Polícia Civil apreende duas pessoas com droga avaliada em R$ 60 mil em Paço do Lumiar

Neto Ferreira

A Polícia Civil do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), prendeu nesta quarta-feira (15) duas pessoas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação criminosa para o tráfico.

Com os investigados, no interior de um veículo, foram apreendidos 03 tabletes de crack avaliados em R$ 60 mil. A prisão ocorreu no bairro da Maioba, em Paço do Lumiar, e as investigações dão conta que ambos integram uma associação criminosa, composta por mais comparsas, responsável pela venda e distribuição de drogas em diversos bairros da capital.

Após a adoção das medidas cabíveis, os investigados foram encaminhados para a unidade prisional, onde aguardarão à disposição do Poder Judiciário.

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Bandidos levam celulares, joias, dinheiro e carro em comércios da região Metropolitana

Os assaltos foram realizados em três bairros da região Metropolitana de São Luís, com roubo de joias, celulares, dinheiro no valor de R$ 9 mil e até um carro nos bairros da Cidade Operária, Loteamento Canaã e Cohatrac.

Um estabelecimento comercial no Loteamento Canaã que vende e compra ouro foi assaltado ontem, sexta-feira (17) e seus proprietário  foi obrigado, diante da mira de um revólver a entregar R$ 7 mil em espécie, um carro e celulares. Até agora os elementos não foram encontrados.

Na Cidade Operária, os bandidos assaltaram uma clínica na Avenida Principal e de lá levaram R$ 2 mil em espécie, joias e celulares dos clientes que estavam no estabelecimento. Ninguém foi preso até agora.

No Cohatrac, na Avenida Leste Oeste, o assalto foi a uma loja de venda de celulares. A farra foi grande e levaram diversos aparelhos de marcas distintas. Os bandidos estavam armados com revólveres.

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Operação Codinomes prende membros de facções criminosas no PI, MA e SP

G1 PI

A Polícia Civil do Piauí, por meio da Operação Codinomes, cumpre mandados no Piauí, Maranhão e em São Paulo na manhã desta terça-feira (14). Segundo o delegado Cadena Júnior, coordenador da Delegacia de Prevenção e Repressão a Entorpecentes (Depre), os alvos da operação são pessoas suspeitas de tráfico e ligadas a duas facções criminosas: uma Maranhão e outra de São Paulo. Treze pessoas foram presas até as 8h.

Ao todo, há 19 mandados de prisão para ser cumpridos e até a última atualização desta reportagem, 13 pessoas haviam sido presas, tanto em cumprimento de mandados quanto em flagrante. Os 26 mandados de busca expedidos já foram cumpridos nas cidades de Teresina, Timon (MA) e em cidades do estado de São Paulo.

Em um dos mandados de busca, cumprido na Vila Palitolândia, na Zona Sul de Teresina, houve armas armas e uma quantidade de cocaína apreendidas.

Alguns dos mandados de prisão foram cumpridos dentro de penitenciárias, segundo a polícia. Os investigados seriam integrantes das facções PCC e Bonde dos 40 e são suspeitos de comandar o tráfico de drogas na região Sul de Teresina e em Timon. Segundo a polícia, havia grupos que já comandavam a entrada e saída de pessoas de bairros da capital piauiense.

Ainda segundo o delegado Cadena, algumas das pessoas presas também são suspeitas de outros crimes, como homicídio. As investigações, segundo o secretário de segurança, Fábio Abreu, tiveram início há alguns meses.

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Polícias param de divulgar nomes e fotos de presos após lei de abuso de autoridade entrar em vigor

Por Tahiane Stochero, Beatriz Borges e Kleber Tomaz, do G1 SP

Polícias militares e civis de pelo menos 10 unidades da federação (São Paulo, Espírito SantoDistrito FederalBahiaMato Grosso do SulAcre, Paraíba, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), ouvidas pelo G1, deixaram de publicar em redes sociais, em páginas institucionais e de divulgar à imprensa fotos e nomes de suspeitos ou presos desde o dia 3 de janeiro, quando entrou em vigor a nova lei de abuso de autoridade.

A lei, criticada por juristas e magistrados quando foi sancionada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), em 2019, define cerca de 30 situações que configuram abuso e é alvo de questionamentos de organizações que defendem agentes públicos no Supremo Tribunal Federal (STF).

