Segundo dia de Enem tem abstenção de 55,3%

    O segundo dia de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 teve 55,3% de faltas, abstenção recorde no exame, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Do total de 5.523.029 inscritos no exame, menos da metade, 2.470.396, compareceu aos locais de prova. O índice foi maior que no primeiro dia, quando 51,5% dos inscritos não compareceram às provas.

    A média histórica de abstenção no Enem, segundo o Inep, é de cerca de 27%. O recorde anterior havia sido registrado em 2009, com 37,7% de abstenção. Foram eliminados no segundo dia 1.274 participantes por descumprirem as regras do exame, além de 14 emergências médicas. No primeiro dia, 2.967 candidatos foram eliminados.

    Estudantes com covid-19 e sintomas podem pedir reaplicação do Enem a partir de hoje

    De acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes, o número de faltosos foi maior do que o esperado, mesmo assim, a realização do exame foi vitoriosa. “Têm vários motivos que podem levar as pessoas a fazerem ou não a prova do Enem, é uma decisão individual e eu respeito a decisão individual das pessoas. O que é importante é o Inep assegurar a oportunidade e isso nós fizemos. Estamos dando a oportunidade de quem quer fazer o Enem poder fazer”, diz. “Conseguimos assegurar, no meio da pandemia, que 5,6 milhões pudessem fazer a prova e que 2,5 milhões fizessem as provas. Acho que isso é uma vitória”, acrescenta.

    Segundo Lopes, o segundo dia transcorreu com tranquilidade. Não houve, até o momento, notificações de pessoas que foram impedidas de realizar o exame por conta da lotação das salas, como ocorreu no primeiro dia de aplicação. O Inep atualizou os números divulgados no último domingo. Até o momento, foi confirmado que isso ocorreu em 11 cidades, em 37 escolas.

    Tanto esses estudantes quanto os participantes que foram prejudicados por questões logísticas, como falta de luz no local de prova, e aqueles que não fizeram o exame por apresentarem sintomas de covid-19 ou outra doença infectocontagiosa terão direito a fazer o exame na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

    O pedido para participar da reaplicação deve ser feito na Página do Participante. O sistema estará aberto, segundo Lopes, a partir das 12h desta segunda-feira (25). O prazo vai até o dia 29. Os resultados serão divulgados no dia 12 de fevereiro, quando os estudantes saberão se os pedidos foram aceitos ou não.

    Segundo o Inep, até o momento, 18.210 candidatos solicitaram a reaplicação por conta de doenças infectocontagiosas. Desses pedidos, o Inep aceitou 13.716. “Nesses casos não é preciso pedir a reaplicação porque o pedido foi feito no sistema, já foi deferido. Para essas pessoas, já estamos trabalhando na elaboração da prova.

    Enem 2021
    Lopes confirmou a realização este ano do Enem 2021. Segundo ele, a prova deverá ocorrer no final do ano, entre novembro e dezembro. A autarquia se prepara para realizar o exame novamente em um ambiente de pandemia. “Vamos fazer o Enem no final do ano, também no ambiente de pandemia. Entendemos que a aplicação do Enem em novembro, dezembro será sob a cortina da pandemia. Em breve, soltaremos o edital do Enem 2021. Precisamos começar agora a preparar a aplicação do Enem”, diz.

    De acordo com Lopes, é importante que o Inep mantenha o calendário das avaliações para que a sociedade não seja prejudicada e para que os estudantes não interrompam a trajetória de estudos.

    Gabaritos
    O Enem 2020 tem uma versão impressa, que começou a ser aplicada no último domingo (17) e terminou neste domingo, e uma digital, [LINK: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2021-01/presidente-do-inep-explica-como-sera-primeira-edicao-do-enem-digital] realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

    As notas do Enem podem ser usadas para acessar o ensino superior e participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni). O gabarito das provas da edição impressa será divulgado na quarta-feira (27).

