Deputado assaltado

A ousadia dos assaltantes da academia de ginástica Gym da Lagoa ultrapassou todos os limites. Não pelo fato de ter ocorrido numa área nobre, mas pela forma como as vítimas foram humilhadas. Chutaram trazeiros de dondocas, pularam em cima do bumbum de um conhecido juiz da capital, esfregaram o cano da pistola no rego de um dono de concessionária de veículos, deram de coronhadas na cabeça de um morotista de deputado e, por último, humilharam o deputado Alberto Franco.

Quando tentava levantar a cabeça para olhar algum dos cinco bandidos (Franco é policial), o deputado foi chutado na cabeça, teve o trazeiro pisoteado, a orelha puxada, bateram de palmadas no bumbum do parlamentar, além de levarem celular e um redondo novo, de última geração, macio e – dizem – cheiroso. Um relógio atualíssimo.     

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Carros de Castelo

Todo mundo sabia que a maioria dos carros de som da campanha de João Castelo seria contratada por intermédio de um pedetista roxo, hoje ligado a um grupo de amigo$ do prefeito Tadeu Palácio. Menos o candidato tucani 

Ao primeiro gesto de quebra de contrato, atraso no pagamento, os carros foram recolhidos aos um galpão na br 135. Soube que os veículos foram alugados para a campanha de outro forte candidato.

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Insegurança

Ninguém mais escapa da ousadia dos bandidos. O medo, a violência rondam seus lares, seus locais de trabalhos, ruas, praças e avenidas. Ontem, a vítima foi o assessor legislativo da Assembléia, Gonzaga, passou por maus bocados depois de ser sequestrado na porta da AL. Foi obrigado a acompanhar os bandidos para sacar dinheiro no caixa eletrônico.

Há duas semanas a vítima foi o jornalista Edwin, assessor de comunicação da campanha de João Castelo, que teve um revólver apontado para a cabeça, no Araçagy, na residência de amigos. Levaram do jornalista um celular, cartões de crédito, dinheiro em espécie e o redondo, com alguns anos de uso.  

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Clodomir cresce

Não causou nenhuma surpresa o crescimento do candidato Clodomir Paz nos últimos dez dias. A militância do PDT e alguns estimulados caíram agora de corpo e alma na campanha do pedetista. Parece mais com campanha de governador, dirião alguns ao perceber o tamanho da estrutura.

Além disso, os candidatos a vereador da coligação de Clodomir e outros que estão no mesmo barco estão nas ruas, praças e avenidas, de casa em casa pedindo votos. Então, era natural o crescimento do candidato de Tadeu Palácio, que tem sido um atrapalho.  

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Te cuida, Pereirinha!

Há um mês, aqui no blogue, alertei ao presidente da Câmara Municipal de São Luís, Isaias Pereirinha, para que olhasse os exemplos dos ex-presidentes Deco Soares e Ivan Sarney, que não conseguiram a reeleição de vereador. Fui contestado e classificado de equivocado pelos partidários de Pereirinha. Não reagi, até porque não dou corda para puxa-saco.

Ex-cabo eleitoral do presidente da Câmara, o comerciante conhecido por Leozão, saiu candidato a vereador e despo0nta para ser o mais votado naquela região da Cohab e Cohatrac, principal reduto de Pereirinha.

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Pereira deixa o Palácio

O ex-deputado Rubens Pereira deixou o cargo de secretário-adjunto da Casa Civil para se dedicar a campanha da esposa, Sueli, que é candidata a prefeita em Matões. Em lugar de Pereira assumiu o presidente regional do PPS, Paulo Matos.

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O gigante Deny Cabral

Conheço Deny Cabral há longos anos. Desde o período que entrei para trabalhar na Ribamar, levado que fui pelas mãos abençoadas do bom caráter e excelente profissional jornalista Neris Pinto, em 1980. Depois fui repórter de política da Rádio Mirante AM, quando ainda funcionava no São Francisco, numa rua próximo do Espaço Aberto. Lá, salvo engano, Deny fazia parte da equipe de Herbeth Fontinele, no esporte. Anos depois já nos cruzamos nas coberturas políticas. Ele pela TV Educativa (hoje TV Brasil) e eu por alguns jornais.

Falar de Deny Cabral agora é dolorido. Confesso que preferia, neste momento, conversar com ele, como conversávamos nos corredores ou no plenário da Assembléia Legislativa. Sempre sobre política, numa roda da qual estavam sempre presentes Marco Deça, Décio Sá, Caio Hostílio, Garrone, Mathias Marinho e outros que me fogem a memória.

Tentei entrar nos programas de Roberto Fernandes (Ponto Final) e de Geraldo Castro (Abrindo o Verbo) para falar um pouco sobre o Deny e me associar a este momento de dor. Impossível. O trânsito nos telefones da Mirante AM estava completamente engarrafado, prova da legião de amigos do Deny, do quanto ele era amado e querido por todos, independente de raça, credo ou cor partidária.

