presta atendimento itinerante em um veículo adaptado que percorre diversas áreas da cidade e tem como público-alvo pessoas em situação de rua; estratégia integra as ações de saúde da gestão do prefeito Edivaldo

Como mais uma estratégia na área da atenção básica à saúde, a gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior vem desenvolvendo as ações do programa Consultório na Rua, que leva atendimento médico a pessoas em situação de rua. O trabalho visa levar a esse público serviços de saúde, contribuindo para a prevenção de doenças, orientando-os e encaminhando-os ao tratamento necessário a fim de oferecer melhores condições de saúde. A ação é realizada em parceria com o Ministério da Saúde, tendo ainda como foco gestantes em vulnerabilidade social e situação de rua. De janeiro a abril deste ano, mais de 3,2 mil atendimentos foram realizados.

Com equipes em campo, o Consultório na Rua visa ampliar o acesso da população em situação de rua aos serviços de saúde, ofertando, de maneira mais oportuna, atenção integral à saúde para esse grupo que se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. O atendimento prioriza o cuidado no local, que busca atender não só nos problemas de saúde e sociais, bem como ações compartilhadas e integradas às Unidades Básicas de Saúde (UBS) como a vacinação. Dependendo da necessidade do usuário, essas equipes também atuam junto aos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), aos serviços de Urgência e Emergência e a outros pontos de atenção da rede de saúde e intersetorial.

De segunda a quinta, nos turnos vespertino e noturno, o Consultório na Rua presta atendimento itinerante por meio de um veículo adaptado que percorre diversas áreas da cidade. Na última semana equipes do programa estiveram na área do Mercado Central realizando os atendimentos. Entre outros locais que o Consultório na Rua presta atendimento na capital estão áreas como João Paulo, Coroadinho, São Francisco, Itaqui-Bacanga, Parque do Bom Menino, praças Deodoro, João Lisboa e Pedro II e outros locais do Centro Histórico.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, o Consultório na Rua é uma importante estratégia para levar os serviços básicos de saúde às pessoas que vivem em situação de rua e distanciadas da rede de serviços de saúde. “Além de levar a saúde pública para esta população, iniciativa que segue orientação do prefeito Edivaldo, o serviço também promove a inclusão social delas. Por isso, o trabalho é feito em conjunto com outras pastas. O nosso objetivo é garantir o acesso desse público aos serviços da rede institucionalizada, a assistência integral e a promover a dignidade humana das pessoas em situação de exclusão social”, afirmou o secretário.

O Consultório na Rua foi instituído pela Política Nacional de Atenção Básica e, em São Luís, o programa é desenvolvido por uma equipe multiprofissional formada por médico, enfermeiro, técnico em saúde bucal, psicólogo, terapeuta ocupacional, técnico em enfermagem, assistente social e agente social. Entre os serviços realizados estão consultas com clínico geral, acompanhamento pré-natal, atividades de orientação de saúde bucal, testes rápidos de sífilis, HIV, hepatite, coleta de exames laboratoriais, coleta de escarro para diagnóstico da tuberculose, testes de gravidez, emissão de Cartão do SUS, viabilização para emissão de Carteira de Identidade, entre outras ações.

Segundo a coordenadora do projeto, Nielma de Paula Carramilo Santos, o foco do atendimento se dá principalmente nas doenças ou situações que mais atingem os moradores em situação de rua, como tuberculose, alcoolismo, uso de drogas, hepatites, sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis. Também ainda orientando a população sobre as formas de prevenção e o tratamento dessas doenças.

“O Consultório na Rua é um modelo de inclusão social que enxerga o ser humano além da sua condição social. Com esta iniciativa, temos conseguido intervir na saúde de centenas de pessoas que vivem em situação de rua e conseguido concluir o tratamento de muitos que se submetem às terapias indicadas pelo serviço”, disse a coordenadora do projeto em São Luís, Nielma de Paula Carramilo.

Entre as doenças mais detectadas por meio do Consultório na Rua estão a tuberculose e a sífilis. Quando o diagnóstico é positivo, o tratamento é feito pelo próprio serviço. Já doenças como HIV, por exemplo, quando o teste rápido dá positivo, a pessoa é encaminhada ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), disponibilizado pela rede municipal de saúde. Também os exames de imagem diagnóstica necessários à conclusão do tratamento do paciente são feitos nas unidades do município. Alguns medicamentos da Farmácia Básica também são distribuídos quando necessário, durante as consultas do Consultório na Rua. Entre os remédios estão analgésicos, antipiréticos, anticoncepcionais, cremes vaginais e outros.

