Presos donos do Biosaúde, instituto que deu calote de R$ 40 milhões em funcionários no MA

O biosaúde, contratado pela estadual Emserh, vinha dando calote em 7 mil funcionários da Saúde que ficaram com salários atrasados e sem receber as obrigações trabalhistas no Maranhão. Os donos foram presos (foto abaixo).

Desde 2017, quando o instituto picareta foi contratado pela Emserh para substituir o ICN e Corpore, que os 7 mil funcionários já experimentaram o gosto amargo do calote.

Nunca receberam os salários atrasados, nem as rescisões contratuais, apesar das reclamações que chegavam ao secretário de Saúde, Carlos Lula, e ao governador Flávio Dino. Ambos faziam fazia de surdos e mudos.

Além de tudo, o Biosaúde impôs redução de salários aos trabalhadores como forma de não atrasar os salários, mas de nada adiantou, pois os pagamentos eram sempre feitos com muito atraso.

A Biosaúde deu o golpe maior quando foi embora do Maranhão  e deixou todo mundo na mão. Foi preciso uma decisão da Justiça maranhense, através da Vara de Interesses Difusos bloquear parcela dsos R$ 40 milhões pagos para o instituto que eram para quitar os salários atrasados dos funcionários e outras obrigações.

Em matéria do portal G1 Mogi das Cruzes, foi divulgado os fatos e as prisões dos caloteiros; confira abaixo:

Os presos foram apontados como responsáveis por empresa suspeita de desviar verbas trabalhistas de funcionários da saúde do Maranhão.

Por Natan Lira, G1 Mogi das Cruzes e Suzano

Uma operação da Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), prendeu quatro suspeitos em Mogi das Cruzes responsáveis por uma empresa suspeita de desviar R$ 40 milhões em prejuízo da Empresa Pública Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH).

De acordo com a Polícia Civil, as investigações começaram nos primeiros meses de 2018, quando a própria EMSERH levou o caso ao conhecimento da Polícia Civil maranhense e pediu a apuração.

No começo de 2017, o Ministério Público orientou que a EMSERH contratasse uma empresa para gerir a saúde no estado. O Instituto Biosaúde foi o vencedor do certame para gerir 60 unidades públicas de saúde.

No entanto, segundo a polícia, entre abril e dezembro de 2017, a Biosaúde deixou de pagar cerca de R$ 40 milhões destinados à quitação de encargos trabalhistas e previdenciários dos funcionários da área da saúde.

Foram presos preventivamente e sofreram buscas em suas residências, em Mogi, Luiz Fernando Giazzi Nassri, Carlos Guilherme Giazzi Nassri, Maria Renata Giazzi Nasri e Adriana Bassani Nassri, responsáveis pelo instituto.

O advogado Eugênio Carlo Balliano Malavasi, que representa Luiz Fernando Giazzi Nassri, informou que vai entrar com o pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça do Maranhão. O G1 tenta localizar os advogados dos outros três suspeitos.

Ainda segundo a Polícia Civil, o desfalque ocasionou, inclusive, no rompimenro do contrato da EMSERH com o Biosaúde. Na ocasião, segundo a polícia, a EMSERH ainda aplicou à entidade uma multa contratual de 5%.

A apuração policial constatou ainda que o instituto estava registrado em nome de laranjas e que os sujeitos presos em Mogi, embora não aparecessem nos documentos constitutivos e deliberatórios da entidade, eram efetivamente os seus controladores.

Nesta quinta-feira (23), os suspeitos permaneciam presos na sede do Deic em São Paulo, mas devem ser encaminhados ao Maranhão pela Polícia Civil, para que fiquem custodiados no sistema prisional maranhense à disposição da 1ª Vara Criminal de São Luis, especializada em crime organizado, responsável pela decretação das medidas cautelares e pela supervisão da investigação.

Eles devem responder, segundo a polícia, pelos crimes de organização criminosa, peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso.

A Polícia Civil segue no rastro do dinheiro desviado, tendo inclusive solicitado à Justiça, o bloqueio de bens e contas bancárias dos envolvidos, a fim de restituir aos cofres públicos os valores milionários criminosamente desviados.

O G1 tenta contato com a defesa dos suspeitos presos.

Acordo

No último dia 3 de agosto, um acordo garantiu a indenização de mais de 7 mil empregados da Biosaúde. No documento foi firmado que a Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH) ficará responsável pelos pagamentos das indenizações referentes aos meses de dezembro de 2017, janeiro, fevereiro e março de 2018.

