Operação ‘Maré Baixa’ prende 21 integrantes de facções criminosas em Ribamar

    A Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC), com o apoio da Polícia Militar e o Centro Tático Aéreo (CTA) realizou o cumprimento dos vários Mandados de Prisões e de Busca e Apreensão na região de São José de Ribamar. A ação aconteceu nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (09), e logrou na prisão de 35 acusados. Destes, 21 foram presos na Operação Maré Baixa realizada hoje (09).

    Operação ‘Maré Baixa’ em São José de Ribamar

    A operação Maré Baixa é fruto de um trabalho resultante de uma investigação de 06 meses dando cumprimento aos diversos Mandados de Prisão e Busca e Apreensão. Outros 14 foram presos anteriormente, mas foram alvos desta mesma operação Maré Baixa. Os outros 14 já se encontram no presídio de São Luís.

    A operação coordenada pela SPCC e com o apoio da PM e o CTA, resultou no cumprimento de buscas e apreensões e nas 35 prisões dos acusados envolvidos em crimes de homicídio, roubos e outros. As ações visam na manutenção da ordem pública e no cumprimento de expedição dos mandados. O resultado final será repassado pelo superintendente da capital, o Delegado Carlos Alessandro e o Comandante CPM, o Cel. Aritanã.

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    PRF apreende HB20 com elementos de identificação adulterados

    No dia 08 de abril do ano de 2021, por volta das 21h04min, uma equipe PRF fiscalizava no km 84 da BR 135, na Unidade Operacional de São Francisco, município de Itapecuru Mirim/MA, quando abordou um veículo Hyundai/Hb20x 1.6a Prem, cor prata e placas de São Paulo.

    O condutor disse ter adquirido o veículo em um leilão e teria colocado placas que vieram junto ao veículo. Os PRFs ao realizarem a vistoria no automóvel descobriram que ele estava portando placas de outro veículo, adulterando este elemento de sinal identificador. A equipe policial também observou que o veículo em questão estava com outros elementos de identificação adulterados ou em falta.

    Diante das informações obtidas foi constatada, a princípio, ocorrência de Adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

    Enquadramento: adulteração de sinal identificador de veículo automotor.

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    Lançada a ideia do Museu da Imprensa Maranhense capitaneada por Gutemberg Bogéa

    A ideia é a de que o Museu tenha como sede o palacete da Rua Afonso Pena, 56. Ali, durante vários anos funcionaram as oficinas e redações dos jornais Pacotilha-O Globo e O Imparcial. Significa que o local foi muito bem escolhido.

    Herbert de Jesus e Gutemberg Bogéa. Foto Divulgação

    Por: Mhario Lincoln Fonte: Herbert de Jesus Santos

    Numa bela coincidência — dessas que acontecem de 200 a 200 anos —, foi relançada a ideia do Museu da Imprensa Maranhense, nesta semana, capitaneada por Gutemberg Bogéa, diretor-geral do JP Turismo (suplemento semanal do Jornal Pequeno), quando vão completar dois séculos do surgimento do primeiro jornal em São Luís, O Conciliador do Maranhão, em 15 de abril de 1821. Se “Já estava escrito”, ou “Tinha que acontecer”, ou, simplesmente, “Destino” (inseridos no Maktub árabe), o que certo é que, dentre outras preciosidades, deixará para trás o estigma de “Terra do Já Teve”, e outras construções negativas, para uma ascensão gloriosa a que o nosso Estado sempre fez honra ao mérito.

