Urgente! Advogado que acompanhava delegado suspeito de contrabando acaba de ser preso

O advogado Ricardo Belo acaba de ser preso pela Polícia Civil. O causídico estava na companhia do ex-superintendente da SEIC, Thiago Bardal, no dia em que uma quadrilha envolvida com contrabando e milicianos foi desarticulada (reveja) pela Polícia Militar, no último dia 22.

No dia em que foi chamado para prestar depoimento na Superintendência de Combate à Corrupção (27), o advogado afirmou que foi até o Quebra-Pote para falar sobre um suposto cliente de alta periculosidade, o qual está preso por tráfico de drogas.

Ricardo Belo é filho do desembargador aposentado Benedito Belo. Aguardem mais informações…

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Contrabando no Maranhão envolve figurões e políticos ainda não revelados

Embora o contrabando seja internacional e deveria ser investigado pela Polícia Federal, a Civil continua no caso. Nos próximos dias serão revelados novos nomes de integrantes da máfia, que seriam políticos, um empresário e dois advogados, sendo um deles bastante conhecido. Ontem, as prisões provisórias de 13 pessoas, incluindo três militares, foram convertidas em preventivas. Abaixo casa onde era guardada os produtos do contrabando: 

O próprio secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, foi quem deu a senha de que a polícia já sabe o nome do advogado que estava com o delegado Thiago Bardal na noite em que a operação desbaratou a ação dos contrabandistas e estourou depósitos de mercadorias vindas do Suriname. O QG da quadrilha funcionava no Quebra Pote, zona rural de São Luís, onde foram encontrados armas, munições, drogas e cigarros.

Esse advogado é patrocinador de causas de figuras importantes na capital. A prisão dele já foi solicitada, faltando apenas o Ministério Público e o Judiciário se manifestarem.

Na polícia, os bastidores dão conta de participação de ao menos mais dois políticos, além do ex-vice-prefeito de São Mateus, Rogério Sousa Garcia. Tudo vem sendo mantido no mais absoluto sigilo para não atrapalhar as investigações.

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Ex-mister Maranhão teria sido assassinado, conforme corre nas redes sociais

Vários amigos e conhecidos do ex-Mister Maranhão. Clismen Cardoso, estão postando nas redes sociais informações de que ele teria sido assassinado  e jogado com o carro e tudo dentro do Rio Pindaré. Ele foi encontrado morto hoje, domingo, dia 25 deste, pela manhã dentro do carro de sua propriedade ao lado de uma ponte que divide as cidades de Pindaré-Mirim e Santa Inês.

Agora, no período da tarde, começaram a questionar nas redes se foi realmente acidente que levou o carro a cair da ponte. Para muitos, ele foi assassinado. Alguns mais afoitos estão publicando que o jovem foi encontrado dentro do carro com as mãos amarradas. Resta a polícia se pronunciar.

Cardoso estava na boite Brut`s, em Santa Inês,  quando um grupo de amigos dele teria se desentendido com outros rapazes. Ele interveio, mas que teria sido seguido pelos adversários. Por isso, amigos acreditam que o ex-Mister Maranhão possa ter sido assassinado.

Numa outra versão conta que ele não pagou a conta das doses de uisque que tomou e teria saído correndo, entrado no carro e fugido em alta velocidade.

Clismen Cardoso teria ainda ligado para uma amiga avisando que já estava perto de Pindaré, onde moram seus familiares. A polícia precisa investigar tudo, ouvindo testemunhas, inclusive quem recebeu o telefonema para saber de mais detalhes.

O jovem, que foi Mister Maranhão em 2015, ia se apresentar na cidade de João Pessoa para se apresentar em um concurso de beleza na capital Paraibana.

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Direito de resposta de Núbia Feitosa, vítima de violência

Em cumprimento ao acordo judicial celebrado perante o Juizado especial da Comarca de Paço do Lumiar, na Ação promovida pela senhora Núbia Feitosa Dutra, publicamos a primeira das quatro matérias do direito de resposta acordado.

1 – Dra Núbia, o que de fato aconteceu no dia 28 de julho de 2017?