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Campanha de Flávio Dino usou banca de mingau como produtora de vídeo e gastou mais de R$ 1 milhão

Reportagem da revista IstoÉ mostra que a campanha de 2014 do governador Flávio Dino usou R$ 1,3 milhão para produção de vídeo em endereço que funciona até hoje a uma banca de mingau na periferia de São Luís; confira abaixo:

IstoÉ

Valquíria dos Santos vende mingau de milho na sua lojinha da periferia de São Luis, mas no seu endereço “funcionava” uma empresa de vídeo fantasma para onde o governador Flávio Dino destinou verbas de R$ 1,3 milhão na campanha de 2014

Com um discurso centrado no combate à corrupção e privilégios, o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, vem cortando um dobrado para explicar por que tinha uma funcionária em seu gabinete, Walderice Santos da Conceição, que vende açaí na Vila de Mambucaba, em Angra dos Reis (RJ), na hora do expediente — popularmente conhecida como Wal do Açaí. No Maranhão, ISTOÉ localizou outra Val, que deverá dar dor de cabeça a outro candidato, o governador Flávio Dino (PCdoB), aspirante à reeleição. Valquíria dos Santos é personagem de uma representação contra Dino que tramita na Procuradoria Geral da República (PGR). De acordo com a denúncia, Dino teria utilizado uma empresa de fachada para dissimular a destinação de R$ 1,3 milhão recebidos na sua campanha para governador em 2014. As notas fiscais para justificar o pagamento foram emitidas por uma produtora de vídeo que funcionaria num modesto sobrado de um bairro da periferia de São Luís. No local, não funciona nem nunca funcionou produtora de vídeo. O que lá existe é uma pequena quitanda, que vende alimentos e onde, à noite, Valquíria, a Val de Flávio Dino, vende mingau de milho. De dia, comercializa picolés.

O MINGAU DA VAL Val tem um comércio humilde em São Luis (MA), onde vende mingau de milho (Crédito:Divulgação)

Produtora fantasma

A representação foi movida por um blogueiro do Maranhão, Caio Hostílio, ligado ao grupo de José Sarney, cuja filha, Roseana, disputa com Dino as eleições. Poderia ser mera querela política local se não houvesse de fato elementos que apontam para irregularidades na prestação de contas do governador. Na campanha de 2014, Dino apresentou à Justiça Eleitoral duas notas para a empresa Aldo Oberdan Pinheiro Montenegro–ME, um empreendimento com capital social de R$ 30 mil —, para justificar o gasto de R$ 1,3 milhão feito junto à suposta produtora de vídeo.

Segundo a representação, no dia 9 de julho de 2014 o Comitê Estadual do PCdoB recebeu créditos da ordem de R$ 1,3 milhão. No mesmo dia, o Comitê de campanha de Dino repassou igual valor à empresa Aldo Oberdan por meio do pagamento de duas notas fiscais, uma de R$ 800 mil e outra de R$ 500 mil. Como endereço da empresa, constava o sobrado amarelo no bairro Tirirical, na periferia de São Luis.

ISTOÉ esteve no local. Ali moram pessoas humildes, e nenhuma delas sabe operar uma câmera de vídeo. Em vez de produtora, o que existe ali é um pequeno comércio, que vende apenas produtos enlatados, itens de limpeza, picolés baratos e água mineral. À noite, Valquíria dos Santos, de 31 anos, a Val de Flávio Dino, a dona do comércio, aumenta sua renda vendendo mingau de milho. Quando dá tempo, ela também faz churrasquinhos.

Val é conhecida na região. Não como comunicadora, mas pelo sabor de seu mingau. Ela mora no sobrado desde criança. Viu a localidade crescer e hoje está desempregada, motivo pelo qual resolveu criar a pequena lojinha que toca com a mãe. Campanha política? Val nunca fez. “Só vejo pela TV”, disse Val. Obviamente, ela não tem a menor ideia do destino dos R$ 1,3 milhão que tinham como endereço uma firma “instalada” na sua casa. “Se tivesse pelo menos uma parte desse dinheiro, eu não estaria aqui com este comércio. Estaria em um spa, cuidando da beleza”, brincou Val, em conversa com ISTOÉ.