    Para Gutemberg Bogéa, a satisfação em pessoa e na expectativa do sucesso ansiado, tudo está concorrendo a um belo desfecho, em prol do interesse maior do Maranhão: “A proposta de uso do prédio que abrigava O Imparcial, na Rua Afonso Pena (Rua Formosa), com a instalação ali do Museu da Imprensa, perpassa por toda uma trajetória a que o local no remete ao longo de todo esse tempo, nessa performance histórica do jornalismo maranhense em toda seu contexto de comunicação (rádio, jornal, televisão, publicidade, relações públicas) construído na história. Um local, que por si só nos faz respirar, absorver uma aura lendária, nos revelando toda uma caminhada de profissionais que por ali passaram e de tantos outros que aí estão e que podem marcar, através de depoimentos, dramas, acontecimentos e rumos, reconstruções e recordações de uma memorável e centenária profissão comprometida com o sentimento diário da coletividade. Tudo isso através de fatos corriqueiros e marcantes da vida de personalidades que construíram ao tempo essa importante e sólida imagem documentada e que ainda hoje poderá ser comprovada através textos, fotos, áudios, vídeos, anúncios e tantos outros equipamentos num acervo plural e diversificado”. Ele previu, com mais otimismo: “Uma radiografia marcante de todo um processo relevante percorrido por pessoas, empresas e o público que fizeram parte desse trajeto traçado e ainda vivo na memória de parte dos maranhenses, para aqueles que ainda irão vivenciar suas perspectivas futuras no meio jornalístico”.

    Testemunha presencial de parte das atividades dos meios de comunicação indígena, nos últimos tempos, o jornalista e radialista José Ribamar Gomes (Gojoba) clareou mais a caminhada, considerando justa a reivindicação: “Através do JP Turismo, o jornalista Gutemberg Bogéa relançou a ideia da montagem e fundação do Museu da Imprensa do Maranhão. Esse objetivo vem sendo perseguido há algum tempo. Desta vez, a ideia lançada por Gutemberg Bogéa é a de que o Museu tenha como sede o palacete da Rua Afonso Pena, 56. Ali, durante vários anos funcionaram as oficinas e redações dos jornais Pacotilha-O Globo e O Imparcial. Significa que o local foi muito bem escolhido por Gutemberg Bogéa e todos os jornalistas e radialistas que abraçaram a causa, já que ali também foi fundada e funcionou a Rádio Gurupi. É hora da união de forças para que a ideia seja plenamente concretizada.”

    Calejado em perseverar por melhorias de vital importância para a vida cultural nativa, onde tem chance para inflamar reivindicações, visando ao bem-comum, o jornalista, pesquisador, e mestre do Curso de Comunicação Social da UFMA, Euclides Moreira Neto, não baixou a metralhadora giratória, alardeando que o Museu da Imprensa é imprescindível para a compreensão da nossa História: “Venho me associar à proposta de criação do Museu da Imprensa, para a História da Cultura Maranhense, abrigando as fontes de informações referentes aos meios de comunicação da nossa terra. A criação deste equipamento memorialista e cultural resgatará o compromisso com a História de nossa terra, especialmente da região metropolitana da Capital maranhense, que, a meu ver, nunca teve olhar responsável por aqueles que estão no comando do poder cultural, político e gestor de nosso Estado. Todos aqueles que passaram pelos palácios dos Leões e/ou La Ravardière adoram ser aplaudidos, reconhecidos e bajulados pelos profissionais da Imprensa. Isto é um fato, mas, nenhum percebeu que a ação do Jornalismo e da Comunicação de forma geral comporta e abrange um compromisso muito maior que o de reconhecer, aplaudir, ou informar os fatos e acontecimentos que atuam no meio”. E ainda com o dedo em riste de investigador cultural: “Essa ação em qualquer vertente está também registrando as transformações e a evolução de nossa sociedade, por isso um equipamento como o Museu da Imprensa Maranhense será o de resgatar, revisitar e preservar a nossa memória enquanto povo atuante. Em tempo: Vale lembrar que neste ano comemoramos duzentos anos da Imprensa Maranhense e a criação do Museu virá a calhar com essa data, que deve ser comemorada por todos aqueles que compreendem o significado de ter uma imprensa livre, ética e comprometida!”