Por volta das 17.30hs, me dirigia a um viveiro na estrada da Maioba para comprar plantas e flores para presentear os alunos da primeira escola em tempo integral de Paço do Lumiar, na comunidade Cotovelo, inaugurada na manhã deste dia. Ao passar pelo Sítio Grande, os assessores que estavam comigo me avisaram que uma senhora estava sendo agredida no interior de um veículo que se encontrava parado no acostamento de um condomínio. Fiz a manobra no carro, retornei ao local e observei uma jovem senhora que descia correndo de um carro, dando pontapés no carro e dirigindo-se a uma coluna de proteção do condomínio a procura de abrigo, sendo seguida por um homem em atitude agressiva. Me dirigi àquela senhora, pedindo que a mesma me acompanhasse até o carro para que eu a conduzisse até a sua residência ou a um local seguro.

2 – O que aconteceu depois?

A aquela senhora ficou um pouco indecisa, porém aceitou o meu convite e começou a se dirigir para o meu carro. O senhor que tentava agredi-la, passou então a dirigir sua fúria contra mim e meus dois assessores, agredindo-nos com socos e pontapés, (as fotos dos hematomas constam em laudos periciais) bem como sacando de uma arma. Supressa com atitude agressiva daquele senhor, corri e me escondi na lateral do carro do mesmo, sendo seguida por ele de arma em punho enquanto verbalizava a sua intenção de atirar em mim.

3 – Quanto tempo durou este episódio?

Eu, o fotógrafo e minha assessora que me acompanhavam passamos 28 minutos, sob a mira de uma arma de fogo cujo calibre vim a saber depois que se tratava uma pistola ponto 40 de propriedade da polícia Militar, O atirador consumiu todo o tempo de minha tortura rodando em torno do veículo buscando ângulo para me matar. O atirador, que depois soube ser um sargento da polícia militar, não atirou nos primeiros minutos apenas por falta de ângulo, por apresentar estado de embriaguez e em virtude da intervenção dos meus dois acompanhantes que lhe pediam para não atirar e também pela intervenção da senhora que com ele estava, que muitas vezes ficava na frente do mesmo, clamando a ele por minha vida, a esta mulher, serei eternamente grata.

4 – Quando começaram os tiros?

Dois ou três minutos após o início das agressões, o fotografo Leo ligou para o tenente Reformado da PM Gerson, que trabalhava com o Prefeito Domingos Dutra, pedindo socorro. Não sabemos por que motivos, somente 24 ou 25 minutos depois, chegou ao local o Sargento Ivanildo, da PM. O Sargento Ivanildo ao chegar, (DESARMADO, COMO MOSTRA O VÍDEO) perguntou o que estava ocorrendo. Pediu calma e se identificou como policial. Assim que o sargento e apresentou, o atirador que tentava me atingir se enfureceu, respondendo que também era militar e começou a atirar no profissional da mesma corporação, onde o sargento pulou em minha direção me arrastando para fora do alcance dos tiros .

5 – Então foi o Sargento Ferreira quem atirou primeiro?

Sem dúvida, este elemento surpresa, de atirar em alguém que só pedia calma não sai do meu pensamento, minha alma sangra porque o nível desta maldade foi e sempre será estarrecedor para mim. O episódio foi todo filmado por uma câmera do condomínio que comprova nitidamente quem portava arma e quem sacou primeiro, do risco que corri , conforme o link que segue. Ele atirou primeiro no Sargento Ivanildo, o qual se assustou e correu para o outro lado do carro, onde eu estava, no intuito de me proteger. O segundo tiro acertou e transfixou o meu ombro direito, o terceiro atingiu a minha face direita e o quarto também direcionado a minha face atingiu a minha mão, vez que após a minha face ser atingida eu levei aminha mão à face tentando estancar o sangue, assim, mesmo sem saber, desviei o tiro da face para a mão direita, hoje, estou aprendendo a escrever sem usar o dedo indicador e não tenho mais apoio para pequenos gestos como escrever, girar uma chave na porta, ou mesmo pegar um litro de agua da geladeira somente com uma mão. Mesmo após estes disparos, o atirador, tentando me atingir novamente se dirigiu para frente do veículo, sendo alvejado pelo sargento Ivanildo com um único tiro, usando o princípio da razoabilidade de plena defesa.

6 – E depois o que ocorreu?