A estratégia do Consultório na Rua vem mostrando seus benefícios também no alcance de pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas, situação comumente observada nestas populações. Para lidar com a situação, a estratégia intervém junto aos usuários de substâncias psicoativas que vivem na rua, baseada na perspectiva de redução de danos. Nesses casos, a pessoa é encaminhada ao Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPSAD), para sua inserção na rede de atendimento especializado.

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Substância produzida pelo organismo tem potencial para tratar diabetes

Agência Brasil

O pesquisador brasileiro Luiz Osório Leiria, durante pesquisa de pós-doutorado na Universidade Harvard, nos Estados Unidos, identificou uma substância produzida pelo organismo que ajuda a controlar os níveis de glicose e pode ser uma alternativa para o combate a diabetes. Atualmente ele é pesquisador do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Em artigo publicado na revista Cell Metabolism, Leiria descreve pela primeira vez as funções de tal substância, o lipídio 12-HEPE, um tipo de gordura que é produzida e liberada pelo tecido adiposo marrom. O tecido adiposo marrom está principalmente relacionado à regulação térmica do organismo por meio da produção de calor. Já o tecido adiposo branco é aquele relacionado com a obesidade e tem a função é acumular gordura quando há excedente energético disponível.

Na pesquisa, Leiria descobriu que camundongos obesos tratados com o lipídio 12-HEPE apresentaram maior eficiência na redução dos níveis de glicose no sangue depois de receberem uma injeção com glicose concentrada, na comparação com os camundongos que não tinham recebido o tratamento com o lipídio.

“Mostramos que o 12-HEPE foi capaz de melhorar a tolerância à glicose em animais obesos, o que se deve à capacidade deste [lipídio] de promover a captação da glicose no tecido adiposo e no músculo. Aumentar a tolerância à glicose significa dizer a capacidade de transportar a glicose para os tecidos após uma ingestão alta de alimento (com glicose) reduzindo os níveis de glicose no sangue”, disse Luiz Osório Leiria.

O pesquisador demonstrou que o efeito benéfico do lipídio se deu pela capacidade do 12-HEPE promover a captação de glicose tanto no músculo quanto no próprio tecido adiposo marrom.

Diabetes

A importância da descoberta para um possível tratamento de pessoas com diabetes se dá porque os pacientes nessa condição têm seus níveis de glicose no sangue elevados e precisam de medicação para reduzir esses níveis. Leiria identificou, na pesquisa, que o lipídio 12-HEPE havia realizado a função de diminuir o nível de glicose no sangue entre os camundongos obesos.

“É cedo pra dizer, mas pode significar sim [um novo tipo de tratamento], pois no diabetes tipo 2 que ocorre intolerância à glicose, ou seja, ocorre um defeito da capacidade do organismo em captar a glicose após uma refeição e com isso a glicemia permanece elevada por muito tempo”, explicou.

Nos testes clínicos realizados com pacientes humanos, ao coletar amostras de sangue de pessoas magras e saudáveis, assim como de pacientes com sobrepeso e obesos, verificou-se que a quantidade de 12-HEPE do primeiro grupo foi maior do que no sangue dos pacientes com sobrepeso e obesos.

Ou seja, a pesquisa sugere a possibilidade de que a redução dos níveis desses lipídios na corrente sanguínea de pessoas obesas contribua, de alguma forma, para o aumento da glicose no sangue destes pacientes. A substância ainda não foi testada como tratamento em humanos, mas o pesquisador afirma que pretende fazer os testes no futuro.

Nos testes in vitro em células adiposas provenientes de humanos, os resultados mostraram que 12-HEPE aumentou a captação de glicose. “Em humanos, sabemos duas coisas: os níveis do lipídio são reduzidos em humanos obesos e, quando indivíduos tomam uma droga (Mirabegron) que ativa o tecido adiposo marrom, o lipídio é liberado no sangue”, contou Leiria.

Um remédio já comercializado no país chamado Mirabegron, indicado para o tratamento de uma disfunção urinária conhecida como bexiga hiperativa, tem também a capacidade de ativar o tecido adiposo marrom. A pesquisa de Leiria mostrou que pacientes tratados com esse medicamento têm níveis mais elevados de 12-HEPE no sangue.

