Gestão da prefeita Iracema Vale em Urbano Santos recebeu mais de R$ 2,6 milhões para o Covid-19

    Blog Minuto Barra

    O Blog Minuto Barra vem questionando quais critérios os senadores e deputados federais estão usando para destinar tais recursos em um momento tão difícil em que a população atravessa com à pandemia.

    A gestão da prefeita Iracema Vale (foto acima) do pequeno município de Urbano Santos e que conta apenas com 33 mil habitantes, recebeu, nos últimos 60 dias, mais de R$ 2,6 milhões para combater o Coronavírus. Esse montante mostra que a prefeitura foi agraciada com uma emenda parlamentar de um deputado federal ou senador. Por lá, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde, existem 498 casos confirmados de pessoas com Coronavírus.

    O Blog Minuto Barra tentou contato com a prefeita e sua assessoria para questioná-la quanto ao nome do senador ou deputado federal que agraciou seu município com uma emenda tão vultosa para o Covid-19 no valor de R$ 2.500.000,00.

    Ocorre que, o município de Monção que possui a mesma quantidade de habitantes recebeu no mesmo período por parte do Ministério da Saúde baseado na população, apenas R$ 124 mil para combater o Coronavírus.

    O Blog Minuto Barra vem questionando quais critérios os senadores e deputados federais estão usando para destinar tais recursos em um momento tão difícil em que a população atravessa com a pandemia. O aconselhável seria estabelecer um critério técnico elaborado pelo Ministério da Saúde voltado para o Covid-19.

    OS VALORES QUE CAÍRAM NOS COFRES DA PREFEITURA DE URBANO SANTOS NOS ÚLTIMOS 60 DIAS OCORRERAM DA SEGUINTE FORMA:

    Final de Março: Valor: R$ 75.518,16 (enviado pelo Ministério da Saúde baseado na população)

    Dia 15 de Abril: Valor: R$ 42.540,76 (enviado pelo Ministério da Saúde baseado na população)

    Dia 15 de Maio: Valor: R$ 2.500.000,00 (enviado por algum senador ou deputado federal amigo da prefeita)

    Total geral para o Coronavírus em Urbano Santos: R$ 2.618.058,92

    Todos os valores constam no site do Fundo Nacional de Saúde

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    Enquanto Dino faz política, Maranhão tem a mais alta taxa de desemprego, conforme o IBGE

    O crescimento da taxa de desemprego no Maranhão, ao que parece, não tem preocupado o governador Flávio Dino, que tem se ocupado ultimamente a fazer política e manter posição diariamente crítica ao governo de Jair Bolsonaro, de olho na eleição de 2022.

    Enquanto isso, o nosso estado cresce na taxa de desemprego, hoje a mais alta do país, conforme levantamento feito pelo IBGE. Confira abaixo na matéria do portal de notícias R7:

    Desemprego aumenta em 12 estados no primeiro trimestre:

    Maranhão, Alagoas e Rio Grande do Norte foram os locais que registraram maiores altas nas taxas do período

    R7

    O desemprego aumentou em 12 estados brasileiros e se manteve estável nos demais no primeiro trimestre de 2020, de acordo com a PNAD Contínua Trimestral (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral), divulgada nesta sexta-feira (15) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    As maiores altas no desemprego aconteceram no Maranhão (3,9 pontos percentuais, com taxa de 16,1%), Alagoas (2,9 p.p., com taxa de 16,5%) e Rio Grande do Norte (2,7 p.p., com taxa de 15,4%).

    Já as maiores taxas em percentual foram observadas na Bahia (18,7%), Amapá (17,2%), Alagoas e Roraima (16,5%) e as menores em Santa Catarina (5,7%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Paraná (7,9%).

    Perfil dos desempregados

    O país tinha 12,9 milhões de desempregados de janeiro a março deste ano, com taxa de 12,2%. A taxa de desemprego é maior entre as mulheres (14,5%) do que homens (10,4%) e entre pretos (15,2%) e pardos (14%) do que brancos (9,8%).

    As taxas de desemprego aumentaram para os jovens entre 18 e 24 anos, passando de 23,8% no último trimestre de 2019 para 27,1% no primeiro de 2020.

    No Nordeste, o desemprego para essa faixa etária chegou a 34,1%. De acordo com a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, é esperado haver no primeiro trimestre um aumento da desocupação, devido às dispensas dos trabalhadores temporários contratados no final do ano.

