Auxílio emergencial de R$ 600 é prorrogado por mais dois meses

Por Agência Brasil 

O presidente Jair Bolsonaro assinou na tarde desta terça-feira (30) o decreto que prorroga, por mais dois meses, o auxílio emergencial de R$ 600, destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos, desempregados e pessoas de baixa renda durante a pandemia da covid-19.

Com isso, cerca de 65 milhões de pessoas que tiveram o benefício aprovado receberão mais duas parcelas, no mesmo valor.

“Obviamente, isso tudo não é apenas para deixar a economia funcionando, viva, mas dar o sustento para essas pessoas. Nós aqui que estamos presentes sabemos que R$ 600 é muito pouco, mas para quem não tem nada é muito”, afirmou Bolsonaro em discurso no Palácio do Planalto.

A solenidade de prorrogação do programa foi acompanhada pelos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre. Diversos ministros, além do vice-presidente, Hamilton Mourão, também participaram da cerimônia. Veja a íntegra do evento:

“São mais duas prestações e nós esperamos que, ao final dela, a economia já esteja reagindo, para que nós voltemos à normalidade o mais rapidamente possível”, acrescentou o presidente.

A Lei 13.982/2020, que instituiu o auxílio emergencial, foi aprovada pelo Congresso Nacional em abril e previa a possibilidade de que um decreto presidencial prorrogasse os pagamentos, desde que mantidos os valores estabelecidos.

Até a semana passada, o governo federal avaliava estender o auxílio por mais três meses, mas reduzindo o valor de cada parcela de forma decrescente, para R$ 500, R$ 400 e R$ 300, respectivamente.

“Estamos aqui para anunciar, pelo presidente, que cumprindo o que o Congresso Nacional nos determinou, de que poderia, por ato do Poder Executivo, prorrogar as três parcelas emergenciais, e é o que o presidente está fazendo hoje, para garantir, por mais dois meses, a continuidade do programa, que é essa grande rede de proteção, que permitiu, junto com o BEM, que é o beneficio emergencial para aqueles que têm trabalho, que preservássemos mais de 10 milhões de empregos e estendêssemos essa rede de proteção a 65 milhões de pessoas”, afirmou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

O governo federal começou a pagar essa semana a terceira parcela do auxílio.

De acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, não será necessário um novo cadastro para receber as novas parcelas do auxílio emergencial. Todos aqueles que tiverem o benefício aprovado receberão os pagamentos normalmente, tanto por meio das contas digitais, quanto pelos saques nas agências bancárias e casas lotéricas.

“Temos 65 milhões de pessoas aprovadas, temos um milhão de pessoas que a Dataprev ainda está analisando, então todas essas pessoas receberão não só as três parcelas, mas agora as cinco parcelas”, afirmou a jornalistas, após a cerimônia no Palácio do Planalto. O calendário de pagamento das novas duas parcelas do programa ainda será anunciado pelo governo.

Para quem preenche os requisitos para obter o auxílio emergencial, o prazo para novos cadastros termina nesta quinta-feira, dia 2 de julho. Até agora, mais de 124 milhões de solicitações foram realizadas e cerca 65 milhões de pessoas foram consideradas elegíveis. Outras 41,5 milhões, segundo o Ministério da Cidadania, foram apontadas como inelegíveis, por não atenderem aos critérios do programa.

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Decotelli entrega carta de demissão; Planalto prepara anúncio da saída

Por G1

O ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de demissão ao presidente Jair Bolsonaro.

Até a última atualização desta reportagem, não havia a confirmação de que Bolsonaro aceitou o pedido. A expectativa do governo é encontrar um novo nome para o posto ainda nesta terça.

Após a polêmica sobre títulos que diz possuir, desmentidos pelas instituições de ensino, a própria equipe do presidente aconselhou Decotelli a deixar o cargo.

Embora tenha publicado uma mensagem em rede social elogiando a capacidade do ministro, desde a noite desta segunda, o presidente já dava como insustentável a situação dele.

Bolsonaro fez a publicação depois de ter se reunido com Decotelli e ouvido explicações.

São três os pontos questionados no currículo de Decotelli:

  • denúncia de plágio na dissertação de mestrado da Fundação Getúlio Vargas (FGV);
  • declaração de um título de doutorado na Argentina, que não teria obtido;
  • e pós-doutorado na Alemanha, não realizado.