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Congresso Maranhense de Enfermagem discute a importância do profissional, na área da saúde

Após três dias de evento, encerrou neste sábado, 27, o 3º Congresso Maranhense de Enfermagem, que, nesta edição homenageou a reitora da Universidade Federal do Maranhão, Nair Portela Silva Coutinho, por ser enfermeira e a primeira mulher a ocupar um cargo público tão importante para o estado.

Vera Baldez, integrante da Assessoria de Comunicação Médica, instituição que organiza o evento, falou d relevância do reconhecimento da reitora Nair Portela para a sociedade e por ser a primeira mulher a ocupar um cargo tão importante. “Agradeço a todos que vieram prestigiar o evento e participar de uma programação que discute a profissão do enfermeiro no Maranhão. Os profissionais de enfermagem só têm a agradecer por ter a primeira a mulher a ocupar um cargo tão importante, e o que é melhor: representando a categoria de enfermeiros. É uma satisfação ter uma pessoa competente representando esses profissionais, por isso fizemos esta justa homenagem”, explicou.

Para a reitora Nair Portela, homenageada no evento, a enfermagem é uma grande categoria, que está 24 horas presente nas unidades de saúde, que trabalha diuturnamente para atender à sociedade, e isso a faz honrada por fazer parte da classe e, ainda, por ser homenageada nesta terceira edição.

“Esta homenagem já faz parte da minha história! Ficamos alegres pelas coisas que conquistamos, por isso só temos a agradecer a Deus por isso, por conseguimos conquistar esse espaço, que é difícil. Agradeço ainda todo o apoio que tenho tido da categoria, dos meus alunos que amo, dos amigos, porque o cargo que ocupamos não é fácil, ainda mais hoje, em meio a uma crise, fazer gestão na universidade pública federal é uma situação complexa de dificuldade, com as restrições financeiras pela qual todos nós passamos, mas o importante é que vencemos a cada momento e a Universidade não fechou as portas.

Estamos em uma restrição financeira para o segundo semestre, mas acreditamos que o governo vai liberar recurso, porque não podemos parar as universidades, estamos em uma luta constante, e eventos como estes nos dão força e entusiasmo para continuar o trabalho. Por isso fico estou muito feliz por esta homenagem”, frisou a reitora.

A palestra de abertura, intitulada “Avanços da enfermagem estética no Brasil, no mundo e no Maranhão”, foi ministrada pela professora e enfermeira Mara Diogo, especialista em Dermatologia e atuante nas áreas clínica, cirúrgica e estética, em São Paulo. Em seguida, foi realizada a palestra “Cuidados do Idoso e Direitos do Idoso”, pelo promotor do idoso, Augusto Cutrim. Às 14 horas, haverá a palestra com o tema “O papel da Enfermagem no gerenciamento da dor”, ministrada por Érica Brandão, e, para encerrar o primeiro dia do evento, a palestra “A enfermagem na prevenção do suicídio”, pela professora da Faculdade Estácio e do Florence e coordenadora de prática clínica e estágio da disciplina de saúde mental do hospital Nina Rodrigues, Walquíria Silva.

Já a palestra de encerramento “Ética na Enfermagem”, foi ministrada pela homenageada. A reitora Nair Portela frisou que a ética é fundamental na vida, que a ética é decisão é escolha.

“É uma das questões mais importantes no contexto de nossa sociedade, tanto da esfera pública quanto das nossas vidas privadas. É no indivíduo que se situa a decisão ética, ou seja, precisamos respeitar a decisão do paciente, cabe a ele escolher os seus valores e as suas finalidades”, explicou.

Ela disse ainda que é fundamental que os enfermeiros ajudem na formação de novos profissionais, contribuindo com a formação daqueles que ainda estão na universidade ou faculdade. Nair Portela lembrou da importância do cuidado para com as crianças e criou o abecedário da ética. “Compus o abecedário para mostrar a relevância dos nossos serviços para a sociedade e o que de bom fazemos, bem como o compromisso que temos em acolher aqueles que mais precisam do nosso cuidado. A (Atitude – Atenção – Ação), B (Beneficência), C (Cuidado, Compromisso, Consentimento, Comunicação, Consciência), D (Direito, Diálogo, Decisão, Dilema, Desafio), E (Ética, Equidade, Empatia), F (Fé), G (Gratidão), H (Humanização), I (Informação), J (Justiça), L (Liberdade, Legalidade), M (Multidisciplinar), N (Negligência), O (Omissão), P (Prudência), Q (Qualidade), R (Respeito, Responsabilidade, Risco), S (Sigilo), T (Transformações), U (Universalidade), V (Vida, Valores, Verdade), X (X da questão), Z (Zelo)”.

