Carta ao povo maranhense

Pouco mais de quatro anos atrás, desembarcamos no município de São Luís do Maranhão com o projeto de construção do mais moderno terminal portuário do País e um investimento estimado em R$ 1,5 bilhão. Certamente, o maior investimento privado realizado em terras maranhenses em muitos e muitos anos.

Mas a cidade não foi escolhida aleatoriamente. São Luís, e a área em que o projeto será implantado, têm vocação natural para a atividade portuária, com características naturais e geográficas únicas, dada sua proximidade com os maiores mercados consumidores do mundo: Estados Unidos, Europa e Ásia. No futuro próximo, a região será um importante, senão o principal, ponto estratégico de escoamento da produção nacional, através da interligação com a Ferrovia Norte-Sul.

Somamos a estes dados, a possibilidade de transformar a vida de milhares de cidadãos e trazer um novo patamar de desenvolvimento ao estado. Afinal, nada menos que cinco mil empregos diretos e indiretos serão gerados ao longo das obras. Milhares de empresas locais serão beneficiadas com a demanda a ser gerada pelas diversas fases da construção e a mão de obra local será devidamente capacitada não só para o trabalho de construção, como também de operação do porto, quando finalmente a fita inaugural for cortada.

Na região limítrofe ao projeto estão previstas obras de infraestrutura, saneamento, pavimentação, legalização fundiária e instalação de posto de saúde, escola, posto médico e uma delegacia modelo. Todos estes itens foram firmados com o Governo Estadual por meio de documentos devidamente assinados, e estão sendo cumpridos integralmente, dentro do cronograma traçado.

Nosso compromisso é ser uma alavanca do desenvolvimento do Estado para que a economia maranhense possa se inserir no século XXI. Nosso compromisso é perene e de longo prazo. Não estamos aqui, com tamanho aporte de recursos e parceiros estratégicos tão importantes – como a maior empresa de infraestrutura da China – de forma passageira ou aventureira.

Em um momento em que a economia brasileira se ressente da falta de investimentos, sobretudo do capital estrangeiro, é importante chamar a atenção da sociedade maranhense para que perceba que o Terminal de Uso Privado de São Luís é um projeto de enormes proporções que traz consigo modernas tecnologias, geração de emprego e renda, desenvolvimento social e econômico e que será, sem dúvida, motivo de orgulho para todos os maranhenses e brasileiros.

WPR Terminal Portuário de São Luís

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Bancos não aceitam negociar folha de pagamento e 13º salário pode atrasar no Maranhão

Foi um fracasso a tentativa do Governo do Estado do Maranhão em negociar, ao menos, por R$ 215 milhões o pagamento das folhas dos salários dos servidores durante um ano. O governo esperava arrecadar o dinheiro no ato da contratação do estabelecimento bancário para quitar a segunda parcela do 13º até o dia 20 de dezembro. Agora lascou!

Conforme publicou o Blog do Diego Emir “para a decepção dos comunistas, o pregão presencial realizado na terça-feira (7), fracassou, após nenhuma empresa ter feito nenhum lance”.

Diz ainda que “inicialmente apenas o Banco Bradesco manifestou interesse pela licitação, porém ao fazer uma avaliação jurídica dos riscos, a instituição preferiu não comparecer ao pregão”. Então, danou-se o 13º.

Muitos funcionários públicos estavam até comemorando a aquisição do contrato pelo Bradesco por contas de empréstimos consignados que tomaram com o Banco do Brasil. O servidor, neste caso, pagaria ou não a dívida sem desconto em folha. Bem aí que reside o perigo.

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Governo comunista arrocha os pequenos comerciantes e empresários na cobrança de impostos

Agora lascou de verdade! O governo comunista de Flávio Dino partiu pra cima dos pequenos comerciantes que faturaram bruto R$ 10 mil por mês ou R$ 120 mil por ano e que não emitiram notas fiscais nas vendas de mercadoria no mercado varejista. Quem não emitiu as notas, vai pagar pena de multa no valor de R$ 2.500,00 ou 10% do valor das operações de vendas no período da infração mensal.

Neste sentido, o governo do Mais Imposto já identificou mais de de 800 empresas que descumpriram a lei dele. Quem não se enquadrar ao novo momento, pode sofrer mais multa e até ter o estabelecimento fechado. É assim que funcionam os governos comunistas.

A Secretaria de Estado da Fazenda já encaminhou as notificações para o recebimento das multas e assim encher o jarro do governo, até porque o próximo ano teremos eleições. Cada comerciante terá um praz máximo de 30 dias para pagar. Agora lascou tudo!

Neste ano, o governo do Mais Imposto aumentou as alíquotas  do ICMS de gás de cozinha, gasolina, contas de luz elétrica, internet, telefonia e TV a cabo.

Entretanto, reduziu para 2% as alíquotas para distribuidoras de mercadorias com capital social de R$ 100 milhões e esteja empregando ao menos 500 pessoas. Assim sendo, os pequenos e médios comerciantes não terão como concorrer com a maior rede de distribuição do Maranhão: o Mateus.

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