Na última quinta-feira, Bolsonaro anunciou e o “Diário Oficial da União” publicou a nomeação do ministro. Mas no fim de semana, após se tornarem públicas inconsistências em seu currículo, nem chegou a tomar posse.

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Homem joga mulher do 12º andar de prédio e se joga em seguida

Por Jornal F7 

A Polícia Civil do Rio instaurou inquérito para apurar as circunstancias da morte do casal Rosângela de Oliveira Pinto, 53 anos, e Elias Santos da Silva, 51, mortos na madrugada desta sexta-feira, no bairro Icaraí, na Zona Sul de Niterói.

Segundo informações iniciais, o homem teria assassinado a mulher e em seguida cometido suicídio. O caso ocorreu por volta de meia noite, na Rua Álvares de Azevedo.

Rosângela e Elias eram namorados, segundo informações da polícia. Vizinhos relataram barulhos de discussão dentro do apartamento que a mulher era dona. Elias jogou o corpo da namorada do 12º andar e, em seguida, se jogou.
As investigações são da Delegacia de Homicídios de Niterói (DH-Niterói).

Segundo a polícia, o apartamento da vitima estava com objetos revirados, o que aparentemente seria sinais de uma briga.

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Capa da Playboy e Sexy, atriz é investigada por oferecer sexo e cocaína por R$ 1 mil

Pamela Pantera, como era mais conhecida em Brasília, a modelo e atriz Flávia Tamayo, que também é empresária e dançarina, entrou para o mundo das drogas. Em Brasília, onde reside, passou a ser investigada pela polícia por oferecer nos programas mais caros o consumo de cocaína.

Confira todos os detalhes na matéria abaixo publicada pelo site Metrópoles

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM
Custava caro aos clientes da garota de programa Flávia Tamayo desfrutar de três horas de sexo com direito a cocaína. A prostituta de luxo, mais conhecida como Pamela Pantera, cobrava R$ 1 mil pelo “serviço completo”, segundo investigações da 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) no âmbito da Operação Rede.Capa de revistas masculinas famosas, como a Playboy – edição publicada em Portugal – e a Sexy, e estrela de filmes eróticos da franquia Brasileirinhas, a mulher oferecia uma espécie de cardápio sexual aos clientes mais assíduos. Os preços mais sofisticado sempre eram acompanhados de carreiras de pó.
De acordo com as apurações, Flávia costumava cobrar R$ 250 por uma sessão de sexo oral e R$ 350 pelo vaginal. Por R$ 500, o cliente poderia desfrutar do sexo anal e, por R$ 1 mil, teria direito a três horas de sexo estimulado pelo consumo de cocaína. Para abastecer os homens que desembolsavam grandes quantias pelos momentos de prazer, a garota de programa contava com o apoio de pelo menos três distribuidores. Alguns seriam taxistas.

Segundo as investigações, as entregas eram feitas sempre pelos mesmos fornecedores em um flat no Setor Hoteleiro Norte, onde Flávia recebia quase todos os clientes. O imóvel e todos os outros endereços vinculados a Flávia foram alvo de busca e apreensão. Os policiais conseguiram materializar provas robustas que confirmam o envolvimento da empresária, modelo, atriz e dançarina com o tráfico de drogas.

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Presidente do TSE, Barroso quer adiar eleições e estender horário de votos

Por Metrópoles

Para o ministro, a expectativa é que em outubro a curva de contaminações e mortes por coronavírus esteja decrescendo

Após quase três meses de pandemia de covid-19 é hora de definir os impactos da doença no calendário das eleições municipais deste ano, segundo o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso.

Patrono do Brazil Forum UK, evento que começa nesta segunda-feira (15/06), organizado pela comunidade de estudantes brasileiros no Reino Unido cujo tema este ano é “E agora, Brasil? Alternativas para os múltiplos desafios”, Barroso será o entrevistado do dia 10 de julho sobre a importância do combate às fake news e os desafios de se realizar eleições nos 5.570 municípios brasileiros em pleno surto do novo coronavírus. Neste entrevista exclusiva ao jornal O Estado de S. Paulo, o ministro antecipa os planos do TSE, que preveem o adiamento do pleito e novas regras de votação. Veja os principais trechos:

Ministro, o senhor considera que agora já é a hora de se decidir se as eleições municipais devem permanecer em outubro?
Acho que está chegando a hora de se ter uma decisão sobre isso. Como isso foi encaminhado: eu me reuni por videoconferência com médicos de diferentes especialidades altamente respeitados nas suas áreas. Todos eles opinaram no sentido da conveniência de se adiarem as eleições por algumas semanas. Pela percepção que, possivelmente em setembro, a curva da doença já estaria decrescendo. Como a gente precisa programar isso com alguma antecedência, sugerimos adiar por algumas semanas. Mas a decisão é do Congresso. A sugestão do TSE é uma janela que vai de 15 de novembro até 20 de dezembro. Seria um prazo limite para o segundo turno, para que possamos dar posse até o dia 1º de janeiro. Portanto, eu transmiti essas informações dos médicos para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Eles nos pediram que reuníssemos os médicos numa videoconferência para reiterar a posição deles aos líderes dos partidos, o que está previsto para ser em breve. E aí, diante dessas informações, o Congresso deliberará.

Resolvida a questão da data, a outra preocupação que existe é em relação à segurança dos eleitores em função da pandemia. Muitas propostas foram feitas: estender o horário de votação, determinar um horário para idosos. Como o senhor vê essas propostas? É preciso analisar um novo jeito de se votar esse ano?

Algumas dessas propostas fui eu mesmo que lancei para debate público. A ideia de estender o horário é muito provável que seja encampada, fazermos possivelmente de 8h às 20h. Com isso, ganharíamos três horas. Tudo envolve logística. Quando você estende o prazo, as pessoas têm que trabalhar mais tempo, talvez ter mais uma refeição. Recomendarmos, darmos preferência a faixas etárias por horário para evitar aglomeração, também é uma ideia colocada. Eu já pedi para verificar a concentração por idade, para saber como dividir. Mas possivelmente as pessoas mais idosas votariam na primeira hora da manhã. Tradicionalmente há uma concentração nas primeiras horas e uma concentração próxima ao encerramento e muita dispersão durante o dia. Para evitar aglomerações, vamos tentar demarcar horários e recomendar fortemente que as pessoas sigam esses horários. As eleições em dois dias tem dois problemas. O primeiro é que encarece muito ter mais uma dia de eleição, você teria que ter alimentação para 1,8 milhão mesários. E nós temos um convênio com as Forças Armadas relativo à guarda das urnas que precisaria renovar por mais um dia. Estamos falando de um custo que pode chegar a R$ 180 milhões, num momento em que o País não está com disponibilidade de recursos. O segundo problema é a segurança das urnas durante a noite. Talvez essa ideia seja mais difícil.

E os cuidados com a saúde?
Estamos ouvindo os especialistas para preparar uma cartilha com o passo a passo das eleições: desde quando o eleitor chegar à seção eleitoral até a saída dele. Coisas básicas como não levar a mão à boca, ao nariz, aos olhos. O eleitor vai ter que votar e, em seguida à votação, ter um servidor de luva que dará um jato de álcool em gel para limpar a mão. O álcool em gel tem que ser depois do voto, porque senão estraga a urna e a biometria. Assim que tivermos a data confirmada, vamos investir energia na cartilha. Tudo ouvindo os profissionais. Sou um sujeito que sou contra o achismo, a favor do profissionalismo.

Como o TSE planeja combater fake news nestas eleições? Já há alguma ação específica pensada?
Certamente. Mas o protagonista no combate às fake news não pode ser a Justiça Eleitoral. A própria caracterização do que sejam fake news não é singela. Portanto, o TSE ou a Justiça não desejam ser um censor privado do debate público. Queremos controlar as fake news menos pelo conteúdo e mais pelos mecanismos de difusão. Contamos, em primeiro lugar, com a participação das plataformas tecnológicas. As principais, para esse efeito, são WhatsApp, Twitter, Facebook, Instagram e Google. Vamos conversar individualmente com cada uma delas. E e eu já fiz uma conversa preliminar essa semana com o WhatsApp — que, do ponto de vista eleitoral, talvez seja o de maior repercussão — pensando em como monitorar e neutralizar robôs e comportamentos inusuais de retransmissão e reenvio de mensagens. Eles já reduziram o número de reencaminhamentos possíveis, baixaram de 20 de 5, e se comprometeram a pensar outros instrumentos para impedir a circulação de fake news. Os protagonistas do combate às fake news vão ser, em primeiro lugar, as próprias plataformas. Não pelo controle de conteúdo, mas com uso de tecnologia para impedir comportamentos inusuais, como robôs e reenvios em massa. O segundo protagonista vai ser a imprensa. Estamos contando com um revival da imprensa profissional, que é a que se move por princípios éticos e sabe separar fato de opinião e sabe filtrar a quantidade de barbaridades que tem circulado nas redes. E, em terceiro lugar, o TSE vai fazer ele próprio uma campanha de esclarecimento à população para terem uma leitura crítica do que recebem e não fazerem com o candidato dos outros o que não gostariam que fizessem com o seu. Cumprir a regra de ouro de não repassar falsidades. A intervenção do Judiciário acaba sendo muito limitada, para não se tornar uma censura privada.