    Durante o primeiro trimestre do ano, a maior parte dos desempregados estão de um mês a menos de um ano em busca de uma nova vaga (45,5%), enquanto 23,9% estão nesta situação há dois anos ou mais, 12,6%, de um ano a menos de dois anos e 18,0%, há menos de um mês.

    No Brasil, 3,1 milhões de pessoas procuram trabalho há dois anos ou mais e essa estimativa representa queda de 7,4% em relação ao primeiro trimestre de 2019.

    Informalidade

    Os estados do Pará (61,4%) e do Maranhão (61,2%) foram os mais afetados pela informalidade, enquanto as menores taxas foram encontradas em Santa Catarina (26,6%) e no Distrito Federal (29,8%).

    No país, a taxa passouo de 41% para 39,9%. Embora a taxa de informalidade tenha se mantido estável em 18 estados, ela ficou acima da taxa média nacional (39,9%) nesses locais, variando de 41,2%, em Goiás, até 61,4% no Pará. Em 11 desses 18 estados, a informalidade ultrapassou 50%.

    Impacto da pandemia

    Adriana também não garante que as medidas de isolamento social, provocadas pela pandemia da covid-19 refletiram na taxa de desemprego do trimestre fechado em março.

    “Grande parte do trimestre ainda está fora desse cenário. Não posso ponderar se o impacto da pandemia foi grande ou pequeno, até porque falamos de um trimestre com movimentos sazonais, mas de fato para algumas atividades ele foi mais intenso”, afirmou Adriana.

    Metodologia da pesquisa

    O IBGE está realizando a coleta de dados por telefone, devido à pandemia. Segundo a Institutição, “o número do telefone de contato para alguns domicílios visitados anteriormente pelo IBGE já constava na base de dados da PNAD Contínua. Através do pareamento da lista de domicílios da pesquisa com bases de dados disponíveis no próprio Instituto e diversas ações promovidas nos 27 estados, está sendo possível obter os telefones para realização da pesquisa”.

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    Enquanto Imperatriz está inundada, presidente da AGEMSUL ostenta em viagem internacional

    ACORDA, FlÁVIO DINO! 

    O presidente da Agência Metropolitana do Sudoeste do Maranhão, a Agemsul, parece que não soube ou não sabe do castigo a que vem sendo submetidas as cidades da sua abrangência, como Imperatriz, que ficou quase inundada, mas com estragos incalculáveis. Claro, o homem parece mais turista e vive viajando mundo afora.

    Quem acompanha as redes sociais do bom vivant e presidente da Agemsul, Frederico Angelo (foto acima), e sua esposa blogueira de Instagram, percebe que o casal tem passado mais tempo fora do estado e do país, do que em Imperatriz e região. É Fernando de Noronha, África, EUA e nos últimos dias, Uruguai.

    Tudo isso em apenas 3 meses e a pergunta que não quer calar é: quantas cidades da sua regional Frederico Angelo visitou neste período?
    Está na hora do governador Flávio Dino abrir os olhos para não se queimar na região Tocantina e começar a colocar ponto de entrada nesse órgão governamental, a começar pelo titular da pasta, pois já que não tem muita utilidade, pelo menos tem que bater ponto.

    O secretário de Flávio Dino está tão fissurado em viagens que até faltou ao evento do PP nesta semana passada, sem justificar sua falta, mas agora todos já sabem que o motivo foi a mais recente viagem internacional.

    Com tanta ostentação está na hora do governador tomar as rédias no Sul do Estado, porque enquanto Imperatriz está debaixo d’água e Açailândia e outras cidades clamam por serviços públicos , o principal representante do Governo do Maranhão na região está é curtindo a vida, com cara de nem aí.

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    Professora clama para lecionar em escola limpa, em Chapadinha

    O tratamento da educação na cidade de Chapadinha beira ao ridículo. Uma professora, chorando, clama ao prefeito Magno Bacelar que não a deixe lecionar em uma escola indigna.

    A professora Meyre lecionava em uma escola que precisou ser reformada. Seus alunos foram transferidos para uma casa de taipa, que alaga quando chove e deixa todo mundo na lama. Veja abaixo o vídeo que circulou no blog Antenor Ferreira:

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    Ônibus escolares de Ribamar Fiquene são apreendidos pela PRF na BR-010

    Blog do Neto Ferreira

    Os ônibus escolares de Ribamar Fiquene foram apreendidos, no final da manhã desta terça-fira (10), pela Polícia Rodoviária Federal na BR-010.

