O Blog avisou: Imprensa nacional começa a mirar no Maranhão de miséria de Flávio Dino

Em postagens aqui e nos vídeos do “Bombas do Cardoso”, alertamos que tão logo Flávio Dino fosse visto como pré-candidato à Presidência da República, o Maranhão seria exposto para o Brasil. E não deu outra. A revista Veja mandou um repórter ao nosso estado, que daqui saiu assustado, e escreveu o que o leitor passa a saber neste momento. Confira abaixo:

Flávio Dino, nova estrela da esquerda, não brilha no governo do Maranhão

Por VEJA

Educação e saúde melhoraram, mas o desemprego quase dobrou e a miséria aumentou

MUITO HOLOFOTE, POUCO BRILHO – Dino: “Sou governador, não milagreiro” Fabiano Araujo

A eleição de um governador comunista no Maranhão fez soar o alarme na diretoria da Suzano em 2014. A empresa de celulose havia aberto naquele ano uma fábrica na cidade de Imperatriz, no interior do estado, e temia o intervencionismo que um político do PCdoB poderia implementar. Flávio Dino, um ex-juiz federal e ex­-deputado, entrou na sala de reuniões da companhia e anunciou: “Eu sou um comunista que trará o capitalismo ao Maranhão. Vivemos ainda na Idade Média”. Àquela época, Dino era uma novidade no cenário político nacional. Ao prometer desenvolver o Maranhão e acabar com a miséria, ele mirava o fim de um ciclo quase ininterrupto de 48 anos de hegemonia do grupo de José Sarney, que deixou o estado na rabeira do país em termos sociais e econômicos. Hoje, o governador surge como a grande novidade do campo da esquerda para a eleição de 2022, apontado até como um potencial presidenciável. O Maranhão, no entanto, se não chegou a abraçar o comunismo, ainda aguarda o choque capitalista que lhe foi prometido. O estado registrou importantes avanços em índices de qualidade de vida, como saúde e educação, mas viu ampliar-se a concentração de renda e o desemprego nos anos de Dino. Como se não bastasse, ele conseguiu uma “façanha” às avessas: em sua gestão, a miséria aumentou ainda mais no mais miserável de todos os estados brasileiros. Como “remédio”, o governador vem abrindo de forma temerária os cofres. Nesse aspecto, provou ser um comunista. Os últimos três anos do Maranhão foram no vermelho, com déficits consecutivos.

No PT, há quem diga que Dino tem habilidade na articulação política e trânsito popular semelhantes aos de Lula. Não à toa seu nome já foi aventado como uma possibilidade para encabeçar em 2022 a chapa do partido, que enfrenta dificuldades para manter a hegemonia na esquerda. O ex­-prefeito Fernando Haddad, candidato petista ao Planalto em 2018, tem demonstrado nos bastidores certo incômodo com o protagonismo que o governador do PCdoB vem ganhando no PT. Quando é questionado, Dino costuma sair pela tangente — defende a formação de frente ampla contra o bolsonarismo —, mas dá pistas sobre o futuro. “Uma candidatura à Presidência poderá se colocar se houver um conjunto de forças me apoiando. Se não houver, serei candidato ao Senado”, afirmou a VEJA.

Para justificar alguns dos seus percalços no governo, ele conta que viveu uma “contrautopia perfeita” desde que entrou no Palácio dos Leões. “Nem no meu pior pesadelo imaginava que enfrentaria o período mais agudo da crise econômica, um impeachment e a eleição de Bolsonaro”, diz. O presidente da República se transformou no principal antagonista de Dino em nível nacional — o que ajudou o governador. Os holofotes se voltaram para ele justamente no momento em que Bolsonaro declarou que se tratava do pior entre “aqueles governadores de paraíba”. Para além das bravatas, o governo federal ampliou a contenção dos repasses para programas assistenciais. Em janeiro, conforme revelou o site de VEJA, a fila do Bolsa Família, antes zerada, tinha subido para quase 500 000 pessoas — hoje chega a 1 milhão. Só no Maranhão, o estado com os piores indicadores sociais do Brasil e o maior dependente do programa, houve o cancelamento de 56 000 cadastros de famílias. É uma situação crítica para a maioria das cidades locais, cuja economia depende do tripé formado por concessão dos benefícios, aposentadorias rurais e pagamento em dia dos servidores. “Prefiro acreditar que é um método absurdo de administração da crise fiscal, e não retaliação”, afirma Dino.