    200 Anos de O Conciliador do Maranhão — O professor e confrade jornalista Euclides Moreira Neto referiu-se ao O Conciliador do Maranhão, o primeiro periódico lançado na província, vindo a lume em 15 de abril de 1821 em São Luís, pouco após a abolição da proibição de circulação de impressos que não fossem da Impressão Régia. De orientação política estritamente áulica, não era nada “conciliador”, posto que acatasse apenas aos interesses portugueses no contexto do processo político que levou o Brasil à Independência. A razão para isso era simples: Foi lançado pelo governador maranhense, o marechal português Bernardo da Silveira Pinto da Fonseca, que importara de Londres a prensa que o imprimia, mostrando, afinal, a força da presença lusitana no Maranhão, já que a ruptura entre a colônia e a metrópole traria desvantagens para a elite local. Tendo como redatores Antônio Marques da Costa Soares (então oficial-maior da secretaria do governo e secretário da Junta da Administração da Imprensa) e o padre José Antônio da Cruz Ferreira Tezinho, o jornal foi fortemente influenciado pela Revolução do Porto, crendo fielmente na Constituição portuguesa de 1822, de caráter liberal – mas esse marco inspirava, na verdade, o grupo cujos interesses eram defendidos pelo jornal: A elite provinciana. É a História que dá conta!

    Os que voltarão ao local onde comecei a carreira de jornalista — Com o alto astral guiando a nossa direção, em busca do objetivo já idealizado, teremos que alguns colegas de profissão, com a concretização do projeto no prédio que sediou O Imparcial, voltarão com a participação nos eventos a uma casa em que por muitos anos engrandeceram os ossos do ofício, entre eles: Pedro Freire, Douglas Cunha, atual presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís, José Ribamar Rocha Gomes (Gojoba), Haroldo Silva, Raimundo Borges, Almeida Pontes (o mais ágil dos nossos redatores), Néris Pinto, Aquiles Emir, Luiz Pedro de Oliveira, Ribamar Pinheiro, Tony Duarte, Ribamar Peninha, e este repórter. Convém ressaltar que o triunvirato de Raimundo Borges, Gojoba e Almeida Pontes validou o meu estágio curricular do Curso de Comunicação Social da UFMA, concluído em julho de 1980 e, egresso, avalizado por eles, ingressei, incontinenti, na Reportagem da Cidade do matutino. Foi o impulso a uma carreira que não me enriqueceu, exercitou-me para o bom combate, com a benquerença em ajudar de algum modo o nosso torrão natal.

    De Sargento Garcia ao Almirante Nélson — Todos os nomes, inclusive os já de saudosa memória, na extensão do tempo, deverão ter realce no Museu da Imprensa, com vultos de todo o Maranhão; impossível falar da importância de cada um, agora, mesmo de Elvas Ribeiro Parafuso, ainda para contara a história do rádio maranhense. Sargento Garcia foi o apelido que eu dei ao jornalista Reginaldo Correia, secretário de Redação de O Estado do Maranhão, por sua aparência com o bonachão adversário de Zorro (dos filmes de capa e espada), desde que ele me recebeu muito bem na sala aonde fui, em 1981, para ser copidesque, figura que o então diretor de Redação, o competente jornalista paraense Adalberto Areias, quis implantar, entre nós, e fiquei sambista para RC, quando fui encontrado no Sioge (onde era revisor literário), pelos irmãos Júlio Rodrigues e João Litho, ali, ases da fotomecânica, após o carnaval, eu folião da Escola de Samba Pirata de São José de Ribamar, com a boa-nova de que o meu perfil permitiria eu ser contratado logo, e foi o que aconteceu, para eu trabalhar após o expediente vespertino do Sioge: enxugando os textos dos colegas para a publicação. Almirante Nélson foi como passei a chamar Nélson Nogueira, parceiro grande, diretor-geral do Jornal Extra, na Rua Direita (Henriques Leal), parecendo-me com o estrategista inglês que derrotou o imperador francês Napoleão Bonaparte, na Batalha de Trafalgar, em 1805, o nosso Almirante Nélson com suas manchetes bombásticas diuturnas.

    O derradeiro encontro na passarela foliona — A saudosa radialista e folclorista Helena Leite terá um bom espaço no Museu da Imprensa, pelo que representou à Cultura Popular do Maranhão, nos últimos 20 anos, brigando ao microfone, falecida em 30.3.2019, e, com gigantesco acompanhamento, sepultada no dia seguinte, no Cemitério do Gavião, ganhando matéria ampla assinada por mim, aqui, intitulada Guerreira em Paz! O cantor, compositor e publicitário Marco Duailibe, que conversou com ela, na passarela do samba do Anel Viário, no carnaval daquele ano, no desfile de blocos e escolas de samba, foi profundo, nas redes sociais: “Deus sabe quanto fiquei feliz, quando a vi naquele camarote, vencendo os limites para fazer o que mais amava: lutar pela nossa cultura. Jamais imaginei que seria o nosso último encontro. Mas pude lhe dizer o quanto era importante para o nosso Maranhão. Hoje sua voz se calou; o tambor-onça chora, as matracas emudeceram, os pandeirões silenciaram; e somos um só batalhão entristecido com sua despedida!”

