Governo zera impostos de produtos usados no combate ao coronavírus

Agência Brasil

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) ampliou a lista de produtos necessários ao combate do novo coronavírus com redução temporária para zero da alíquota do Imposto de Importação. A resolução nº 28 foi publicada na edição de hoje (3) do Diário Oficial da União.

Entre os produtos com redução do imposto estão tecidos para fabricação de máscaras; suporte para circuitos respiratórios; válvulas de ventiladores pulmonares; baterias; cartão de memória, entre outros dispositivos.

A Camex já havia reduzido a tarifa a zero para álcool etílico e imunoglobulina, na Resolução nº 22, de 25 de março. Nesta resolução de hoje, a câmara corrigiu a descrição técnica dos produtos.

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Covid-19: governador Wellington Dias avalia abrir parte do comércio

Blog GP1

O chefe do executivo estadual afirmou que vai avaliar, em reunião ampla com o Comitê de Organização Emergencial (COE), sobre a possibilidade de alguns setores públicos e privados voltarem a funcionar.


O chefe do executivo estadual afirmou que vai avaliar, em reunião ampla com o Comitê de Organização Emergencial (COE), sobre a possibilidade de alguns setores públicos e privados voltarem a funcionar.

Em entrevista coletiva virtual na tarde desta quinta-feira (26) o governador do Piauí, Wellington Dias (PT) disse que na próxima segunda-feira (30) vai avaliar, em reunião ampla com o Comitê de Organização Emergencial (COE), sobre a possibilidade de alguns setores públicos e privados voltarem a funcionar durante a pandemia de coronavírus (covid-19). Wellington destacou que com proteção adequada, alguns trabalhadores poderão retornar aos postos de trabalho.

O decreto do governador é válido até terça-feira (31) e na segunda-feira, antes do vencimento, o chefe do executivo estadual vai avaliar as medidas adotadas até então, para assim estabelecer um novo decreto, que poderá determinar a manutenção ou a suspensão das normas que restringiram o funcionamento de escolas, indústrias, na parte do comércio relacionada a construção civil, dentre outras áreas.

“Se eu tenho uma pessoa na obra da construção civil trabalhando bem protegida, ela pode funcionar do mesmo jeito de um comércio, do mesmo jeito de uma outra área de serviço, como salão de beleza, por exemplo. Estou discutindo com muita responsabilidade com a equipe técnica e a resposta é sim. Havendo segurança no passo que vamos dar, vamos dar. Eu quero trabalhar. A prioridade é a vida, a partir daí a economia”, afirmou.

Segurança

Wellington citou que todos os secretários estaduais de Saúde estão reunidos e que vão avaliar a curva para decidir se poderá abrir parte do comércio. A decisão ocorrerá de acordo com o número de infectados confirmados e cenário para os próximos dias.

“O que nós precisamos é de segurança. Em tese, todo mundo tem que pegar coronavírus e isso vai levar um tempo muito maior para que a gente tenha a condição de ter anticorpos no corpo de cada um. Por que o cuidado com os idosos? Porque eles mesmo na primeira vez que pega, já é um risco maior. O que quero dizer é que estou pedindo à área técnica para saber como está essa curva e fazer a perspectiva”, continuou.

Menos casos que o previsto

De acordo com o governador, o primeiro cenário trabalhado pela equipe é que até dia 25 de março o Piauí teria 120 casos confirmados, precisando assim de 500 UTIs. O Piauí, no entanto, só contava com 110. Até o momento, o número já aumentou e o estado possui 220 leitos de UTI. Apesar da projeção, por conta do confinamento decretado pelo estado, são apenas 8 casos de coronavírus confirmados no estado.

“Hoje temos uma situação de razoável conforto, claro que não podemos ficar de sapato alto. O que estamos melhorando também? As ações protetivas. Por que funciona hospital? Porque lá tem EPI, tem luva, máscara. Por que funciona banco? Se tiver máscara, luva, você tem boa proteção. E assim farmácias e supermercados”, seguiu.

Equipamentos de proteção

O gestor destacou que a primeira etapa do confinamento foi feita porque o estado não contava com equipamentos de proteção para todo mundo. A partir daí diversas empresas iniciaram a confecção do material.