Aldo Oberdan, pelo menos, é alguém que existe, de fato. É funcionário do governo do Maranhão. Na época da suposta contratação do serviço, recebia da Secretaria de Saúde do Maranhão um salário de R$ 2,7 mil. Oberdan até faz vídeos para complementar sua renda. Não para campanhas, mas de festas de aniversário e casamentos, por valores irrisórios. Em sua defesa, Oberdan afirmou que, na realidade, emprestou o CNPJ de sua empresa para outra pessoa, Carlos Miranda, empresário do meio de comunicação que também já fez serviços para o governo maranhense. “Eu não sabia que na época da campanha, eles (PCdoB) tinham feito um depósito no nome da empresa”, explicou Aldo ao MP. “Não dei autorização para que meu nome fosse usado dessa forma”, complementou.

O comitê estadual do PcdoB destacou que o episódio “é mais um, dentre tantos outros, patrocinados pelo grupo político que dominou por mais de 50 anos o Maranhão e que tenta macular o processo eleitoral, em face da iminente derrota”. Pode até ser que o caso tenha sido explorado pela família Sarney, mas está cada vez mais difícil para Flávio Dino explicar por que a produtora da campanha foi parar na casa da Val, a moça do mingau do bairro Tirirical.

A “laranja” do governador

> A empresa de Oberdan fazia vídeos de casamentos, mas nesse dia emitiu duas notas fiscais para o comitê de campanha do PCdoB-MA: uma de R$ 800 mil e outra de R$ 500 mil. Nas notas fiscais, o valor era referente ao pagamento de “produção de material audiovisual para veiculação no horário eleitoral gratuito n rádio e TV”

> À Receita, a empresa disse funcionar no bairro Tirirical, periferia de São Luis, mas na verdade lá funcionava e ainda funciona um mercadinho que vende mingau à noite e sorvete e outros mantimentos de dia, pertencente à Valquíria dos Santos, a Val de Flávio Dino

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Dinheiro de emenda de ex-deputado para Esperantinópolis tomou Doril e sumiu; confira a denuncia

A deputada Ana do Gás ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa, na semana passada, para denunciar o sumiço da verba de R$ 500 mil de uma emenda do ex-deputado Raimundo Louro, que em 2014 informou a destinação do recurso para um povoado de Esperantinópolis. Mesmo com notícias publicadas sobre obras, ficou constatado que apenas dez carradas de barro foram colocadas em uma estrada de 2 km. O dinheiro sumiu, mas restou o silêncio de Raimundo Louro e do Filho Vinícius Louro. 

Para piorar a situação, o então prefeito Raimundinho, aliado de Raimundo Louro e Vinícius Louro, à época, não conseguiu prestar contas do recursos e, por isso, o município entrou para o clube dos inadimplentes.

Ana do Gás aproveitou para mostrar os documentos que comprovam suas emendas levando recursos para Esperantinópolis, assim com as do deputado Pedro Fernandes.

Confira abaixo a denúncia oferecida pela deputada:

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Bomba! Irmão de deputado é citado na carta deixada por Mariano por desvio na saúde

Um irmão de um deputado estadual do Médio Mearim foi citado na carta feita por Mariano Santos (foto abaixo), que recorreu ao suicídio em Teresina em 12 de abril deste, como um dos integrantes da máfia que desviou recursos de um hospital daquela região maranhense.

A carta, que encontra-se em poder da Polícia Civil do Piauí, não foi revelada na sua totalidade por causa do segredo de Justiça.

Porém, o Blog do Luis Cardoso obteve informações seguras de que em um dos trechos, o irmão do parlamentar é citado por desvio de fabulosas quantias, mas não foi arrolado na operação “Pegadores” da  Polícia Federal que levou à prisão funcionários influentes da Secretaria de Saúde, como Mariano Santos e Rosângela Curado, além de vários outros.

O médico citado tem empresa de pagamentos de colegas que trabalham no estabelecimento regional, assim como posses elevadas não condizentes ao seu salário.

Além disso, o cirurgião plástico acumula funções em outras hospitais do interior do Maranhão.