Em meio à crise econômica, o governador aproveitou empréstimos que tinha à disposição para elevar consideravelmente os gastos públicos. Concedeu aumentos substanciais aos professores, reformou escolas, inaugurou hospitais e, principalmente, manteve o pagamento dos servidores em dia. “Tinha de fazer isso para evitar um desastre social pior”, justifica. A política surtiu efeitos positivos importantes. O Maranhão viu melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e os indicadores de educação. A morte de mulheres após o parto caiu, assim como os homicídios.

Mas a fatura da conta chegou rápido. O estado perdeu a linha de crédito com a União ao cair para a nota C, de mau pagador. Isso porque contraiu um déficit primário de 700 milhões de reais em 2018, com projeção de encerrar 2019 também no vermelho (o número ainda está sendo fechado). Dino foi obrigado a aumentar impostos sobre combustíveis, bens de consumo e prestação de serviços — e a arrecadação continua irrisória. “Eu tinha consciência do que estava sacrificando, mas tudo foi feito com responsabilidade. Um bom investimento obrigatoriamente impacta o custeio”, declara. A estratégia é arriscada. “Qualquer lampejo na receita põe em risco o nível de investimentos. E o estado, que demanda investimentos em infraestrutura, pode ser afetado”, afirma André Marques, professor do Insper. No Maranhão, entre outras carências graves, 88% da população não tem acesso a tratamento de esgoto.

Em um de seus bordões clássicos, Dino diz que foi eleito para “ser governador, não milagreiro”. Em conversas com aliados, reconhece que 2019 foi o pior ano de toda a sua gestão. A prioridade para 2020 é contingenciar 30% do orçamento de 19,9 bilhões de reais para retomar o selo de bom pagador. O professor da UFMA Felipe Macedo de Holanda, outrora um dos conselheiros mais próximos a Dino, alerta para o perigo de o governo perder a capacidade de elaborar políticas de longo prazo. “Defendo as estratégias que foram implementadas, mas nós estamos apartados do futuro. Definitivamente, Dino não tem fortalecido o planejamento neste último um ano e meio”, critica. No campo social, o governo terá de lidar com aumentos incômodos nos índices da extrema miséria e do desemprego. “Isso só vai cair quando baixar no Brasil todo, sempre foi assim e, infelizmente, continuará assim”, diz o governador.

Enquanto enfrenta percalços em áreas importantes, Dino vem se destacando na capacidade de articulação política. No segundo mandato, sua base saltou de nove para dezesseis partidos, entre eles os direitistas DEM e Republicanos. Dos 42 deputados estaduais, só três formam a oposição. “O grupo dos Sarney acabou”, afirma o deputado César Pires, que foi secretário da ex-governadora Roseana Sarney. Outro opositor é o neto do ex-presidente, Adriano, o único da família que hoje tem cargo eletivo, e que revoltou o avô ao abandonar o sobrenome na vida pública (na porta do seu gabinete na Assembleia Legislativa, “Adriano” é o único nome na placa). O ex-presidente considerou aquilo uma “vergonha”. “Quero imprimir uma marca minha”, justifica o deputado estadual. Aos 89 anos, Sarney não quer mais se envolver publicamente com a política, mas diz que Dino tem o direito de prospectar uma candidatura ao Planalto. O governador já esteve com os ex-presidentes Lula e FHC e com Luciano Huck, um possível candidato em 2022. Com o apresentador, teve várias conversas sobre o combate à desigualdade. Eles não falaram em nenhum momento a respeito de uma parceria política. Ao contrário da esquerda, Dino tem bom trânsito entre os evangélicos, tanto que há um processo contra ele por uso da máquina pública após ter criado 36 cargos de capelão nas forças de segurança estaduais, a maioria para evangélicos e sem concurso, com salários que chegam a 20 000 reais, uma verdadeira fortuna por ali.

