IBGE aponta que 1 milhão de pessoas voltaram a procurar emprego

    Por Radar DF

    Cerca de 1 milhão de pessoas voltaram a buscar trabalho na segunda semana de agosto (entre os dias 9 e 15), de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Covid-19).


    A população fora da força de trabalho, que não estava trabalhando nem procurava emprego, atingiu 75,5 milhões de pessoas – na primeira semana do mês eram 76,1 milhões.

    Entre essas pessoas, cerca de 27,1 milhões – 35,9% da população fora da força de trabalho – relataram que gostariam de trabalhar, um recuo ante a semana anterior quando o número era de 28,1 milhões (36,9%).

    O resultado da segunda semana de agosto é estável na comparação à primeira semana da pesquisa, entre 3 a 9 de maio, quando 27,1 milhões (35,5%) disseram que gostariam de trabalhar.

    Ainda de acordo com o IBGE, a pandemia ou a falta de trabalho no local onde vivem foram os motivos para que 17,7 milhões dessas pessoas que gostariam de trabalhar não chegassem a procurar emprego – uma queda em relação à semana anterior, quando esse número tinha chegado a 18,3 milhões.

    Ocupada
    A população ocupada do país foi estimada em 82,1 milhões na segunda semana de agosto, o que mostra estabilidade em relação ao período anterior, quando eram 81,6 milhões de pessoas.

    O número, entretanto, é menor que o registrado na primeira semana da pesquisa, de 3 a 9 de maio, quando 83,9 milhões de pessoas estavam ocupadas.

    Segundo a pesquisa, a população ocupada e não afastada do trabalho ficou em 75,1 milhões de pessoas, uma estabilidade se comparado à semana anterior (74,7 milhões) e um crescimento na comparação com a semana de 3 a 9 de maio (63,9 milhões).

    Nesse grupo, 8,3 milhões (11,1% da população ocupada e não afastada) trabalhavam remotamente – estabilidade ante a semana anterior em que havia 8,6 milhões (11,5%) em homeoffice.

    O nível de ocupação alcançou 48,2% e ficou estável frente a semana anterior (47,9%), mas em queda na comparação com a semana de 3 a 9 de maio (49,4%).

    Desocupada
    A Pnad Covid-19 indicou que a população desocupada chegou a 12,9 milhões de pessoas, pouca diferença em relação à semana anterior (12,6 milhões de pessoas). Apesar disso, foi maior que a da primeira semana da pesquisa (9,8 milhões).

    Entre 9 e 15 de agosto, a taxa de desocupação ficou em 13,6% mostrando estabilidade se comparada à semana anterior (13,3%), mas registrando alta em relação à primeira semana de maio (10,5%).

    Para a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, embora pouco significativo, houve um leve aumento tanto na população ocupada, como na desocupada e uma discreta diminuição da população fora da força de trabalho, o que representa, além da retomada das atividades econômicas, uma recuperação do emprego.

    “Mostrando sinais de recuperação do mercado de trabalho, principalmente, quando a gente olha a população fora da força de trabalho, que também teve uma variação não significativa, mas negativa desse contingente”, comentou.

    Informalidade
    Os dados de informalidade também mostraram recuperação. Mesmo estatisticamente estável, o total de pessoas que estava trabalhando de forma informal (28 milhões) foi pouco acima do registrado na semana anterior (27,9 milhões). Com isso, a taxa de informalidade ficou em 34,1%. No início de maio, eram 30 milhões de trabalhadores informais, que são os empregados do setor privado sem carteira; trabalhadores domésticos sem carteira e trabalhadores que não contribuem para o INSS.

    “O trabalho informal, desde o início da pesquisa, vinha caindo e agora nas últimas duas, três semanas ele vem apresentando variações positivas”, afirmou.

    Isolamento
    As pessoas que estavam afastadas do trabalho por causa do isolamento social somaram 4,3 milhões na segunda semana de agosto, ficando estável. No entanto, aumentou para 2,7 milhões o grupo que estava distante do trabalho por outro motivo, como licença-maternidade ou doença.