Então, aproveito o meu espaço para dizer do carinho que tinha pelo Deny, da amizade que nos unia. Estou, neste momento, irmanado ao sentimento de suas duas famílias: a biológica e a Mirante. Deny é bom companheiro, bom marido, excelente pai, amigos de seus filhos e, sobretudo, um homem família. Na Mirante sempre foi amado e admirado por todos os colegas. Naquela empresa o sentimento é de muita dor e de futura saudade. Sei o que é perder um colega de trabalho. Deny deixou o programa Plano Geral, da Mirante AM, porque foi convocado por Deus para o Plano Espiritual. Para, lá do alto, nos observar, nos proteger e ajudar a todos nós. Fique com Deus, companheiro! Você estará eternamente em nossas lembranças!        

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Verde, o felizardo

Na floresta do candidato Cléber Verde batem palmas os animais e chacoalham plantas num coro só: fora Castelo. Acreditam os partidários do deputado federal que o impedimento legal do tucano faz desaguar para Verde a legião de votos fiéis de Castelo.

E com razão. É que a maioria dos eleitorado de João Castelo é formada por pessoas com idade acima de 40 anos. São os que foram agraciados com emprego, casas populares e funcionários públicos com aposentadoria. Esse segmento, que deve representar cerca de 25 por cento do eleitorado da capital, sempre esteve com Castelo e pode levar qualquer candidato para o segundo turno.

Cléber Verde ocupa hoje a segunda colocação em todas as pesquisas registradas e não registradas no TRE. Com uma campanha tímida, mas exitosa, o candidato Verde pode surpreender.  

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Situação de Castelo

Embora permaneça na liderança isolada na disputa pela sucessão municipal de São Luís, o candidato João Castelo começa a sentir escapar pelos dedos sua única oportunidade de ser prefeito da capital. Um sonho antigo, perseguido pela quarta vez. Agora, com amplas chances de se materializar, não fosse a Justiça Eleitoral.

Soube hoje que chegaram às mãos dos advogados da coligação “São Luís não pode parar”, do candidato Clodomir Paz, cópia de uma consulta do senador Pedro Simon ao Tribunal Superior Eleitoral a respeito de candidato que deixou de quitar no praz legal suas pendências com a justiça eleitoral. Caso idêntico ao de João Castelo. O TSE foi taxativo pela inelegibilidade.

“Castelo tem conciência da dificuldade que terá para manter a candidatura, mas vai percorrer todas as instâncias legais”, informou hoje ao blogue um dos coordenadores da campanha. Adiantou que a coligação, caso o tucano não emplaque, tem uma alternativa:  cai Castelo entra o Pinto.

O deputado federal Pinto da Itamaraty, é claro, vibrou sozinho. Acha que pode perfeitamente substituir o nome de João Castelo. Porém, alguns cardeais da coligação não enxergam assim com facilidades. É que Pinto entra com dificuldade na classe média. Penetra leve e solto no segmentos dos regueiros.  

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Irresponsabilidade do Banco do Brasil

Desde que fundei o Jornal A Tarde fui obrigado a abrir conta no Banco do Brasil por razões meramente burocráticas. Quando da mudança de endereço da rua dos Afogados para o Cohafuma devo ter sido roubado em duas folhas de cheques. A Tarde foi arrombado por duas vezes. Fiquei sem nenhum equipamento de informática. Nenhuma surpresa para os moradores e donos de estabelecimentos comerciais do centro da cidade. Afinal, todos já foram vítimas. Só a polícia não sabe.

Confesso que não senti falta das folhas do mesmo talonário de cheque. Agora, no dia 14 deste tomei um susto ao constatar em meu extrato bancário a apresentação de um cheque de valor razoável. Fui ao banco, na agência Jaracaty, e tomei novo susto: o cheque foi compensado sem a minha assinatura e – pasmem os senhores – não era nominal. Afinal, o que fazem as pessoas lotadas no setor de compensação do BB que não verificam o cartão de autógrafo dos clientes e muito menos não observam as normas do Banco Central ao compensar cada documento?

Feito o registro junto a gerente da conta, alertei de que poderia ter mais folhas roubadas e fui desenterrar todos os canhotos dos cheques usados. Para minha terceira surpresa, um novo cheque foi apresentado por uma agência da Caixa Econômica Federal, de Caruaru (Pernambuco), com a mesma assinatura falsa. O Banco do Brasil, mais uma vez compensou e, o que é pior, pagou elevada quantia, deixando minha conta zerada, no dia 28 também deste mês.  

A quantia que estava na conta era para comprar o material gráfico da semana, como costumo fazer toda segunda-feira na Triunfo, estabelecimento que vende matéria prima para todos os jornais de São Luís. Infelizmente não pude adquirir o produto nos primeiros dias, deixando o leitor do nosso Jornal A Tarde sem a sua notícia preferida.

Na quarta-feira voltei ao banco para pegar cópia do espelho do último cheque. Solicitei da gerente que comparasse com a assinatura que consta do meu cartão de autógrafo. Dessa vez, foi ela quem quase cai pra trás. Um susto que me levou ao sorriso. Uma diferença monstro. A gerente pediu desculpas e ao mesmo tempo informou que o dinheiro estaria imediatamente de volta a minha conta, o que não ocorreu até agora. 

O Jornal A Tarde tem feito cobertura dos movimentos de reivindicação salarial dos bancários, publica todas as matérias enviadas pela assessoria do Sindicato dos Bancários e até mesmo da Associação do Banco do Brasil. Infelizmente, os funcionários do setor de compensação do BB não estão operando com presteza e zelo, até porque fui informado no próprio banco de que não sou a única vítima.       

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