“Por que a gente não poderia colocar todo mundo? Por que não tínhamos máscaras, álcool gel para todo mundo. O que nós vamos avaliar é que assim como áreas podem funcionar com medidas protetivas, outras podem. Segunda-feira, de acordo com o que acontecer até domingo, podemos ampliar as áreas que podem funcionar”, finalizou o governador.

Esclarecimento

O governador voltou a se pronunciar após a entrevista coletiva virtual, por meio de um vídeo em suas redes sociais, esclarecendo que “até segunda, permanecem todas as regras”.

Wellington Dias explicou que na segunda (31), será realizada uma reunião ampla para avaliar as medidas de contenção adotadas até o momento para evitar a propagação do coronavírus, e se já é possível liberar o funcionamento de algum setor (público ou privado), como escolas, indústrias e algumas áreas comerciais.

“Daqui até segunda-feira não muda nada, até segunda-feira nós temos os decretos, as orientações, e todas elas permanecem. Na segunda-feira é que nós vamos avaliar o quadro, reunir o COE, Comitê de Organização Emergencial, que vai estar tratando desse tema do coronavírus, e terá uma reunião ampliada onde vamos avaliar a situação do Piauí e a partir daí tomar decisões, porque os decretos vigoram até terça-feira e nós temos que tratar de modificações ou não”, declarou.

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Aneel suspende cortes no fornecimento de energia elétrica motivados por falta de pagamento

Do G1

Medida vale por 90 dias e foi adotada em razão da crise na economia provocada pela pandemia do novo coronavírus.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira (24) suspender os cortes no fornecimento de energia elétrica motivados por falta de pagamento dos consumidores.

A medida vale por 90 dias, pode ser alterada e foi adotada em razão da crise na economia provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Pela decisão, a suspensão vale para todas as residências urbanas e rurais e para os serviços considerados essenciais, como hospitais.

A medida já vinha sendo defendida por entidades de proteção dos direitos dos consumidores como uma forma de ajudar as famílias.

O relator do processo, o diretor Sandoval Feitosa, destacou que a medida não isenta os consumidores do pagamento, mas serve para garantir a continuidade do fornecimento para quem não tiver condição manter as faturas em dia.

“Rogo a todos brasileiros que possam pagar no prazo a suas faturas que o façam. Isso permitirá que possamos abraçar as pessoas que não possam pagar as contas de energia”, afirmou.

No voto, Feitosa afirmou ainda que o fornecimento de energia elétrica é essencial para manter os brasileiros em suas casas. O processo foi votado em reunião extraordinária.

A resolução da Aneel também prevê outras medidas, entre as quais:

  • suspensão da entrega mensal da fatura impressa;
  • entrega pessoal de faturas;
  • suspensão do descadastramento de famílias da tarifa social;
  • suspensão de atendimento presencial ao público;
  • entrega pessoal de faturas;
  • suspensão do descadastramento de famílias da tarifa social;
  • elaboração de planos de contingência específicos para atender hospitais e locais usados para o tratamento da população.

Segundo a Aneel, os consumidores residenciais respondem por quase 47,5% do faturamento das distribuidoras de energia e hoje o nível de inadimplência é de 5%.

“Caso as medidas de vedação à suspensão do fornecimento resultem em aumento da inadimplência, o Órgão Regulador certamente terá que adotar medidas alternativas para garantia da sustentabilidade do setor elétrico”, informou a agência.

Sobre a suspensão do corte de inadimplência, Feitosa afirmou ainda que a decisão também dá uniformidade ao tratamento dado às distribuidoras já que alguns estados e municípios têm publicado decretos proibindo o corte no fornecimento.

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Inflação para famílias de renda mais baixa fecha ano em 4,60%, diz FGV

Agência Brasil

Taxa é superior aos 4,17% registrados no ano anterior

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, fechou 2019 com inflação de 4,60%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), a taxa é superior aos 4,17% registrados no ano anterior.

A taxa do IPC-C1 em 2019 também é superior ao registrado pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda, que ficou em 4,11% no mesmo período.

Os principais impactos no IPC-C1 em 2019 vieram das classe alimentação, com alta de preços de 6%, e transportes, com 6,01% no período.

As demais classes de despesas tiveram as seguintes taxas de inflação: habitação (3,48%), vestuário (1,62%), saúde e cuidados pessoais (4,07%), educação, leitura e recreação (4,46%), despesas diversas (5,17%) e comunicação (1,22%).