    Confira na íntegra a coletiva de imprensa com balanço do Enem:

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    Estudantes com covid-19 e sintomas podem pedir reaplicação do Enem a partir de hoje

    Candidatos que não puderam participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por estarem com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa e aqueles que não conseguiram fazer as provas por problemas logísticos podem, a partir de hoje (25), pedir para participar da reaplicação do Enem na Página do Participante. O sistema ficará aberto até o dia 29.

    Estudantes de todo Brasil, fazem o segundo dia de prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio)

    As provas do Enem impresso foram aplicadas nos dias 17 e 24 de janeiro. Nas semanas que antecederam cada uma das aplicações, os candidatos puderam enviar exames e laudos médicos ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Aqueles que ainda não o fizeram poderão, agora, acessar o sistema online. As provas da reaplicação serão nos dias 23 e 24 de fevereiro.

    Além da covid-19, podem solicitar a reaplicação participantes com coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela.

    Segundo o Inep, para a análise da possibilidade de reaplicação, a pessoa deverá inserir, obrigatoriamente, no momento da solicitação, documento legível que comprove a doença. Na documentação, deve constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento. O documento deve ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2 MB.

    Problemas logísticos
    Também poderão pedir a reaplicação estudantes que tenham sido prejudicados por problemas logísticos. De acordo com o edital do Enem, são considerados problemas logísticos, por exemplo, desastres naturais que prejudiquem a aplicação do exame devido ao comprometimento da infraestrutura do local, falta de energia elétrica, falha no dispositivo eletrônico fornecido ao participante que solicitou uso de leitor de tela ou erro de execução de procedimento de aplicação que incorra em comprovado prejuízo ao participante.

    No primeiro dia de aplicação, participantes foram impedidos de fazer o exame por causa da lotação dos locais de prova. Devido à pandemia do novo coronavírus, as salas deveriam ter até metade da lotação máxima. Em alguns locais, não foi possível acomodar os inscritos. De acordo com o Inep, esses casos foram relatados em pelo menos 11 locais de prova em Florianópolis (SC), Curitiba (PR), Londrina (PR), Pelotas (RS), Caxias do Sul (RS) e Canoas (RS).

    Também terão direito à reaplicação os 160.548 estudantes que fariam a prova no estado do Amazonas, 2.863 em Rolim de Moura (RO) e 969 em Espigão D’Oeste (RO). O exame foi suspenso por causa dos impactos da pandemia nessas localidades. Ao todo, segundo o Ministério da Educação, foram quase 20 ações judiciais em todo o país contrárias à realização do Enem.

    Os pedidos de reaplicação serão analisados pelo Inep. A aprovação ou a reprovação do pedido de reaplicação deverá ser consultada também na Página do Participante. Os participantes também podem entrar em contato com o Inep pelo telefone 0800 616161. O Inep recomenda, no entanto, que os candidatos façam a solicitação pela internet.

    Enem 2020
    O Enem 2020 tem uma versão impressa, que foi aplicada nos dois últimos domingos, 17 e 24, e uma digital, que será realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

    O Inep divulgará, até quarta-feira (27) os gabaritos das questões objetivas do Enem. Mesmo com o gabarito em mãos não é possível saber quanto se tirou no exame. Isso porque as provas são corrigidas com base na teoria de resposta ao item (TRI). A pontuação de cada estudante varia, entre outros fatores, de acordo com o desempenho do próprio candidato no exame.

    O resultado final será divulgado no dia 29 de março. Os candidatos podem usar as notas para concorrer a vagas no ensino superior, por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior, e o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas.

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    Defensoria Pública recomenda o adiamento das provas do Enem no Maranhão

    A Defensoria Pública do Estado (DPE/MA), por meio dos Núcleos Cível e de Defesa da Criança e do Adolescente (NDCA), e a Defensoria Pública da União (DPU/MA) encaminharam, ontem (14), recomendação ao Governo do Estado solicitando o adiamento das provas do Enem em todo o Estado. O certame está marcado para os próximos dias 17 e 24 de janeiro e é a principal forma de acesso ao ensino superior em todo o país.