    Estudantes
    A pesquisa apurou ainda que, entre os 45,8 milhões de estudantes que frequentavam escolas ou universidades, 36,8 milhões (80,3%) tiveram atividades escolares na segunda semana de agosto. O número é uma alta de 1,6 milhão em relação à semana anterior. No período, 16,6% não tiveram atividade escolar e 3% estavam de férias.

    Esta é a primeira edição semanal da pesquisa em que são divulgados os dados sobre a frequência e realização de atividades por estudantes matriculados em escolas e universidades e o comportamento da população sobre o distanciamento social adotado para evitar o contágio pelo coronavírus. Essas informações já compõem a versão mensal da pesquisa.

    Nas grandes regiões, a Norte teve o menor percentual de estudantes com atividades escolares (56,2%). Outros 39% ficaram sem atividades, o que corresponde a 1,8 milhão de estudantes. A Região Nordeste registrou 73,8% de alunos com atividades remotas, o Centro-Oeste, 85,8%; a Sudeste, 86,6%; e a Sul, 92,1%.

    Entre 9 e 15 de agosto, 24,3 milhões de estudantes (66%) tiveram atividades escolares durante cinco dias da semana. O total é 1,6 milhão maior do que o da semana anterior. Na Região Norte, o percentual ficou em 54,5%; no Sul, 63,7% ; no Nordeste, 65,3% ; no Centro-Oeste, 68,1% e no Sudeste, 68,8%.

    Saúde
    Na segunda semana de agosto, 12 milhões de pessoas se queixaram de algum dos sintomas de síndrome gripal – uma queda em relação à semana anterior (13 milhões) e à primeira semana da pesquisa (26,8 milhões).

    A dor de cabeça foi a queixa mais recorrente (5,4 milhões), seguida por nariz entupido ou escorrendo (4,8 milhões), tosse (4,3 milhões), dor de garganta (3,2 milhões), dor muscular (2,9 milhões), fadiga (2,1 milhões), perda de cheiro ou de sabor (1,3 milhão), dificuldade de respirar (1,3 milhão) e dor nos olhos (1,1 milhão).

    Atendimento
    Entre os 12 milhões que relataram sintomas, 2,7 milhões procuraram atendimento em hospitais da rede pública. Na semana anterior eram 3,2 milhões (24,3%).

    A maioria (45,8%) relatou ter buscado atendimento médico em postos do Sistema Único de Saúde (SUS), enquanto 22,1% foram para prontos-socorros. A procura por atendimento em ambulatório ou consultório privado ou ligado às Forças Armadas somou 11,3%. O restante foi para hospitais privados (9,3%) ou prontos-socorros privados (3,7%). Cerca de 116 mil pessoas com sintomas precisaram ficar internadas.

    Ainda na segunda semana, 77,1% não procuraram nenhum estabelecimento de saúde. Cerca de 60,5% disseram ter tomado remédio por conta própria, enquanto 11,7% tomaram medicamento com orientação médica. A pesquisa mostrou também que 4,1% ligaram para algum profissional de saúde e 2,7% receberam visita de algum profissional de saúde do SUS.

    Contágio
    Segundo a pesquisa, 4,4 milhões de pessoas (2,1% dos 211,2 milhões da população brasileira) não tomaram nenhuma medida para evitar o contágio pelo novo coronavírus, na segunda semana de agosto – registro de estabilidade em relação ao período anterior.

    Houve estabilidade também na população que ficou rigorosamente em casa: 44,4 milhões de pessoas (21%). Já o grupo que reduziu o contato, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas aumentou em 2,9 milhões, totalizando 74,5 milhões de pessoas. Quem ficou em casa e só saiu por necessidade básica caiu para 86,4 milhões (40,9%) – na primeira semana de agosto eram 89,1 milhões (42,2% da população).