Agora, passam a ser crimes ações que até então eram consideradas infrações administrativas ou atos ilícitos punidos no âmbito cível. Um exemplo são os atos de constranger o detento a exibir seu corpo “à curiosidade pública” ou de divulgar a imagem ou nome de alguém, apontando-o como culpado”. Agora isso pode levar uma autoridade a ser punida com penas de 1 a 4 anos de detenção e de 6 meses a 2 anos, mais multa, respectivamente.

Não é necessário que a vítima acuse o agente público pelo fato. Os crimes são de ação pública incondicionada, quando é dever do estado investigar e punir.

A exceção para divulgação de nome e fotos ocorre com suspeitos foragidos com mandado de prisão em aberto.

Em São Paulo, por exemplo, a Secretaria da Segurança Pública informou que “os policiais são constantemente orientados acerca das legislações em vigor”. “No tocante a lei de abuso de autoridade, simpósio e cursos foram ministrados aos policiais civis pela Acadepol, que, inclusive, editou súmulas de orientação deixando-as disponibilizadas para consulta de todos os agentes.” (leia mais abaixo)

Delegado vê prejuízo e advogados defendem intimidade

Advogados criminalistas e integrantes de corporações policiais divergem sobre a aplicação das novas normas. Enquanto os defensores entendem que há defesa da intimidade e da privacidade de suspeitos, evitando a exposição pública deles antes que sejam condenados pela Justiça, policiais ouvidos pela reportagem entendem que inquéritos podem ser prejudicados, devido à preocupação de não serem punidos pela lei.

Para o delegado Gustavo Mesquita Galvão Bueno, presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil de São Paulo (ADPESP), a proibição da divulgação das imagens de suspeitos “causa prejuízo nas investigações”.

“A divulgação de fotos de presos, não de forma irresponsável e indiscriminada, mas com responsabilidade e em casos com prova de autoria do crime, é um instrumento que nos ajudava a solucionar inúmeros crimes, porque a população reconhecia. Infelizmente, isso será prejudicado, para não dizer, anulado”, diz Bueno.

“Infelizmente, nesta lei, optou-se por privilegiar a privacidade do criminoso do que a segurança pública”, afirma o delegado.

Atos que passam a ser considerados crimes:

  • Divulgação de imagem ou exibição de preso: constranger preso a expor corpo ou submetê-lo à situação vexatória ou constrangimento público e divulgar imagens ou nomes de suspeitos atribuindo a eles culpa por um crime.
  • Identificação: o policial não usar, por exemplo, a tarjeta de identificação na farda, não dizer ou mentir o nome.
  • Condução de detidos: manter, na mesma cela, confinamento ou no carro no deslocamento, presos de sexos diferentes e também crianças e adolescentes até 12 anos.
  • Domicílio: entrar em uma casa ou local sem autorização, sem informar o dono, ou sem autorização judicial.
  • Mandado de prisão: cumprir mandado de prisão à noite ou entrar em local privado à noite, entre 21h e 5h.
  • Interrogatório: continuar questionamentos após preso dizer que quer ficar calado, levar sob condução coercitiva para depoimento sem antes intimar para comparecimento, pressionar ou ameaçar a depor ou obrigar a fazer prova contra si mesmo.
  • Prisão: determinar ou manter prisão ilegal ou deixar de relaxar prisão quando devida.
  • Bloqueio de bens: o juiz decretar a indisponibilidade de valores em quantia que extrapole exacerbadamente a dívida.
  • Investigação: dar início a inquérito sem indício de crime, divulgar trechos da investigação ou gravações com a imagem do preso falando ou prestando depoimento.

A Polícia Militar do Espírito Santo fez uma cartilha de bolso para lembrar aos policiais que, no dia a dia do trabalho, não podem expor, em determinadas situações, o preso a uma situação vexatória, mas diz que continuará repassando à imprensa o histórico das ocorrências, sem divulgar nomes.

A Polícia Civil capixaba também orientou, por meio de um documento interno, seus agentes a tomarem precauções em entrevistas “atentando-se para a não divulgação de dados qualificativos de presos/indiciados/investigados ou qualquer elemento que possa qualificar como criminalização prévia ou exposição da intimidade.”

PM do Espírito Santo faz cartilha ‘lembrando’ policiais de usar a identificação profissional e para não divulgarem imagens de pressos — Foto: Reprodução

Orientações sobre divulgação de fotos

As polícias do Distrito Federal e de Santa Catarina informaram que não irão mais divulgar oficialmente fotos dos presos. Já a Polícia Civil do Rio Grande do Sul fez um comunicado interno aos agentes alertando sobre o risco da reprodução indevida de fotos de presos e informando que também não repassaria institucionalmente fotos de detidos ou suspeitos.