Fui socorrida pelo fotografo e pelo Sargento Ivanildo e levada para o hospital São Domingos. Lá queriam me atender em local inadequado, de forma improvisada e sem aplicação de anestesia. Foi quando chegou o Prefeito Dutra e vendo o estado em que eu me encontrava me conduziu para o Hospital UDI, onde fui bem atendida, sendo submetida a cirurgias no ombro, na face e no dedo indicador. Fui submetida a uma cirurgia plástica no rosto, amenizando os danos, contudo, meu rosto está marcado para sempre, não mais marcado que a minha alma obviamente. Convém registrar, que após ser baleado, o atirador ainda deu vários tiros no meu carro, tentando acerta minha assessora que lá se escondera, os vidros do carro estilhaçaram e a mesma chegou ao hospital comigo com o rosto e corpo coberto pelos vidros e em estado de pânico.

7 – Porque a senhora decidiu retornar para socorrer aquela senhora se não a conhecia e não sabia o que estava ocorrendo?

Claro que sabia o que estava acontecendo, uma mulher estava sendo agredida por um homem, ponto. Porque? Eu não sei. Agora, eu sou advogada militante das lutas contra a violência à mulher, sempre fui, muito antes de casar com um homem público. Sou Psicóloga humanista, trabalho tentando fazer com que a pessoa humana viva em paz e feliz . Sempre defendi os animais, as criança, os adolescentes, idosos e as mulheres de qualquer tipo de violência. Apesar da lei Maria da Penha e das estruturas mínimas criadas pelo estado para proteger as mulheres, somos vítimas diárias de espancamentos , assassinatos e violência em geral, em público e em casa. Diante da cena que presenciamos, a única atitude de quem defende as mulheres contra violência e de quem tem família foi a que tomei: verificar o que estava ocorrendo e tirar aquela senhora daquele local, evitando que fosse assassinada;

8 – A senhora ficou com alguma sequela?

Claro. Quem é atingida por três tiros, apanha no meio da rua de um estranho com uma ponto 40 na mão e escapa da morte por um milagre fica para sempre com sequelas físicas e psicológicas. Além das marcas dos ferimentos no rosto e no ombro, o meu dedo indicador está semi imobilizado. Por outro lado, sofro do stress pós traumático, além do medo e das ameaças que sofro.

9 – A senhora vive ameaçada por quem?

O atirador, , após meses internado veio a óbito decorrentes de complicações de diabetes, pelo que me informaram. O mesmo tem muitos parentes em Paço e Ribamar, cuja vigança foi anunciada no mesmo dia do velório em alto e bom som. Vivo sob constante ameaça e tensão. Carros com placas falsas ou sem placas,e pessoas estranhas rondam meu local de trabalho e minha residência. Eu e minha família tivemos que mudar hábitos e locais de trabalho. Já formalizamos duas representações à Secretaria de Segurança do Estado, além dos contatos pessoais feitos pelo prefeito. Já registrei várias ocorrências na delegacia do Maiobão e até o momento nenhuma solução. Cabe à polícia investigar se estas pessoas e veículos são de parentes do atirador, ou se são de velados da corporação em que o mesmo servia ou de terceiros, apenas sei que minha vida corre risco e o Estado se mantém inerte.

10 – A senhora ainda tem algo a dizer?

Tenho tanto a dizer que uma reportagem não é suficiente. Primeiro lugar, ainda hoje questiono a demora no socorro que solicitamos 2 minutos após o início do episódio. Durante o episódio passou uma viatura da PM e não parou. Em segundo lugar lamento ter sido tão acusada pela mídia sobre a morte do atirador. Em terceiro lugar, lamento a campanha difamatória dirigida por bloqueiro que faz parte do governo do mesmo do Partido do Prefeito Dutra, que teve a maldade de editar a fita, manipulando trechos com o único objetivo de me colocar como culpada pelo episódio, banalizando a violência e estimulando agressões à minha pessoa. Por conta disto o mesmo responde processos criminal e cível.


Vivemos uma época de inversão de valores em que muitos, ao invés de intervir para evitar tragédias, preferem ligar os celulares para firmarem violências e espalharem nas mídias sociais. Outros censuram atitudes como a que tomei, repetindo preconceitos machistas tais como em briga de homem e mulher ninguém mete a colher. Expressões que reforçam o machismo, estimulam e banalizam violência contra as mulheres. Eu não meto só a colher, meti o meu corpo e a minha alma, como deve fazer todo ser humano que presencia a violência contra um ser vivente, seja ele quem for. Para todos eu digo com profundo respeito. Se a mulher que fui defender fosse a sua mãe, filha ou irmã, eu ainda seria chamada de louca e assassina?