    Fonte EBC

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    Balanço: Nutriex e Rennova somam mais de R$ 200 milhões em doações e investimentos durante a pandemia

    Empresas criaram estrutura para oferecer produtos para detecção e combate à Covid-19

    A empresa Nutriex, que atua no mercado de saúde, higiene e proteção há 20 anos, voltou todos os seus esforços ao combate e prevenção da Covid-19. E a Rennova, empresa da mesma corporação, também seguiu as estratégias, colaborando com os esforços para a redução do impacto da pandemia no país.

    Até julho, as empresas contabilizaram mais de R$ 200 milhões em doações e ampliação de portfólio de saúde. Foram realizados grandes investimentos para trazer insumos e ampliar a oferta de produtos voltados à doença: R$ 160 milhões foi o valor dedicado a máscaras de proteção para profissionais e R$ 10 milhões foi o total aplicado na compra de equipamentos e afins. Em doações, durante as lives musicais e outros formatos e fomento do mercado, foram doados mais de R$ 25 milhões em produtos. Além de outros investimentos

    A Nutriex também foi uma das pioneiras em oferecer à população os testes rápidos, contribuindo para a ampliação de testagem no país.

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    Auxílio emergencial cai para R$ 300 e terá mais 4 parcelas, diz Bolsonaro

    Por Metrópoles 


    Presidente tinha criticado proposta da equipe econômica de baixar o benefício para R$ 200, mas antecipado que valor seria diminuído

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegaram a um acordo sobre o novo valor do auxílio emergencial.

    Os dois já haviam concordado que não era viável manter o benefício em R$ 600, e terminaram por fixar o valor em R$ 300, a ser pago até dezembro deste ano. A novidade foi anunciada por Bolsonaro nesta terça-feira (1º/8) em pronunciamento na frente do Palácio da Alvorada.

    Bolsonaro e Guedes chegaram a demonstrar, em público, que havia desentendimento entre os dois quanto ao valor. “O Paulo Guedes ou alguém falou da Economia em R$ 200.

    Eu acho que é pouco. Mas dá para chegar num meio termo, e nós buscamos que ele venha a ser prorrogado por mais alguns meses, talvez até o final do ano, de modo que nós consigamos sair dessa situação fazendo com que os empregos formais e informais voltem à normalidade”, disse o presidente durante cerimônia no dia 19 de agosto, ao lado do ministro.

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    Revelado o cachê milionário de Gustavo Lima em live a Festa do Peão de Barreto

    O embaixador comandou ontem a maior live do Brasil em Barretos e deixou revelado o mais volumoso cachê de um cantor nestes tempos de pandemia. Segundo sites que fazem cobertura deste tipo de evento, o acerto ficou em R$ 5 milhões só para o artista.

    O mundo dos shows on-line batizados de live, agrada os cantores, bandas e principalmente aos anunciantes. Diferente de um show com a presença de no máximo 50 mil pessoas, o anuncio na live chega a ser visto por milhões de pessoas. Por isso, o investimento pesado dos anunciantes com a certeza de retorno real.

    A live de ontem, sábado (29), na Festa do Peão de Barreto, foi assistida por nada menos que 4 milhões e 900 mil pessoas. Claro, por causa do embaixador.

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    Mais de R$ 26,7 milhões são destinados a 90 municípios para o Programa de Aquisição de Alimentos

    Municípios devem manifestar interesse na execução em até 30 dias. Estimativa é de que cerca de quatro mil agricultores familiares sejam beneficiados

    Ministério da Cidadania divulgou nesta segunda-feira (17.08), no Diário Oficial da União, uma lista de 90 municípios contemplados com recursos para a execução do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O investimento do Governo Federal é de R$ 26,7 milhões e a estimativa é de que aproximadamente quatro mil agricultores familiares sejam beneficiados.