Outras corporações militares, como as de Minas Gerais, São Paulo e Amazonas informaram ao G1 que ainda estudam como regulamentar os procedimentos. Em Belo Horizonte, o Estado-Maior da PM (como é denominado o alto comando da corporação) se reuniu ao longo desta semana para finalizar uma recomendação que será emitida a todos os PMs.

Em São Paulo, a Academia de Polícia Civil publicou 10 súmulas orientando delegados sobre como proceder no inquérito, defendendo a independência na investigação e no ato de indiciamento.

“Ao fazer o indiciamento, o delegado está amparado pelo estrito cumprimento de dever legal, que é uma excludente de ilicitude. Ele não pode ser responsabilizado [pela lei de abuso, por apontar uma culpa anterior do suspeito] por estar fazendo o seu trabalho, ele está balizado e respaldado pela independência funcional”, defende o delegado Gustavo Galvão Bueno.

Até o fim de 2019, polícia divulgava imagens de rosto de suspeitos, como o caso de ex-marido preso por ameaçar mulher em Cuiabá — Foto: Polícia Civil de Mato Grosso/Assessoria

PM em SP fez comunicado interno

A PM de SP informou que “ainda não editou um comunicado interno oficial” sobre a nova lei, mas que orienta os policiais sobre a legislação em vigor. Oficiais da corporação ouvidos pela reportagem dizem que, desde o dia 3, foram orientados a recomendar “diariamente e exaustivamente” à tropa que sai para o policiamento ostensivo para se precaverem de problemas frente à lei.

Um tenente da corporação ouvido pelo G1 afirmou que não poderá mais enviar imagens de presos em uma operação contra ladrões de casas, por exemplo.

“A foto, eu posso mandar dos produtos furtados da residência. Agora, dos criminosos, tem uma nova lei de abuso de autoridade que foi sancionada e entrou em vigor proibindo enviar fotos dos indivíduos, mesmo que de costas, que exponham ele antes do devido processo legal, antes da formalização de que são eles que realmente que praticaram o crime. Então, tem essa nova lei e estamos limitados”, disse um oficial da PM de SP.

Impasse na busca por criminoso

“Há casos, como o de um estuprador em série, em que era divulgada a imagem para se buscar mais vítimas, por exemplo. Isso agora não pode mais. Isso é um ponto delicado, vai favorecer o criminoso”, diz o coronel da reserva Elias Miler da Silva, presidente da organização Defenda PM, que reúne oficiais da reserva e da ativa de policiais militares do país.

“A população pode sentir, talvez, que há um ‘estado de impunidade’. Mas, se você está procurando vítimas e não pode divulgar, como fazer?”, questiona Silva.

Nas páginas das corporações na internet e nas redes sociais e na internet, como no caso do Rio Grande do Sul, é possível ver a transição na mudança de ano: até 31 de dezembro de 2019, em notícias divulgadas, há várias imagens de presos. Em janeiro de 2020, não há fotos de detidos nem de costas. Agora há apenas reproduções de materiais apreendidos e informações sobre casos, sem citar o nome de suspeitos.

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Suspeito de matar pastor na BR 135 presta depoimento à Polícia

Policiais prenderam ontem  suspeito de ter sido o homem que atirou no pastor da Igreja Maranata, José Antônio Saraiva, durante assalto na noite de terça-feira (07), na BR 135, na altura do Campo de Periz, em Bacabeira. O evangélico foi levado para uma UPA no Maracanã, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Os investigadores não liberaram o nome do suspeito que assaltou o pastor e o familiares quando estavam voltando de uma viagem na região Tocantina. O carro do religioso deu pane em Campo de Periz e assim que ele desceu da Frontier foi assaltado. Mesmo os bandidos tendo levado os pertences das vítimas, ainda mataram o pastor.

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Urgente! Sargento surta dentro do Batalhão da Lagoa e ameaça matar superiores

Agora nesta tarde de terça-feira (07), um sargento da PM que estava afastado do serviço ameaçou matar os colegas dentro do Batalhão de Policia Militar da Lagoa da Jansen. O militar que havia sido afastado por força de um atestado médico, retornou hoje ao trabalho.

De acordo com informações, o militar pegou uma faca e começou a surtar dentro do batalhão e a ameaçar os amigos com uma faca na mão. Os policiais que estavam no local tiveram que quebrar janelas e saírem de dentro da Unidade da Lagoa.