PAZ E LUZ

Nota do Blog

Ficou acertado em juízo que a advogada iria registrar aqui a não divulgação de comentários e não o fez. Portanto, o amigo leitor fica sabendo que não adianta comentar nesta e nem nas próximas três postagens acordadas. A direção do blog informa ainda que não aceitará da próxima vez postagens que se assemelham a um jornal impresso para não prejudicar o formato desta página que obedece a critérios técnicos e estéticos.

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Secretário de Segurança confirma pedido de prisão preventiva para o ex-superintende da Seic

O secretário Jefferson Portela confirmou agora no período da tarde o pedido de prisão preventiva para o delegado Thiago Bardal, que foi exonerado ontem do cargo de superintendente da Seic. Hoje, pela manhã, Bardal já havia informado sobre o pedido de prisão, mas não se tem notícias de que foi acatado. Tomou posse no lugar de Bardal e delegada Nilmar da Gama. 

Ao ser indagado sobre as razões que não levaram ainda a polícia a ouvir o delegado Thiago Bardal, o secretário de Segurança que as investigações estão sendo feitas e deu a entender que se ele estivesse no local onde aconteceu a operação, provavelmente, também teria sido preso.

Portela disse ainda que Bardal, quando foi abordado, estava vindo do local onde ocorreu a operação que resultou na prisão de sete pessoas, além de três militares. “Ele disse que estava à serviço. Então porque não ficou lá esperando”, indagou o secretário.

O secretário explicou que o delegado Bardal apresentou três versões para justificar a presença dele nas proximidades. Primeiro teria indo a uma festa no bairro Arraial, no Quebra Pote, zona Rural de São Luís. A segunda foi a de que estava procurando um sítio para comprar e a terceira a de que estaria em serviço.

Na operação foram encontrados mercadorias contrabandeadas, como armas, drogas e cigarros. A máfia do contrabando, que usava policiais como milicianos, lucrava até R$ 2 milhões.

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Ex-superintendente da Seic soube que existe um pedido de prisão contra ele no caso da milícia

Thiago Bardal, que foi exonerado ontem da superintendência da Seic por suposto envolvimento no caso da milícia que dava segurança à máfia do contrabando no Maranhão, disse hoje em entrevista concedida para a TV Mirante que tomou conhecimento de pedido de prisão preventiva contra ele. Bardal garante que foi abordado duas horas antes do início da operação e que estava 5 km de distância do local.

Delegado Thiago Bardal recebe o prêmio das mãos de Flávio Dino

Hoje cedo pela manhã, no programa do jornalista e vereador Marcial Lima, Mirante AM, o delegado insinuou que estaria sendo vítima de perseguição e achou que era uma coisa arrumada para lhe comprometer e lembrou que fez operações contra bandidos, assaltantes de bancos, empresários, policiais e desembargador. Bardal não citou nomes de que estava tentando lhe prejudicar.

O delegado usou para justificar como prova de que não tem envolvimento e nem conhece as pessoas envolvidas, o fato de não ter sido preso na hora em que foi abordado, além de que a operação vem sendo investigada há akguns meses.

Premiado ano passado pelo governador Flávio Dino, pelo aparelhamento da Polícia Civil, o delegado tem nove anos de carreira e cresceu muito em pouco tempo. Teve um excelente trabalho quando passou por Imperatriz. É um delegado de elite da polícia.

A Associação dos Delegados do Maranhão soltou hoje uma nota em que pede a investigação do caso e lembrou que nenhuma pessoa presa no caso citou o nome do delegado Thiago Bardal. Confira a nota abaixo:

A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Estado do Maranhão – ADEPOL MA, com abono em manifestação do associado, vê-se impulsionada em esclarecer notícias tornadas públicas através de sites da internet e da mídia em geral, noticiando o suposto envolvimento do Dr. Tiago Mattos Bardal em atividade ilícita e submeter os informes divulgados unilateralmente nos meios de comunicação à análise individual com novos elementos fáticos.

