Falso médico clinicou em oito municípios

Antônio Pedro, o falso médico preso pela Políciai Federal, na semana passada, em Nova Iorque do Maranhão, atuou em oito muinicípios do Maranhão.

Pedro falsificou um diploma do curso de medicina da Universidade Federal do Maranhão. Teve passagem por Timbiras, Bela Vista, Urbano Santos e mais outras cidades.

Em Nova Iorque, o falso médico trabalhava para o poder público municipal e percebia R$ 13 mil por mês. Pedro encontra-se preso nas dependências da Polícia Federal, na cidade de Caxias.

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Distribuidora de jornal ganha do governo

Sem nenhuma explicação de serviço prestados ao poder público estadual, a empresa Bismarck S. Guimarães faturou da Secretaria das Cidades R$ 296.975,05 no mês de setembro.

A Bismarck é distruiodra do jornal O Estado do Maranhão, de propriedade da  família Sarney, que tem como sócia majoritária a governadora Roseana Sarney.

O secretário de Cidades, Filuca Mendes, é afilhado de crisma do senador José Sarney.

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Ficamos de fora

Postei aqui que agora o Maranhão daria um salto para o futuro, há uns dois meses, quando fui informado que as empresas maranhenses iriam participar da construção da refinaria Premium, que um dia estará localizada na cidade de Bacabeira.

Crédulo, postei que agora vai. Não foi. Nenhuma empresa do Maranhão teve o direito de participar dos serviços de terraplenagem, da construção da cerca ao redor da terras e muito menos da segurança do local. 

Nesta primeira etapa do projeto,  ficamos igual a cerca velha: caímos e ainda derrubamos os outros.

O senador Lobão Filho revelou hoje que fez gestões junto ao pai, ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que obrigou a Petrobás a permitir a participação da Fiema na indicação das empresas que participariam do projeto.

Dez empresas maranhenses se habilitaram. Nenhuma ganhou nada. Ainda não foi a nossa vez. E nem será a vez da nossa mão de obra desqualificada.

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Novos rumos no caso Bertim

O assassinato do prefeito de Presidente Vargas, Bertim, caminha cada vez mais para a galeria dos casos insolúveis. E agora, com “novo” desdobramento, para a galeria da brincadeira.

O novo rumo dado ao caso não convence de maneira alguma a família da vítima. Eles ainda acham que o atual prefeito, o cantor de brega Gonzaga Júnior, vice-prefeito à época do triste episódio, tenha participação no caso.

Vereadores foram presos, militares reconhecidos como os executores, mas nada que se aproxime da realidade. O secretário de Segurança, Raimundo Cutrim, que hoje é apoiado por Gonzaga Júnior, deveria  mandar investigar com mais profundidade o caso. Doa a quem doer.

O ex-tesoureiro da prefeitura de Presidente Vargas, Pedro Pote, que estava com a vítima na noite do assassinato, reconheceu nos militares João Evangelista e Manoel Serrão como os executores. Ficou claro que inventou uma versão para desviar o foco dos verdadeiros autores.

A prisão de Pedro Pote será solicitada ainda hoje por falso testemunho. E quem sabe até que se saiba quanto levou na empreitada.

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Helena na Saúde

 

O vereador e médico Gutemberg esvaziará as gavetas a partir da próxima semana.

Em seu lugar, o prefeito João Castelo pretende nomear a ex-secretária de Administração do Estado, Helena Castro.

Helena Castro vem a ser da cota pessoal do ex-governador Jackson Lago.

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PF prende falso médico

A Polícia Federal prendeu neste momento um cidadão que se passava por médico e trabalhava para a Prefeitura de Nova Iorque, no Maranhão.

O falso médico estava medicando em um hospital daquela cidade, no momento da prisão.

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Velhas promessas, novas mentiras

 

A propaganda do Governo do Estado, bem produzida, por sinal, oferece mais de 200 mil empregos.

Para quem não recorda dos dois mandatos de Roseana Sarney, imagina ser verdade. Pensa até que amanhã as indústrias estarão com as portas abertas, a refinaria Premium funcionando a pleno vapor, as siderúrgicas queimando, a Suzano exportando e outros setores bamburrando.

Foi assim nos dois mandatos. Quem não lembra da Kao-I, aquele pólo de confecção de Rosário?

O governo anunciava a criação de 4.500 empregos diretos quando a fábrica de camisas estivesse funcionando e mais 3.000 na fase de construção.

Um chinês pilantra, com o aval do governo estadual espalhava que cada trabalhador ganharia em média  R$ 150, quando o salário mínimo da época era de apenas R$ 70.

A população de rosário logo deixou a roça e a pesca. Nem de longe imaginava no golpe que iria cair.

O governo investia pesado na propaganda. Criaram uma cooperativa e logo pediram empréstimos ao Banco do Nordeste do Brasil. Tudo com o aval do governo estadual.

O presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, também caiu no golpe. Veio inaugurar a fábrica, que no dia seguinte fechou as portas.

Semanas depois abriu as portas. Os empregos não chegaram a 500, mas os débitos se avolumaram e até hoje os membros da falida cooperativa devem ao BNB.

O chinês pilantra, preso depois por outros golpes fora do Maranhão, vendeu as máquinas de costura, a única coisa que tinha para oferecer e enganar a população de Rosário.

O  governo  de Roseana Sarney, meses antes, havia anunciado o Projeto Salangô, que beneficiaria mais de mil famílias de pequenos produtores rurais, em São Mateus.

