Policia Federal investiga desvio de recursos da Covid-19 durante a gestão Cleomar Tema em Tuntum

    Blog do Pedro Jorge

    Policiais Federais estiveram em Tuntum nesta terça-feira (11), verificando o uso do dinheiro do combate ao Covid-19 que foi repassado pelo Governo Federal, ao município no ano de 2020, na gestão do ex-prefeito Cleomar Tema e do secretário Municipal de Saúde, Fabrício Coelho.

    Segundo informações há indícios de desvio do recurso do Covid-19, que chegou a mais de 14 milhões de Reais.

    Nenhum equipamento foi encontrado no hospital municipal Rafael Seabra aumentando mais ainda a suspeita do desvio de verbas públicas pelo ex-prefeito Cleomar Tema e seus assessores.

    Os policiais todos descaracterizados, verificaram bens físicos e documentos que provem o desvio do recurso.

    Em breve teremos mais novidades sobre o assunto, e este pssivel crime de responsabilidade cometido pela gestão passada.

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    Procurado pela Interpol, argentino é preso em Imperatriz pela Polícia Federal

    Por Neto Ferreira

    Na manhã desta segunda-feira (27), a Polícia Federal no Maranhão, através de sua Representação Regional da Interpol e da Delegacia de Polícia Federal em Imperatriz, deu cumprimento ao Mandado de Prisão Preventiva para Extradição expedido pelo STF em desfavor do argentino Daniel Adrian Marconi por prática, em tese, de crime de abuso sexual qualificado.

    Daniel, que residia em Imperatriz desde 2018, estava na lista de Difusão Vermelha da Interpol.

    Ele será encaminhado ao sistema prisional onde aguardará até sua possível extradição para a Argentina.

    O caso é um exemplar das diversas atribuições da Polícia Federal no campo da Cooperação Policial Internacional.

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    PF faz busca e apreensão em São Luís e Imperatriz contra crimes em licitações de resíduos hospitalares no MA

    Por Atual7

    Operação Mercado Pacificado apura ilícitos praticados por empresas atuantes no mercado de coleta, transporte, tratamento e destinação de resíduos, em sua maioria, hospitalares.

    A Polícia Federal cumpriu, nesta segunda-feira (13), mandados de busca e apreensão em São Luís e Imperatriz, no Maranhão. A ação foi deflagrada com auxílio do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e do MPF (Ministério Público Federal).

    Também foram realizadas buscas nas cidades de São Paulo (SP), Embu das Artes (SP), Suzano (SP), Itabuna (BA), Salvador (BA), Sousa (PB), Recife (PE), Duque de Caxias (RJ), Caxias do Sul (RS) e Cachoeirinha (RS).

    Batizada de Mercado Pacificado, a operação tem como objetivo apurar crimes licitatórios e contra a ordem econômica, praticados por empresas atuantes no mercado de coleta, transporte, tratamento e destinação de resíduos, em sua maioria, hospitalares. Os nomes dos alvos não foram divulgados.

    A investigação baseia-se em acordo de leniência firmado em 2019, cujos participantes apresentaram evidências de condutas anticompetitivas.

    Segundo a PF, eram estabelecidos acordos entre concorrentes para fixação de preços, condições e vantagens em licitações públicas e privadas, divisão de mercado e de clientes por meio de acordos de não-agressão, supressão de propostas e apresentação de propostas de cobertura, troca de informações comerciais e concorrencialmente sensíveis entre empresas.

    Na prática, aponta a apuração, essas ações visavam a favorecer licitantes e frustrar o caráter competitivo das licitações.

    As empresas participantes do cartel agiam com a intenção de manter o mercado “pacificado”, evitando “guerras de preços”, de sorte que os envolvidos dividiam entre si clientes e licitações.

    Segundo análise realizada pelo Cade, além do Maranhão, também foram afetados por essa atividade anticompetitiva, os estados da Bahia, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, além do Distrito Federal. Há, ainda, indícios de que os estados do Rio Grande do Norte e de Santa Catarina possa ter sido afetados.

    Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa e por outros crimes contra a ordem tributária, e outros delitos que eventualmente forem constatados no curso da investigação.

