Operação da PF mira aplicadoras de provas do Enem

Metrópoles

Polícia Federal deflagrou, neste sábado (09/11/2019), a Operação Thoth, que visa recolher elementos que esclareçam os atos irregulares cometidos durante a aplicação de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), no último domingo (03/11/2019).

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 12ª Vara Federal de Fortaleza (CE), nas casas de aplicadoras dos exames, suspeitas de terem vazado imagens da prova. Elas foram identificadas mediante levantamento realizado em cooperação com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Durante as buscas, foram apreendidos os celulares das aplicadoras que serão submetidos à perícia. As investigações seguem para apurar todas as circunstâncias dos fatos.

As duas suspeitas poderão ser indiciadas pelo crime de fraude em certames de interesse público. As penas podem ultrapassar cinco anos de cadeia. A PF informa que segue investigando, como o apoio do Inep, outros casos no Rio de Janeiro e na Bahia.

O nome da operação remete ao deus egípcio da escrita e da sabedoria. Os egípcios acreditavam que ele criara os Hieróglifos (caracteres utilizados para a escrita no Egito antigo). Thoth era também conhecedor da matemática, astronomia, magia e representava todos os conhecimentos científicos, o que traduz o universo em que estão envolvidos os candidatos do Enem.

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Em operação da PF no Maranhão e Pará foi apreendida 1 tonelada de maconha

A Polícia Federal, por meio das Superintendências Regionais do Maranhão e do Pará, deflagrou no período de 16 a 31 de outubro uma nova etapa da Operação Facheiro IV, objetivando a erradicação de plantações de maconha, perfazendo a destruição de 360 mil pés de maconha nas regiões do Noroeste do Maranhão e Nordeste do Pará.

A operação contou com a participação da Coordenação de Aviação Operacional da Polícia Federal (CAOP/PF), do Centro Tático Aéreo da Polícia Militar do Estado do Maranhão (CTA/SSP/MA), do Grupo Aéreo de Segurança Pública do Pará (GRAESP/SSP/PA) e do Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBM/SSP/PA), totalizando aproximadamente 100 policiais de diferentes forças de segurança pública.

No Maranhão, a operação se concentrou nos limites da Terra Indígena Alto Turiaçu, nos municípios de Nova Olinda do Maranhão, Centro Novo do Maranhão, Centro do Guilherme, Araguanã e Zé Doca, enquanto que no Pará
as ações foram empreendidas na Terra Indígena Alto Rio Guamá e no Polígono do Capim, regiões que compreendem os municípios de São Domingos do Capim, Concórdia do Pará, Bujarú, Tomé-Açu e Cachoeira do Piriá.

Foram localizadas e inutilizadas 136 plantações, em uma área de cerca de 240 mil metros quadrados, promovendo a erradicação de aproximadamente 360 mil pés de maconha e apreensão de mais de 1 tonelada da droga pronta para o
consumo, com a destruição dos acampamentos e substâncias encontrados nas incursões, além da lavratura de um auto de prisão em flagrante delito por porte ilegal de armas de fogo e tráfico de drogas, tipificados nas Leis 10826/2003 e 11343/2006.

Com a ação policial, deixa de entrar no mercado consumidor de aproximadamente 120 toneladas de maconha, representando expressiva diminuição da oferta do entorpecente.

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PF e CGU desarticulam orcrim responsável por fraude no Programa Viva Maranhão

Atual7

Investigações apontam direcionamento de contratação. Funcionários das empresas investigadas atuaram diretamente na elaboração do edital da licitação

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira 24, a segunda fase da Operação Arauto. Realizado em parceria com a CGU (Controladoria- Geral da União), a ação busca desarticular organização criminosa responsável por fraudar processo licitatório para contratação de empresa especializada para execução de serviços de apoio técnico ao gerenciamento da implementação e à fiscalização de obras do Programa Viva Maranhão, em São Luís.

O contrato, cujo valor inicial é de aproximadamente R$ 49 milhões, possui aporte de recurso do Proinveste (Programa de Apoio ao Investimento dos Estados e Distrito Federal), do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Segundo os investigadores, no período de 2013 a 2018, entre as gestões de Roseana Sarney (MDB) e de Flávio Dino (PCdoB), já foram pagos pelo Governo do Maranhão mais de R$ 112 milhões ao consórcio de empresas beneficiadas que celebraram o contrato junto à Seplan (Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento).

Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão em São Luís, e nas cidades de Porto Velho (RO) e Curitiba (PR). Também foi determinado o sequestro de bens e valores na ordem aproximada de R$ 112 milhões.

Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de associação criminosa, fraude em licitação e peculato.