Estranho suicídio hoje de médico operador do esquema que desvio R$ 18 milhões da Saúde do Maranhão

“A culpa não pode ficar só comigo”, diz em carta médico que recorreu ao suicídio ontem

Desvio de dinheiro da Saúde: veja a relação das pessoas e empresas que tiveram as contas e os valores bloqueados

Operação da PF apurou desvio de recursos da Saúde do Maranhão em R$ 18 milhões

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Perícia confirma suicídio do médico Mariano e a autoria da carta deixada por ele

A Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa do Piauí divulgou hoje o resultado da perícia que confirmou o suicídio cometido pelo médico Mariano de Castro, cometido no dia 12 de abril deste ano, em um apartamento na cidade de Teresina. O delegado Francisco Baretta, titular da DHPP, informou também que os exames comprovaram também que a carta encontrada ao lado do corpo do médico é de autoria dele, o que deve causar insônia em alguns agentes públicos da Secretaria de Estado de Saúde do Maranhão.

O médico, segundo o delegado, recorreu ao suicídio preocupado com as investigações federais sobre o desvio de R$ 18 milhões da Saúde do Maranhão, da qual ele era o principal acusado. As investigações, que correm sob sigilo, apontam a participação de diversos funcionários da Saúde, inclusive alguns mais graúdos.

Baretta informou que, com a morte do médico, a preocupação agora será transferida para os que participaram da corrupção com o dinheiro público no Maranhão. “Esse país não comporta mais corrupção e, por isso, os culpados devem ser investigados e punidos como determina a lei”, avisou.

Aguardem novas informações.

Desvio de dinheiro da Saúde: veja a relação das pessoas e empresas que tiveram as contas e os valores bloqueados

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Prefeito Sidney enrolado em mais um esquema de corrupção em Anajatuba

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Presos ex-prefeito, ex-primeira-dama, ex-secretário, pregoeira, e vereador em operação em São Luís e interior

A operação de buscas, apreensões e prisões levadas a efeito pelo Geaco, aconteceram em São Luís e Santa Quitéria. Um vereador, a pregoeira, ex-prefeito, ex-primeira dama e ex-secretário foram presos hoje de manhã aqui na capital em em Santa Quitéria. Eles são acusados de fraudes em licitações.

Operação foi realizada na manhã de hoje

O Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA) e a Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor), realizaram na manhã desta quinta-feira, 19, uma operação conjunta para cumprir mandados de busca e apreensão e de prisão temporária. A ação aconteceu simultaneamente nos municípios de São Luís e Santa Quitéria. Os mandados foram expedidos pelo juiz da 1a Vara Criminal de São Luís.

Documentos foram apreendidos

A Promotoria de Justiça de Santa Quitéria, a 2ª Promotoria de Justiça Criminal de São Luís e o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) requereram as medidas cautelares. Segundo o promotor de justiça Luiz Eduardo Braga Lacerda, “há indícios da existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão específica e ordenada de tarefas, objetivando a prática de crimes relacionados a fraudes em processos licitatórios, desvio e apropriação de verbas públicas na gestão do ex-prefeito Sebastião de Araújo Moreira. Tudo com a participação de agentes públicos e particulares do município”.

Computadores também foram apreendidos

O Procedimento Investigatório Criminal apurou que o município de Santa Quitéria realizou procedimentos licitatórios para a contratação de serviços de manutenção veicular e de locação de veículos. A licitação teria sido direcionada para beneficiar a empresa Translumar- Limpeza Urbana e Transporte Maranhense. As irregularidades foram cometidas na gestão do ex-prefeito Sebastião Araújo Moreira.

Durante as investigações, foi constatado que a Translumar não exercia suas atividades no endereço indicado como sua sede, não possuía veículos cadastrados em seu nome e que tivessem as especificações contidas no Edital e não possuía funcionários registrados. Foi identificado, ainda, que o município de Santa Quitéria realizou pagamento em favor da empresa no valor aproximado de R$3.255.000,00 (três milhões duzentos e cinquenta e cinco mil reais). Luiz Eduardo Braga Lacerda explicou que “o pagamento foi feito sem a prestação dos serviços e com ausência de empenho prévio, representando efetivo dano ao erário municipal.”

Muitos documentos foram apreendidos

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados Sebastião de Araújo Moreira (ex-prefeito), Dalila Pereira Gomes (ex-primeira-dama), Keller Bernardo Aquino da Silva (ex- secretário municipal de Educação e Administração), Eliza dos Santos Araújo Lima (ex-pregoeira), Osmar de Jesus Costa Leal (ex-prefeito e liderança política na região) e Luís Henrique Almeida Lopes (sócio da empresa TRANSLUMAR – Limpeza Urbana e Transporte Maranhense).

