Policia Federal faz busca e apreensão em endereços ligados a senador do Piauí

Operação da PF fez operação cedo de hoje, sexta-feira, dia 22 deste, em endereços ligados ao senador pelo Piauí, Ciro Nogueira (PP), conforme mostra matéria do site Metrópoles. Confira abaixo:

Ele é investigado em inquérito que tramita no STF por suspeita de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) é o principal alvo de uma operação deflagrada na manhã desta sexta-feira (22/2) pela Polícia Federal. Ele é investigado em inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro.

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar em Brasília, Teresina (PI) e São Paulo (SP).

A investigação partiu de depoimentos de delatores que afirmaram terem repassado cerca de R$ 43 milhões ao partido de Nogueira, por intermédio do senador, em troca de apoio político na campanha presidencial de 2014.

Segundo a PF, a Operação Compensação é desdobramentos de investigações decorrentes do Inquérito 4736/STF. Cerca de 30 policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, autorizados pela ministra Rosa Weber, além de intimações para fins de depoimentos dos envolvidos.

Aguarde mais informações

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Presos pela Operação Topique deixam cadeia após pagamento de fiança de R$ 1,9 mi

Atual7

Orcrim fraudou licitações de transporte escolar em prefeituras do Piauí e Maranhão


Decisão do juiz Agliberto Gomes Machado, da 3ª Vara Federal da Seção Judiciária do Piauí, concedeu liberdade provisória, nessa segunda-feira 4, aos empresários Luiz Carlos Magno Silva e Lívia Oliveira Saraiva, presos pela Operação Topique, da Polícia Federal, que desarticulou uma quadrilha especializada em fraude em licitações de transporte escolar que atuava em prefeituras daquele estado e do Maranhão.

Para a revogação da prisão, eles tiveram de pagar fiança. Luiz Magno, de R$ 1,8 milhão; Lívia Saraiva, R$ 100 mil. Também terão de cumprir medidas cautelares.

A soltura dos empresários acontece duas semanas após o Ministério Público Federal (MPF) denunciá-los com outros 20 alvos da operação da PF pelos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, fraude licitação, superfaturamento de contratos com lesão a recursos da educação, lavagem de bens ativos e pagamento de propina.

Dos 22 denunciados, apenas dois continuam presos. E seis tiveram pedido pelo MPF o sequestro de R$ 12 milhões.

Segundo a Polícia Federal, o prejuízo aos cofres públicos causado pela Orcrim soma mais de R$ 119 milhões.

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MPF denuncia 22 por fraude e desvios no transporte escolar no Piauí e Maranhão

Esquema desbaratado pela Operação Topique envolvia fraudes a licitações, subcontratação irregular e superfaturamento. Prejuízo potencial é superior a R$ 119 milhões.

PUBLICADO POR

ATUAL7

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia, na última terça-feira 22, contra 22 pessoas presas pela Operação Topique, deflagrada pela Polícia Federal em agosto do ano passado, contra fraude em licitações e desvio de recursos públicos destinados à prestação de serviços de transporte escolar no Piauí e no Maranhão.

Segundo o coordenador da força-tarefa Topique, o procurador da República Marco Aurélio Adão, a ação penal não encerra os desdobramentos da operação e as investigações continuam. Os nomes dos denunciados não foram divulgados.

À época da operação, A PF e a Controladoria-Geral da União (CGU) informaram que mais de 40 prefeituras fizeram pagamentos irregulares relacionados ao transporte escolar. O serviço é custeado pelo Programa de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate) e do Fundo de Manutenção, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)  e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O prejuízo potencial aos cofres públicos já ultrapassa R$ 119 milhões.

A investigação revelou a existência de um grupo de empresas que atuava há pelo menos cinco anos, principalmente por meio de laranjas, na realização de fraudes em licitações, subcontratação irregular e superfaturamento.

O esquema contava com a participação de agentes públicos, resultando na contratação de serviços de transporte escolar com valores superiores ao valor real do serviço, causando um prejuízo aos cofres públicos na média de 40% dos valores pagos às empresas contratadas.