    Os municípios têm até 30 dias para confirmar o interesse na execução do Programa. Novas regras foram adotadas para o repasse de recursos via PAA municipal, com prioridade para municípios mais vulneráveis. O objetivo é garantir renda aos agricultores e alimentação para as pessoas atendidas na rede socioassistencial. A partir de agora terão execução direta os municípios com população acima da média regional e que atendam a três critérios: proporção do número total de pessoas extremamente pobres vinculadas ao Cadastro Único em relação ao número total de pessoas, acima da média regional; proporção do déficit de altura infantil para idade em crianças menores de cinco anos, com acompanhamento no Programa Bolsa Família, acima da média regional em 2019; e proporção do número total de Declarações de Aptidão ao Pronaf – DAP ativas, vinculadas ao Cadastro Único em relação ao número total de DAP ativas, acima da média regional.

    Essas portarias incluiram ainda algumas regras de transição para que os municípios tenham tempo de se adequar. Esses critérios podem ser conferidos neste link.

    Em 2020 somente serão atendidos municípios que já possuem adesão ativa e com boa execução. Os municípios que não atendem aos critérios poderão continuar executando o PAA através das adesões estaduais.

    De acordo com o secretário nacional de Inclusão Social e Produtiva do Ministério da Cidadania, Ênio Lopes, essa mudança garante maior eficiência e transparência na execução dos recursos, pois reduz a burocracia e oferece mais tempo para um acompanhamento qualitativo da execução da proposta. “Como muitos municípios passarão a ser contemplados por adesões estaduais, essa é uma forma de fortalecer a gestão dos Estados sobre a política de segurança alimentar e nutricional”, garante.

    A lista de municípios contemplados pode ser encontrada neste link.

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    Bolsonaro fala em “meio-termo” ao citar prorrogação do auxílio emergencial

    Por Metrópoles

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta quarta-feira (19/8) que o auxílio emergencial, benefício pago a trabalhadores informais afetados pela pandemia do coronavírus, poderá ser prorrogado até dezembro deste ano, porém com um valor menor do que os atuais R$ 600.

    A declaração foi feita durante cerimônia para sancionar medidas que facilitam acesso ao crédito para empresas impactadas pela crise decorrente da pandemia.

    De acordo com o presidente, o governo busca um “meio-termo” para estender o benefício e que, nos moldes atuais, o auxílio “pesa muito para a União”.

    “R$ 600 pesa muito para a União. Não é dinheiro do povo, porque não está guardado. É endividamento. E se o país endivida demais, você acaba perdendo sua credibilidade para o futuro. Então, R$ 600 é muito”, disse Bolsonaro.

    “O Paulo Guedes ou alguém falou da Economia em R$ 200. Eu acho que é pouco. Mas dá para chegar num meio-termo e nós buscarmos que ele venha a ser prorrogado por mais alguns meses, talvez até o final do ano, de modo que nós consigamos sair dessa situação fazendo com que os empregos formais e informais voltem à normalidade”, acrescentou.

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    Programa de renda básica para a primeira infância proposto por Eliziane Gama será analisado pelo Senado

    O Senado analisará projeto de lei que estabelece uma renda mensal de R$ 800 para famílias vulneráveis com crianças de até seis anos de idade. O texto foi apresentado pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) e também contém medidas de tributação sobre a elite econômica do País para custear o programa.

    PLP 213/2020 estabelece que o valor será pago integralmente nos três primeiros anos de vida da criança e com reduções progressivas de R$ 100 nos anos subsequentes, até a criança completar sete anos. Cada família poderá receber até três cotas do benefício. Caso a família ultrapasse o limite de renda mensal per capita, a renda será mantida por dois anos, com o valor reduzido à metade do primeiro ano e a 25% no segundo.

    A renda básica da primeira infância alcançará os mesmos beneficiários do Bolsa Família (Lei 10.836, de 2004), substituindo a parcela variável concedida para famílias com filhos nessa idade. As condicionalidades para concessão do benefício continuarão as mesmas: frequência escolar mínima, acompanhamento de saúde e acompanhamento nutricional.