    Segundo informações, os veículos estavam transportando alunos das escolas quando foram parados pela equipe da PRF, que constatou que ônibus estavam com os documentos vencidos.

    Em razão disso, os transportes foram apreendidos e os estudantes ficaram sem locomoção para voltar para as suas residências.

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    Em meio ao crescimento da pobreza no MA, Dino aluga jatinhos por R$ 7,6 milhões

    Blog Atual7

    Contrato foi fechado com a Solar Táxi Aéreo, do Ceará, que já havia sido contratada por R$ 3,6 milhões por dispensa de licitação

    Levantamento divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geográfica e Estatística) no final do ano passado, referente a 2018, aponta que o Maranhão segue como o estado do país com a maior quantidade de pessoas com rendimento abaixo da linha da pobreza e da extrema pobreza. Segundo dados do SIS (Síntese de Indicadores Sociais), 20% dos maranhenses vivem com menos de R$ 145 por mês, e 53,0% com até R$ 420. Mesmo assim, o governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a alugar jatinhos para percorrer o país e viajar com mais conforto.

    O novo contrato foi fechado com a empresa Solar Táxi Aéreo, de Forteza (CE), por R$ 7,6 milhões, em fevereiro último. A vigência é de 12 meses. A Solar tem como sócios a Jet Borges Participações S/A —de Gustavo Monteiro Monasterio e Cristiano Lima Braga Silva— e Carlos Augusto Medeiros Goes Filho.

    Segundo o novo contrato, duas aeronaves, uma tipo jato executivo e outra turbo-hélice, devem ficar à disposição do comunista, baseadas no Aeroporto Marechal Cunha Machado, em São Luís, prontas para embarque. O critério de pagamento pela locação será por quilômetro voado e hora voo, respectivamente.

    A Solar Táxi Aéreo é a mesma que, em junho de 2019, já havia celebrado um contrato de R$ 3,6 milhões com a gestão comunista, por dispensa de licitação, para a prestação do mesmo tipo de serviço.

    Para voar com Dino, a empresa cearense desbancou a Heringer Táxi Aéreo, dos sócios Aloísio Pedro Heringer e Eurídice Carneiro Heringer. Localizada no próprio Maranhão, em Imperatriz, a Heringer participou da campanha eleitoral do comunista em 2014 e, após ele ser eleito, chegou a fechar quatro contratos com o governo, recebendo quase 24 milhões da gestão comunista.

    Possível pré-candidato a Presidência da República em 2022, antes de chegar ao Palácio dos Leões ao cooptar quase todos os membros do clã Sarney e, com isso, formar uma frente ampla e derrotar o pouco que sobrou da antiga oligarquia, Dino já usava as redes sociais para fazer o que agora faz contra Jair Bolsonaro (sem partido): criticar adversários e fazer proselitismo político.

    Em uma dessas publicações, vendeu que sua antecessora, Roseana Sarney (MDB), preferia “o uso eleitoreiro, imoral e ilegal” dos recursos públicos com locação de aeronaves do que destinar a verba para o benefício da população.

    “Com os vários helicópteros e aviões alugados pelo governo do Maranhão, daria para propiciar um transporte eficiente e digno para pacientes graves que atualmente sofrem em ambulâncias na estradas maranhenses. E melhorar a segurança pública em todas as regiões do Estado. Mas a oligarquia prefere o uso eleitoreiro, imoral e ilegal”, publicou.

    Cinco anos e dois meses depois, Dino vem afundando o Maranhão na extrema pobreza, mantém gastos com aluguel de jatinhos, usa com seus auxiliares helicóptero da Polícia Militar comprado para o combate à criminalidade, não consegue cumprir a promessa de concluir as obras dos sete centros para tratamento de hemodiálise que já estavam e andamento e deveriam ter sido entregues desde o primeiro ano de sua primeira gestão, e ainda se juntou a Sarney, agora ex-desafeto, para, novamente em meio à criticas a adversários e proselitismo político, passar para o Brasil que representa a mudança e conseguir se manter no poder, voando do Palácio dos Leões para o do Planalto.