A habilidade nas alianças, a postura de encarnar uma esquerda menos radical e alguns projetos certeiros na área social ajudaram a projetar nacionalmente seu nome. Mas a gestão econômica temerária e a falta de reformas estruturais são problemas a enfrentar em um estado que, apesar da pesada herança de terra arrasada do clã Sarney, ainda ostenta alguns títulos ruins, como o da pior expectativa de vida do país, e indicadores socioeconômicos similares aos do Haiti. Para um político que começou a cogitar chegar ao Palácio do Planalto, os holofotes atuais sobre Dino não se traduzem em brilho na gestão. Há, no mínimo, muito trabalho a fazer para sonhar com a Presidência.

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Cidade esburacada, abandonada, Viana vai gastar quase R$ 1 milhão no carnaval

Viana experimenta hoje a pior administração em toda a sua história, com ruas esburacadas, avenidas que parecem tábua de pirulitos, sistema de água que jorra líquido sujo pelas torneiras, educação e saúde no caos. Mas, para enganar a população, não falta dinheiro para fazer a farra no carnaval, principalmente agora que é ano de eleição.

O prefeito Magrado Barros não dispensou esforços para torrar R$ 883.360,00 na contratação de uma empresa que vai administrar o carnaval da cidade. Veja abaixo o edital da contratação e a situação das ruas e avenidas de Viana:

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Olha aí, governador! Principal rodoviária do Maranhão com banheiros interditados e sem água

São Luís recebe nestes dias que se aproximam do período carnavalesco enorme contingente de turistas. A maioria vem pela via terrestre e muitos utilizam ônibus.

Quem chega ao Maranhão vai encontrar situação precária nas rodovias federais e estaduais. Mas o pior é quando chega por nossa principal rodoviária. A cena é lamentável!

A sujeira predomina dentro e fora. Os banheiros masculinos estão interditados para agravar a situação, não tem água no local.

O turista, é claro, levará uma péssima impressão da nossa cidade, onde a rodoviária é administrada pelo Governo do Estado, e o nosso governador é pré-candidato à presidência da República.

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Prefeito Magno Bacelar não quer pagar o 13° salário e funcionários vão as ruas protestar


Em Chapadinha as coisas vão de mau a pior, o Prefeito Magno começou até bem o seu mandato, entretanto, perdeu as rédeas da gestão no seu segundo ano.

Magno vem sendo Investigado pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) por diversas irregularidades, como a mais recente delas conhecida por “farra de altos salários com indícios de funcionários fantasmas”, onde assessores, vigias e recepcionistas recebem até 8 mil reais sem trabalhar.

Preocupado em bancar aliados e apadrinhados, o Prefeito resolveu não pagar o 13° salários dos funcionários concursados.
Com a falta de diálogo e a “quase certeza” de que Magno não pretende pagar os direitos do funcionalismo público, diversos funcionários foram para as ruas durante essa sexta-feira (20), com cartazes cobrando o prefeito que já tem a fama de caloteiro em todo o município.
“Prefeito respeite o servidor, pague os nossos salários”, diz um dos cartazes.
Já em outro estava escrito a seguinte frase: “Em Chapadinha não existe crise, existe farra com dinheiro público.
Tanto Magno que é prefeito apenas no papel, quanto a sua esposa, Danubia Carneiro, a prefeita de fato, não tem fama de bons pagadores, um exemplo disso foi uma cobrança feita por um dono de restaurante em grupos de Whatsapp pedindo que Danubia pagasse 12 “capões” (Galinha Caipira) que havia comprado em 2012 e até hoje não pagou.
Não se sabe qual dos dois é o mais enrolado, o que se sabe é que, além de atrasar salários, os mesmos não querem pagar o 13°.
Enfim, os professores estão nos seus direitos em cobrar aquilo que lhes é de garantia por Lei, no entanto, Magno se acha acima da lei, e podemos afirmar isso ao ver diversas afrontas à justiça, tanto a eleitoral quanto a judicial.
As eleições de 2020 se aproximam e o povo está de olho nessas atitudes do prefeito, ou melhor dizendo “Prefeita” (Danubia).
É bom preparar as malas, pois um novo prefeito deve assumir em 2021 se assim o povo souber escolher e dizer basta a uma gestão cheia de fracassos e escândalos.