Nesse sentido, o sr. defende o projeto em tramitação no Senado? Ele quer proibir robôs, por exemplo.
Eu acho que é preciso reagir às fake news e às campanhas massivas orquestradas e financiadas contra a democracia. As democracias têm que se manifestar em legítima defesa. A mim não me cabe me manifestar sobre um projeto de lei específico. Mas a ideia de se enfrentar de preferência com mecanismos tecnológicos, e não com o controle de conteúdo, essa ideia tem a minha simpatia.

Uma das críticas a esse projeto é que a definição do que é desinformação não estava clara. O senhor ou o TSE têm uma definição do que são as fake news?
Bom, a resposta é sim e não. Em teoria, sim. Quer dizer, campanha de desinformação é a divulgação deliberada de informação sabidamente falsa. Esta é a definição. Fake news é um apelido. Eu posso definir pra você o que é uma campanha de ódio: é você fazer ataques preconceituosos, discriminatórios ou racistas a grupos vulneráveis da sociedade. Definir em teoria, é fácil. Nos casos concretos, é menos fácil…

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Saúde disponibiliza nova plataforma para acompanhamento da covid-19

Agência Brasil

O Ministério da Saúde disponibilizou hoje (12) nova página para acompanhamento dos casos do novo coronavírus (covid-19) em todo o país. Em destaque, estão o número de casos de pacientes recuperados e daqueles que estão em acompanhamento, além de gráficos que mostram a evolução de óbitos diários pela doença.

Fachada do Ministério da Saúde na Esplanada dos Ministérios

Pela nova plataforma, o usuário tem acesso ao número de habitantes no país e ao número de mortes a cada 100 mil pessoas, fatores que são levados em conta pra avaliar o grau de contágio do novo coronavírus. A busca de casos por municípios também está disponível. A fonte dos dados são informações repassadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

De acordo com o balanço mais recente da doença, divulgado ontem (11), houve 1.239 novas mortes e 30.412 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Com esses acréscimos às estatísticas, o país chegou a 40.919 falecimentos em função da pandemia do novo coronavírus e 802.828 pessoas infectadas. O país conta ainda com 416.314 pessoas em observação e 345.595 estão recuperados.

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Coronavírus avança cada vez mais para as cidades menores do Brasil

Quando a gente acompanha a evolução da Covid-19 no Brasil, os números confirmam que a doença está se espalhando pelo país. E agora, a maioria dos casos está fora das capitais.

A primeira morte por Covid-19 no Brasil foi confirmada no dia 17 de março, em São Paulo. Onze dias depois, o país chegava a cem mortes. De cem para mil mortes, foram 13 dias. Chegamos a 10 mil mortes no dia 9 de maio. Em apenas 12 dias, esse número dobrou. Mais 12 dias e batemos a marca de 30 mil mortes por coronavírus. Nesta quinta (11), nove dias depois, passamos das 40 mil mortes.

O novo coronavírus já está presente em 81% dos municípios brasileiros. E a doença está avançando cada vez mais para as cidades menores. Até o início de maio, a maioria dos casos tinha sido registrado nas capitais. Um mês depois, a situação se inverteu, quase 60% dos casos registrados do início da pandemia até quarta (10) foram confirmados fora das capitais.

Os grandes centros urbanos ainda respondem pela maior fatia no total de óbitos, mas isso também está mudando. No Pará, por exemplo, a maioria dos óbitos ocorreu fora de Belém. E outros estados do país também passam por movimento semelhante. Nas mortes registradas na quarta (10), mais da metade ocorreu fora das capitais.

De acordo com especialistas, a chegada da pandemia às menores cidades era inevitável. Mas eles defendem que o alto número de casos e de mortes deve ser enfrentado com ações coordenadas, aproveitando os bons exemplos de localidades que conseguiram frear a contaminação.