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    Maranhão, a vergonha nacional! Temos a menor renda per capita do país

    O Blog bem que avisou: se Flávio Dino insistir no projeto pessoal de candidatura à presidência da República, o Maranhão seria exposto ao resto do país como o mais miserável e com o maior número de desempregados da Nação. Agora, por último, o IBGE constatou outra triste realidade: Temos a menor renda per capita do Brasil.
    Confira os detalhes na postagem abaixo do G1 nacional:
    Renda domiciliar per capita foi de R$ 1.439 em 2019, diz IBGE

    Por Daniel Silveira e Darlan Alvarenga, G1 — Rio de Janeiro e São Paulo


    Renda per capta em 2019 no Brasil — Foto: Arte-G1Renda per capta em 2019 no Brasil — Foto: Arte-G1

    O rendimento domiciliar per capita do Brasil ficou em R$ 1.439 em 2019, conforme levantamento divulgado nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua).

    O valor é 4,8% maior que o rendimento médio nacional registrado em 2018, desconsiderando os efeitos da inflação.

    De acordo com o levantamento, o maior rendimento per capita foi observado no Distrito Federal (R$ 2.686) – quase o dobro da média nacional. Já o menor foi registrado no Maranhão, onde foi de apenas R$ 636, menos da metade que a média nacional. Em São Paulo e no Rio de Janeiro foi de R$ 1946 e R$ 1.882, respectivamente.

    Em 2019, 12 estados brasileiros registaram média da renda domiciliar per capita menor que o salário mínimo nacional vigente no ano, que foi de R$ 998.

    Segundo o IBGE, o rendimento domiciliar per capita é o resultado da soma da renda recebida por cada morador, dividido pelo total de moradores do domicílio. O cálculo inclui pensionistas, domésticos e seus familiares.

    Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua). Essas estimativas servem para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar nº 143, de julho de 2013.

    Veja o rendimento nominal mensal domiciliar per capita em 2019, por estado:

    • Maranhão: R$ 635,59
    • Alagoas: R$ 730,86
    • Pará: R$ 806,76
    • Piauí: R$ 826,81
    • Amazonas: R$ 842,08
    • Amapá: R$ 879,67
    • Acre: R$ 889,95
    • Bahia: R$ 912,81
    • Paraíba: R$ 928,86
    • Ceará: R$ 942,36
    • Pernambuco: R$ 970,11
    • Sergipe: R$ 979,78
    • Roraima: R$ 1.043,94
    • Tocantins: R$ 1.055,60
    • Rio Grande do Norte: R$ 1.056,59
    • Rondônia: R$ 1.136,48
    • Goiás: R$ 1.306,31
    • Minas Gerais: R$ 1.357,59
    • Mato Grosso: R$ 1.402,87
    • Espírito Santo: R$ 1.476,55
    • Mato Grosso do Sul: R$ 1.514,31
    • Paraná: R$ 1.620,88
    • Santa Catarina: R$ 1.769,45
    • Rio Grande do Sul: R$ 1.842,98
    • Rio de Janeiro: R$ 1.881,57
    • São Paulo: R$ 1.945,73
    • Distrito Federal: R$ 2.685,76

    Dados divulgados anteriormente pelo IBGE mostraram que o rendimento médio real habitual ficou estável na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2019, em R$ 2.340. Já a média anual ficou em R$ 2.330, com pequena variação (0,4%) em relação a 2018.

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    O Blog avisou: Imprensa nacional começa a mirar no Maranhão de miséria de Flávio Dino

    Em postagens aqui e nos vídeos do “Bombas do Cardoso”, alertamos que tão logo Flávio Dino fosse visto como pré-candidato à Presidência da República, o Maranhão seria exposto para o Brasil. E não deu outra. A revista Veja mandou um repórter ao nosso estado, que daqui saiu assustado, e escreveu o que o leitor passa a saber neste momento. Confira abaixo:

    Flávio Dino, nova estrela da esquerda, não brilha no governo do Maranhão

    Por VEJA

    Educação e saúde melhoraram, mas o desemprego quase dobrou e a miséria aumentou

    MUITO HOLOFOTE, POUCO BRILHO – Dino: “Sou governador, não milagreiro” Fabiano Araujo

