Ex-prefeito de Buriti é condenado a ressarcir quase R$ 9 milhões ao erário

O ex-prefeito Francisco Evandro Freitas Costa Mourão, do município de Buriti, teve mantida a sua condenação, que determinou o ressarcimento de R$ 8.962.767,23 ao erário, além da suspensão dos direitos políticos por oito anos, proibição de contratar com o Poder Público por cinco anos e perda da função pública que, por ventura, esteja exercendo. A decisão foi da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), que seguiu o entendimento do Juízo da Vara Única da Comarca, segundo o qual “chega a ser inacreditável que o réu tenha gastado quase nove milhões de reais sem observar a Lei de Licitações (…)”.

Na origem, o Ministério Público do Estado ajuizou a ação, alegando que Mourão, na condição de prefeito de Buriti, teve as contas de sua gestão, referentes ao exercício financeiro de 2010, reprovadas pelo Tribunal de Contas (TCE/MA), que concluiu pela existência de diversas falhas em compras de materiais e contratação de serviços, imputando o débito de quase R$ 9 milhões ao ex-prefeito.

O ex-gestor apelou ao TJMA, alegando não ter ficado demonstrado o dolo no caso e que inexistiu prejuízo ao erário.

VOTO – Para o relator do apelo, desembargador José de Ribamar Castro, não há como deixar de reconhecer o dolo na espécie dos autos, já que foram apontadas várias irregularidades no processo de prestação de contas do exercício financeiro de 2010 do apelante, que passam pela montagem de licitação com objetivo de favorecer empresas; contratação de serviços sem licitação; presença de diversas despesas sem nota de empenho, ordens de pagamento e documentos comprobatórios, dentre outras.

Segundo o desembargador, as irregularidades demonstram que o ex-prefeito, então ordenador de despesas, sabia ou deveria saber das falhas na sua atuação administrativa.

Castro afirmou que não se sustenta a afirmação de que, no caso, ocorreu mera irregularidade, pois foram demonstradas as várias falhas apontadas. Por sua vez, entendeu que o prejuízo ao erário foi comprovado, pois a demanda veio instruída com processo de prestação anual de contas, julgado por acórdãos pelo TCE, por meio dos quais as contas do ex-prefeito foram reprovadas e lhe foi imputado débito no valor de R$ 8.962.767,23, decorrente das inúmeras falhas na administração das verbas públicas durante sua gestão.

O relator concluiu que o apelante agiu com dolo ao praticar atos de má gestão pública, que acabaram por resultar em prejuízo ao erário, caracterizando a improbidade e maculando os princípios de legalidade, moralidade, concorrência e eficiência administrativa.

O desembargador Raimundo Barros e a juíza Rosário de Fátima Almeida Duarte, convocada para compor quórum, também negaram provimento ao apelo do ex-prefeito.

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Letícia, advogada morta no DF, aguardava nomeação no STJ e no MPU

Por Metrópoles 

Funcionária terceirizada do Ministério da Educação era estudiosa e muito dedicada à família. Ela havia passado em dois concursos públicos.

Querida, religiosa, muito disciplinada e obstinada.” É assim que amigos próximos descreveram ao Metrópoles o perfil da advogada Letícia Sousa Curado (foto em destaque), desaparecida na última sexta (23/08/2019) e encontrada morta nessa segunda-feira (26/08/2019), em Planaltina, cidade onde foi criada. De acordo com a Polícia Civil (PCDF), o assassino, Marinésio dos Santos Olinto, de 41 anos, confessou o crime.

Extremamente estudiosa, a jovem, 26 anos, era funcionária terceirizada do Ministério da Educação (MEC) – onde prestava assessoria jurídica –, mas comemorava o fato de ter sido aprovada em primeiro lugar no último concurso para analista judiciário do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e também para o Ministério Público da União (MPU).

Letícia concorreu nas vagas reservadas para pessoas com deficiência, por ter sido diagnosticada com um problema grave de visão, o qual a impedia de dirigir. Ela aguardava ser convocada pelos órgãos.

“Ela estava tão bem, fazendo pós-graduação, e tinha conseguido até uma bolsa… Estava com um emprego legal, mesmo terceirizada. A mãe já é advogada, e a Letícia queria seguir a mesma profissão. E conseguiu. Ela era muito focada e responsável. É muito triste receber essa notícia”, disse uma amiga da família que preferiu não se identificar. A vítima estava cursando, no período noturno, o primeiro ano de pós-graduação na Escola Superior do Ministério Público da União.

