A presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargadora Nelma Sarney, foi derrotada agora a pouco no plenário do Tribunal De Justiça do Maranhão.
Por 14 a 9 votos, ela não foi reconduzida para a corte do TRE. Perdeu a vaga para o desembargador Raimundo Cutrim.
A decisão da maioria dos desembargadores não significa derrota para a família Sarney, que esteve distante do processo de escolha do novo membro para o próximo biênio para a corte eleitoral.
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Tavares, tem vontade de que as coisas possam acontecer naquele poder.
Mas tem encontrado barreiras quase intransponíveis criadas pela sua equipe técnica. Tem cada uma que quase não se acredita.
Os processos para pagamento de empenhos nunca estiveram tão emperrados como na atual gestão. Só nas gavetas da procuradora Ana Maria Dias Vieira dormem uns vinte processos, inclusive para contratação de serviços por empresas. Além disso, todos os serviços da controladoria são feitos não pela controladora, mas por um funcionário do TCE, na sede do dito tribunal.
Veículos de comunicação, por exemplo, que comungam dos mesmos ideais de mudanças imaginados pelo presidente Marcelo Tavares não conseguem receber sequer as assinaturas que entregam diariamente. Fui dono do Jornal A Tarde e sei os caminhos do sacriifício quando se trata de pagamentos pela Assembléia Legislativa, até de editais.
Soube que o Imparcial teria desistido. Ao contrário do O Estado do Maranhão, que parece adversário dos Tavares, arrumaram um jeitinho maranhense para pagá-lo.
Outras empresas que prestam serviços para a Assembléia Legislativa confiam na palavra do presidente, mas sofrem para receber por causa da burrocracia instalada nos setores técnicos da Casa.
Na semana passada, por exemplo, até para recebimento de diárias dos funcionários que estavam trabalhando com a CPI de Combate a Pedofilia no interior, foi um Deus nos acuda.
Os funcionários viajaram com os bolsos vazios. Coisas da burrocracia Legislativa. O pior: durante 30 anos o servidor sempre comemorou o natal, recebendo cestas e participando de sorteios qiue incluiam, quando menos, um 100 presentes.
O natal do servidor da AL foi o mais magros das últimas gerações. Não teve cestas e apenas 18 presentes foram sorteados.
Sem contar que uma pequena e privilegiada minoria recebe o ticket refeição, em detrimento da maioria. Até a sede da Assalem foi entregue para o TRE.
Marcelo Tavares, portanto precisa ficar de olho aberto. Se a administração não agrada aos funcionários, o que dizer então dos depoutados?
Na semnana passada um deputado mostrou um cheque devolvido, no valor de R4 21 mil. Explicou que só aconteceu o constragimento porque acreditou que a verba indenizatória fosse sair em um determinado dia dia e não uma semana depois.
Marcelo Tavares, jovem político, com ideais modernos e avançados, pode ter uma carreira de futuro na política maranhense. Agora, tem que ter cuidado para que a administração da Assembléia Legislativa não atrapalhe sua vida política ou até mesmo a reeleição.
Cada vez mais fica exposta a gula do senador José Sarney por cargos para a família. Gustavo Sarney, agora assinando o nome de Gustavo Bastos, é sobrinho do presidente do Senado.
Gustavo Sarney sempre preferiu o Rio de Janeiro ao Maranhão. Passou por aqui um período, no tempo em que outro tio, Ivan Sarney, presidia a Câmara Municipal de São Luís.
De volta as delícias da cidade maravilhosa, Gustavo Sarney ganhou de presente um empregão na Eletrobrás, com sede na cidade carioca.
Por decisão liminar do juiz federal José Carlos Madeira, as mansões que margeiam o lado esquerdo do rio Preguiças, em Barreirinhas, serão demolidas.
A área é conhecida como a Beverly hills do Maranhão. A referência ao local que abriga as mansões dos astros de hollywood.
A decisão judicial foi tomada em atendimento as reclamações do Ibama e do Ministério Público Federal.
O que se questiona é como o Ibama e o Ministério Público não denunciaramm a construção das mansões no seu início. Só pedem punição após o crime se completar.
Entre outros prejudicados, estão o deputado federal Clóvis Fecury, os empresários Ricardo Zenny, tio de Clóvis Fecury, Roberto Furtado, Arione Diniz, dono das Óticas Diniz, o contador Valterli, aquele que foi preso pela Operação Rapina, e outros menos conhecidos
Passei quatro dias de férias na bela Barreirinhas. Não foi melhor porque fiquei dois dias sem comunicação com o mundo.
É que insisti com a operadora de celular OI para minha tristeza, raiva e agonia. O sistema da operadora móvel ficou dois dias fora de ar na cidade de Barreirinhas. Uma loucura.
Não tem para quem reclamar. Aliás, não tem adiantado reclamar. A OI deita e rola e nada acontece. É a dona do Brasil.
O senador Mauro Fecury comunicou à governadora Roseana Sarney que vai disputar a eleição para o Senado Federal.
Substituto de Roseana no cargo de senador, Fecury tem firme convicção de que as duas vagas podem ficar com o grupo da governadora.
Mauro Fecury acredita que tanto ele quanto o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, terão o apoio da classe política que segue orientação do Palácio dos Leões.
Dos 217 prefeitos, o grupo da governadora tem hoje o apoio de mais de 170, além de ampla maioria dos deputados federais e estaduais.
O cerimonial da Presidência da República, por determinação de Lula, aceitou que somente as rádios Educadora e Mirante pudessem entrevistar o presidente, agora a pouco no aeroporto Cunha Machado.
Ficaram de fora as emissoras São Luís, Capital e Difusora, AMs com grande potencial de ouvintes. Sem falar nas rádios comunitárias que tentaram fazer parte de um pool.
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), escondeu a nomeação de uma irmã em seu próprio gabinete.
Segundo a reportagem, Ana Maria de Costa Bastos, 67, é irmã de Sarney por parte de pai e trabalhou no Senado entre 2005 e 2008, quando foi exonerada por meio de um ato secreto.
A revelação da contratação contraria o argumento de defesa usado por Sarney no auge da crise que quase o tirou da presidência do Senado. O senador sempre foi enfático ao negar a contratação de parentes.
A irmã de Sarney é formada em medicina e foi nomeada no gabinete do senador em janeiro de 2005 como secretária parlamentar, com salário de R$ 7.400. Dois meses depois, foi rebaixada para a vaga de assistente parlamentar, com vencimentos de R$ 4.900 mensais.
Em julho de 2005, Ana Maria foi transferida para o gabinete do senador Edison Lobão (hoje ministro de Minas e Energia), aliado histórico de Sarney.
Procurada pela Folha, Sarney não quis comentar o caso e a irmã do senador não se manifestou. (Da Folha OnLine)
Informações do Blogue:
Ana Maria Bastos foi chefe de gabinete da Câmara Municipal de São Luís durante os dois mandatos do irmão, Ivan Sarney, como presidente do Legislastivo Municipal.
Ivan Sarney, embora na presidência da Câmara Municipal de São Luís, não conseguiu se reeleger vereador. Assessores mais próximos colocaram a culpa em Ana Maria Bastos por não tratar bem os eleitores do irmão.