    Outras presenças femininas inesquecíveis — Na radiofonia maranhense, dentre outros talentos femininos, por muitos anos, teve uma presença preciosa para a nossa vida cultural, Lisa Martins (Maria Luísa), na velha Rádio Ribamar, inclusive, já de saudosa memória, mãe do compositor, produtor cultural e artistas plástico Magno Gérson Silva (Gersinho Silva) e da irmã deste mais nova (Nevinha), e da casa de gigantes folcloristas, quanto Manoel da Paciência Nogueira (Manoel Pinto) e Hermenegildo Tibúrcio da Silva (Tabaco), na Madre de Deus. Helena Castro, igualmente, deixou saudades, por muitos anos em microfones de rádios são-luisenses e do Interior.

    Conversa grandiosa com o superintendente do Iphan-MA — Em contato telefônico com o superintendente do Iphan(MA), Maurício Itapary, soubemos que, hoje, o prédio encontra-se em processo de restauração, gerenciada pela Prefeitura de São Luís. Ele foi permutado com a administração do prefeito Jackson Lago, pelo terreno da sede no Renascença II, ao Imparcial. A primeira sede deste foi na Avenida Magalhães de Almeida, nº6, mudando em junho de 1928, para a Rua Afonso Pena, nº3; em seguida, em outubro de 1930, para a mesma rua, no majestoso prédio da Rua Formosa. Ali ainda foi abrigada a Rádio Gurupi.

    Embaixada ao Palácio de La Ravardière — Já sabemos em que porta iremos bater: a do prefeito Eduardo Braide. Longe do fatalismo de “Maranhão, Terra do já Teve”!, poderemos em breve dizer bem alto ” Maranhão, Terra do Vai Ter”!, e com boas notícias, como a inauguração do Museu da Imprensa Maranhense, que, aliás, há muito tempo o Estado vem se ressentido da sua presença. A bandeira levantada pelo JP Turismo vem recebendo ensejos exitosos pelos comunicadores mais conceituados na seara da nossa terra. Já com a boa-nova publicada, só teremos a agradecer, se houver dos companheiros de todos os meios de comunicação as sugestões necessárias, para haver gestões abnegadas e valorosas para encaminhar a luz desse farol pelos tempos vindouros e irradiarem as próximas gerações de conterrâneos. A ordem será sempre combater o bom combate em prol da memória da Imprensa, sempre destacando a luta de todos os que fizeram honra ao mérito, e assim o progresso será coletivo.

    Tudo vale a penam quando a alma não é pequena — Como imortalizado pelo genial poeta português Fernando Pessoa, ele, igualmente, imortal, “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”! O bom combate ao Museu da Imprensa Maranhense está apenas, sem trocadilho, começando! Ainda vamos atravessar o Rio Rubicão, qual Júlio César, em Roma, com a expressão “Alea jacta este” (A sorte foi lançada), favorável, certamente, às cores da Bandeira do Maranhão, com os comunicadores (jornalistas, radialistas, publicitários, relações-públicas) liderados pelo presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Luís, Douglas Pires da Cunha. Só faltaria mesmo ser a concretização deste Projeto Maranhense no 15 de abril, dia em que, há 200 anos, nasceu O Conciliador Maranhense.

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    Governo federal leiloa hoje (9) quatro terminais no Porto do Itaqui

    Serão leiloados nesta sexta-feira (9) cinco terminais portuários em dois Estados: Maranhão e Rio Grande do Sul.  Serão oferecidas à iniciativa privada, pela chamada “Infra Week” do governo federal, 4 áreas no Porto de Itaqui e 1 no Porto de Pelotas (RS). O leilão será realizado na tarde de hoje na sede da B3, em São Paulo.