    A eleição de um governador comunista no Maranhão fez soar o alarme na diretoria da Suzano em 2014. A empresa de celulose havia aberto naquele ano uma fábrica na cidade de Imperatriz, no interior do estado, e temia o intervencionismo que um político do PCdoB poderia implementar. Flávio Dino, um ex-juiz federal e ex­-deputado, entrou na sala de reuniões da companhia e anunciou: “Eu sou um comunista que trará o capitalismo ao Maranhão. Vivemos ainda na Idade Média”. Àquela época, Dino era uma novidade no cenário político nacional. Ao prometer desenvolver o Maranhão e acabar com a miséria, ele mirava o fim de um ciclo quase ininterrupto de 48 anos de hegemonia do grupo de José Sarney, que deixou o estado na rabeira do país em termos sociais e econômicos. Hoje, o governador surge como a grande novidade do campo da esquerda para a eleição de 2022, apontado até como um potencial presidenciável. O Maranhão, no entanto, se não chegou a abraçar o comunismo, ainda aguarda o choque capitalista que lhe foi prometido. O estado registrou importantes avanços em índices de qualidade de vida, como saúde e educação, mas viu ampliar-se a concentração de renda e o desemprego nos anos de Dino. Como se não bastasse, ele conseguiu uma “façanha” às avessas: em sua gestão, a miséria aumentou ainda mais no mais miserável de todos os estados brasileiros. Como “remédio”, o governador vem abrindo de forma temerária os cofres. Nesse aspecto, provou ser um comunista. Os últimos três anos do Maranhão foram no vermelho, com déficits consecutivos.

    No PT, há quem diga que Dino tem habilidade na articulação política e trânsito popular semelhantes aos de Lula. Não à toa seu nome já foi aventado como uma possibilidade para encabeçar em 2022 a chapa do partido, que enfrenta dificuldades para manter a hegemonia na esquerda. O ex­-prefeito Fernando Haddad, candidato petista ao Planalto em 2018, tem demonstrado nos bastidores certo incômodo com o protagonismo que o governador do PCdoB vem ganhando no PT. Quando é questionado, Dino costuma sair pela tangente — defende a formação de frente ampla contra o bolsonarismo —, mas dá pistas sobre o futuro. “Uma candidatura à Presidência poderá se colocar se houver um conjunto de forças me apoiando. Se não houver, serei candidato ao Senado”, afirmou a VEJA.

    Para justificar alguns dos seus percalços no governo, ele conta que viveu uma “contrautopia perfeita” desde que entrou no Palácio dos Leões. “Nem no meu pior pesadelo imaginava que enfrentaria o período mais agudo da crise econômica, um impeachment e a eleição de Bolsonaro”, diz. O presidente da República se transformou no principal antagonista de Dino em nível nacional — o que ajudou o governador. Os holofotes se voltaram para ele justamente no momento em que Bolsonaro declarou que se tratava do pior entre “aqueles governadores de paraíba”. Para além das bravatas, o governo federal ampliou a contenção dos repasses para programas assistenciais. Em janeiro, conforme revelou o site de VEJA, a fila do Bolsa Família, antes zerada, tinha subido para quase 500 000 pessoas — hoje chega a 1 milhão. Só no Maranhão, o estado com os piores indicadores sociais do Brasil e o maior dependente do programa, houve o cancelamento de 56 000 cadastros de famílias. É uma situação crítica para a maioria das cidades locais, cuja economia depende do tripé formado por concessão dos benefícios, aposentadorias rurais e pagamento em dia dos servidores. “Prefiro acreditar que é um método absurdo de administração da crise fiscal, e não retaliação”, afirma Dino.

    Em meio à crise econômica, o governador aproveitou empréstimos que tinha à disposição para elevar consideravelmente os gastos públicos. Concedeu aumentos substanciais aos professores, reformou escolas, inaugurou hospitais e, principalmente, manteve o pagamento dos servidores em dia. “Tinha de fazer isso para evitar um desastre social pior”, justifica. A política surtiu efeitos positivos importantes. O Maranhão viu melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e os indicadores de educação. A morte de mulheres após o parto caiu, assim como os homicídios.

    Mas a fatura da conta chegou rápido. O estado perdeu a linha de crédito com a União ao cair para a nota C, de mau pagador. Isso porque contraiu um déficit primário de 700 milhões de reais em 2018, com projeção de encerrar 2019 também no vermelho (o número ainda está sendo fechado). Dino foi obrigado a aumentar impostos sobre combustíveis, bens de consumo e prestação de serviços — e a arrecadação continua irrisória. “Eu tinha consciência do que estava sacrificando, mas tudo foi feito com responsabilidade. Um bom investimento obrigatoriamente impacta o custeio”, declara. A estratégia é arriscada. “Qualquer lampejo na receita põe em risco o nível de investimentos. E o estado, que demanda investimentos em infraestrutura, pode ser afetado”, afirma André Marques, professor do Insper. No Maranhão, entre outras carências graves, 88% da população não tem acesso a tratamento de esgoto.