    O benefício não poderá ser objeto de contingenciamento orçamentário e não será incluído na vedação para reajuste de despesas acima da inflação em caso de descumprimento do teto de gastos (Emenda Constitucional 95).

    Financiamento

    A intenção do projeto é que a renda básica seja financiada com nova arrecadação. Para isso, o texto cria ou modifica três formas de tributações que atingem a parcela mais rica da população.

    A primeira delas é o IGF (Imposto sobre Grandes Fortunas ), a ser cobrado sobre patrimônios líquidos superiores a R$ 20 milhões a uma alíquota de 2%. O imposto será devido por pessoas físicas que moram no Brasil e sobre pessoas físicas ou jurídicas no exterior que tenham patrimônio registrado no Brasil. Patrimônio em nome de menores de idade será tributado junto com o de seus pais. Caso seja verificada a transferência de patrimônio de indivíduo para empresa para evadir a cobrança do IGF, a empresa responderá solidariamente pela dívida.

    A segunda tributação é a cobrança sobre a distribuição de lucros e dividendos entre os sócios e acionistas de empresas, que atualmente são isentos. O projeto estabelece alíquota de 15%. Em compensação, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) tem sua alíquota-base reduzida de 15% para 12,5%, e a sua alíquota adicional (para lucro anual superior a R$ 20 mil por mês) reduzida de 10% para 7,5%.

    Por fim, o projeto autoriza os estados e o Distrito Federal a elevarem as suas alíquotas do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação), que incide sobre heranças. O Senado Federal ficará incumbido de revisar a alíquota máxima desse tributo – atualmente de 8% – em até 18 meses.

    Etapa fundamental

    Na sua justificativa para o projeto, a senadora Eliziane Gama destaca que, na atual estrutura de redistribuição de renda do Estado brasileiro, a primeira infância tem participação “ínfima” no orçamento federal. Ela também argumenta que a pobreza afeta “desproporcionalmente” as crianças, uma vez que os primeiros anos de vida são cruciais para a formação do indivíduo.

    “Permitir que essas crianças possam ter nutrição condizente com suas necessidades, condições de habitação e recreação adequadas e viver em um ambiente de menor estresse possibilitará que seu cérebro se desenvolva. Esta etapa da vida é crucial para o desenvolvimento tanto das habilidades cognitivas quanto emocionais, que fará com que o aprendizado na escola seja efetivo e que no futuro seja um cidadão próspero e capaz de contribuir para a sua sociedade”, escreve a senadora.

    As formas de arrecadação estabelecidas pelo projeto são, para ela, soluções para financiar o programa sem descontrole da dívida pública, além de representarem “justiça social”.

    “Nossa desigualdade é mais alta e mais persistente do que sabíamos. E os super-ricos aprenderam ao longo do tempo a usar cada vez melhor as brechas de nosso sistema tributário. Sabemos que historicamente no Brasil os mais ricos pagam poucos tributos, e frequentemente se beneficiaram de favores estatais”, observa Eliziane Gama.

    O PLP 213 ainda não tem um relator. Caso seja aprovado pelo Senado, ele seguirá para a Câmara dos Deputados. (Agência Senado)

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    MEC anuncia que Enem será em 17 e 24 de janeiro de 2021

    Por Agência Brasil

    O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que teve a aplicação adiada por causa da pandemiado novo coronavírus, foi remarcado para os dias 17 e 24 de janeiro, na sua versão impressa. A nova data para aplicação das provas foi divulgada no último sábado (8), durante coletiva de imprensa transmitida pela internet, que contou com a presença do secretário executivo da pasta, Antonio Paulo Vogel, que é o ministro interino, e o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes.

    A versão digital do exame será aplicada nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Já a reaplicação das provas está marcada agora para os dias 24 e 25 de fevereiro do ano que vem. Os resultados serão divulgados no dia 29 de março.