Após escolher a mesma profissão da mãe, Kênia Pereira de Sousa, principal responsável pela criação da jovem, Letícia conquistou a carteira de advogada no último dia 13 de maio, em cerimônia na seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF). “Este momento representa, talvez, o degrau mais alto para um sonho: trabalhar como defensora”, revelou na oportunidade. “Foi difícil chegar até aqui. Estou muito emocionada”, emendou Letícia na solenidade, a qual considerou “uma das mais importantes da vida”. As declarações foram dadas em reportagem do site da OAB-DF.

O assassinato brutal também repercutiu na OAB-DF, que, em nota, lamentou o episódio. “Eu vi essa menina [Letícia] aqui, no dia em que ela recebeu a carteira de advogada, e ela me chamou muita atenção pela beleza. Sabe aquela pessoa que irradia num lugar? Era ela”, lembrou uma das funcionárias da entidade ao Metrópoles. A moça pediu para não ter o nome divulgado.

Letícia foi uma entre os 67 bacharéis que receberam, no auditório da OAB-DF, o documento que lhes dá o direito de advogar. O tempo, contudo, foi curto para ela frequentar os tribunais como profissional. “Estava na melhor fase da vida dela, não tinha como isso ter acontecido. Acabou de passar na OAB e em mais dois concursos públicos. Estava só esperando ser chamada. Tinha conseguido um trabalho no MEC. Estava muito bem”, comentou o bombeiro Leandro Marra, 30 anos, casado com uma prima de Letícia.

Religião

Embora tivesse na mãe a melhor amiga, Letícia desagradou a genitora ao se converter do catolicismo para a religião evangélica. “A mãe dela ficou bem chateada, porque é católica fervorosa. Mas, fora isso, as duas tinham uma relação muito próxima”, lembrou a amiga. Letícia não contou com a presença constante do pai durante a criação. “Eles eram distantes, mas com a mãe era diferente: eram grudadas. Kênia está destruída”, lamentou.

A vítima só tinha irmãos por parte paterna, mas eles não mantinham muita proximidade. “A responsável pelo que sou. Hoje é Dia dos Pais, mas ela foi pai e mãe! Então, honrai pai e mãe – e as ‘pães’! Quando se trata de amor, temos de sobra! Que Deus nos conserve assim! Eu te amo! Eternamente grata pela mãe maravilhosa que você é”, escreveu na conta pessoal do Instagram, no início do mês.

Amigos e conhecidos também exaltam as qualidades da jovem assassinada pelo serial killer Marinésio, assim classificado pelos investigadores. “Tão jovem, cheia de sonhos, com uma vida toda pela frente. Volto no tempo e a vejo nas aulas do Espaço Campus e também ao meu lado na campanha de 2018, fazendo toda a diferença. Linda, inteligente, tão feliz… É a melhor lembrança que tenho”, escreveu o deputado federal Professor Israel (PV-DF), para quem Letícia trabalhou nas últimas eleições.

Família

Letícia estava casada havia cerca de oito anos, com o educador físico Kaio Fonseca, 25, um dos únicos namorados que teve. Além do período oficial, ainda namoraram por um tempo. Com ele, teve um menino, hoje com cerca de 3 anos, que mora no apartamento do casal, no bairro de Arapoanga. A família vive em um cômodo que está em construção, dentro de um prédio erguido pelo pai de Kaio. Embora tenha aspecto simples, a casa mantinha a energia de quem estava crescendo na vida, segundo amigos.

Nas redes sociais, Letícia não poupava declarações de amor à mãe e também as fazia ao filho e ao marido. “Quando você casa com quem te olha assim… Feliz aniversário, amor! Que Deus te abençoe e proteja sempre! Obrigada por me motivar e estar sempre ao meu lado! Que seus sonhos se realizem! Te amo”, escreveu ela em homenagem ao aniversário do companheiro, comemorado em setembro.

O filho, de quem não costumava se desgrudar, também recebia homenagens constantes da mãe pelas redes sociais. “Meus traços nos seus traços, seu tipo sanguíneo igual ao meu, seu coração já esteve dentro de mim, éramos unidos por um cordão, toda a ciência e biologia nunca explicará a perfeição de Deus! Presente que Deus me concedeu, ter, viver e aprender. Ser mãe do ‘homem de Deus que é senhor do lar’ significa milagre!”, registrou em uma publicação. “Por esse sorriso que eu vou sempre lutar!”, publicou como legenda em outra foto, na qual ela aparece com o pequeno.