A CGU diz que aprofundou as investigações por meio de fiscalizações realizadas nos municípios piauienses de São Raimundo Nonato, Campo Maior, Miguel Alves, Luís Correia, Caracol e Regeneração, bem como por meio de análises de contratações efetuadas pelo Estado do Piauí junto às empresas do grupo investigado, além de fiscalizações realizadas nos municípios maranhenses de Timon e São João do Sóter.

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PF faz operação que envolve funcionários dos Correios de várias cidades do Maranhão; roubo de R$ 1 milhão

A Polícia Federal no Maranhão, com apoio da Superintendência dos Correios no Maranhão, deflagrou, na manhã desta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2018, nas cidades de São Luís/MA, Itapecuru/MA, Imperatriz/MA, Redenção/PA, Bacabal/MA, Santa Inês/MA e Santa Luzia/MA, a Operação HERMES E O GADO II, com a finalidade de reprimir, dentre outros, crimes de subtração de valores do Banco Postal cometidos por Funcionários dos Correios.

As investigações identificaram uma série de irregularidades ocorridas em várias unidades dos Correios no Estado. Dentre as unidades investigadas estão as dos Municípios de Pio XII, São Luís Gonzaga, Matões do Norte, Urbano Santos, São Benedito do Rio Preto, Monção e Miranda do Norte.

Foi identificado, notadamente no município de Pio XII/MA, o envolvimento de pessoas ligadas a uma organização criminosa – ORCRIM que se intitula Bonde dos 40. Os desfalques à agência dos Correios da cidade foram utilizados como forma de capitalizar a organização criminosa.

O “modus operandi” estabelecido pela quadrilha é o seguinte: o gerente da agência dos Correios tem acesso tanto ao cofre do Banco Postal quanto ao sistema dos Correios interligado ao Banco do Brasil. Aproveitando-se desse poder de gerência, ele subtrai ou facilita a subtração de numerário do cofre do Banco Postal, deixando em caixa apenas quantidade suficiente para manutenção das atividades regulares da agência, informando, artificialmente, no sistema bancário que o cofre está “cheio”, como se o dinheiro subtraído ainda ali estivesse.

Como a subtração de dinheiro do cofre não é registrada no sistema do Banco Postal, torna-se necessária a criação de uma justificativa para a sua falta. Para isso, a ORCRIM simula assaltos – alguns foram filmados pelas câmeras de CFTV das agências – o que permite afirmar que o dinheiro foi todo levado naquele crime, ou seja, além de subtrair o dinheiro que restava no caixa, com o falso assalto a ORCRIM abona o valor que fora antes subtraído, vez que, contabilmente, para os Correios e para os órgãos responsáveis pela apuração, todo o dinheiro que deveria estar no cofre (inclusive os valores oriundos de depósitos fictícios) acaba contabilizado como roubado.

Para aumentar o proveito da atividade criminosa, foram simulados depósitos no Banco Postal, cujos valores logo depois eram sacados e divididos entre os membros da ORCRIM, muitos dos quais são ligados tráfico de entorpecentes. Assim, entraram em cena os “laranjas” possuidores de contas no Banco do Brasil, que repassavam aqueles depósitos à ORCRIM, dando uma aparência legal ao dinheiro que alimentava o tráfico de drogas.

Praticavam, ainda, a subtração de aparelhos celulares de valor elevado, os quais eram distribuídos aos membros da ORCRIM, aparelhos estes que acabavam sendo utilizados para a realização de tráfico de entorpecentes.
Outra vertente utilizada pela quadrilha foi a ativação de cartões de bolsa família e de benefícios previdenciários. O gerente possuía acesso aos sistemas corporativos, habilitava os cartões de benefício, até para pessoas mortas, o que possibilitava a obtenção de empréstimos bancários com os documentos “esquentados”.

O modus operandi da ORCRIM pode ser representado pelo gráfico a seguir:
A previsão do total de valores subtraídos nos sete municípios chega a quase um milhão de reais, podendo aumentar até o final das investigações.
A Polícia Federal cumpriu 04 Mandados de Prisão Preventiva, 01 Mandado de Prisão Temporária e 11 Mandados de Busca e Apreensão, além do afastamento de 08

Empregados Públicos Federais (CORREIOS) em conjunto com outras medidas cautelares diversa de prisão. Há ainda um foragida sendo procurado pela polícia. As ordens judiciais emanaram tanto da Justiça Federal de Bacabal quanto de São Luís.
A Superintendência dos Correios promoveu hoje, conjuntamente com a Polícia Federal, a fiscalização das agências dos Correios em Pedreiras, Conceição do Lago Açu e Lago da Pedra.