    A atuação conjunta tem o objetivo de evitar aglomerações e a consequente disseminação do vírus para estudantes e profissionais empenhados na aplicação da prova, além de diminuir a desigualdade de condições entre alunos das redes pública e particular de ensino, garantindo a todos o direito à educação e o acesso aos níveis mais elevados de ensino. A recomendação foi entregue às secretarias estaduais de Educação e a de Saúde, para devidas providências.

    Na recomendação, os defensores públicos estaduais Joaquim Gonzaga Neto, Kamila Barbosa e Silva Damasceno, e o defensor público federal Yuri Costa, que atua na área de Direitos Humanos da DPU, ressaltam que a aplicação das provas do Enem está marcada para os dois próximos domingos, em um período em que o estado está vivenciando o chamado 2º pico de contaminações.

    “Mesmo sendo um exame de responsabilidade federal, é o Governo do Estado que presta grande parte do apoio logístico para execução das provas, portanto acreditamos que ele tem a autonomia de adiar as provas. Entendemos, também, que numa balança, entre educação e saúde, a saúde é um bem maior na proteção do povo maranhense”, frisou Joaquim Neto, destacando que alguns estados, dentre eles o Amazonas, conseguiram, mesmo que temporariamente, a não realização das provas.

    As instituições relatam que o Boletim Epidemiológico divulgado na última quarta-feira (13), indica que há 202.574 casos até então confirmados de COVID-19, com taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 de 68,54% nos municípios que compõe a Grande Ilha e de 71, 88 % em Imperatriz.
    A recomendação, solicita, dentre outros dispositivos legais, a observância do Decreto Nº 36.203, de 30 de setembro de 2020, no qual fica vedada qualquer aglomeração de pessoas em local público ou privado, em face da realização de eventos, encontros, reuniões e similares etc., que ultrapasse o quantitativo máximo de 150 pessoas por evento.

    Ainda expôs que o Governo do Estado elaborou o Plano de Contingência, assim como também vem adotando, durante os derradeiros meses, medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, em especial os decorrentes do Coronavírus.

    As Defensorias foram enfáticas em informar que, se necessário, serão tomadas medidas judiciais para assegurar o cumprimento da presente recomendação e o respeito aos direitos da população mais vulnerável. A resposta à recomendação deverá ser enviada às instituições no prazo de 24 horas, informando as medidas implementadas ou as razões para o não acolhimento do recomendado.

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    Defensorias do Estado e da União recomendam ao Governo do Estado o adiamento do Enem

    A Defensoria Pública do Estado (DPE/MA), por meio dos Núcleos Cível e de Defesa da Criança e do Adolescente (NDCA), e a Defensoria Pública da União (DPU/MA) encaminharam, nesta quinta-feira (14), recomendação ao Governo do Estado solicitando o adiamento das provas do Enem em todo o Estado. O certame está marcado para os próximos dias 17 e 24 de janeiro e é a principal forma de acesso ao ensino superior em todo o país.

    A atuação conjunta tem o objetivo de evitar aglomerações e a consequente disseminação do vírus para estudantes e profissionais empenhados na aplicação da prova, além de diminuir a desigualdade de condições entre alunos das redes pública e particular de ensino, garantindo a todos o direito à educação e o acesso aos níveis mais elevados de ensino.

    Na recomendação, os defensores públicos estaduais Joaquim Gonzaga Neto, Kamila Barbosa e Silva Damasceno, e o defensor público federal Yuri Costa, que atua na área de Direitos Humanos da DPU, ressaltam que a aplicação das provas do Enem está marcada para os dois próximos domingos, em um período em que o estado está vivenciando o chamado 2º pico de contaminações.

    “Mesmo sendo um exame de responsabilidade federal, é o Governo do Estado que presta grande parte do apoio logístico para execução das provas, portanto acreditamos que ele tem a autonomia de adiar as provas. Entendemos, também, que numa balança, entre educação e saúde, a saúde é um bem maior na proteção do povo maranhense”, frisou Joaquim Neto, destacando que alguns estados, dentre eles o Amazonas, conseguiram, mesmo que temporariamente, a não realização das provas.