    “Entendemos que essa decisão não é uma decisão perfeita e maravilhosa para todos. Sabemos que não é. Então, buscamos uma solução técnica, tentando ver a data que melhor se adequa a todos”, afirmou Vogel, ao divulgar o novo calendário. Segundo ele, a definição das datas foi construída após diálogo com as secretarias estaduais de Educação e entidades que representam as instituições de ensino superior, tanto privadas quanto públicas.

    Segundo o presidente do Inep, serão adotadas medidas sanitárias durante a aplicação das provas, como uso de álcool gel e distanciamento adequado entre os estudantes. Os protocolos sanitários para aplicação das provas vão gerar um custo adicional de cerca de R$ 70 milhões para o governo federal, informou Alexandre Lopes.

    “Estamos prontos para fazer essa execução em janeiro. Já estamos adotando as medidas necessárias, junto ao consórcio aplicador, para garantir a segurança sanitária durante a aplicação da prova, medidas relativas ao uso de álcool gel, uso de máscara, distanciamento e quantidade a alunos nas salas de aplicação do exame”, afirmou Lopes.

    Consulta pública

    Em junho, o Inep chegou a realizar uma enquete virtual para saber em quais datas os estudantes gostariam de realizar a prova. Pelo levantamento, 49,7% dos estudantes preferiam que o Enem impresso fosse aplicado em 2 e 9 de maio de 2021 e o Enem digital em 16 e 23 de maio. Ao comentar a decisão de aplicar as provas entre janeiro e fevereiro, Lopes disse que levou em conta, além da própria enquete, as opiniões das instituições de ensino e das secretarias de educação.

    “A enquete não seria o único parâmetro para definição da data, era mais um parâmetro. Entendemos que seria muito importante ouvir os secretários estaduais de educação, representados aqui pelo Consed, como também as instituições de ensino superior, tanto públicas quanto privadas. Todas as informações foram levadas em consideração. Com relação à enquete, mais da metade dos alunos optaram por dezembro e janeiro; maio foi menos de 50% dos alunos, então, mais da metade dos alunos preferiu dezembro e janeiro e a gente também está atendendo esse público”, argumentou.

    Edição extra do Sisu

    O ministro interino da Educação destacou que, caso seja um desejo das instituições de ensino, o MEC poderá abrir um terceiro período de inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) em 2020. Normalmente, o Sisu é aberto duas vezes no ano, no primeiro e no segundo semestre.

    As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2020 estão abertas até o dia 10 de julho. Serão oferecidas mais de 51 mil vagas em instituições de ensino superior do país.

    Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu 2020.2 vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de ter feito o Enem de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar.

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    Presidente do STF é internado em Brasília

    Por Agência Brasil

    O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, foi internado nesse domingo (9) em um hospital particular de Brasília com um quadro de pneumonite alérgica.

    Segundo nota divulgada ontem pela assessoria de imprensa do STF, o ministro testou negativo para covid-19 e despachará normalmente durante a internação.

    Pneumonite

    A pneumonite por hipersensibilidade é um tipo de inflamação dentro e ao redor dos pequenos sacos de ar (alvéolos) e das menores vias aéreas (bronquíolos) dos pulmões provocada por uma reação de hipersensibilidade à inalação de poeiras orgânicas ou, menos frequentemente, de substâncias químicas.

    Essa hipersensibilidade dos pulmões provoca tosse, febre, calafrios e falta de ar algumas horas após o contato com a substância.

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    Eliziane critica proposta que reduz proteção ambiental da Amazônia e defende preservação de todos os biomas

    A líder do Cidadania no Senado, Eliziane Gama, criticou nesta terça-feira (04) a proposta do Ministério do Meio Ambiente à equipe econômica do governo para reduzir a meta oficial de proteção da Amazônia prevista no PPA (Plano Plurianual), aprovado em 2019.