    Em um de seus bordões clássicos, Dino diz que foi eleito para “ser governador, não milagreiro”. Em conversas com aliados, reconhece que 2019 foi o pior ano de toda a sua gestão. A prioridade para 2020 é contingenciar 30% do orçamento de 19,9 bilhões de reais para retomar o selo de bom pagador. O professor da UFMA Felipe Macedo de Holanda, outrora um dos conselheiros mais próximos a Dino, alerta para o perigo de o governo perder a capacidade de elaborar políticas de longo prazo. “Defendo as estratégias que foram implementadas, mas nós estamos apartados do futuro. Definitivamente, Dino não tem fortalecido o planejamento neste último um ano e meio”, critica. No campo social, o governo terá de lidar com aumentos incômodos nos índices da extrema miséria e do desemprego. “Isso só vai cair quando baixar no Brasil todo, sempre foi assim e, infelizmente, continuará assim”, diz o governador.

    Enquanto enfrenta percalços em áreas importantes, Dino vem se destacando na capacidade de articulação política. No segundo mandato, sua base saltou de nove para dezesseis partidos, entre eles os direitistas DEM e Republicanos. Dos 42 deputados estaduais, só três formam a oposição. “O grupo dos Sarney acabou”, afirma o deputado César Pires, que foi secretário da ex-governadora Roseana Sarney. Outro opositor é o neto do ex-presidente, Adriano, o único da família que hoje tem cargo eletivo, e que revoltou o avô ao abandonar o sobrenome na vida pública (na porta do seu gabinete na Assembleia Legislativa, “Adriano” é o único nome na placa). O ex-presidente considerou aquilo uma “vergonha”. “Quero imprimir uma marca minha”, justifica o deputado estadual. Aos 89 anos, Sarney não quer mais se envolver publicamente com a política, mas diz que Dino tem o direito de prospectar uma candidatura ao Planalto. O governador já esteve com os ex-presidentes Lula e FHC e com Luciano Huck, um possível candidato em 2022. Com o apresentador, teve várias conversas sobre o combate à desigualdade. Eles não falaram em nenhum momento a respeito de uma parceria política. Ao contrário da esquerda, Dino tem bom trânsito entre os evangélicos, tanto que há um processo contra ele por uso da máquina pública após ter criado 36 cargos de capelão nas forças de segurança estaduais, a maioria para evangélicos e sem concurso, com salários que chegam a 20 000 reais, uma verdadeira fortuna por ali.

    A habilidade nas alianças, a postura de encarnar uma esquerda menos radical e alguns projetos certeiros na área social ajudaram a projetar nacionalmente seu nome. Mas a gestão econômica temerária e a falta de reformas estruturais são problemas a enfrentar em um estado que, apesar da pesada herança de terra arrasada do clã Sarney, ainda ostenta alguns títulos ruins, como o da pior expectativa de vida do país, e indicadores socioeconômicos similares aos do Haiti. Para um político que começou a cogitar chegar ao Palácio do Planalto, os holofotes atuais sobre Dino não se traduzem em brilho na gestão. Há, no mínimo, muito trabalho a fazer para sonhar com a Presidência.

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    Cidade esburacada, abandonada, Viana vai gastar quase R$ 1 milhão no carnaval

    Viana experimenta hoje a pior administração em toda a sua história, com ruas esburacadas, avenidas que parecem tábua de pirulitos, sistema de água que jorra líquido sujo pelas torneiras, educação e saúde no caos. Mas, para enganar a população, não falta dinheiro para fazer a farra no carnaval, principalmente agora que é ano de eleição.

    O prefeito Magrado Barros não dispensou esforços para torrar R$ 883.360,00 na contratação de uma empresa que vai administrar o carnaval da cidade. Veja abaixo o edital da contratação e a situação das ruas e avenidas de Viana:

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    Olha aí, governador! Principal rodoviária do Maranhão com banheiros interditados e sem água

    São Luís recebe nestes dias que se aproximam do período carnavalesco enorme contingente de turistas. A maioria vem pela via terrestre e muitos utilizam ônibus.