    Porto do Itaqui

    A inciativa foi promovida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e deve garantir mais de R$ 600 milhões em investimentos.

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    Príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, morre aos 99 anos

    Em nota, Palácio de Buckingham disse que duque de Edimburgo morreu durante a manhã no Castelo de Windsor

    Do R7

    O príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, morreu aos 99 anos nesta sexta-feira (9).

    Em nota, o Palácio de Buckingham disse: “É com muito pesar que a Vossa Majestade, a rainha, anuncia a morte de seu querido marido, o príncipe Philip, duque de Edimburgo. Vossa Majestade faleceu em paz nesta manhã no Castelo de Windsor”.

    O palácio ainda não divulgou informações sobre o funeral do príncipe.

    Em fevereiro, Philip foi internado em um hospital de Londres após passar mal. Ele passou por uma cirurgia cardíaca e passou um mês sob cuidados médicos.

    O duque e a rainha foram casados por mais de 70 anos, se tornando o casal real mais longevo da história da Inglaterra.

    O príncipe viajou o mundo ao lado da rainha e cuidou de uma série de programas sociais nos anos 90, até que em 2017 ele decidiu se aposentar da vida pública.

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    Zé Reinaldo Tavares não acredita em dois candidatos e insinua que Brandão não tem votos

    Ex-ministro dos Transportes, ex-deputado federal e ex-governador do Maranhão, o experiente Zé Reinaldo Tavares acredita que não haverá disputa entre Carlos Brandão e Weverton Rocha e insinua que Brandão não tem votos. Foi o que disse durante entrevista ao “Os Analistas”, programa da TV Guará.

    Para o ex-governador, o seu ex-auxiliar, Carlos Brandão (foi chefe da Casa Civil em seu governo), deve ser o escolhido de Flávio Dino e brincou com a possibilidade do senador Weverton Rocha entrar na disputa.

    “Enfrentar um governador, e enfrentar dois governadores, ainda é pior do que enfrentar um governador. Um tem o voto e o outro está sentado na cadeira, então, é mito difícil”, pontuou.

    Para Tavares, Flávio Dino será candidato ao Senado Federal na chapa do Carlos Brandão, que assumirá o cargo de governador em abril do próximo ano, quando Dino se desincompatibilizará para disputar a vaga de senador.

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    Dois senadores do Maranhão assinaram a CPI da Covid-19

    O número mínimo de senadores para a abertura da CPI da Covid-19 é de 27, mas 32 colocaram o nome. Os senadores maranhenses Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania) estão lá naquela que pode ser a CPI com capacidade de colocar o presidente Jair Bolsonaro emparedado,  antes de detoná-lo.

    O ministro do STF, Luís Roberto Barroso, determinou a instalação da CPI da Covid-19. O presidente do Senado Federal é obrigado agora a instalar.

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    Na luta contra a Covid, prefeito Eduardo Braide abre cadastro de vacina para idosos a partir de 60 anos

    O prefeito Eduardo Braide anunciou, na última terça-feira (6), a abertura de cadastro na plataforma Vacina São Luís, da campanha de vacinação contra a Covid-19, para idosos entre 60 a 64 anos. Ainda na terça, o prefeito anunciou um novo calendário de vacinação: na quarta (7) e quinta-feira (8), foram vacinados os idosos de 66 anos e no sábado (9) e no domingo (10) serão os de 65 anos, seguindo o cronograma organizado pela Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus).

    Foto Divulgação

    Seguiremos vacinando os idosos por mês de aniversário para garantir tranquilidade e todo o conforto neste momento tão importante. Estamos também abrindo novo cadastro para quem tem 60 a 64 anos e assim que chegarem novas doses nós já vamos agilizar a vacinação dos nossos idosos em São Luís”, disse o prefeito Eduardo Braide.

    A Coordenação de Imunização de São Luís orienta aos idosos e seus familiares que, além do cadastramento na Plataforma Vacina São Luís, é necessário, também apresentar, na data da vacinação, documento de identificação oficial com foto e comprovante de residência.