O Dr. Tiago Mattos Bardal foi exonerado do cargo de direção da SEIC no dia de hoje em virtude de ter sido citado por policiais militares que afirmaram ter abordado o seu veículo duas horas antes da operação policial e cerca de 5 km do local onde as prisões e apreensões se deram. Todas as pessoas que foram conduzidas para a Delegacia de Polícia foram ouvidas e nenhuma delas citou o nome do Dr. Tiago Mattos Bardal, inclusive, quando questionados pela Autoridade que presidia o ato, declararam que não o conheciam, nunca o viram e nunca tiveram qualquer contato com o mesmo.

Na data de hoje, em nenhum momento o Dr. Tiago Mattos Bardal foi chamado pela cúpula da segurança pública nem pela SECCOR para dar a sua versão dos fatos, mesmo passando todo o dia trabalhando normalmente, cumprindo as suas funções laborais.

Lamentavelmente seu envolvimento foi dado como certo em graves delitos que ainda estão sendo apurados.

Por derradeiro, a Associação dos Delegados De Polícia Do Estado Do Maranhão informa que acompanhará o desenrolar das investigações que se iniciaram e acredita que ao final exsurja a verdade.

São Luís/MA, 22 de fevereiro de 2018

A DIRETORIA

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Polícia no encalço dos chefes do contrabando no MA e novo depósito foi estourado em São Luís

O comandante da PM, coronel Frederico Pereira, informou hoje que em questão de pouco tempo a polícia colocará as mãos nos chefes da organização que vinha contrabandeando mercadorias, como armas, uisques, cigarros, e drogas. Depois de prender militares e civis e apreender mercadorias ontem à noite no Quebra Pote,, foi estourado hoje, no período da tarde, um depósito de cargas na Vila Esperança.

Assim como no primeiro galpão, neste segundo depósito as cargas eram idênticas: centenas de litros de uisque e pacotes de cigarros. Lá foi apreendido também caminhão para fazer o transporte.

Foram presos na operação como envolvidos um major, um sargento e um soldado, todo da PM-MA, que já prestaram depoimentos e foram deslocados para o Quartel Geral, no Calhau.

O coronel Pereira adiantou que as investigações vão chegar aos chefes dos contrabandos, que não foram encontrados no local onde as mercadorias estavam sendo armazenadas.

A quadrilha, que tem a participação dos militares, mantinha um porto clandestino no bairro Arraial, no Quebra Pote, zona rural de São Luís. Era lá que os produtos do contrabando chegavam e saiam.

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Militares presos em São Luís estariam fazendo segurança de mercadorias contrabandeadas, como armas e drogas

A operação que resultou na prisão de militares aguardava uma carga de mercadorias supostamente roubada que seria desembarcada em um porto clandestino na localidade Arraial, no Quebra Pote, na zona rural de São Luís. Foram presas dez pessoas, sendo três militares, o major Rangel, sargento Joaquim, além do soldado Paiva mais seis civis. Um delegado também estaria envolvido, mas o nome não foi informado. Várias armas foram apreendidas. como mostra a foto abaixo:

Por volta das 23h de ontem, foi designado uma operação pelo Comando da Polícia Militar do Maranhão para capturar elementos que estariam transportando e fazendo segurança de mercadorias contrabandeadas, drogas, armas e munições.

Durante o trajeto ao local, mais precisamente na principal via de acesso ao Arraial, as guarnições do batalhão de Choque deram de frente com uma S10 Prata sem placas com 4 indivíduos em seu interior. De imediato foi feito o cerco e dado ordem para desembarque dos mesmo e feito a abordagem pessoal nos 4 indivíduos,  com eles  foram encontrado 3 pistolas pertencente a PMMA, e dentro do veículo foi realizado a revista minuciosa e encontrado os seguintes materiais:

1 cx com 50 munições ogival .40
98 munições ponta oca .40
67 munições ogival .40
40 munições cal 380
22 munições cal 44
6 carregadores pistola 840
4 carregadores de PT100
2 carregadores de pistola Glock
2 Carregadores Ruger .40
1 Carregador 24/7
3 Carregadores pistola 638 cal 380
1 Pistola 840 SJZ6898 PMMA
1 Pistola 840 SCY93965 PMMA
1 Pistola PT 100 SBT 84546 PMMA
1 Pistola 24/7 SBN60385
1 Pistola PT638 cal 380 KJX50549
1 Pistola SR40 Ruger 34280532
1 Revólver 44Magno 55276123 Cal 44
2 Rifles 44
2 Granadas GL308 Condor
2 Placas de veículos OXZ3434 – São Luís MA
1 Alicate
1 Chave de boca N:12
2 Coldres
1 Porta Tonfa
1 Bandoleira
1 Cinto de guarnição com coldre e faca
1 Binóculos Night Visio
1 Colete Balístico SN
1 Colete Balístico 7281815 PMMA
1 Celular LG preto
1 Celular Samsung Preto
1 Celular Samsung Azul
1 Celular iPhone preto
1 Celular iPhone branco
1 Canivete
1 Mochila preta
1 Bolsa pequena
1 Saco com abraçadeiras de Nylon
R$ 1.156,00 em espécie.

Diante dos fatos os 4 suspeitos foram apresentados na DECCOR para serem tomadas as medidas cabíveis e todos estavam sem lesão corporal.

Participaram da operação Tenente Coronel Wellington, Guarnições Choque 01, Choque 21, Choque 25, Choque 367, e estiveram no local pessoalmente o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, comandante da PM, coronel Pereira, os coronéis Sodré, Edivaldo, e Marques Neto.

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Adolescente mata cunhado que agredia sua irmã no interior do Maranhão

Mais uma briga em família acaba em morte no Maranhão. Em São Luís, um tenente coronel matou o genro que agredia sua filha. Hoje, pela manhã, um adolescente não resistiu ao presenciar o cunhado espancando sua irmã, pegou uma garruncha e o matou, na cidade de Coelho Neto.

De acordo com o portal de notícia R10 Maranhão, Laércio, como era conhecido já vinha espancando a namorada e hoje o irmão dela presenciou o fato. O adolescente pegou uma garruncha e detonou o cunhado.

A vítima, conforme o portal, tinha passagem pela polícia por roubo e estava em liberdade com o uso de tornozeleira, mas havia arrancado o aparelho.

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Coronel que matou genro se entrega a Polícia e é liberado após depoimento

O Coronel da Polícia Militar do Maranhão, Walber Pereira, se apresentou hoje (16) á polícia. O militar é apontado como autor do crime que vitimou o empresário Davi Bugarim  na noite de ontem (15), após flagrar uma suposta agressão entre o genro e a filha. 

Por não ter sido pego em flagrante, o Coronel foi liberado logo após prestar depoimento, confessou ter matado Davi e afirmou que agiu em legítima defesa.

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Além de agredir a filha, jovem empresário ainda partiu pra cima do coronel que reagiu e o matou

Amigas e parentes de Ingrid, filha do tenente coronel de reserva, Walber Guerreiro Pinheiro, informam que o jovem empresário e músico Davi Bugarin (foto abaixo), 26 anos, além de espancar a namorada ainda partiu pra bater no militar, dentro da casa dele, no Parque dos Nobres. O tenente coronel ainda não se apresentou à polícia e a filha dele não prestou depoimento.

Segundo uma prima de Ingrid, o jovem proprietário da Cidade Velha Pub, uma casa noturna no centro Histórico, chegou até a casa da namorada e houve discussão entre eles em razão dela ter ido passar o carnaval em outro estado.. Bugarin estava agredindo a namorada quando o militar reformado chegou em casa, reclamou e foi empurrado no peito, caindo no sofá. Dizem que ainda se atracaram

Walber sacou uma arma para em seguida disparar dois tiros contra o jovem. Ele ainda foi socorrido pela namorada e a mãe dela. Levado ao Socorro I, não resistiu a veio a óbito.

A filha do militar esteve no IML fazendo corpo de delito e quando foi prestar depoimento, desmaiou na delegacia, sendo levada para o hospital Centro Médico, onde permanece em estado de observação.

Amigos de Bugarin informaram, ao blog que a namorada tinha ciúmes possessivos pelo jovem e que constantemente eles se agrediam.

O tenente coronel chegou a ouvir comentários de que a filha era espancada, mas nunca presenciou as cenas até a noite de ontem. Desde ontem, tanto aqui no Blog quanto nas redes sociais dos oficiais, Walber tem recebido apoios e manifestação de solidariedade por parte dos militares.

“Ninguém sabe qual reação tomará um pai ao presenciar sua filha sendo espancada e ainda mais quando o agressor ainda parte pra cima de você”, disse um deles.

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