“Mãe exemplar”

Para poupar o filho do casal da tragédia, o pai o levou para a casa de uma tia, um dos locais preferidos do menino, onde ele costuma passar vários fins de semana. “Ele ainda não perguntou pela mãe porque tem o costume e adora ficar na casa dessa tia. Eu pedi para levarem um monte de brinquedos dele para lá e entrei em contato com alguns primos para que eles também levassem os filhos para brincar com ele. Mas eu tenho certeza, assim que ele pisar aqui em casa, a primeira pergunta vai ser: ‘Cadê a mamãe?’”.

Kaio disse que ela era uma mãe exemplar e que só partia para os compromissos de trabalho após, logo cedo, embarcar o filho no transporte para a creche. “Acho que eu não vou ter palavras se eu me encontrar com ela de novo. A saudade é grande e ninguém espera passar por isso. Minha vontade é de abraçar, tocar, sentir que ela está viva. É atrás disso que a gente corre. Se tivesse acontecido algo mais grave, creio que a polícia nos teria avisado”, disse Kaio antes de saber o fim trágico da esposa.

Confirmação do assassinato

A Polícia Civil encontrou o corpo de Letícia na tarde dessa segunda-feira (26/08/2019). De acordo com fontes policiais, o suspeito, que foi preso na madrugada de domingo (25/08/2019), levou os investigadores ao local do crime. O cadáver estaria dentro de uma manilha perto da fábrica de sementes Pioneer, na DF-250. À PCDF, Marinésio teria dito que conhecia a vítima de vista. Relatou ter parado no ponto de ônibus e oferecido carona para a jovem até a rodoviária do Paranoá. Ela teria aceitado e, no caminho, o homem teria assediado Letícia, que recusou a investida.

Marinésio, então, teria esganado a funcionária do MEC até a morte e desovado o corpo dela em manilha situada às margens de uma estrada que fica na região do Vale do Amanhecer, em Planaltina. Após matar a mulher, conforme confessou, furtou os pertences pessoais de Letícia, segundo fontes da PCDF. A movimentação de policiais e familiares da vítima no local era grande por volta das 16h30.

Há imagens de circuito de segurança que mostram Letícia entrando no veículo do acusado em uma parada de ônibus no Setor Arapoanga, após uma rápida conversa entre eles, de 10 segundos, na manhã dessa sexta-feira (23/08/2019).

O delegado Fabrício Paiva, chefe da 31ª DP (Planaltina), informou que a funcionária do MEC foi sozinha até a parada de ônibus, de onde seguiria para o trabalho, na Esplanada dos Ministérios. Ela havia combinado de almoçar com a mãe por volta das 12h. Como Letícia não apareceu, a família começou a ligar e mandar mensagem para a jovem, mas o telefone estava desligado.

O aparelho foi encontrado no banco de trás do carro de Marinésio. A Polícia Civil ainda não definiu os crimes pelos quais o assassino confesso responderá, mas fontes da corporação informaram o Metrópoles de que, a depender das apurações, o suspeito pode ser indiciado por feminicídio, roubo, ocultação de cadáver e, se a perícia confirmar, violência sexual e estupro.

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Preso, assassino confessou que tentou estuprar universitária em Bom Jardim e a matou estrangulada

O bandido Daniel Santos Sousa foi preso hoje como suspeito de ter assassinado a jovem secretária de escola em Bom Jardim, Thays Andrade, 26, por estrangulamento na madrugada de ontem, segunda-feira, dia 19, entre as 2h às 4h. Thaís foi morta  dentro do próprio quarto de sua residência.

Ele ainda tem as marcas das unhas da vítima tentando estuprá-la e não conseguiu. O monstro, então, a estrangulou e fugiu. Ele já foi transferido para a delegacia de Santa Inês.  

O cruel bandido, assim que foi preso de manhã, negou o crime, mas no início da tarde confessou tudo. Ele tem uma extensa folha corrida de assaltos e arrombamentos a residências, além de estupro. Só vivia sendo preso e solto. O canalha é conhecido como “Filho dos Pastor”.