    “Ricardo Salles se consolida como o pior ministro do Meio Ambiente da história, propondo proteger só um terço da área da floresta destruída em um ano”, afirma a senadora do Cidadania (Foto: Reprodução)

    “Diante dos recordes de desmatamento da Amazônia, Ricardo Salles se consolida como o pior ministro do Meio Ambiente da história, propondo proteger só 1/3 da área da floresta destruída em um ano. Vamos lutar contra esse absurdo. Vamos preservar a Amazônia e todos os biomas”, escreveu a parlamentar em seu perfil no Twitter.

    O Ministério do Meio Ambiente quer que a nova meta seja proteger 390 mil hectares na Floresta Amazônica, sem citar nada sobre os outros biomas. A área de proteção sugerida pelo ministério representa cerca de um terço da área que foi desmatada na floresta entre agosto de 2018 e julho de 2019. Segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), nesse período o desmatamento na Amazônia foi de 976,2 mil hectares.

    A proposta de redução da meta foi assinada pelo secretário-executivo da pasta, Luís Biagioni, o segundo na hierarquia do Meio Ambiente. Em nota técnica, o ministério alega que não conseguiria cumprir a meta do PPA antes da implantação de ações em parceria com órgão de governos estaduais e do governo federal.

    “Considerando todo o contexto que abarcou também a elaboração do Planejamento Estratégico do MMA verificou-se que a meta disposta no PPA 2020/2023 não poderia ser alcançada, no período proposto, dada a necessidade de implementação de todos os eixos do novo Plano, em especial, em razão da demanda da participação de tantos outros envolvidos no âmbito federal e estadual”, diz a nota do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Economia.

    No PPA aprovado pelo Congresso em 2019, com os  objetivos a serem perseguidos pelo governo no quadriênio até 2023, consta que devem ser reduzidos em 90% o desmatamento e incêndio ilegais em todos os biomas brasileiros, incluindo a Amazônia.

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    Estudantes podem se inscrever no Fies a partir de hoje

    Por Agência Brasil 

    De hoje até esta sexta-feira (31) estarão abertas, no site do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) as inscrições no processo seletivo para o segundo semestre de 2020.

    O resultado será divulgado no dia 4 de agosto. Segundo o Ministério da Educação (MEC), o período para complementação da inscrição dos candidatos pré-selecionados será de 4 a 6 de agosto.

    As inscrições no programa, que começariam na semana passada, foram adiadas depois que o MEC identificou inconsistências no processamento da distribuição das vagas ofertadas pelas instituições de ensino superior.

    Lista de espera

    Quem não for pré-selecionado na chamada única do Fies pode disputar uma das vagas ofertadas por meio da lista de espera. Diferentemente dos processos seletivos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e do Programa Universidade Para Todos (Prouni), para participar da lista de espera do Fies não é necessário manifestar interesse, a inclusão é feita automaticamente.

    A convocação da lista de espera vai do dia 4 até as 23h59 de 31 de agosto.

    Requisitos

    Pode se inscrever na seleção do Fies o candidato que tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir da edição de 2010, e tenha alcançado nota média nas provas igual ou superior a 450 pontos.

    O interessado não pode ter zerado a redação e deve ter renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos.

    Programa

    O Fies é um programa do MEC que concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, em instituições de educação superior particulares. O fundo é um modelo de financiamento estudantil moderno, divido em diferentes modalidades, podendo conceder juro zero a quem mais precisa. A escala varia conforme a renda familiar do candidato.

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    Senado aprova MP que regulamenta repasse de verbas para a cultura

    O Senado aprovou nesta quarta-feira (22) a medida provisória que regulamenta o repasse de recursos do auxílio emergencial para o setor cultural, a chamada Lei Aldir Blanc  (MP 986/2020). O dinheiro para pagar o auxílio emergencial de trabalhadores da cultura já foi repassado da União para os estados e o Distrito Federal e, se não for usado no prazo de 120 dias, terá que ser recolhido aos fundos estaduais ou distrital. Mais informações com a repórter Raquel Teixeira, da Rádio Senado.

    Fonte: Agência Senado

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