Operação Arauto

A primeira fase da Operação Arauto teve início a partir de indícios de direcionamento em concorrência pública, em favor de empresa de consultoria que posteriormente viria a assinar contrato com a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Tesouro do Estado do Amapá. A contratação investigada envolveu a prestação de serviços técnicos de apoio para gestão, monitoramento e avaliação do “Programa Amapá/BNDES: Desenvolvimento Humano, Regional e Integrado”, utilizando-se de recursos oriundos do banco de fomento.

De acordo com a análise dos materiais apreendidos durante a primeira fase da operação, verificou-se que a quadrilha desviou ao menos R$ 19 milhões do contrato de consultoria no Estado do Amapá.

No curso das investigações, detectou-se que os integrantes da quadrilha, por meio de duas empresas de consultoria, previamente ajustadas, firmaram consórcio para participar de certame licitatório de concorrência pública na capital do Maranhão, tendo sido constatado que funcionários das empresas investigadas atuaram diretamente na elaboração do edital da licitação.

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No combate ao tráfico de drogas e armas, PF cumpre 32 prisões no Maranhão

A Policia Federal, por meio da Delegacia de Combate aos Crimes contra o Patrimônio – DELEPAT da Superintendência Regional do Maranhão, deflagrou na manhã desta terça-feira, dia 15 de outubro de 2019, nas cidades de, São Luís/MA, Imperatriz/MA e Codó/MA a Operação “INTRAMUROS” com a finalidade de reprimir organização criminosa especializada em tráfico de drogas e armas no estado do Maranhão.

Foram cumpridos 32 Mandados de Prisão Preventiva e 32 Mandados de Busca e Apreensão, tendo as ordens judiciais sido determinadas pelo excelentíssimo Dr. Francisco Ronaldo Maciel Oliveira, juiz titular da 1.a Vara Criminal de São Luís/MA, com apoio de 150 policiais federais das Superintendências Regionais do Goiás, Distrito Federal, Bahia, Rio Grande Norte, Paraíba e Amapá visando colher provas da materialidade delitiva.

As investigações foram iniciadas após trabalhos de inteligências da Polícia Federal, que identificaram a atuação de facções criminosas no Estado do Maranhão. Observou-se que o grupo criminoso é dividido de forma estruturada e piramidal e possui um setor responsável por planejar e realizar tráficos de drogas, armas e outros crimes no Estado

Durante a investigação, identificou-se as principais lideranças da organização criminosa no Maranhão e em outros Estados.
Os investigados serão indiciados pelos crimes de tráfico de drogas, porte ilegal de armas e organização criminosa, previsto no artigo 33 da Lei 11.343/2006, artigos 14 e 16 da Lei n° 10.826/03 e o Artigo 2o da Lei no 12.850/2013.
A Operação foi denominada “INTRAMUROS” em razão da constatação algumas lideranças comandarem as práticas de criminosas do interior dos presídios.

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Operação da PF mira fraudes de R$ 41 milhões no transporte escolar em Tocantins e no Maranhão

Atual7

Investigação identificou desvios de R$ 5 milhões em 19 municípios. Principal envolvida no esquema é uma cooperativa de fachada

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira 2, a Operação Imhotep, em conjunto com a CGU (Controladoria-Geral da União), para desarticular organização criminosa responsável por fraudes em licitações, corrupção e desvios de recursos destinados à prestação de serviços de transporte escolar em prefeituras municipais de Tocantins e do Maranhão.

Estão sendo cumpridos 33 mandados de busca e apreensão – dois no Maranhão (Imperatriz e Sítio Novo do Maranhão) e os demais em diversos municípios do Tocantins (Palmas, Sampaio, Praia Norte, Augustinópolis, Pugmil, Sítio Novo do Tocantins e Palmeiras do Tocantins). Também estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva; bloqueio de bens dos investigados; e a suspensão dos contratos prestados pelas empresas com as prefeituras.

O trabalho conta com a participação de aproximadamente 120 policiais federais e mais de 10 auditores da CGU.

Segundo a PF e a CGU, foi apurado que, somente entre os anos de 2017 e 2018, as cinco empresas envolvidas no esquema – a principal é uma cooperativa de fachada, cujo capital social é de R$ 6,5 mil – foram favorecida por empenhos em 19 municípios, que totalizaram mais de R$ 41 milhões. O dano aos cofres públicos apurado, neste primeiro momento, é de cerca de R$ 5 milhões.

Além do prejuízo ao erário, ainda de acordo com a investigação, os desvios praticados pela organização criminosa causaram impacto na vida dos estudantes, já que os serviços de transporte escolar são prestados por terceiros subcontratados pela cooperativa e, muitas vezes, em veículos totalmente inadequados ao transporte de pessoas, como se pode verificar na imagem acima. Nela, alunos de Sítio Novo do Maranhão estão desprotegidos na carroceria de um caminhão de carga, estacionado em frente à sede da prefeitura. O registro foi feito em novembro de 2018, durante trabalho de fiscalização da CGU.