    As instituições relatam que o Boletim Epidemiológico divulgado na última quarta-feira (13), indica que há 202.574 casos até então confirmados de COVID-19, com taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 de 68,54% nos municípios que compõe a Grande Ilha e de 71, 88 % em Imperatriz.

    A recomendação, solicita, dentre outros dispositivos legais, a observância do Decreto Nº 36.203, de 30 de setembro de 2020, no qual fica vedada qualquer aglomeração de pessoas em local público ou privado, em face da realização de eventos, encontros, reuniões e similares etc., que ultrapasse o quantitativo máximo de 150 pessoas por evento.

    Ainda expôs que o Governo do Estado elaborou o Plano de Contingência, assim como também vem adotando, durante os derradeiros meses, medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, em especial os decorrentes do Coronavírus.

    As Defensorias foram enfáticas em informar que, se necessário, serão tomadas medidas judiciais para assegurar o cumprimento da presente recomendação e o respeito aos direitos da população mais vulnerável. A resposta à recomendação deverá ser enviada às instituições no prazo de 24 horas, informando as medidas implementadas ou as razões para o não acolhimento do recomendado.

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    MEC determina retorno presencial em universidades federais

    R7

    Decisão consta no Diário Oficial da União desta quarta e é assinada pelo ministro Milton Ribeiro. Ela entra em vigor em 4 de janeiro de 2021

    MEC (Ministério da Educação) determinou o retorno às aulas presenciais para as atividades letivas realizadas por instituições de ensino superior integrantes do sistema federal de ensino.

    As aulas do fundamental ao ensino superior foram transferidas para a sala de aula virtual por conta da pandemia do novo coronavírus, que obrigou alunos e professores a embarcarem no ensino à distância.

    A decisão consta no DOU (Diário Oficial da União) desta quarta-feira (2) e é assinada pelo ministro Milton Ribeiro. A portaria entra em vigor a partir de 4 de janeiro de 2021.

    Segundo o texto, os recursos e tecnologias para aulas virtuais e a distância deverão ser utilizadas de forma complementar, em “caráter excepcional, para integralização da carga horária das atividades pedagógicas, no cumprimento das medidas para enfrentamento da pandemia de covid-19, estabelecidas no protocolo de biossegurança instituído também pelo MEC”.

    A portaria ainda define como responsabilidade das instituições a escolha dos componentes curriculares que vão utilizar recursos educacionais digitais, disponibilizar recursos a alunos que queiram acompanhar as atividades letivas ofertadas de forma presencial, além da realização de avaliações.

    Serão consideradas exceções as praticas de estágios ou aulas que exijam presença em laboratório, obedecendo às diretrizes nacionais curriculares, aprovadas pelo CNE (Conselho Nacional de Educação). Fica vedada aplicação da excepcionalidade àqueles cursos não disciplinados pelo CNE.

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    Educação de Pinheiro é destaque no cenário nacional: Selo Unicef reconhece o pioneirismo do município

    Blog Marcelo Vieira 

    Em matéria divulgada ontem (15), no site do Selo Unicef, o órgão dá destaque às ações e projetos que visam garantir educação e saúde em tempos de pandemia, na publicação, com o título “Garantia à educação e saúde na Amazônia Legal leva municípios a se superarem no Selo UNICEF”, Pinheiro ganhou destaque com seu projeto de aulas via rádio.

    A Prefeitura de Pinheiro, através da secretaria de educação vem pondo em prática essa ação que visa dar continuidade ao aprendizado das crianças, principalmente as que residem na zona rural. Esse projeto pioneiro na baixada usa a rádio como meio para chegar até os alunos sem acesso a internet, as aulas lúdicas e criativas conquistaram seu espaço, a programação é acompanhada por alunos e pais de segunda a sexta, o que tem feito a diferença e os resultados já são sentidos.

    “O reconhecimento é consequência do esforço de todos que vem vencendo todos os dias os obstáculos que se apresentam, não foi fácil para ninguém todos nós tivemos que nos adaptar a essa nova rotina, estão todos de parabéns pelo empenho e dedicação para tornar o que a princípio era uma ideia em realidade”, destacou Augusto Miranda, secretário municipal de educação.