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Sem remédio nas UBS’s, Paço do Lumiar recebeu mais de R$ 500 mil para compra de medicamentos

Blog do Pedro Felipe

Período em que Paula da Pindoba está comandando o município, o repasse foi de mais R$ 200 Mil. 

De acordo com o Portal da Transparência do Governo Federal,  o município de Paço do Lumiar recebeu a bagatela de R$ 613. 365,17 (seis centos  e treze mil trezentos e sessenta e cinco reais e dezessete centavos) para compra de medicamentos da promoção da Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos na Atenção Básica em Saúde ― Farmácia Básica.
O valor é destinado para uso exclusivo na aquisição de medicamentos e é depositado mensalmente, de acordo com o número de habitantes da cidade, visando atender principalmente as pessoas mais carentes. Porém, desde 2018 ás Unidades Básicas de Saúde (UBS), estão desabastecidas de medicamentos e vivem a maioria do tempo fechadas ou funcionando precariamente, como é o caso da UBS do bairro Safira.
Apesar dos valores serem depositados rigorosamente em dias, os pacientes reclamam da falta de remédio nos postos de saúde. Além do repasse da Farmácia Básica, o município ainda conta com mais R$ 235.110,00 (duzentos e trinta e cinco mil cento e dez reais) referente ao incremento temporário ao custeio dos serviços de atenção básica em saúde para cumprimentos de metas  e outros R$ 264.153,12 (duzentos e sessenta e quatro mil cento e cinquenta e três  reais e doze centavos)  para o piso de atenção básica de saúde.

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Governo não repassa dinheiro destinado por 42 deputados para o Hospital Aldenora Bello

A Fundação Antônio Jorge Dino, mantenedora do Hospital Aldenora Bello, referência no tratamento de câncer no Maranhão, aguarda até hoje o governador Flávio Dino fazer a transferência das emendas coletivas dos deputados estaduais aprovadas no dia 24 de outubro passado para ajudar no pagamento de fornecedores. O dinheiro, no total, é da ordem de R$ 4,2 milhões.

Sensibilizados com a situação do hospital, que enfrenta problemas com sua manutenção, 42 deputados se reuniram e decidiram enviar dos recursos de suas emendas parlamentares  R$ 100 mil cada um, totalizando os R$ 4,2 milhões. À época, o governo fingiu que concordou, mas não transferiu nenhum centavo para a Fundação Antônio Jorge Dino.

Imaginando que o dinheiro havia sido transferido, credores começaram a cobrar da fundação seus pagamentos, tendo alguns até suspendido o fornecimento. Os deputados, embora tenham cumprido com a palavra, não cobram do governo que faça a sua parte.

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Prefeito no Maranhão é preso por porte ilegal de arma

O prefeito em exercício do município de Brejo de Areia, Francisco Alves da Silva (foto abaixo) estava bebendo umas e outras na cidade de Santa Luzia e numa revista de rotina policiais encontraram um revólver no carro da autoridade. Ele foi conduzido para a delegacia por porte ilegal de arma.

O fato aconteceu por volta das 22h quando os policiais foram revistar o carro do prefeito e deram de cara com um 38. Achando que era imune, Silva assumiu a autoria da arma e alegou que era prefeito. Ele foi conduzido com arma e tudo para a delegacia, com mais de R$ 8 mil em espécie na bagagem.

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Noiva denuncia que decoradora sumiu horas antes do casamento, em Goiânia: ‘Desumano’

G1

Em mensagem, profissional diz que não tem dinheiro para honrar os contratos já estabelecidos.