Durante a operação, Dalila Pereira Gomes, Keller Bernardo Aquino da Silva, Eliza dos Santos Araujo Lima, João Francisco Amorim Moreira foram presos. O vereador Francisco das Chagas Silva, conhecido como “Chico Motorista”, foi preso em flagrante por posse de arma de fogo. O contador Osmar de Jesus foi preso por posse de arma de fogo e usurpação de documentos públicos. Ele estava de posse de processos licitatórios completos. Luís Henrique Almeida Lopes está sendo procurado.

O promotor de justiça Marco Aurélio Cordeiro Rodrigues, membro do Gaeco, detalhou que “a operação foi realizada para apreender documentos, computadores e outros objetos relacionados à possível conduta delituosa, e para identificar outros integrantes da organização criminosa. Diante das evidências da prática do crime de lavagem de dinheiro, queremos saber a destinação dos valores desviados, e entender o papel desempenhado por cada um dos agentes da organização.”

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Fecha o cerco ao governo comunista: negado habeas corpus ao secretário de Saúde Carlos Lula

Desde que foi citado em conversas interceptadas pela Polícia Federal que apurou o desvio de R$ 18 milhões da sapude do Maranhão, o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, vem tentando trancar a operação no que diz respeito ao nome dele. Motivo: medo da prisão. Hoje, ele teve negado um pedido de habeas corpus pelo ministro Ribeiro Dantas, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Em 2017, o secretário de Saúde entrou com o primeiro HC (divulgado aqui em primeira mão pelo Blog do Luis Cardoso) e por coincidência recebido no dia 12 deste pelo STJ, mesma data em que o Mariano de Castro foi encontrado morte em apartamento em Teresina.

Carlos Lula virou alvo por causa dos ilícitos cometidos numa licitação da sua pasta para beneficiar o IDAC em contrato para coordenar a UPA da cidade de Chapadinha.

As chances de uma nova operação da PF para desvendar novos fatos relacionados aos recursos federais desviados pelo governo de Flávio Dino estão aumentando cada vez mais.

A defesa do secretário lula argumenta que o dinheiro desviado não é federal, ms sim do Tesouro do Estado.

Bomba! STJ recebeu eletronicamente pedido de Habeas Corpus de Carlos Lula no mesmo dia da morte do médico Mariano

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Tenente coronel do Corpo de Bombeiros é preso por suspeita de corrupção

Blog Diego Emir

A Polícia Civil do Estado do Maranhão, por intermédio da SECCOR, cumpriu, na data desta sexta-feira (13), mandado de prisão preventiva decretado pela 2ª Vara Judicial da Comarca de Pinheiro/MA, em desfavor do Tenente Coronel do Corpo de Bombeiros do Estado – HILTON NOGUEIRA JUNIOR.

A representação pela prisão partiu do 2º Departamento de Combate à Corrupção, que investiga a prática de diversos atos de corrupção praticados por HILTON durante os anos de 2016 e 2017, quando esteve à frente do 8º Batalhão de Pinheiro. Dentre estes atos estão a coação ao empresário responsável pelo fornecimento de alimentação do batalhão que era obrigado a superfaturar suas notas ficais para que o comandante pudesse desviar em seu proveito o valor superfaturado; cobranças de vantagens indevidas para concessão de certificados de funcionamento/licenças e pedidos de supostas “doações” a empresários e representantes das prefeituras circunvizinhas, os quais eram intitulados, pelo investigado, de “padrinhos”.

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MP denuncia ex-prefeito de Miranda do Norte por falta de prestação de contas

O Ministério Público do Maranhão ofereceu denúncia, em 11 de março, contra o ex-prefeito do município de Miranda do Norte, José Lourenço Bonfim Júnior (mandatos de 2009/2012 e 2013/2016), por ele não ter prestado contas do convênio firmado com o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secma), para a construção de uma escola municipal de música. Também foi proposta Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o ex-gestor.

As manifestações foram formuladas pela promotora de justiça Flávia Valéria Nava Silva, da Comarca de Itapecuru-Mirim, da qual Miranda do Norte é termo judiciário.

Para acompanhar a execução do convênio celebrado em 2014, foi instaurado um procedimento administrativo pela Promotoria de Justiça da Comarca de Itapecuru-Mirim.