O nome da operação faz alusão a Imhotep, considerado o maior vizir (assessor) de todos os tempos e arquiteto da primeira pirâmide do Egito, onde, longe dos olhos do público e de curiosos, se acobertava grandes riquezas.

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Polícia Federal deflagra nova fase da Operação Carne Fraca

Por Revista Veja

São cumpridos 68 mandados de busca e apreensão em nove estados

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, 1º, uma nova fase da Operação Carne Fraca. Cerca de 280 policiais cumprem 68 mandados de busca e apreensão em nove estados (Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso, Pará, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro). As medidas cautelares foram expedidas pela 1ª Vara Federal de Ponta Grossa (PR).

Operação da PF colocou qualidade do frango brasileiro sob suspeita (Paulo Whitaker/Reuters)
De acordo com a PF, o inquérito tem como foco principal a apuração de crimes de corrupção passiva praticados por Auditores Fiscais Agropecuários Federais em diversos estados, em benefício de grupo empresarial do ramo alimentício, que passou a atuar em colaboração espontânea com as autoridades públicas na investigação.A empresa investigada, afirma a PF, indicou que ao menos 60 Auditores Fiscais Agropecuários teriam sido favorecidos com as vantagens indevidas. Há indicativos de que foram destinados 19 milhões de reais para os pagamentos indevidos. Os valores eram pagos em espécie, por meio do custeio de planos de saúde e até mesmo por contratos fictícios firmados com pessoas jurídicas que representavam o interesse dos fiscais.A prática ilegal teria sido interrompida no ano de 2017, quando o grupo passou por uma reestruturação interna.

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Ação de busca e apreensão em Imperatriz pela PF; desmatamento resultou em R$ 80 milhões

Conforme as primeiras investigações, o desmamento foi de 260.000 metros cúbicos de madeira, o que daria para lotar as carrocerias de 8 mil caminhões, com as fraudes em documentações envolvendo os estados de Roraima, Maranhão, Amapá, Amazonas, Pará e Mato Grosso.

Denominada  Florestas de Papel, a operação no Maranhão resultou numa busca e apreensão na cidade de Imperatriz, mas não foi informado se ocorreu em alguma madeireira ou residência. A ação da PF reuniu mais de 150 policiais federais e se concentrou em sua maior parte no estado de Roraima.

O maior envolvimento foi de um empresário dono de oito empresas que foi preso hoje de manhã passando férias em Fortaleza. Era usados empresas de fachadas eque conseguiam as licenças exigidas para o transporte da madeiras e subprodutos florestais de origem nativa, como a madeira serrada e toras.

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Polícia Federal realiza Operação Bigorna no Maranhão

A Polícia Federal realizou, na manhã de ontem (07), a Operação Bigorna, com o cumprimento de um mandado de Prisão Preventiva, exarada pela Justiça Federal de Bacabal, de um membro da facção criminosa Bonde dos 40 e assaltante.

Trata-se de investigação de assalto aos correios ocorrido em 08/08/2018, onde o investigado teria realizado a ação criminosa em conjunto com outro membro da facção criminosa, tendo participação também do gerente da agência.

A investigação foi realizada em decorrência da apreensão de aparelhos telefônicos durante a Operação Hermes e o Gado II, deflagrada em 13/12/2018.

O nome da operação se deve ao vulgo utilizado pelo investigado. Foi utilizado um efetivo de seis policiais federais para cumprimento do mandado.

O preso encontra-se custodiada na Penitenciária de Pedrinhas, à disposição da Justiça Federal de Bacabal/MA.

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Receita aponta acesso ilegal de servidores às informações fiscais de Bolsonaro e aciona PF

A Receita Federal informou nesta sexta-feira (5) que abriu sindicância para apurar as circunstâncias do acesso de dois servidores a informações fiscais do presidente Jair Bolsonaro. A informação foi inicialmente divulgada pelo jornal “O Globo”.

De acordo com a nota da Receita, após ter sido identificado o acesso às informações de Bolsonaro e de familiares do presidente, foi aberta uma sindicância, que concluiu não haver motivação legal para a iniciativa.

“Por esta razão, a Receita notificou a Polícia Federal ao mesmo tempo em que iniciou procedimento correicional, visando apurar responsabilidade funcional dos envolvidos”, diz o texto da nota.

Em fevereiro, a Receita Federal abriu investigação interna para apurar o vazamento de documentos em que auditores propunham uma investigação fiscal do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e da mulher dele.

Íntegra da nota

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada pela Receita Federal:

NOTA À IMPRENSA

A Receita Federal informa que, após identificar o acesso a informações fiscais do Sr. Presidente da República e de integrantes de sua família, por dois servidores, o órgão abriu sindicância para apurar as circunstâncias em que esse acesso foi realizado.