    Cadastramento na Plataforma Vacina São Luís

    Para fazer o cadastro na Plataforma Vacina São Luís o idoso, seu familiar ou outro responsável, deve acessar o endereço: https://www.saoluis.ma.gov.br/vacinasaoluis. No formulário, o usuário deverá cadastrar todas as informações solicitadas, como nome completo, data de nascimento, CPF, número de telefone e endereço residencial.

    Após o cadastro deve aguardar a divulgação nas redes da Prefeitura do dia e horário que deve comparecer aos locais de vacinação. Os idosos acamados devem informar, no ato do cadastramento, a necessidade da vacinação em domicílio.

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    Empresária de Barra do Corda aplica golpe em várias pessoas no Maranhão

    Com uma maneira educada, delicada e cativante de conversar, uma mulher que se identifica no como empresária Cláudia Martins e moradora de Barra do Corda, vem vendendo aparelhos de computadores e celulares pela internet, recebe o dinheiro adiantado e não faz a entrega. Depois, ainda se mostra zangada com a vítima do golpe.

    Sempre muito solícita,  Cláudia Martins aparece oferecendo os produtos em promoção, informa o dia e hora do recebimento no local em que o cliente apontar, não sem antes  receber o pagamento por PIX ou qualquer outra transferência bancária.

    Os dias vão passando, o cliente, ou vítima do golpe, vai perdendo a paciência e as desculpas da parte dela  sempre aumentando. Ora uma filha adoeceu ou outro parente. Isto quando não informa que o aparelho está chegando levado por uma irmã.

    Já sem saber o que fazer, o cliente perde a paciência e a mulher se irrita, mas não devolve o dinheiro e muito menos fala mais nas compras. Denúncias serão oferecidas na Delegacia da Seic para que sejam apurados os prováveis crimes de Cláudia Martins.

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    Ao discutir pedido de empréstimo, César Pires volta a cobrar transparência do governo estadual

    O deputado César Pires voltou a cobrar transparência do governo Flávio Dino durante a votação do pedido de autorização que o Executivo estadual encaminhou para a Assembleia Legislativa para contrair um empréstimo de R$ 180 milhões que seria destinado a obras em estradas. Para o parlamentar, faltaram informações essenciais para que o Legislativo pudesse exercer a sua prerrogativa de fiscalizar o uso dos recursos públicos.

    Além da preocupação com a dívida já contraída, César Pires ainda acrescentou que o governo Flávio Dino pagará juros mais altos nessa operação de crédito porque o Estado foi classificado como mau pagador, por isso está impedido de contratar com bancos públicos.

    Também não encaminhou para o Legislativo os projetos que definiram o valor desse empréstimo de R$ 180 milhões. “O que nos preocupa é constatar que o governo está quebrado, e querem endividar ainda mais o Estado sem sequer nos dar condições de fiscalizar o uso desses recursos”, concluiu ele.

    Ele alertou que o governo estadual já tem uma dívida altíssima de restos a pagar, que só aumentará com mais um empréstimo, e sem apresentar resultados práticos, já que nas estradas os reparos feitos são meros arranjos “para exibir nas mídias pagas”. “A atual gestão tem pouco mais de um ano pela frente, portanto não será o atual governo que pagará esse empréstimo. Vão ter tempo para realizar as obras? Como vamos pagar esse empréstimo? Qual é a dívida real do Estado? Não podemos simplesmente aprovar o pedido do governo sem qualquer crítica e sem ter essas informações”, enfatizou.

    Segundo levantamento extraoficial, o governo Flávio Dino já pediu emprestado cerca de R$ 1,1 bilhão, somando outros cinco empréstimos. Somente em 2016, foram autorizados pela Assembleia Legislativa quatro operações de empréstimo para o governo estadual: R$ 55,2 milhões da Caixa Econômica Federal, mais R$ 400 milhões da Corporação Andina de Fomento (CAF), outros R$ 444 milhões também da Caixa e R$ 55 milhões do Banco do Brasil. Em 2019, mais um novo empréstimo de US$ 35 milhões, cerca de R$ 136 milhões, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

    “E quem paga essa conta? O povo do Maranhão”, concluiu César Pires.

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