“Nós temos um número de pessoas nas ruas infectadas que têm contato com outras, que vão para o interior e levam a doença para os interiores. O distanciamento social ainda é a única ferramenta que nós temos para a contenção da doença. Investir na atenção básica, investir na atenção primária, é ela agora que vai, na verdade devia ter sido incluído lá atrás, mas é ela agora que vai está recebendo, digamos assim, a descentralização da doença e ela precisa investir no sistema de saúde, precisa receber investimento para aplicar em investigação. Esse é um fenômeno: investigação para fazer busca de contatos, com oferta de diagnóstico para ao identificar tentar conter os novos surtos, entre aspas, que vão chegar nos interiores”, destaca Wildo Navegantes de Araújo, professor de epidemiologia da UNB.

O médico epidemiologista Antônio Lima Neto, que integra o comitê científico que assessora os governadores do Nordeste, diz que é preciso ampliar a testagem. “O futuro nesse momento ele tem um quê de imprevisível, por exemplo, porque nós não temos, por exemplo, um monitoramento de testagem, hoje nós dificilmente conseguimos rapidamente entender qual o nível de testagem que está sendo feito nas diferentes unidades da federação. Eu não sei exatamente se determinada unidade da federação de fato não tem casos de Covid ou está em descendência ou se isso ocorre pelo fato da testagem ser menor. A previsão ela é baseada sobretudo na capacidade que a gente tem de olhar para o presente, então se a gente não tem capacidade de ver direito o presente, como fazer uma previsão adequada para o futuro?”, destaca.

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STJ bloqueia R$ 25 mi de Helder Barbalho e outros sete investigados

Por Veja 

Governador tem relação próxima com o empresário responsável pelo negócio fraudulento, diz PGR

Os respiradores irregulares enviados ao Pará Ag Pará/Divulgação

A ordem assinada pelo ministro Francisco Falcão, do STJ, nesta quarta, no inquérito que investiga Helder Barbalho por corrupção na compra de respiradores no governo do Pará, também determina o bloqueio de bens do governador e outros sete investigados.

Falcão autorizou o bloqueio de 25 milhões de reais do governador e de outros sete envolvidos. Indícios levantados pela Procuradoria-Geral da República apontam que o governador tem relação próxima com o empresário responsável pela concretização do negócio. Mostram, ainda, que sabia da divergência dos produtos comprados e da carga de ventiladores pulmonares inadequados para o tratamento da Covid-19 que foi entregue ao estado.

O inquérito investiga a contratação sem licitação de uma empresa que não possui registro na Anvisa para fornecimento de 400 respiradores ao custo de 25 milhões de reais aos paraenses.

Há suspeita de que os equipamentos foram comprados com superfaturamento de 86,6%. A empresa recebeu o pagamento antecipado, com base em decreto (sem previsão legal) assinado pelo governador, que autorizou a medida em contratações emergenciais ligadas ao combate ao novo coronavírus.

Indícios já reunidos pelos investigadores revelaram ter ocorrido uma montagem, posterior ao pagamento, de um procedimento de dispensa de licitação forjado para dar aparência de legalidade à aquisição dos respiradores.

Ainda de acordo com as investigações preliminares, Helder Barbalho recebeu pessoalmente o produto no aeroporto de Belém. Após encaminhar e instalar os ventiladores pulmonares em hospitais do Estado, no entanto, verificou-se a ineficácia dos equipamentos.

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Caixa libera auxílio emergencial para 200 mil pessoas

Cerca de 200 mil brasileiros que estavam com o auxílio emergencial em análise ou reanálise tiveram o benefício liberado, informou hoje (5) a Caixa Econômica Federal. O banco recebeu da Dataprev, estatal de tecnologia responsável pelo processamento dos cadastros, o resultado da análise de 700 mil pedidos, dos quais 500 mil foram negados e 200 mil aprovados.

O calendário de pagamento para os novos beneficiários ainda será divulgado. Nos últimos dias, a Caixa esclareceu que quem tiver o auxílio liberado receberá as parcelas com intervalo de 30 dias entre elas.

Com a nova lista de processamento, o número de pessoas com o pedido de auxílio emergencial processado subiu de 101,2 milhões para 101,9 milhões. Desse total, 59,2 milhões foram considerados elegíveis, tendo o benefício liberado, e 42,7 milhões tiveram o benefício negado. Até ontem, o total de benefícios liberados estava em 59 milhões, e os negados somavam 42,2 milhões.