Alguns policiais ainda tentaram acalmar o sargento, mas em vão. Então ele ainda meteu os pés numa porta de vidro, que veio ao chão.

O sargento foi encaminhado para o Comando Geral por uma viatura do Corpo de Bombeiros.

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Motorista vai registrar BO e tem ônibus roubado em São Luís

Um motorista da empresa Taguatur teve o ônibus assaltado. No momento em que desceu até a delegacia para registrar um BO, deixou a chave no contato do ônibus, um meliante que estava a espreita, ligou o veículo e seguiu fazendo manobras perigosas na Avenida Beira-Mar.

De acordo com informações de funcionários da Taguatur, o meliante bateu em vários carros durante a fuga e o motorista acabou perdendo o emprego. Não se tem informações se o assaltante foi preso.

Aguardem novas informações…

Acompanhe:

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Polícia descobre túnel de 60 metros que levava a cofre do Banco do Brasil e ação acaba com 2 mortos e 7 presos

Um túnel com cerca de 60 metros que levava até o cofre do Banco do Brasil foi descoberto no final da noite deste sábado (21), na região do bairro Monte Castelo, em Campo Grande. De acordo com a polícia, durante a ação, com a chegada dos policiais ao local, dois criminosos foram mortos e mais sete foram presos.

O vídeo abaixo mostra parte do túnel que os criminosos tentaram ter acesso ao cofre da Central do Banco do Brasil, local em que fica o dinheiro distribuído para as agências e caixas eletrônicos da cidade. Pela imagem é possível ver uma escada que dá acesso ao galpão onde a quadrilha se planejava para chegar até o cofre. No corredor subterrâneo, havia alguns ventiladores e já na parte interna do galpão, centenas de sacos estocam terra retirada das escavações.

Conforme a ocorrência, a quadrilha agia em um galpão próximo da central do banco. Segundo a polícia, o túnel já estava próximo de chegar ao cofre. A Polícia Civil investigava o grupo há cerca de seis meses.

Bandidos constrói túnel e tentam chegar até cofre da Central do Banco do Brasil, em Campo Grande (MS). — Foto: Flávio Dias/G1 MS

A assessoria do Banco do Brasil em Mato Grosso do Sul informou ao G1 que irá se inteirar do caso para se posicionar.

Segundos os delegados Fábio Peró e João Paulo Sartori do Grupo de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (Garras), a quadrilha é especializada em assaltos a bancos em todo o país. Está prevista para esta segunda-feira (23) uma coletiva em que a polícia deverá apresentar os criminosos e mais detalhes sobre o túnel.

“Nós estamos estudando a forma de fazer isso, uma vez que por conta das chuvas que caem na cidade há risco de desabamento, explicou Peró.

Quadrilha estoca terra em sacos durante escavação de túnel, em Campo Grande (MS). — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Uma moradora próxima informou ao G1 que nunca viu movimentação suspeita no local e que na madrugada deste domingo (22) acordou com um forte barulho: “Havia muitos policiais aqui. Foi tudo muito rápido e nem dá para imaginar que existe um grande buraco aqui embaixo”.

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Falso padre é preso após aplicar golpes em São Luís

Neto Ferreira

Nesta terça-feira (17), Adeildo Lima dos Santos, vulgo “Lima” foi preso após se passar por padre nos bairros do Coqueiro e da Estiva, zona rural de São Luís.

Segundo informações, Adeildo estava se passando por um religioso e pedindo doações em seu nome e em nome da Igreja Católica. Dentre as vitimas encontram-se pessoas de vários setores sociais da população ludovicense.

O falso padre pedia valores em espécie ou transferências bancarias alegando que era para uma futura reforma nas instalações da Igreja. O mesmo já tem varias passagens em delegacias maranhenses, afirmou que faz isso há vários anos, e que nos últimos 3 meses deva ter faturado algo em torno de R$ 10 mil só com esta prática delituosa.

As investigações continuam a fim de identificar e localizar possíveis compassas do mesmo, visto que algumas das contas bancárias que receberam os valores não eram de sua propriedade. Após os procedimentos de praxe, foi encaminhado ao complexo penitenciário de pedrinhas onde ficará à disposição da justiça.