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    PF faz operação contra empresas de segurança particular clandestinas no Maranhão

    A Polícia Federal deflagrou dia 25 de novembro em todo o país a Operação Segurança Legal 2021, com o objetivo de reprimir a atividade de segurança privada clandestina.


    No Maranhão, ao todo, foram fiscalizados 19 estabelecimentos entre concessionárias de veículos, bares e casas noturnas, sendo 14 na Capital, 3 em Imperatriz e 2 em Caxias.

    O exercício de atividade com uso de seguranças clandestinos, sem ter a devida capacitação, compromete a segurança do local e ainda coloca em risco a vida e a integridade física dos cidadãos que frequentam o estabelecimento.

    Todos os estabelecimentos fiscalizados foram notificados a suspenderem os serviços de 5 empresas de vigilância consideradas clandestinas, as quais foram autuadas e responderão a processos administrativos, que podem resultar no encerramento definitivo da atividade e até prisão dos responsáveis em caso de reincidência.

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    PF, Receita e Polícia Civil fazem operação contra tráfico de drogas via postal no Maranhão

    A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal e a Polícia Civil do Maranhão, deflagrou na manhã de hoje, 22/11, a Operação “Tracking”, com o objetivo de reprimir e prevenir o tráfico interestadual de drogas por via postal.


    A fiscalização de rotina envolve o uso de cães detectores de drogas e moderno sistema de raio x.
    Uma vez apreendido os objetos ilícitos, a investigação buscará identificar quem teria remetido e quem seria o destinatário da droga, responsabilizando com isso os envolvidos na prática delituosa.

    Durante o ano de 2021 a Polícia Federal interceptou e apreendeu diversos objetos postais que continham em seu interior substâncias ilícitas tais como “lança perfume”, LSD, ecstasy e outras drogas sintéticas.


    Ações como essa visam inibir que traficantes utilizem o serviço postal como meio logístico para atividades criminosas.

    O nome da operação é um termo em inglês que traduzido para o português significa “monitorando”, fazendo assim uma alusão às atividades desenvolvidas pela Polícia Federal.

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    Polícia Federal fecha emissoras de rádios clandestinas no interior do Maranhão

    A Polícia Federal deflagrou na data de hoje (18/11) a Operação “FMI LEGAL” visando o fechamento de rádios clandestinas localizadas em Municípios do interior do Estado do Maranhão.

    As investigações começaram a partir de fiscalizações feitas pela ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações, por meio das quais observou-se o funcionamento de rádios sem a devida anuência do Poder Público, o que gerou a interdição dos estabelecimentos e lacre dos respectivos aparelhos transmissores.

    Posteriormente, a Polícia Federal verificou que mesmo após a interdição feita pela ANATEL, as rádios continuaram a funcionar irregularmente, com transmissão normal de

    sua programação nas respectivas cidades.

    Foram cumpridos 3 Mandados de Busca e Apreensão, sendo 2 no Município de Brejo/MA

    e 1 na cidade de Santa Rita/MA.

    O escopo da operação consiste na apreensão dos transmissores e demais equipamentos

    necessários ao funcionamento dos serviços de radiodifusão em desacordo com as regulamentações legais, a fim de atestar a materialidade delitiva do crime de Desenvolvimento Clandestino de Atividade de Telecomunicações, tipificado no artigo 183

    de Lei 9.472/1997, cuja pena, em caso de condenação, pode chegar a 4 (quatro) anos de

    detenção e multa.

    As investigações prosseguirão com o objetivo de individualização e identificação dos

    proprietários ou responsáveis pelas rádios clandestinas.

    Cabe destacar que o desenvolvimento irregular dos serviços de radiodifusão pode gerar o aparecimento de frequências espúrias, vindo a prejudicar a segurança dos meios de

    telecomunicações, o que pode ocasionar sérias interferências em serviços de telecomunicações regularmente instalados, tais como rádio e televisão, comunicações das

    autoridades policiais e até mesmo navegação marítima ou aérea.

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    PF faz operação para prender quadrilha que levava droga de RO ao MA através da Transamazônica

    Carregamento de droga da quadrilha, apreendido pela PF na última quarta (10) em Rondônia — Foto: PRF/Divulgação

    Os presos na operação Intervenção devem responder por tráfico de drogas, associação ao tráfico, e lavagem de dinheiro.