Noiva denuncia que decoradora sumiu horas antes do casamento, em Goiânia

Uma noiva denuncia que a decoradora que ela contratou sumiu horas antes do casamento, que está marcado para as 20h desta sexta-feira (6), e avisou que não conseguiria entregar todas as encomendas para a cerimônia, em Goiânia. Em uma mensagem pelo celular, a profissional disse que faliu e não conseguiria honrar os contratos.

“Fui pega de surpresa. Ontem eu conversei com ela a tarde inteira, resolvendo detalhes do casamento, sonhando como toda noiva faz. E hoje, na véspera do meu casamento, ela manda essa mensagem. Não tenho nem palavras para falar o que ela fez. Foi desumano, porque é um sonho sonhado há um ano. E a gente fica de mãos atadas”, disse a bacharel em direito Marina Rodrigues Porto.

O G1 tentou contato com a Decorare Flores e Festas, empresa responsável pelo casamento, mas as ligações caíram direto na caixa postal e a mensagem enviada por aplicativo não foi respondida.

Marina Rodrigues Porto denuncia que decoradora sumiu horas antes do casamento em Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Marina recebeu a mensagem por volta de 7h30 desta sexta-feira, dizendo que não poderia fazer o casamento. “Está tudo pago antecipadamente, R$ 13 mil. O mobiliário era todo com ela, as flores eram com ela. Ela simplesmente sumiu, me bloqueou das redes sociais, não consigo ligar para ela”, disse.

No texto enviado à cliente, a decoradora diz que está “enfrentando problemas financeiros já algum tempo, lutando, seguindo firme, pegando mais de 1 evento no dia, me matando de trabalhar, vendendo contratos baratos. […] Essa mensagem é para avisar que não vou conseguir [honrar os contratos] mas irei trabalhar, irei ressarcir cada uma de vocês”, disse.

Porém, ainda na mensagem, ela diz que não tem previsão de quando isso acontecerá. “De imediato não consigo, quebrei, zerei de tudo que eu tinha”. Ela ainda explica que a situação financeira se agravou a ponto de ela ter que usar o dinheiro de contratos futuros para pagar a decoração dos casamentos atuais.

“O que mais me chamou a atenção foi o fato dela falar que está falida, mas ela continua fechando contrato com várias noivas. Fechei contrato em junho, então uma pessoa, se ela faliu, não foi de uma hora para outra”, disse a noiva.

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O abandonado Parque Pindorama sofre um tsunami com o “serviço tatu” da Caema

O parque Pindorama, bairro de classe média do outro lado da avenida dos Africanos em São Luís, sempre foi abandonado e distante das ações públicas. E para piorar o sofrimento dos moradores, operários da Caema agiram como tatus, rasgando e esburacando ruas e deixando tudo como ficou. Além disso, existem várias outras ruas e avenidas que se assemelham mais a uma tábua de pirulitos.

Morador da Pindorama, o popular General relata como ficou a situação das ruas, notadamente a Ipixuna, e apela para as autoridades:

Veja o vídeo abaixo:

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Enquanto governo gasta milhões com propaganda, crianças sofrem no Hospital Carlos Macieira por falta de cirurgia cardíaca

O governo vai torrar uma grana alta com publicidade e propaganda, principalmente agora que Flávio Dino meteu na cabeça que quer ser candidato à Presidência da República. Enquanto isso, dezenas de crianças sofrem no hospital público Carlos Macieira à espera de cirurgia cardíaca. Confira abaixo a lamentação dos pais de pacientes:

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Prefeito de Imperatriz oferece ao Governo do Estado área que ele não sabe onde fica e nem o tamanho

O prefeito de Imperatriz, Assis Ramos, na ânsia de fazer uma média e ganhar mídia, ofereceu ao Governo do Estado uma área que ele não sabe o tamanho para a construção de um hospital. No vídeo abaixo, Ramos não sabe nem onde ficar o local que ele ofereceu ao governo comunista. Confira abaixo:

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