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Governador, ex-governador, deputados, prefeitos e secretários são alvo de operação da Polícia Federal

A operação ” Calvário” foi deflagrada na manhã desta terça-feira (17) para cumprir 54 mandados de busca e apreensão e 17 mandados de prisão preventiva, sendo esta última para um ex-governador, deputados, prefeitos e secretários estaduais. A PF concluiu que foram desviados 134 milhões, sendo que 120 milhões desse total foram para as campanhas 2010, 2014 e 2018. Confira os detalhes na postagem abaixo do G1 nacional: 

O objetivo da operação é combater uma organização criminosa atuante em desvio de recursos públicos destinados aos serviços de saúde no Estado da Paraíba, por meio de fraudes em procedimentos licitatórios e em concurso público, corrupção e financiamento de campanhas de agentes políticos, além do superfaturamento em equipamentos, serviços e medicamentos.

A operação, realizada em conjunto com o o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União (CGU), apura desvio de recursos públicos na ordem de R$ 134,2 milhões, dos quais mais de R$ 120 milhões teriam sido destinados a agentes políticos e às campanhas eleitorais de 2010, 2014 e 2018.

Segundo a Polícia Federal, foi constatado que um dos alvos da operação, que ocupou cargo de alto escalão no executivo estadual, encontra-se fora do país e, por isso, foi solicitada a inclusão do seu nome na difusão vermelha da Interpol. No entanto, a PF não divulgou nomes.

De acordo com a decisão do desembargador Ricardo Vital, alguns investigados nas fases anteriores da Operação Calvário, passaram a colaborar com as informações, apresentando narrativas e elementos relativos à estrutura hierárquica e ao funcionamento da suposta organização criminosa, identificando outros participantes. Entre os colaboradores, estão Daniel Gomes, considerado um dos líderes da organização criminosa.

Investigação

De acordo com as investigações, organizações sociais reuniram uma rede de prestadores de serviços terceirizados e de fornecedores, com a celebração de contratos com sobrepreço na gestão dos Hospitais de Trauma, de Mamanguape e o Metropolitano em Santa Rita, os três na Paraíba.

Conforme a Polícia Federal, com o objetivo de se proteger de uma fiscalização do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, a organização pagou reiteradamente vantagens indevidas, valendo-se de contratos de “advocacia preventiva” ou contratos de “advocacia por êxito”, ocultando a natureza, origem, disposição e movimentação dos valores.

A investigação ainda identificou o uso eleitoral dos serviços de saúde, com direcionamento de atendimentos e fraude no concurso de pré-seleção de pessoal do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, em Santa Rita, no ano de 2018.

Os investigados irão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes previstos de organização criminosa, fraude em licitação, corrupção passiva e ativa.

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Antes de cometer suicídio, vigilante matou comerciante em São Luís; crime passional

O vigilante Jailson Anderson Costa da Silva, 29 anos, foi até ao bairro do Coroado nesta manhã de terça-feira e lá matou a tiros o comerciante Edcarlos Costa Sousa, 42 anos. Em seguida rumou para uma praça pública no João Paulo e recorreu ao suicídio com a mesma pistola.

Os policiais que investigam o caso receberam informações de que o vigilante estava desconfiado que o comerciante estava tendo uma caso com a sua companheira, por acaso ex-namorada da vítima. Por isso, a primeira linha de investigação seria crime passional.

O suicida ainda tentou entrar em um ônibus com a pistola na mão, mas o motorista arrancou o veículo e ele foi ao lado onde funciona um conhecido abrigo que fica na Praça São Marçal, no João Paulo.

Existe outra versão que começou a ser estudada: dívidas. Sem maiores informações.

Homem recorre ao suicídio em praça pública do João Paulo

Urgente! Policial Militar recorre ao suicídio no Maranhão

Homem tenta suicídio na Ponte do São Francisco e cai na lama

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Operação da PF no Maranhão por fraudes de saques de precatórios

A Polícia Federal amanheceu hoje em sete estados para cumprir sete mandados de prisão temporária e 14 de busca e apreensão, sendo  Minas, Rio de Janeiro, São Paulo, Pará, no Distrito Federal e também no Maranhão. Os saques fraudulentos somam R$ 1,3 milhão. Por isso, foram feitos sete bloqueios de bens.

Batizada de  “Stellio” a operação desvendou saques de precatórios judiciais com o uso de documentos falsos e resultou nas prisões de dois advogados em 2018 e no começo de 2019.

Pelas investigações da PF, além de advogados, participaram das fraudes funcionários de cartórios, despachantes e bancários. “Documentos de identidade eram falsificados e com a conivência de funcionários de cartórios, eram elaboradas procurações públicas ideologicamente falsas, que possibilitavam os saques dos precatórios pelos advogados que participavam do esquema”, diz a PF em nota.

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