Participaram do desencadeamento mais de 60 (sessenta) Policiais Federais dos estados do MA, PA, PI e CE; 02 (duas) equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar com a utilização de cães farejadores para a busca de drogas, que acabaram sendo encontradas em poder dos investigados, além de 6 mil reais apreendidos na residência de um deles. O trabalho ainda contou com o apoio da logística do Fórum da Justiça Estadual em Santa Inês.
A Operação foi denominada HERMES E O GADO II em alusão ao conto mitológico de mesmo nome, que traz como tema a utilização de subterfúgios com a finalidade de encobrir os crimes cometidos pelo mensageiro de Zeus.

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PF constata o desvio de R$ 92 milhões por ex-prefeitos em interior do Maranhão

Carros de luxo foram apreendidos hoje de manhã, além de sequestro de 62 imóveis adquiridos com o dinheiro desviado da prefeitura de Jenipapo dos Vieiras na gestão do ex-prefeito Jean. Outro parente dele, Carrim, foi preso por posse ilegal de armas. 

Não houve prisão de nenhum dos ex-gestores, mas tio e sobrinho (Jean e Gustavo) foram indiciados. Gustavo, que assumiu em 2013, disse que não houve operação de busca e apreensão na sua casa em Jenipapo dos Vieiras

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira, dia 29 de novembro de 2018, a operação HYBRIS com a finalidade de reprimir crimes de responsabilidade, lavagem de dinheiro e organização criminosa praticados pelos ex-gestores da prefeitura de Jenipapo dos Vieiras no período de 2005 a 2013.

As investigações foram iniciadas no ano de 2012 e culminaram com a identificação de um esquema criminoso que se apropriou de recursos públicos por meio de fraude em licitações e sua posterior ocultação com a compra de vasta quantidade de imóveis no interior do Estado do Maranhão, distribuindo-os entre familiares do ex-prefeito do
município.

O grupo criminoso atuava desde 2005 dissimulando os desvios de verbas públicas destinadas aos fundos de participação municipal, saúde e educação por meio da contratação de empresas familiares que operacionalizavam as ações, que aconteciam principalmente com o saque em espécie de milhões de reais.

O prejuízo aos cofres públicos, segundo levantamentos preliminares, gira em torno de R$ 92 milhões de reais. Vale lembrar que o município de Jenipapo dos Vieiras apresentou-se como a terceira cidade com menor índice de desenvolvimento humano – IDHM do Maranhão no ano 2010.A Polícia Federal cumpriu 11 (onze) mandados judiciais de busca e apreensão nas cidades de São Luis, Jenipapo dos Vieiras e Cedral e, ainda, foi determinado o sequestro judicial de 62 imóveis que estão em nome dos investigados. A operação contou com a participação de 60 (sessenta) Policiais Federais desta Superintendência Regional do Maranhão.

O nome Hybris da operação vem de Aristóteles, que definia a humilhação de pessoas pelo mero descaso, independente de causa ou qualquer coisa que tenha acontecido ou que elas tenham feito. Hybris não é o acerto de contas por erros cometidos – isso é vingança. Hybris é o descaso que alguém tem pelos outros, ou pelos deuses, quando acha que pode fazer tudo que quiser.

Os envolvidos foram indiciados pelos crimes de responsabilidade, lavagem de dinheiro e associação criminosa, cujas penas máximas podem alcançar 22 anos de prisão.

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Preso pela Polícia Federal, Luis Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro

A prisão foi feita agora às 6h de Brasília no Palácio das Laranjeiras, sede oficial do governo carioca. Estão sendo feitas neste momento, às 6h30 de horário oficial, buscas a apreensões e prisões em outros pontos do Rio.

Pezão (foto acima) foi acusado pelo delator Carlos Miranda, operador do ex-governador Sérgio Cabral, de pagar propinas mensais de R$ 150 mil para Pezão, além de outras propinas ao valor de R# 1 milhão.