    Droga apreendida durante abordagem da PF em RO. — Foto: Divulgação

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    Fraudador dá golpe de 200 mil no auxílio emergencial no Maranhão

    A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 09 de novembro, na cidade de IMPERATRIZ, a Operação PARCELA EXCEDENTE a qual tem por escopo combater fraude ao auxílio emergencial do Governo Federal.

    A investigação conduzida pela Polícia Federal no Maranhão teve início ainda em 2020 e, após a realização de inúmeras diligências, chegou-se ao nome daquele que seria o maior responsável pela fraude na região, com mais de 500 (quinhentos) registros até o momento.

    As fraudes ocorriam por meio de cadastramento de CPF’s que teriam direito ao benefício, todavia o destino dos valores era a conta vinculada ao fraudador, que se utilizava de boletos fraudulentos para efetuar pagamentos, saques dos valores e até mesmo utilização de máquinas de cartão de crédito.


    O prejuízo aos cofres públicos até agora é de pelo menos R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), podendo ser bem maior, tendo em vista que os valores investigados até o momento são tão somente os que foram denunciados pelas vítimas do referido alvo.

    Neste contexto, a Polícia Federal representou judicialmente por mandado de busca e apreensão e prisão preventiva deferidos pela 1a Vara Criminal Federal da Subseção Judiciária de Imperatriz, no Estado do Maranhão.

    O alvo responderá, a priori, pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa, podendo pegar até 7 anos de prisão.

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    Justiça Federal bloqueia R$ 470 milhões de investigados em nove estados na exploração de ouro; dentre eles o Maranhão

    Foto: Reprodução / PF

    No Maranhão, foram cumpridos mandados na cidade de Imperatriz, assim como em Manaus, Limeira, Porto Velho, Cuiabá, Boa Vista, Palmas e na cidade de São Paulo, além de Brasília.

    A Polícia Federal iniciou as investigações em 2020 que envolvem garimpeiros comuns, intermediários e grandes empresas que compram o ouro bruto e são destinados para exportação.

    Foram apreendidos veículos de alto padrão, aeronaves e ouro extraído recentemente. 47 imóveis estão indisponíveis por determinação judicial e foram bloqueados em contas R$ 470  milhões.

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    PF faz operação e apreende 28 toneladas de maconha em duas cidades no interior do Maranhão

    São Luís/MA: A Polícia Federal deflagrou, no período de 18 a 23 de de outubro
    de 2021, na região Oeste do estado do MA, a quinta fase da Operação FUSARIUM.

    A operação FUSARIUM consiste em uma série de ações policiais que visam erradicar plantações de Cannabis Sativa, erva popularmente conhecida como Maconha. Tais ações já ocorreram nos estados de Pernambuco e Bahia, bem como em território Paraguaio.

    No Estado do Maranhão, a Polícia Federal, erradicou cerca de 85.000 (oitenta e cinco mil) pés, 500 (quinhentas) mudas e 1 quilograma de sementes de cannabis sativa nas terras indígenas de Alto Turiaçu, Alto Rio Guamá e em Terras da União, nas proximidades dos municípios de Centro do Guilherme – MA e Centro novo- MA.

    Ademais, encontrou-se, in loco, 10 kg (dez quilogramas) de maconha prontos
    para o tráfico. Todas as substâncias entorpecentes encontradas perfazem cerca
    de 28 (vinte e oito) toneladas.

    No bojo da operação policial, foi realizada a prisão em flagrante de uma pessoa que foi encontrada em uma das plantações portando droga e uma espingarda calibre .22.

    O conduzido foi autuado nos art. 33, parágrafo 1°, Inciso II e art. 35 caput, ambos combinados com o art. 40 da lei 11.343, cujas penas somadas podem chegar a 15 anos de reclusão.

    A operação tem o escopo de reduzir a produção e oferta de maconha no estado
    do Maranhão, de desarticular a comercialização de drogas na região, identificar os envolvidos, individualizar condutas ilegais e descapitalizar o grupo criminoso.

    Ademais, objetiva-se firmar a presença do Estado na região, diminuindo, por conseguinte, os índices de violência urbana e aumentando a sensação de segurança da população.