    Confira o texto da publicação:
    Professores nas ondas do rádio
    Com escolas ainda fechadas, e registrando oficialmente 43 mortes por Covid-19, aulas remotas acontecem desde agosto, no município de Pinheiro, no Maranhão. A ordem é não deixar ninguém para trás, especialmente os estudantes da zona rural. Por isso, uma equipe de 10 professores se desafia a colocar no ar o programa radiofônico “Mundo fantástico da imaginação”.
    Flyer de divulgação do programa de rádio com professores de Pinheiro (MA)

    Uma das integrantes dessa equipe, a professora de Educação Física, Jackeline Caldas, atua há quatro anos na educação infantil. Para ela, de início, foi um susto trabalhar com rádio, porque não tinha experiência. Mas logo se acostumou ao novo formato de dar aulas e ainda ajudou os demais colegas, que não tinham tanta familiaridade com a tecnologia. É Jackeline quem edita os áudios e vídeos das aulas e ensina os colegas como manusear as ferramentas e aplicativos.

    Segundo Jackeline, 80% da equipe de professores da educação infantil tiveram dificuldades em lidar com as novas tecnologias, mas conseguiram se adaptar com sucesso. O esforço é recompensado pelo retorno dos estudantes. “Os alunos mandam áudios, mandam vídeos, dizendo que gostam das histórias que a gente coloca no rádio. Eles esperam por esse momento”, relata a professora.

    Uma das idealizadoras do projeto, Ivana Padre, confirma que a audiência é garantida entre os pequenos que acompanham o programa com caneta e papel na mão, para fazer as atividades propostas. De segunda a sexta-feira, o programa é veiculado em duas rádios locais, em 4 horários, dois pela manhã e dois à tarde. “Por mais que a pandemia tenha chegado, e que os portões das escolas estejam fechados, a gente não deixou de oferecer uma educação de qualidade pras crianças”, finaliza a coordenadora.

    Sobre o Selo UNICEF – O Selo UNICEF é uma estratégia do UNICEF para fortalecer as políticas públicas e reduzir as desigualdades que afetam a vida de crianças e adolescentes em municípios brasileiros da Amazônia e do Semiárido. A Edição 2017-2020 conta com a participação de 1.924 municípios de 18 estados brasileiros, que assumiram junto ao UNICEF o compromisso de priorizar e garantir os direitos de meninas e meninos previstos na Convenção sobre os Direitos da Criança e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Nesse período, os gestores e técnicos municipais tiveram acesso a formações, conteúdos e outras ferramentas que buscam contribuir e acelerar a realização dessas responsabilidades.

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    MEC recomenda suspensão das aulas presenciais em todo país desde a educação básica a superior até o fim de 2021

    Por Elida Oliveira, G1

    Ministério da Educação precisa aprovar o texto, que inclui possibilidades de que estados e municípios juntem os anos letivos de 2020 e 2021 e que estudantes do 3º ano do ensino médio tenham ano letivo ‘suplementar’.

    O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta terça-feira (6) a validade do ensino remoto até dezembro de 2021, após os 6 meses de suspensão das aulas presenciais pela pandemia do coronavírus, e a junção dos anos letivos de 2020 e 2021.

    As diretrizes valem para todas as redes do país, desde a educação básica até o ensino superior, sejam elas públicas, privadas ou comunitárias. No entanto, elas não são obrigatórias. O texto ainda deverá ser homologado pelo Ministério da Educação (MEC) e, depois, as redes poderão aderir ou não à proposta.

    O texto aprovado também torna possível: que estados e municípios optem pela fusão dos anos letivos de 2020 e 2021 por meio da adoção de um continuum curricular de dois anos, na educação básica um ano letivo “suplementar” para estudantes do 3º ano do ensino médio

    Avaliação

    O documento flexibiliza a aprovação escolar ao permitir a “redefinição de critérios de avaliação” para a “promoção” do estudante.

    Recomenda também uma “especial atenção” à aprovação de estudantes dos anos finais do ensino fundamental (5° ao 9º ano). Essa etapa de ensino registra alto índice de reprovação e abandono escolar.