A sindicância concluiu que não havia motivação legal para o acesso e, por esta razão, a Receita notificou à Polícia Federal ao mesmo tempo em que iniciou procedimento correicional, visando apurar responsabilidade funcional dos envolvidos.

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Policia Federal faz busca e apreensão em endereços ligados a senador do Piauí

Operação da PF fez operação cedo de hoje, sexta-feira, dia 22 deste, em endereços ligados ao senador pelo Piauí, Ciro Nogueira (PP), conforme mostra matéria do site Metrópoles. Confira abaixo:

Ele é investigado em inquérito que tramita no STF por suspeita de crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) é o principal alvo de uma operação deflagrada na manhã desta sexta-feira (22/2) pela Polícia Federal. Ele é investigado em inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro.

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao parlamentar em Brasília, Teresina (PI) e São Paulo (SP).

A investigação partiu de depoimentos de delatores que afirmaram terem repassado cerca de R$ 43 milhões ao partido de Nogueira, por intermédio do senador, em troca de apoio político na campanha presidencial de 2014.

Segundo a PF, a Operação Compensação é desdobramentos de investigações decorrentes do Inquérito 4736/STF. Cerca de 30 policiais federais cumprem sete mandados de busca e apreensão, autorizados pela ministra Rosa Weber, além de intimações para fins de depoimentos dos envolvidos.

Aguarde mais informações

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Presos pela Operação Topique deixam cadeia após pagamento de fiança de R$ 1,9 mi

Atual7

Orcrim fraudou licitações de transporte escolar em prefeituras do Piauí e Maranhão


Decisão do juiz Agliberto Gomes Machado, da 3ª Vara Federal da Seção Judiciária do Piauí, concedeu liberdade provisória, nessa segunda-feira 4, aos empresários Luiz Carlos Magno Silva e Lívia Oliveira Saraiva, presos pela Operação Topique, da Polícia Federal, que desarticulou uma quadrilha especializada em fraude em licitações de transporte escolar que atuava em prefeituras daquele estado e do Maranhão.

Para a revogação da prisão, eles tiveram de pagar fiança. Luiz Magno, de R$ 1,8 milhão; Lívia Saraiva, R$ 100 mil. Também terão de cumprir medidas cautelares.

A soltura dos empresários acontece duas semanas após o Ministério Público Federal (MPF) denunciá-los com outros 20 alvos da operação da PF pelos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, fraude licitação, superfaturamento de contratos com lesão a recursos da educação, lavagem de bens ativos e pagamento de propina.

Dos 22 denunciados, apenas dois continuam presos. E seis tiveram pedido pelo MPF o sequestro de R$ 12 milhões.

Segundo a Polícia Federal, o prejuízo aos cofres públicos causado pela Orcrim soma mais de R$ 119 milhões.

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MPF denuncia 22 por fraude e desvios no transporte escolar no Piauí e Maranhão

Esquema desbaratado pela Operação Topique envolvia fraudes a licitações, subcontratação irregular e superfaturamento. Prejuízo potencial é superior a R$ 119 milhões.

PUBLICADO POR

ATUAL7

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia, na última terça-feira 22, contra 22 pessoas presas pela Operação Topique, deflagrada pela Polícia Federal em agosto do ano passado, contra fraude em licitações e desvio de recursos públicos destinados à prestação de serviços de transporte escolar no Piauí e no Maranhão.

Segundo o coordenador da força-tarefa Topique, o procurador da República Marco Aurélio Adão, a ação penal não encerra os desdobramentos da operação e as investigações continuam. Os nomes dos denunciados não foram divulgados.

À época da operação, A PF e a Controladoria-Geral da União (CGU) informaram que mais de 40 prefeituras fizeram pagamentos irregulares relacionados ao transporte escolar. O serviço é custeado pelo Programa de Apoio ao Transporte Escolar (Pnate) e do Fundo de Manutenção, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)  e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O prejuízo potencial aos cofres públicos já ultrapassa R$ 119 milhões.

A investigação revelou a existência de um grupo de empresas que atuava há pelo menos cinco anos, principalmente por meio de laranjas, na realização de fraudes em licitações, subcontratação irregular e superfaturamento.

O esquema contava com a participação de agentes públicos, resultando na contratação de serviços de transporte escolar com valores superiores ao valor real do serviço, causando um prejuízo aos cofres públicos na média de 40% dos valores pagos às empresas contratadas.

A CGU diz que aprofundou as investigações por meio de fiscalizações realizadas nos municípios piauienses de São Raimundo Nonato, Campo Maior, Miguel Alves, Luís Correia, Caracol e Regeneração, bem como por meio de análises de contratações efetuadas pelo Estado do Piauí junto às empresas do grupo investigado, além de fiscalizações realizadas nos municípios maranhenses de Timon e São João do Sóter.

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