A jovem Thays (foto abaixo) era secretária da Escola Municipal Ney Braga e era bastante querida no local de trabalho e também na cidade de Bom Jardim. Estudava na Uema, curso de Letras, em Santa Inês.

Mistério em Bom Jardim: com sinais de estrangulamento, jovem é encontrada morta dentro do quarto

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Três adolescentes assassinaram candidata a miss no Maranhão e após o ato foram lanchar

A estudante e participante de concurso de miss em São João do Caru, Andreza Araújo Romão (foto abaixo), 17 anos, foi atraída por uma colega para uma região de matagal no bairro Serrinha no final da tarde do dia 14 deste, quarta-feira, para depois ser espancada por outros dois adolescentes e morta com um profundo golpe de canivete no pescoço. Após o ato, o trio de menores foi até ao centro da cidade lanchar.

Segundo informações titular da 7ª Delegacia Regional de Santa Inês, delegado Elson Ramos ao Imirante, um menor de 15 anos confessou que fez o corte no pescoço de Andreza, o que teria causado a morte. Apreendido, ele informou que a vítima andava falando mal da sua namorada, que foi também a menor que atraiu Andreza como isca para o matagal.

O crime abalou a cidade de São João do Caru pelo grau de requinte e perversidade. Além de estudante, Andreza era funcionária pública municipal. A Câmara de Vereadores emitiu nota de pesar e solidariedade aos familiares da adolescente.

Candidata a miss no Maranhão é encontrada morta com perfuração no pescoço

Apreendido menor que matou candidata a Miss Caru no Maranhão; motivação do crime foi passional

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Apreendido menor que matou candidata a Miss Caru no Maranhão; motivação do crime foi passional

A polícia apreendeu no final da tarde de ontem, quarta-feira, dia 14, o menor que matou a facadas a candidata ao concurso de Miss da cidade de São João do Caru, Andreza Romão, 17 anos. O adolescente confessou o crime, mas a polícia ainda não divulgou a manifestação do crime.

Andreza estava desaparecida desde o dia 13, terça-feira e foi vista pela última vez próxima da escola onde estudava. Na manhã de ontem, 14, o corpo da adolescente foi encontrado em uma estrada no bairro Serrinha, zona rural de São João do Caru.

Candidata a miss no Maranhão é encontrada morta com perfuração no pescoço

A população ficou revoltada com o acontecido e a Câmara Municipal emitiu uma nota de solidariedade. São várias as versões para o crime, mas a polícia trabalha com a linha de crime passional. A mais forte é a de que o menor descobriu que a Andreza estaria de caso com a namorada dele.

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Candidata a miss no Maranhão é encontrada morta com perfuração no pescoço

A jovem Andrezza Romão, 17 anos, candidata ao concurso de Miss Caru no interior do Maranhão, estava sumida desde ontem, terça-feira, dia 13, foi encontrada hoje quarta-feira, dia 14, por volta das 6h da manhã com o rosto coberto de fitas adesivas e uma perfuração profunda no pescoço, no bairro Serrinha, na cidade de São João do Caru.

A polícia já esteve no local e iniciou as primeiras investigações e colheu informações que apontam para crime passional, uma das linhas de investigação. Andrezza era muita querida na cidade, tanto que a Câmara Municipal emitiu uma nota de pesar pela morte, que abalou os moradores.

Aguardem novas informações.

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Fingindo choro e arrependimento, homem que matou maranhense com tiro na cabeça pede perdão

Policiais de Teresina conseguiram prender Deivid Ferreira da Silva, que matou com um tiro na cabeça o estudante Gabriel Brenno Nogueira, de 21 anos, no dia 17 de julho deste ano. A vítima, que morava em Caxias, estava tendo um relacionamento amoroso com a esposa do assassino. 

Marido perdoa a mulher, mas mata o pé de pano; veja o momento da execução de jovem de Caxias

Deivid foi preso 21 dias depois crime numa casa de uma amiga dele no bairro Verde Lar, em Teresina. Ele confessou o crime e disse que estava arrependido. Na entrevista coletiva ao ser apresentado para a imprensa, o assassino forçou um choro, mas mal conseguiu derramar uma lágrima.

Confira na reportagem abaixo do programa Ronda Nacional:

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Frentista é morto durante assalto em posto de gasolina no Maranhão

Agora no início na tarde o frentista identificado como Joelson foi morto durante um assalto no posto de gasolina em que trabalha no município de Buriti Bravo, no Maranhão. De acordo com informação de populares, a vítima levou três tiros após reagir ao assalto.