A propaganda era do projeto era intensa; até porque quando mais publicidade, mas o sistema Mirante de Comunicação fatura verba pública dos cofres do Estado.

As terras, que serviriam para plantação irrigada, foram adquiridas pelo governo a preços superfaturados.

O  Tribunal de Contas da União detectou o superfaturamento da ordem de R$ 14 milhões. O projeto resultou em nada.

Um grupo empresarial do  Sul do país manifestou desejo de instalar um fábrica esmagadora de soja em São Luís.

Mais propaganda e milhares de novos empregos. O investimento privado denominado Ceval mal começou, teve que mudar para Teresina.

Motivo: alguém do governo queria que a Ceval doasse metade das suas ações para um empresário parente de gente mais forte do próprio governo.

O certo é que os dois mandatos de Roseana Sarney acabaram e sequer 2 mil novos empregos foram criados.

Quando a governadora saiu, ostentávamos o título de estado mais pobre da federação, o pior IDH, o maior índice de analfabetismo e o maior número de desempregado. Alguém aposta que será diferente?

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Governo do Estado não cumpre Lei da Transparência

A Lei Complementar N 131, de 27 de maio de 2009, assinada pelo presidenta Lula, conhecida como Lei da Transparência, não vem sendo cumprida no Maranhao, diante dos olhos cegos do Ministério Público.

A Lei estabelece normas de finanças públicas voltadas para a gestão de responsabilidadre fiscal, a fim de determinar a disponibilização em tempo real de informações pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira da União, Estados e Municípios e do Distrito Federal.

Reza a lei que despesas ou atos praticados por unidades gestoras no decorrer da execução da despesa devem ser disponibilizados com o correspondente processo, ao bem fornecido ou ao serviço prestado, à pessoa física ou jurídica beneficiária do pagamento.

Ocorre que o governo de Roseana Sarney tem limitado seu Portal da Transparência a publicar somente o nome do beneficiário do pagamento, o valor recebido, mas exclui o serviço prestado ou o material vendido ao poder público. Ninguém sabe da natureza da despesa.

Como bom guardião das leis, o Ministério Público poderia, sim, exigir do Governo do Estado, via a Secretaria de Planejamento, que divulgue quais os serviços executados, o período da execução e a localidade.

Se dependesse apenas do secretário de Planejamento, Gastão Dias Vieira, o portal divulgaria tudo com a maior transparência. Soube que existem ordens superiores para que a transparência seja menos transparente.

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As alquimias políticas

O ex-secretário de Planejamento da gestão de Jackson Lago, Aziz Santos, nunca foi ferrenho adversário do grupo Sarney, notadamente da família do senador.

A relação, ao contrário, é amistosa ou de velhos amigos. A Alchimia Espaço Holístico, de propriedade da esposa de Aziz, acaba de ser contratada pela Secretaria de Administração do governo de Roseana Sarney para prestar serviços na Lagoa da Jansem para servidores públicos, ao valor de R$ 63. 780, 00.

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RAPIDINHAS DO LC

 

GRILAGEM

O grilo acordou e começou a incomodar famílias no interior do Maranhão. A empresa Frisa, de propriedade do mega agricultor Marcos Pícola, tenta tomar na marra terra de pequenos posseiros em São Benedito do Rio Preto.

Caso o poder público não faça intervenção na questão, pode ocorre derramamento de sangue. O lado fraco, as famílias dos posseiros, vai em desvantagem.

Demorou

O Governo do Estado mandou pintar todos os prédio públicos, com aquelas cores  folclóricas e rídiculas, e neles colocou sua logamarca. Até aí tudo bem.

Agora, a Secretaria das Cidades e do Desenvolvimento Regional Sustentável apareceu com uma fatura de R$ 3.348.813,66 argumentando que construiu, reformou ou melhorou os prédios públicos, no mês de setembro.

Ainda no mesmo mês, a mesma secretaria, dirigida por Filuca Mendes, pai do deputado estadual Victor Mendes, enfiou mais um facada no governo: R$ 5.150.295,29 para a mesma finalidade. Deve ter aproveitado e reformado todos os prédios público do Piauí e do Ceará.

Boi garantido

A idéia foi do secretário de Saúde. Ricardo Murad, de fazer um São João fora de época, mas só com a presença de bumba boi. Faltava dinheiro.

Dinheiro agora não é mais problema para montar o circo. Que se dane o pão. Foram despejados mais R$ 404. 78, 55 no colo da Secretaria de Cultura, que vai bancar o boi idealizado por Ricardo Murad.

A brincadeira fora de época será realizada nos últimos dois dias de novembro, na avenida Litorânea. Vai substituir o Marafolia, o enroladíssimo carnaval fora de época promovido pelos Sistema Mirante de Comunicação.

Cadê os medicamentos?

São constantes as denúncias em emissoras de rádios, TVs e jornais da ausência de medicamentos excepcionais nas prateleiras da Secretaria de Estado da Saúde.

Remédio não tem, mas dinheiro não falta. Agora mesmo a Saúde gastou a volumosa quantia de R$ 4. 529. 471, 96 com medicamentos excepcionais. Deve ter enviado o malote para Paraíba e Pernanbuco. Cá não temos nadica de nada.

Privilégios  

 Conheço dos servidores públicos estaduais que não conseguiram sair do Maranhão para tratamento de saúde bancado pelo Estado.

Para o desprezo dos dois desprotegidos, a Secretaria de Saúde pagou em setembro R$ 843.093,87 com tratamento fora do domicílio. Quem? Quando? Onde? Como? Por que? Com a resposta Ricardo Murad.

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