Em dezembro de 2019, o IPC-C1 ficou em 0,93%, acima do 0,56% de novembro e do 0,77% registrado pelo IPC-BR em dezembro.

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Governo federal extingue 27,5 mil cargos efetivos

Agência Brasil

O governo federal extinguiu mais de 27.500 cargos efetivos do seu quadro de pessoal para organizar a estrutura de carreiras. Entre os cargos extintos pelo Decreto nº 10.185, publicado na última sexta-feira (20) no Diário Oficial da União, estão o de mateiro, discotecário, técnico de móveis e esquadrias, locutor e seringueiro. O Ministério da Economia informou que analisou cerca de 500 mil cargos para “identificar aqueles que não são mais condizentes com a realidade da atual força de trabalho federal”.

“O objetivo é evitar contratações desnecessárias e o desperdício de recursos, pois estes são cargos obsoletos e em funções que não devem mais ser repostas”, disse o secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal, Wagner Lenhart, em nota.

De acordo com o ministério, a maior parte das atribuições dos cargos que estão sendo extintos podem ser supridas de outras maneiras, como a descentralização para outros entes da federação e a contratação indireta de serviços (terceirização).

Levantamento da Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal (SGP) mostrou que do total de cargos que serão extintos, 14.227 já estão desocupados e serão suprimidos imediatamente. Ainda existem 13.384 cargos ocupados. Neste caso, a extinção ocorrerá quando essas pessoas se aposentarem. “É importante deixar claro que o servidor que ocupa um cargo “em extinção” não é afetado, nada muda para a pessoa”, explica Lenhart.

Ministério da Saúde

O órgão mais impactado pela medida será o Ministério da Saúde. Na pasta ocorrerá a redução de 22.476 cargos, o que representa cerca de 81% do total de cargos extintos. Apenas no cargo de Agente de Saúde Pública serão extintos 10.661 cargos.

“Isso não terá repercussão no âmbito do Ministério da Saúde e se deve, em grande parte, à extinção de cargos de natureza operacional no combate e controle de endemias e de cargos vagos de unidades hospitalares, que hoje já são de competência de outros entes federativos”, afirma o secretário.

Vedação de concurso

A medida veda, ainda, a abertura de concurso público para cargos existentes no plano de cargos técnicos e administrativos das instituições de ensino. A vedação abarca cerca de 20 mil cargos do Ministério da Educação e de suas instituições federais de ensino, o que representa 68 denominações de cargos.

De acordo com Wagner Lenhart, o decreto não coloca tais cargos em extinção, apenas veda a realização de novos concursos ou o provimento adicional além das vagas previstas nos editais vigentes, garantindo a continuidade dos concursos em andamento.

Decretos

Esta é a terceira vez que o governo edita decretos para extinguir cargos obsoletos, diz o ministério. Em 2018, foi publicado o Decreto nº 9.262, que extinguiu mais de 60 mil cargos. Já em abril de 2019, o governo realizou outro movimento de adequação da força de trabalho e publicou o Decreto nº 9.754, que promoveu a extinção de outros 13 mil cargos.

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Banco do Nordeste lança plano de incentivo à bovinocultura da Região Tocantina maranhense

Plano de Ação Territorial objetiva aumentar produção leiteira em 30% em quatro anos

O Banco do Nordeste lançou, nesta quinta-feira, 12, em Açailândia, o Plano de Ação Territorial (PAT) do Cerrado Amazônico, com foco na potencialização da atividade de bovinocultura de leite. A iniciativa integra o Programa de Desenvolvimento Territorial Banco do Nordeste (Prodeter) e beneficia produtores rurais dos municípios de São Francisco do Brejão, Cidelândia, Vila Nova dos Martírios, São Pedro da Água Branca e Açailândia.

De acordo com dados do IBGE, o Maranhão é o quarto maior produtor de leite do Nordeste, com produção média de 393 milhões de litros por ano, registrando maior concentração produtiva na bacia leiteira do oeste maranhense, com cerca de 59% do volume estadual. “A grande vocação desta região para a bovinocultura de leite despertou no Banco do Nordeste a oportunidade de incentivar esta atividade com implementação de melhorias em toda a cadeia, de modo que haja aumento nos resultados e impacto direto na geração de ocupação e renda no campo”, explica Hailton Fortes, superintendente estadual do Banco do Nordeste no Maranhão.