O número de pedidos em análise caiu para 10,2 milhões nesta sexta-feira. Desse total, 5,2 milhões de cadastros estão em primeira análise e 5 milhões em segunda ou terceira análise, quando o cadastro foi considerado inconsistente, e a Caixa permitiu a contestação da resposta ou a correção de informações. O cadastro no programa pode ser feito no aplicativo Caixa Auxílio Emergencial ou no site auxilio.caixa.gov.br.

Segundo o balanço acumulado apresentado até agora, a instituição desembolsou R$ 76,6 bilhões, somadas ambas as parcelas. No total, 58,6 milhões de pessoas receberam alguma parcela do benefício desde que o programa foi criado, em abril, para ajudar as pessoas a enfrentar os impactos da crise causada pela pandemia de covid-19.

Do total pago até agora, R$ 30,3 bilhões foram para beneficiários do Bolsa Família, R$ 14 bilhões para aqueles inscritos no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e R$ 32,3 bilhões para trabalhadores informais que se cadastraram pelo site ou pelo aplicativo. Considerando apenas a segunda parcela, 19,50 milhões de brasileiros receberam R$ 35,5 bilhões.

O pagamento da segunda parcela acabou no último dia 29. De 30 de maio até 13 de junho, os beneficiários estão sacando o dinheiro do lote, conforme um cronograma baseado no mês de aniversário. Hoje, cerca de 2,6 milhões de pessoas nascidas em junho foram às agências da Caixa retirar o auxílio.

Neste sábado (6), a Caixa abrirá 680 agências em todo o país para que os nascidos em julho possam sacar a segunda parcela. A lista das agências que vão abrir está disponível no site www.caixa.gov.br/agenciasabado.

QR Code

A Caixa também divulgou o balanço do pagamento de compras com o auxílio emergencial por meio da câmera do celular. Uma semana depois do lançamento da ferramenta, 63,3 milhões de transações foram realizadas com o novo recurso, num total de R$ 60 milhões. O pagamento com o cartão de débito virtual, que pode ser usado para compras em sites parceiros da Caixa, somou 2,1 bilhões de transações desde o início do pagamento do auxílio emergencial, em abril, totalizando R$ 2,13 bilhões.

O pagamento com a câmera do celular usa a tecnologia QR code (forma avançada de código de barras). Primeiramente, o usuário poderá acessar o aplicativo Caixa Tem, usado para movimentar as contas poupança digitais criadas pelo banco, e escolher a opção ‘pagar na maquininha’. Em seguida, a câmera do celular automaticamente abrirá. O usuário deverá apontá-la para o código QR que aparecerá na maquininha, conferir o valor da compra a apertar o botão confirmar na tela do celular.

A tecnologia está disponível em cerca de 3 milhões de estabelecimentos comerciais em todo o país que operam maquininhas com a bandeira Elo. Ontem (4), o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello, disse que o banco estuda formas de estimular a utilização do QR code por maquininhas de outras bandeiras.

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“Eu tenho muita esperança que o Maranhão abandone o comunismo”, afirma Bolsonaro

Blog Diego Emir

Ao lado do senador Roberto Rocha, o presidente da República, Jair Bolsonaro afirmou: “eu tenho muita esperança que o Maranhão abandone o comunismo, abandone o socialismo e comece a crescer, para o bem do Maranhão e para o bem do país”.

Veja o vídeo na íntegra:

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Esculhambação geral! Fraudaram o cartão de Bolsonaro e dezenas de compras foram efetuadas

Além da pandemia do novo coronavírus com mais de meio milhão de infectados e 31 mil mortos pelo covid-19 no Brasil, a baderna, a desmoralização e a anarquia instaladas no país. Chegou-se ao ponto de hackear e vazar o código de segurança e o número do cartão de crédito do presidente da República e fizeram compras e mais compras.

Além de aparelhos de iPhone 11 e MacBook, diversas outras mercadorias foram compradas pelo cartão fraudado. A segurança da Presidência da República foi acionada e cancelou o cartão, menos as compras. Foi descoberto como responsável o movimento kacktivista Ananymous Brasil e as investigações estão sendo executadas desde a tarde de ontem, terça-feira, dia 02.

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