Antes da reitora Nair Portela dar início à sua palestra, os participantes da terceira edição pôde prestigiar as palestras do professor do departamento de Medicina II da UFMA, José Aparecido Valadão, que falou sobre “O papel do Enfermeiro instrumentador dentro da cirurgia bariátrica; da professora do curso de Enfermagem da UFMA, Francisca Georgina, com o tema “Atenção à saúde da criança”; e do enfermeiro pernambucano Gilmar Júnior, “Empreendedorismo na Enfermagem”, o qual falou sobre o que é empreender no ramo da Enfermagem, e que é possível sim, fazer empreendedorismo.

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Representantes de Coelho Neto participam do Seminário de Sensibilização das Regiões de Saúde para Implantação de Ouvidorias do SUS

A Secretária Municipal de Saúde, Ravanne Bastos e Najela Suyara Torres de Oliveira (Técnica em Ouvidoria SUS) estão participando do Seminário de Sensibilização das Regiões de Saúde para Implantação de Ouvidorias do SUS e Capacitação de Técnicos das Secretarias Municipais de Saúde do Estado.

O Seminário tem como objetivo ampliar o acesso da população ao Serviço de Ouvidoria do Sistema Único de Saúde-SUS no Estado, com vistas ao melhoramento da Gestão do SUS nas Regiões de Saúde.

O evento acontecerá nos dias 25 e 26 de julho, das 9h às 17h, no Auditório do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde – São Luís/MA.

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Quadro de Domingos Dutra piora e vice-prefeita já assumiu em Paço do Lumiar

O prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (foto abaixo), está sendo submetido a uma cirurgia agora no período da tarde de hoje, quarta-feira, dia 24, por causa do quadro clínico que se agravou. Ele sofreu um AVC na noite de ontem e foi levado às presas para o Hospital São Domingos, sem apresentar graves consequências.

Segundo o site Maranhão de Hoje, o procedimento cirúrgico está sendo realizado pelo médico Felipe Sampaio que é membro da equipe do médico Periguari Lucena. Dutra permanecerá na UTI do São Domingos.

Hoje, pela manhã, a vice-prefeita Maria de Paula Desterro, mais conhecida por Maria da Pindoba, segundo o Maranhão Hoje, tomou posse interinamente em substituição ao titular do cargo, Domingos Dutra, até que o paciente se recupere e tenha alta hospitalar.

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Abre o olho, Flávio Dino! Diferença de preços em pregão da Hemonar chega até a R$ 4 milhões

Depois de impugnado por direcionamento, o pregão 035/2019 no Hemomar, uma nova modalidade foi aberta. E não é que os mesmos vícios tomaram de conta do pregão.

A repercussão tem sido grande e feia naquele órgão. Para que se tenha ideia do susto, no pregão para os exames de bolsas de sangue, existem diferenças de preços entre empresas em até R$ 4 milhões. Acorda, Carlos Lula!

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Prefeito Edivaldo destaca inclusão do Socorrão I em programa de aprimoramento do Sírio-Libanês

O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) destacou em suas redes sociais, no início da noite desta quarta-feira (3), a inclusão do Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I, no programa Lean nas Emergências, que visa reduzir a superlotação e melhorar o atendimento em urgências e emergências de hospitais públicos, integrante do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi/SUS), do Ministério da Saúde, executado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês.


“Apenas 20 hospitais em todo o país foram incluídos nesta nova etapa do programa e a escolha do Socorrão I se deu exatamente pelo trabalho comprometido que já fazemos para melhorar continuamente e humanizar a saúde da nossa cidade”, destacou Edivaldo Junior.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), o Socorrão I é a segunda unidade hospitalar da rede municipal de São Luís a ser contemplado com assessoria do Hospital Sírio Libanês, que é referência em saúde no país. O Hospital Municipal Dr. Clementino Moura, o Socorrão II, já contemplado pelo programa, tem apresentados excelentes resultados com a redução da lotação e diminuição do tempo de atendimento dos pacientes.

Além do Socorrão I, farão parte do Lean nas Emergências unidades como o Hospital Geral de Fortaleza e o Hospital Regional do Cariri (Ceará), o Hospital Regional de Ceilândia (Distrito Federal), Hospital Materno Infantil de Goiânia (Goiás), os hospitais Júlia Kubitschek e Infantil João Paulo II (Minas Gerais), entre outros.

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