No período de quatro anos, a partir de 2020, a meta do PAT do Cerrado Amazônico é aumentar em 30% o volume atual de produção de leite entre os produtores rurais beneficiados pelas ações, ampliando a média diária que, atualmente, é de 5,3 litros por matriz.

Para a produtora de leite do município de São Pedro da Água Branca, Luciana Neres, o plano de ação é fundamental para desenvolver e valorizar a atividade na região. “Nós, produtores de leite, somos muito dedicados ao que fazemos, mas muitas vezes falta mais capacidade técnica, assistência rural e recursos para melhorarmos a produção. O incentivo por meio do PAT vai fazer diferença e criar oportunidades de resultados ainda melhores, principalmente na comercialização”, destaca a produtora.

Comitê Gestor Territorial em ação

Por intermédio do PAT do Cerrado Amazônico, o Banco do Nordeste vai viabilizar ações interinstitucionais via Comitê Gestor Territorial, que atua com base em fatores capazes de permitir o aprimoramento da produção leiteira nos municípios atendidos. O Comitê é composto por entidades do setor produtivo, de fomento, de pesquisa e da sociedade civil organizada, como Sebrae, Senar, universidades, prefeituras, câmaras municipais, secretarias de Estado e municipais, sob coordenação do Banco do Nordeste.

“O trabalho que realizaremos em favor da atividade da bovinocultura em nossa região será um marco econômico e social, porque sabemos que a melhoria nos resultados da produção significa também mais qualidade de vida para nossa população. Por isso, vamos viabilizar o apoio que o homem do campo mais precisa para seu desenvolvimento”, destaca o secretário municipal de Agricultura de São Francisco do Brejão e membro do Comitê Gestor Territorial do Cerrado Amazônico, Valdinar Barros.

Também participaram do evento de lançamento o prefeito de São Pedro da Água Branca, Gilsimar Ferreira, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Açailândia, Paulo Lira, o secretário municipal de agricultura de Açailândia, Cristiano Neto, o gerente da agência do BNB em Açailândia, Ilvan Alves de Oliveira, e o agente de Desenvolvimento Territorial do BNB na região Tocantina, Francisco de Assis, além de produtores da bovinocultura de leite, lideranças locais e entidades do setor produtivo da região.

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Presidente do Banco do Nordeste apresenta oportunidades de crédito para indústrias maranhenses

Durante o 23° Encontro com Empresários Maranhenses, realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Carneiro Rolim, apresentou as principais oportunidades de crédito para o setor industrial. O evento foi realizado na sede da Fiema, nesta sexta-feira, 6, em parceria com a Associação Comercial do Maranhão, Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA), Câmara dos Dirigentes Lojistas de São Luís (CDL-São Luís) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Maranhão (Sebrae-MA).

O Encontro teve como objetivo estimular o acesso, por empresas maranhenses, às linhas de crédito ofertadas de forma exclusiva pelo Banco do Nordeste, em condições diferenciadas, sobretudo no âmbito do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Na ocasião, os empresários e entidades representativas apresentaram pleitos dos segmentos produtivos e conheceram mais detalhadamente as oportunidades disponíveis no BNB.

“A indústria é um dos principais segmentos que move a economia maranhense. Temos trabalhado continuamente para ampliar o alcance desse público, a fim de que as oportunidade diferenciadas de linhas de crédito, taxas e juros do Banco do Nordeste possam beneficiar o setor industrial, alavancando a geração de emprego e renda, e impulsionando a economia em todo o Nordeste”, explicou o presidente Romildo Rolim.

Para o presidente da Fiema, Edilson Baldez, a presença da instituição financeira nessa edição do Encontro com Empresários refletiu a relevância de união e junção de esforços para enfrentamento dos momentos difíceis da economia. “Promover esse encontro é de extrema importância para o setor produtivo e consequentemente para o Maranhão, principalmente porque o Banco do Nordeste é um dos maiores incentivadores e investidores em toda região Nordeste. Precisamos trabalhar juntos para fortalecer e ampliar o crescimento industrial do Maranhão”, declarou.

Também participaram do evento o diretor de Controle e Risco do BNB, Cornélio Farias Pimentel, a secretária adjunta de Indústria, Comércio e Energia, Luzia Rezende, o superintendente estadual do BNB no Maranhão, Hailton Fortes, e o vice-presidente da Fecomércio/MA, Maurício Feijó, além de representantes de entidades de classes empresarias e filiados à Fiema.