    Quem chega ao Maranhão vai encontrar situação precária nas rodovias federais e estaduais. Mas o pior é quando chega por nossa principal rodoviária. A cena é lamentável!

    A sujeira predomina dentro e fora. Os banheiros masculinos estão interditados para agravar a situação, não tem água no local.

    O turista, é claro, levará uma péssima impressão da nossa cidade, onde a rodoviária é administrada pelo Governo do Estado, e o nosso governador é pré-candidato à presidência da República.

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    Prefeito Magno Bacelar não quer pagar o 13° salário e funcionários vão as ruas protestar


    Em Chapadinha as coisas vão de mau a pior, o Prefeito Magno começou até bem o seu mandato, entretanto, perdeu as rédeas da gestão no seu segundo ano.

    Magno vem sendo Investigado pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) por diversas irregularidades, como a mais recente delas conhecida por “farra de altos salários com indícios de funcionários fantasmas”, onde assessores, vigias e recepcionistas recebem até 8 mil reais sem trabalhar.

    Preocupado em bancar aliados e apadrinhados, o Prefeito resolveu não pagar o 13° salários dos funcionários concursados.
    Com a falta de diálogo e a “quase certeza” de que Magno não pretende pagar os direitos do funcionalismo público, diversos funcionários foram para as ruas durante essa sexta-feira (20), com cartazes cobrando o prefeito que já tem a fama de caloteiro em todo o município.
    “Prefeito respeite o servidor, pague os nossos salários”, diz um dos cartazes.
    Já em outro estava escrito a seguinte frase: “Em Chapadinha não existe crise, existe farra com dinheiro público.
    Tanto Magno que é prefeito apenas no papel, quanto a sua esposa, Danubia Carneiro, a prefeita de fato, não tem fama de bons pagadores, um exemplo disso foi uma cobrança feita por um dono de restaurante em grupos de Whatsapp pedindo que Danubia pagasse 12 “capões” (Galinha Caipira) que havia comprado em 2012 e até hoje não pagou.
    Não se sabe qual dos dois é o mais enrolado, o que se sabe é que, além de atrasar salários, os mesmos não querem pagar o 13°.
    Enfim, os professores estão nos seus direitos em cobrar aquilo que lhes é de garantia por Lei, no entanto, Magno se acha acima da lei, e podemos afirmar isso ao ver diversas afrontas à justiça, tanto a eleitoral quanto a judicial.
    As eleições de 2020 se aproximam e o povo está de olho nessas atitudes do prefeito, ou melhor dizendo “Prefeita” (Danubia).
    É bom preparar as malas, pois um novo prefeito deve assumir em 2021 se assim o povo souber escolher e dizer basta a uma gestão cheia de fracassos e escândalos.

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    Sem remédio nas UBS’s, Paço do Lumiar recebeu mais de R$ 500 mil para compra de medicamentos

    Blog do Pedro Felipe

    Período em que Paula da Pindoba está comandando o município, o repasse foi de mais R$ 200 Mil. 

    De acordo com o Portal da Transparência do Governo Federal,  o município de Paço do Lumiar recebeu a bagatela de R$ 613. 365,17 (seis centos  e treze mil trezentos e sessenta e cinco reais e dezessete centavos) para compra de medicamentos da promoção da Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos na Atenção Básica em Saúde ― Farmácia Básica.
    O valor é destinado para uso exclusivo na aquisição de medicamentos e é depositado mensalmente, de acordo com o número de habitantes da cidade, visando atender principalmente as pessoas mais carentes. Porém, desde 2018 ás Unidades Básicas de Saúde (UBS), estão desabastecidas de medicamentos e vivem a maioria do tempo fechadas ou funcionando precariamente, como é o caso da UBS do bairro Safira.
    Apesar dos valores serem depositados rigorosamente em dias, os pacientes reclamam da falta de remédio nos postos de saúde. Além do repasse da Farmácia Básica, o município ainda conta com mais R$ 235.110,00 (duzentos e trinta e cinco mil cento e dez reais) referente ao incremento temporário ao custeio dos serviços de atenção básica em saúde para cumprimentos de metas  e outros R$ 264.153,12 (duzentos e sessenta e quatro mil cento e cinquenta e três  reais e doze centavos)  para o piso de atenção básica de saúde.

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