    Para deflagração da Operação a Policia Federal empregou cerca de 42 (quarenta e dois) servidores (entre delegados, agentes, escrivães e agentes administrativos), dois helicópteros da Coordenação de Aviação Operacional Polícia Federal – CAOP, bem como, contou com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão.

    A operação foi denominada FUSARIUM em alusão a fusariose: doença infecciosa causada por um fungo oportunista, o Fusarium spp., que pode ser encontrado no ambiente, principalmente em plantações.

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    Depois do resgate de 24 maranhenses em situação análoga ao trabalho escravo, PF intensifica operação contra criminosos

    A Policia Federal cumpriu quatro mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (16), nas cidades de Igarapava/SP e Sacramento/MG. A operação Dominica Potestas visa reprimir crimes como tráfico de pessoas e redução a condição análoga a de escravo.

    Foto Divulgação: PF

    A investigação iniciou-se a partir do resgate de 24 maranhenses no município de Delta/MG, em março deste ano, pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Minas Gerais. Conforme apurado, as vítimas foram enganadas pelos investigados e outras pessoas ainda não identificadas quanto às condições de trabalho, moradia e salário, dessa forma convencidas a saírem de suas casas no interior do Maranhão para irem trabalhar em local a
    quase 2.500 km de distância.

    Além das condições indignas do alojamento, no local de trabalho não havia banheiro, o fornecimento de água era racionado, alguns trabalhadores apenas faziam uma refeição por dia por falta de dinheiro, entre outros fatos que conjuntamente configuram a submissão das vítimas a condições de trabalho análogas a de escravo diante da jornada exaustiva, ambiente de trabalho e moradia degradantes, assim como restrição de locomoção em razão de dívidas contraídas com os suspeitos tanto no momento da contratação, como no curso do contrato de trabalho.

    Diante da gravidade dos fatos, após representação da Polícia Federal no Maranhão, foram expedidos mandados de busca e apreensão em desfavor dos investigados, com a finalidade de apreender computadores, mídias e quaisquer outros materiais relacionados aos fatos apurados.

    Os suspeitos poderão responder por crimes como tráfico de pessoas (art.149-A do Código Penal) e redução a condição análoga a de escravo (art.149 do Código Penal). As penas podem chegar a 16 anos de reclusão.

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    Operação da PF no Maranhão resulta em prisões e buscas e apreensões por exploração ilegal de ouro

    A Polícia Federal deflagrou hoje (15) a Operação CURIMÃ, com objetivo de desarticular organização criminosa que atua em garimpos ilegais de ouro na região do Município de Centro Novo, no Maranhão.

    Foto Divulgação: PF

    Participaram das ações 130 policiais federais. Eles deram cumprimento a 19 mandados de busca e apreensão, além de 5 mandados de prisão preventiva, nos Estados do Maranhão e do Pará, expedidos pela 8ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado do Maranhão, em decorrência de representação da Polícia Federal.

    Durante as investigações foi apurado que se trata de uma organização criminosa armada com grande poderio econômico e político e com atuação na região de Centro Novo/MA há pelo menos três anos. Os investigados foram os responsáveis pelo desmatamento ilegal de mais de 60 mil hectares de áreas para abertura de garimpos de ouro, sem qualquer autorização dos órgãos competentes.

    Foto Divulgação: PF

    Ademais, foi verificado que esses garimpos utilizam cianeto de forma massiva para extração do ouro, além do uso de mercúrio, situação que tem causado grande poluição ambiental, inclusive, do Rio Maracaçumé.

    Sob este aspecto, sabe-se que o cianeto pode atacar o cérebro e provocar tremores, delírios e alucinações. Também pode provocar parada cardíaca. A vítima desse tipo de envenenamento pode morrer por asfixia ou por falência múltipla de órgãos, assim há grande perigo para população local exposta a este tipo de substância.

    Os investigados responderão pelos crimes previstos no Art. 2º, da Lei 8.176/91 (usurpação de bens da União), no art. 54, §2º, V (poluição), c/c art. 55 (mineração ilegal), ambos da Lei nº 9.605/98, art. 14, da Lei 10.826/2003 (porte ilegal de arma de fogo), bem como o art. 2º, §2º, da Lei nº 13.850/2013 (integrar organização criminosa), cujas penas máximas somadas ultrapassam mais de 20 anos.

    Confira os vídeos da operação a seguir.

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