Os suspeitos após matar o trabalhador tomaram rumo ignorado em uma moto Brós roubada.

Aguarde mais informações…

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Presos de Altamira são mortos em caminhão de transporte para Belém

R7 Notícias

Segundo Secretaria de Segurança Pública, ação ocorreu entre 19 horas e 1 hora da manhã. Os 26 presos remanescentes serão colocados em isolamento

Quatro detentos envolvidos no conflito entre organizações criminosas no presídio de Altamira, que resultou na morte de 58 detentos na segunda-feira (29), foram mortos durante o transporte para a capital, Belém. As mortes ocorreram entre os municípios de Novo Repartimento e Marabá. A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Pará confirmou a informação ao R7.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) informou, por meio de nota, que quatro presos participantes da briga entre facções em Altamira foram mortos na terça-feira (30).

Segundo informações, eles eram da mesma facção e viviam juntos nas mesmas celas. Durante o transporte, estavam algemados, divididos em quatro celas. A capacidade das celas era para até 40 presos, e 30 eram transportados. A pasta informou que o estado não possui caminhão com celas individuais.

A ação ocorreu, de acordo com o órgão, entre 19 horas e 1 hora da manhã. Ao chegar a Marabá, os agentes encontraram quatro presos mortos por sufocamento em duas celas. Todos os 26 presos remanescentes serão colocados em isolamento. As razões deste fato lamentável estão sendo investigadas.

O massacre ocorreu no início da manhã, às 7h, no momento da destranca. Internos do bloco A, onde estão custodiados presos de uma organização criminal, invadiram o anexo onde estão detentos pertencentes ao grupo rival. Durante a ação, dois agentes prisionais foram feitos reféns, mas foram liberados após negociação que contou com a presença de forças de segurança e o MP (Ministério Público).

Os líderes da facção CCA (Comando Classe A) atearam fogo em uma cela que pertence a um dos pavilhões do presídio onde ficavam integrantes do CV (Comando Vermelho). “Devido à unidade ser mais antiga, construída de forma adaptada a partir de um container, com alvenaria, o fogo se alastrou rapidamente”, relatou a Susipe (Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará). Muitos detentos morreram por asfixia e 16 foram encontrados decapitados.

No período da tarde, policiais realizaram vistorias no interior do presídio, mas não encontraram armas de fogo, apenas estoques (facas improvisadas com material precário). Segundo a superintendência, nenhum relatório da inteligência do órgão detectou indícios de conflito. “Temos protocolos para a maioria dos casos, mas neste específico, não tínhamos informações sobre ao ataque”, contou. Familiares de detentos, porém, afirmam que sabiam que algum conflito ocorreria, só não sabia quando.

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Garimpeiros invadem aldeia no Amapá e matam caciques

Congresso em Foco

Um grupo de garimpeiros invadiu neste sábado (27) a aldeia de Waiãpi, em Pedra Branca do Amapari, no Amapá, acirrando o clima de confronto que tomou conta da comunidade nos últimos meses. A Polícia Federal foi acionada para controle da invasão, assim como a Fundação Nacional do Índio (Funai). De acordo com o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), duas lideranças morreram após a investida dos garimpeiros, que acabaram ocupando a aldeia Mariry.

Indígenas da aldeia Marirí fugiram para aldeia Aramirã. Foto: Reprodução

“Uma liderança fez contato informando que ocorreu uma invasão dos garimpeiros e assassinaram dois caciques”, relatou ao Congresso em Foco. Acuados e com medo de novas retaliações, os índios se refugiaram na comunidade vizinha Aramirã, para onde crianças e mulheres foram levadas. Randolfe foi acionado pelo vereador Jawaruwa Waiãpi. Ele encaminhou áudios com pedido de socorro ao senador.

Veja aqui o boletim de ocorrência registrado na Polícia Federal

Informações indicam que os índios se preparam, em Aramirã, para expulsar os quase 50 garimpeiros da comunidade. “Há potencial gravíssimo de conflitos”, lamenta Randolfe. Sitiados na mata, os índios prometem retomar a aldeia caso as autoridades não adotem providências, motivo pelo qual pedem intervenção das forças de segurança estaduais e federais.

O parlamentar alerta para a escalada do ódio e da intolerância após a eleição do presidente Jair Bolsonaro. “O sangue derramado é culpa do governo federal, que ocorre por causa da omissão de organismos de controle”, reprovou. “Quem vive do crime se sente protegido em poder invadir terra indígena.”