    O texto também destaca a possibilidade de um “continuum” curricular entre 2020 e 2021 para “evitar o aumento da reprovação do final do ano letivo de 2020” – ou seja, os dois anos letivos viram um só.

    Reprovar todos os alunos, aprová-los automaticamente ou discutir cada caso? Veja as alternativas das escolas no ano de pandemia
    O texto fala no “reordenamento curricular do que restar do ano letivo de 2020 e o do ano letivo seguinte, pode ser reprogramado, aumentando-se os dias letivos e a carga horária do ano letivo de 2021 para cumprir, de modo contínuo, os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento previstos no ano letivo anterior”.

    A educação infantil está dispensada da “obrigatoriedade de observância do mínimo de dias de trabalho educacional e do cumprimento da carga horaria mínima anual previstos” e no “Ensino Fundamental e no Ensino Médio, da obrigatoriedade de observância do mínimo de dias de efetivo trabalho escolar, desde que cumprida a carga horária mínima anual”, afirma o documento.

    Ciclo único em São Paulo

    Em São Paulo, o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, anunciou nesta terça-feira (6) que a rede estadual deverá adotar um ciclo único para o ano letivo de 2020 e 2021.

    O secretário afirmou que a proposta será aplicada para os alunos que forem aprovados este ano. A ideia é fazer a unificação em oito bimestres para diluir o ensino e ter a possibilidade de quem não aprendeu conseguir recuperar.

    Ensino remoto 

    Quando questionado sobre o papel do MEC durante a pandemia e as limitações para boa parte dos estudantes em ter acesso ao ensino remoto, o ministro afirmou em entrevista recente ao jornal “O Estado de S.Paulo” que as desigualdades foram apenas evidenciadas nesse período do coronavírus, mas não foram criadas agora.

    “Não foi um problema criado por nós. A sociedade brasileira é desigual e não é agora que a gente, por meio do MEC, que vamos conseguir deixar todos iguais.”

    Os casos de alunos que não têm internet, computador ou celular em casa para acompanhar aulas on-line devem ser resolvidos pelos estados e municípios, segundo Ribeiro. Nessa mesma entrevista, o ministro disse que gays vinham de ‘famílias desajustadas’.

    Em outra entrevista, Ribeiro admitiu que o apoio do governo aos estudantes de baixa renda se conectarem à internet durante a pandemia chegou tarde. “A gente demorou um pouquinho mais do que aparentemente seria o razoável”, afirmou ele, em meados de agosto.

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    IDEB de Santa Rita acima da média da região nordeste

    O IDEB, Índice de Desenvolvimento da Educação Básica de Santa Rita, está acima da média da região Nordeste (5.2) e superando a média do estado do Maranhão(4.8). Logo, Santa Rita está entre os 20 municípios maranhenses com melhor desempenho educacional, com maior nota do IDEB de toda sua história, seguindo uma trajetória ascendente nos últimos 4 anos, e superando todas as projeções estabelecidas pelo MEC.

    A escola Perolina Silva Prazeres obteve a maior média regional individual por escola da região, alcançando o resultado de 6,9 no índice, o que lhe assegura despontar uma posição no ranking das 20 melhores escolas do Estado do Maranhão, estando no seleto grupo de 7% (escolas top). A escola Militar apresentou o IDEB 6.2, ressaltando que o IDEB anterior era 4.5, tendo portanto evolução de 1,7. Desta maneira, a Escola Militar de Santa Rita entra para o ranking das 90 melhores escolas do Estado do Maranhão, o que corresponde a 3%, e tramita nos 9% das melhores escolas da região nordeste e 21% do Brasil.

    Ainda merece destacar que de forma excepcional, o orgulho em ter todas as escolas que participam da avaliação IDEB da rede municipal, que totaliza mais 60 unidades educacionais, haja vista que todas estão acima ou já atingiram as metas de projeção pra 2021.

    A E.M. Sebastiana Diolinda de Carvalho obteve IDEB 4.7 e está em 5⁰ lugar na Região, no ranking das 194 melhores escolas do Maranhão que corresponde de a 8% e 22% das melhores escolas do Nordeste e 27% do Brasil.