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PF deflagra operação contra pornografia infantil no Maranhão, em mais 11 estados e no DF

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (22), a Operação Atalaia* para apurar crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes, por meio da Internet. 

No Maranhão, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, sendo um em Zé Doca e outro em São Luís. Durante as busca foi encontrado material de cunho pornográfico e as pessoas foram presas em flagrante delito.

Estão sendo cumpridos 60 mandados de busca e apreensão nos estados de Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e no Distrito Federal. Cerca de 300 policiais federais participam da operação. O cumprimento dos mandados tem como objetivo a apreensão de computadores e dispositivos eletrônicos utilizados na prática delitiva.

Os crimes investigados pela PF consistem no armazenamento e na divulgação internacional, pela internet, de imagens e vídeos de pornografia infantil, estando previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente. As penas desse tipo de crime podem chegar a seis anos de reclusão e multa.

A Polícia Federal também investiga eventuais delitos conexos, relativos à prática de violência sexual contra crianças e à produção do material pornográfico ilícito, cujas penas podem chegar a 15 anos de reclusão.

*A operação foi intitulada Atalaia em referência ao termo de origem árabe que significa torre de observação e que designa, igualmente, a pessoa encarregada de vigiar determinada área. A Polícia Federal tem envidado esforços especiais e qualificados na vigilância permanente da rede mundial de computadores no intuito de prevenir e reprimir crimes relacionados às violações sexuais contra crianças e adolescentes.

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PF prende empresários e caminhoneiros no Maranhão por tráfico de madeira

Polícia Federal, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, deflagrou nesta quinta-feira (8/11) a Operação Via Perditiones, com o objetivo de combater  ilícitos contra a administração pública que viabilizavam o transporte ilegal de madeira serrada pelas rodovias BR 316 e BR 222, no estado do Maranhão.

Participam da ação aproximadamente 150 servidores entre policiais federais, policiais rodoviários federais integrantes da Corregedoria Geral da PRF, bem como servidores do IBAMA. Por determinação do Juízo da 8° Vara Federal, estão sendo afastados de suas funções 16 servidores públicos. Também são cumpridos  4 mandados de prisão preventiva, 2 mandados de prisão temporária, envolvendo empresários e caminhoneiros do ramo madeireiro, além de 18 notificações de medida cautelar diversa da prisão, 22 mandados de busca e apreensão, bem como 20 intimações.

As investigações apontam que servidores públicos atuavam nos municípios  de  Santa Inês/MA e de Araguanã/MA, para permitir a circulação irregular de caminhões carregados de madeira sem a devida documentação. Há elementos indicadores no sentido de que tais servidores agiam nas imediações do Posto Fiscal Estaca Zero, em Santa Inês/MA, para autorizar a passagem dos caminhões sem a devida fiscalização rodoviária e fazendária, deixando de verificar o documento de origem florestal e as respectivas notas fiscais dos carregamentos de madeira.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de pertencimento à  organização criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico de influência, violação do sigilo funcional e receptação qualificada.

O nome da operação, VIA PERDITIONIS, é uma referência ao desvio de conduta perpetrado por alguns servidores públicos em detrimento ao esperado cumprimento de suas funções.

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Em Coelho Neto, operação da PF não atingiu gestores e nem funcionários públicos; confira na nota

A Prefeitura de Coelho Neto, através da Secretaria Municipal de Comunicação, vem a público esclarecer que ATÉ O PRESENTE MOMENTO a administração municipal não recebeu notificação nem foi cumprido mandado de busca e apreensão em repartições da Prefeitura Municipal e, da mesma forma, não houve prisão de nenhum servidor público e/ou agente político do município acerca da Operação Topique, deflagrada pela Polícia Federal (PI), na manhã desta quinta-feira (02), que investiga fraude em licitação de serviços de transporte escolar no Maranhão e Piauí.

A atual administração tem trabalhado com responsabilidade, planejamento e transparência, CUMPRINDO RIGOROSAMENTE com as leis vigentes.

Em tempo, o governo municipal está à disposição das autoridades e imprensa para posteriores esclarecimentos.