Desde janeiro, houve expansão dos focos de garimpo ilegal no Norte, assim como o aumento do desmatamento, como constatou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Defendendo uma política de exploração de mineral em terras indígenas, Bolsonaro vem contestando o trabalho do órgão. Segundo Bolsonaro, a divulgação de dados de desmatamento pode prejudicar o país em negociações internacionais.

Militantes da área, como indígenas e ambientalistas, responsabilizam o governo Bolsonaro pelo avanço da atividade ilegal – verificado em diferentes pontos do Pará e de Roraima – e criticam o afrouxamento das regras de controle e fiscalização.

“É o discurso do ódio e da intolerância. Um clima de liberou geral”, conclui Randolfe.

Na Cidade do México, onde fará um show, o cantor Caetano Veloso apelou às autoridades brasileiras para que atendam ao chamado de socorro dos índios Waiãpi. “Eu peço às autoridades brasileiras que, em nome da dignidade do Brasil e do mundo, ouçam esse grito”, afirmou em um vídeo.

Demarcação de terras

Com a posse de Bolsonaro, em janeiro, reacendeu a histórica discussão sobre a demarcação de terras indígenas. Em uma medida provisória, Bolsonaro tentou transferência da demarcação de terras indígenas da Funai, vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, para o Ministério da Agricultura, atendendo a pressão da bancada ruralista – uma das mais influentes no Congresso. Acabou perdendo queda de braço com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que devolveu a proposta ao governo federal por considerá-la “grave ofensa ao texto constitucional”.

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Cinco membros da mesma família de maranhenses aparecem assassinadas no Tocantins

Era noite de sexta-feira quando os vizinhos de uma família de maranhenses ouviram seis tiros. Ninguém teve a curiosidade de saber o que de fato aconteceu. Hoje (sábado, 27) os vizinhos entraram na casa e depararam com os corpos e uma arma ao lado do avô, Livingstone Pereira Tavares, de 65 anos. No mesmo local,  Francisca Barros Tavares, 59 anos (esposa), Ruth Barros Tavares, 27 anos (filha), Milena Barros Tavares, 8 anos e Jasmim Barros Tavares, de 12 anos, netas.

A polícia não sabe de qual cidade do Maranhão eles vieram e desconfiam que o avô tenha matado esposa, filha e netas e em seguida tenha recorrido ao suicídio, assim como não descarta a possibilidade de uma sexta pessoa que possa ter passado pela casa e cometido os crimes. Abaixo e acima as fotos da família em montagem do G1-TO.

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Mulher mostrou para o marido em academia o seu amante que foi morto em Teresina

A mãe de Gabriel Brenno Nogueira, Janaína Nogueira, informou que soube na delegacia em Teresina que a amante de seu filho mostrou ao marido David Ferreira de Sousa, 34 anos, o amante em uma academia. Gabriel morreu ontem depois que sofreu um atentado com um tiro na cabeça disparado pelo homem traído no dia 17 deste e permanece foragido. 

Segundo informações dos policiais, a mulher confessou que estava traindo o marido que desconfiou e deu pressão para saber quem era o pé de pano e que ele a perdoaria. A mulher acreditou e foi enganada. Do seu lado, segundo a mãe de Gabriel, ele teria descoberto que a mulher era casada e terminou o relacionamento que começou numa academia onde os dois eram alunos.

Marido perdoa a mulher, mas mata o pé de pano; veja o momento da execução de jovem de Caxias

Gabriel vinha recebendo ameaças depois que o marido prometeu perdoar a mulher assim que ela mostrasse quem era o amante, o que de fato aconteceu. David passou a montar planos para matar o jovem que andou com sua mulher e ainda tentou arrumar uma vaga na mesma pensão onde morava a vítima. Na pensão só podia ser hóspede estudante, o que não era o caso do marido traído.

Porém, no dia 17 deste, Gabriel (foto abaixo) estava saindo da pensão para ir ao curso de Sargento das Armas. Na hora em que deu as costas para fechar a porta do estabelecimento, David se aproximou e deu um tiro na cabeça do jovem à queima roupa. Gabriel era lutador de Jiu-Juitsu, treinava boxes e MMA.

Abaixo trechos de conversas entre a mulher casada e o amante no WhatsApp:

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