O convênio previa o repasse dos recursos pela Secma em três parcelas. As duas primeiras foram encaminhadas para o município, cuja soma resultou no montante de R$ 105.263,16.

Ao longo da investigação, o MPMA constatou, em novembro de 2015, que a escola de música havia sido construída. No entanto, em janeiro de 2018, a Secma informou que a prestação de contas não foi apresentada pelo Município até aquela data.

Na ação, a promotora de justiça enfatizou que, de acordo com a legislação, se um ente público ou privado recebe verbas do Poder Público em decorrência de convênio, o valor só pode ser utilizado para fins previstos no acordo. Por esta razão, o conveniado fica obrigado a prestar contas de sua utilização, tanto para o ente que repassou quanto para o Tribunal de Contas. “Com a ausência da prestação de contas restou comprovada a malversação do dinheiro público, imputando-se ao requerido a devolução de todo o valor repassado”, ressaltou a promotora de justiça.

PEDIDOS

Na Ação Penal, foi solicitada a condenação de José Lourenço Bonfim Júnior pela prática dos crimes descritos no artigo 1º, incisos III e VII, do Decreto Lei nº 201/67, cujas penalidades preveem detenção de três meses a três anos.

Como medida liminar, na Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa, o MPMA requereu a indisponibilidade dos bens do ex-gestor tantos quantos forem necessários para ressarcir os prejuízos causados ao erário.

Também foi requerida a condenação dele conforme o artigo 12 da Lei n° 8429/92 (Lei da Improbidade Administrativa), com as seguintes penalidades: ressarcimento integral do dano causado ao município, acrescido de correção monetária no momento da execução da sentença; suspensão dos direitos políticos pelo prazo de oito anos; pagamento de multa civil no valor de 10 vezes o valor da remuneração recebida pelo réu enquanto gestor municipal; e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de cinco anos.

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Ex-prefeita Lidiane “Ostentação” vai contar hoje tudo sobre desvio de milhões no Conexão Repórter

Bastante aguardada a entrevista bombástica que será exibida hoje pela ex-prefeita de Bom Jardim Lidiane Leite, conhecida como “prefeita ostentação”. O jornalista Roberto Cabrini, âncora do programa, foi quem fez a entrevista. Ela vai falar tintim por tintim sobre o desvio de milhões de reais de uma cidade carente e abandonada.  Imperdível a quebra do silêncio! 

Fotos: Divulgação/SBTn – Lidiane Leite e o jornalista Roberto Cabrini

De acordo com a produção jornalista do programa, a ex-prefeita, de 27 anos, responde na Justiça por 14 crimes e vive hoje reclusa em seu novo lar com o marido, com quem casou recentemente. Ela acusa o ex-marido Beto Rocha de usá-la para a prática de corrupção, mas ele também vai aparecer no Conexão Repórter se defendendo. Não perca!

Fotos: Divulgação/SBT – Ex-prefeita Lidiane Leite emocionada

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Flávio Dino vai empossar ex-prefeito Raimundinho Lídio, ficha suja, na direção do Iterma

Alguém do governo precisa mostrar para Flávio Dino o desgaste que representará ao seu governo a nomeação do ex-prefeito de Paulino Neves, Raimundo Oliveira Filho (foto ao lado), mais conhecido por Raimundinho Lídio (PRB), no cargo de diretor presidente do Iterma – Instituto de Colonização de Terras do Maranhão. Lídio foi demitido do INSS e condenado, sendo, portanto, ficha suja.

Raimundinho Lídio ocupou o cargo de Analista de Sistema no INSS, de onde foi afastado por por falcatruas administrativas. Por essa razão, houve a devolução do dano ao erário, conforme publicação no Diário Oficial da União; confira abaixo: 

O ex-prefeito detém um desastroso legado político no Município de Paulino Neves, com diversas condenações junto ao Tribunal de Contas do Estado, bem como ações de improbidade Administrativa promovidas pelo Ministério Público Estadual.

Na 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do (TJMA) ele já foi denunciado por causa de acusação feita pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) de contratar servidor sem concurso público para exercer cargo na administração municipal. O processo foi julgado no colegiado sob a relatoria do desembargador Vicente de Paula, no ano passado.

A nomeação ao Iterma era prevista para o dia 3 passado, mas não foi concretizada. Talvez o governador tenha recebido o currículo nada republicano do ex-prefeito.

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