Coelho Neto-MA, 02 de agosto de 2018

Secretaria Municipal de Comunicação

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Operação da PF no Maranhão cumpre busca e apreensão contra a pedofilia; dois foram presos

A operação “Luz na Infância II” foi deflagrada hoje pela Polícia Federal em 24 estados do país em busca de cumprir 578 mandados de busca e apreensão no combate à pedofilia. No Maranhão, foram presos dois, em flagrante Gustavo Carvalho Silva Campos, 24 anos, em São Luís, e Ozéas de Sousa Campos, 35 anos em Imperatriz. Eles foram investigados pela Seic no Maranhão e Diretoria de Inteligência da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

A investigação vem sendo realizada desde o início do ano. A maior parte dos investigados trocava e comercializava produtos de prostituição infantil juvenil. Aguardem novos detalhes.

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Coronel da PMMA preso pela Polícia Federal em São Luís é primo de Roseana

O nome do coronel reformado da PMMA, Carlos Roberto Lima, o Coronel Betão, foi citado em fevereiro deste ano com suposto envolvimento no desvio de recursos federais destinados para as enchentes ocorridas em nosso estado, na época em que ele era um dos coordenadores da Defesa Civil.

Em fevereiro, uma operação levada a efeito pela Polícia Federal sobre o mesmo tema foram presos oficiais do Corpo de Bombeiros, o coronel Carlos Robério, capitão Augusto Cutrim Lima, e o ex-comadante do CBM João Vanderley, assim como advogados e funcionários públicos.

Hoje, segundo o jornal Pequeno, foi preso também o coronel Betão, que é primo da ex-governadora Roseana Sarney. Ele teria sido levado para o Comando Geral da PM, ficando à disposição da Justiça Federal. A PF ainda não informou as razões da prisão. Aguardem novos detalhes.

Quatro oficiais do Corpo de Bombeiros do Maranhão são presos pela Polícia Federal

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Polícia Federal cumpre hoje duas operações no Maranhão: fraudes bancárias e pedofilia

Desde cedo da manhã de hoje, quinta-feira (26) que a Polícia federal cumpre duas operações no Maranhão, sendo uma delas de duas  prisões e apreensões visando desarticular uma organização criminosa que vinha atuando em fraude bancárias através da internet e outra que resultou numa prisão preventiva de um pedófilo no Maranhão e mais outros em seis estados.

A Operação Backdoor aconteceu nos estados de Tocantins, Maranhão e Goiás, sendo duas pessoas presas em nosso estado. São mais de 70 policiais federais cumprindo 24 mandados judiciais pela Justiça Federal do Tocantins, com oito mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão.

A investigação teve início em decorrência da Operação Cracker, deflagrada em 2017, em Araguaína. Perícias realizadas nos computadores apreendidos de dois investigados identificaram um rol de criminosos especialistas em fraudes via internet.

O grupo atuava criando páginas falsas de lojas virtuais e as anunciavam via Facebook. A vítima, ao clicar no anúncio falso, era remetida à página de loja virtual clonada. Achando que se tratava de uma loja virtual verdadeira, a vítima realizava uma compra e pagava o boleto. No entanto, este boleto pago pela vítima era, na verdade, referente a produtos já adquiridos pelos fraudadores na loja virtual verdadeira. Desta forma, a vítima pagava pelo boleto da compra realizada pela quadrilha. O prejuízo foi estimado em aproximadamente R$ 10 milhões.

A Polícia Federal deflagrou hoje (26/4) a Operação #UNDERGROUND 2, que visa combater a distribuição de imagens e vídeos com pornografia infantil, em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, Maranhão e Acre. Nesta segunda fase, desenvolvida após a prisão de 21 pessoas em 2017, estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva, nesses Estados.

Após a deflagração da primeira fase, foram realizadas novas investigações na deepweb, que resultaram na identificação de um grupo de produtores de material de exploração sexual infantil. Por meio de modernas técnicas de investigação digital, desenvolvidas pela própria Polícia Federal, chegou-se a um grupo com ações de abrangência nacional, integrado por 13 pessoas que se comunicavam em ambiente cibernético, onde ocorria o comércio das imagens ilícitas.

A segunda operação

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