    O expressivo resultado não ocorreu de forma aleatória, e sim com muito planejamento, políticas públicas de inclusão social, monitoramento, qualificação, o braço forte e atuante dos professores, gestores, e equipes pedagógicas alinhadas e um alunado consciente e comprometido. Por conseguinte um sistema educacional harmônico e um governo municipal que entende que pra crescer, necessita gerar oportunidades. Parabéns a todos que protagonizam a educação municipal santarritense.

    (Fonte de dados: MEC/Inep)

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    Vitorino Freire supera meta do IDEB 2019 nas séries iniciais e alcança média do Maranhão

    Média do município aumentou quatro décimos desde 2017 e alcançou o índice maranhense

    O município de Vitorino Freire atingiu uma importante marca na área da Educação: a nota do IDEB, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, superou a meta projetada e alcançou a média maranhense, com 4.8 pontos nas séries iniciais. Os números foram divulgados na última terça-feira, 16, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da Educação, e se referem ao ano de 2019.

    O índice, que mede a qualidade do ensino básico, subiu de 4.4 em 2017 para 4.8 em 2019 no que diz respeito ao 5º ano do Ensino Fundamental. Ainda segundo os dados, a qualidade da Educação no município também cresceu para os alunos do 9º ano: de 3.3 pontos, em 2017, a pontuação subiu para 3.7 no ano passado.

    “Esse é o resultado do compromisso com o futuro das nossas crianças e de uma estratégia bem pensada, com valorização dos professores, melhorias e construção de escolas, a exemplo do primeiro colégio de tempo integral de Vitorino”, ressaltou a prefeita do município, Luanna Bringel Rezende.

    Número do IDEB nas séries iniciais em Vitorino Freire

    2017: 4.4
    2019: 4.8

    Meta projetada para 2019: 4.4
    Média do Maranhão em 2019: 4.8

    O IDEB

    O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), medido desde 2005, é um indicador do Governo Federal que avalia a qualidade do ensino nas escolas públicas de todo o país. Os dados são divulgados a cada dois anos, e resultam da média dos alunos das séries iniciais e finais do Ensino Fundamental e também do Ensino Médio na Prova Brasil.

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    Moacir Feitosa deixa o comando da Secretaria de Educação do município de São Luís

    A Prefeitura de São Luís informou que a partir desta quarta-feira (09) o secretário municipal de Educação Moacir Feitosa deixa o comando da pasta. Ele será substituído por José Cursino Raposo Moreira, que até o momento respondia pela Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan).

    Na Seplan, assume como titular o atual secretário-adjunto Raimundo Nonato Fernandes Silva.

    As alterações fazem parte da rotina administrativa.

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    Aulas presenciais na rede pública estadual seguem suspensas no Maranhao

    Pesquisa realizada pela Seduc aponta que comunidade escolar segue insegura com retorno.

    PUBLICADO POR

    ATUAL7

    A volta às aulas presenciais na rede pública estadual de ensino segue suspensa e sem data definida para retorno, por conta do novo coronavírus (Covid-19), segundo anúncio feito pelo governador Flávio Dino (PCdoB), em coletiva de imprensa nesta sexta-feira 4.

    A decisão, segundo o comunista, tem por base o resultado de nova consulta pública da Seduc (Secretaria de Estado da Educação) com estudantes, pais e e professores.

    “Temos que respeitar, é uma insegurança das pessoas. Nós consideramos que temos condições de avançar no ensino híbrido, mas faremos isso junto com as comunidades escolares. Essa pesquisa foi tabulada ontem e vamos repeti-la no final de setembro, para avaliar novamente”, pontuou Dino.

    De acordo com dados gerais da consulta, 54,58% dos entrevistados não concordam com o retorno às aulas presenciais no mês de outubro, e 45,42% optaram pelo retorno. A Seduc diz que mais de 46 mil pessoas participaram do levantamento.

    Esta é a sexta vez que a volta às aulas na rede pública estadual, suspensas desde março, é adiada por Dino por conta da pandemia.

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