Aplicações

Até o início deste mês, o Banco do Nordeste já aplicou mais de R$ 3,2 bilhões na economia maranhense, com recursos do FNE e de outras fontes. As linhas de crédito disponíveis são direcionadas a todos os portes empresariais e todos os segmentos econômicos, desde as micro e pequenas empresas até os grandes grupos industriais. As condições de prazos de pagamento e carência são alguns dos atrativos do recurso constitucional.

“O Maranhão está avançando muito em contratações no Banco do Nordeste, o que comprova a atratividade do nosso crédito. Por isso, a parceria com a Fiema eleva as oportunidades para este segmento produtivo, que tem potencial de desenvolvimento em nosso Estado”, destacou o superintendente estadual do BNB no Estado, Hailton Fortes.

Agenda no Maranhão

O presidente Romildo Rolim também realizou agenda pelo interior maranhense, na quinta-feira, 5. Em Balsas, reuniu-se com empresários do agronegócio e parceiros institucionais. Já em Bacabal, foi agraciado com o título de cidadão bacabalense, em reconhecimento aos serviços prestados no município e na região como funcionário do Banco do Nordeste.

“O meu sentimento é de honra e gratidão por esse título tão especial. Compartilho desta homenagem com os demais funcionários porque são o trabalho conjunto e a dedicação diária de cada um que nos permitem fazer a diferença na vida de tantas pessoas, em especial os bacabalenses”, enfatizou o presidente.

Romildo Rolim é funcionário de carreira do Banco do Nordeste há mais de 30 anos. Com formação nas áreas de Administração de Empresas e Ciências Contábeis, iniciou sua história na instituição como analista bancário na cidade de Bacabal, em julho de 1989, ocupando nos anos seguintes funções operacionais e de gestão. Em 2014, assumiu a Diretoria Financeira e de Crédito do BNB, na qual permaneceu até 27 de dezembro de 2017, quando tomou posse como presidente do Banco.

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BNB e Sebrae assinam acordo que beneficia micro e pequenas empresas, com aval do Ministério da Economia

O Banco do Nordeste e o Sebrae assinaram acordo de cooperação técnica nesta sexta-feira, 22, com o objetivo de fortalecer os micro e pequenos empreendedores (MPE) da região Nordeste e norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Participaram da solenidade o presidente do BNB, Romildo Rolim; o diretor de Administração e Finanças do Sebrae, Eduardo Diogo; e o secretário do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Gustavo Ene. Por videoconferência, participaram do escritório da Superintendência do BNB no Maranhão, o diretor de Negócios do Banco, Rosendo Junior, o superintendente estadual, Hailton Fortes, e o diretor técnico do Sebrae/MA, Mauro Borralho, acompanhado de consultores do órgão.

Os empreendedores de cerca de 2 mil municípios na área de atuação do BNB serão atendidos por meio de ações coordenadas entre Banco e Sebrae, envolvendo capacitação gerencial e ampliação do acesso ao crédito. Além disso, o acordo prevê soluções de educação financeira, realização de pesquisas conjuntas com segmentos de varejo e de eventos negociais e institucionais.

O secretário do Desenvolvimento, Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Gustavo Ene, destacou a importância da parceria. “O Nordeste tem tradição empreendedora. Então é natural que os esforços do Sebrae, aquele que mais entende do micro e pequeno empreendedor e do MEI, sejam somados ao trabalho do Banco do Nordeste, que tem um papel de facilitador do acesso ao crédito para promover o desenvolvimento desses pequenos negócios.”

Para o diretor de Administração e Finanças do Sebrae Nacional, Eduardo Diogo, o acordo integrará ações das duas instituições. “Vamos dividir espaços físicos, compartilhar os estudos e pesquisas, criar um grande fórum anual para discutir o desenvolvimento do Nordeste”, afirmou.

O presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, destacou que a parceria celebra convergência de missões. “O Sebrae fazendo seu papel antecedente ao crédito e o Banco ofertando crédito de forma sustentável. Assim, contribuímos para a perpetuidade das empresas. Queremos ser não apenas financiadores, mas também consultores das micro e pequenas empresas. E a gente não faz um trabalho desses sem parcerias. Por isso que estamos efetivando esse acordo, para cumprirmos nossa missão com mais qualidade, com mais assertividade e atendendo melhor os nossos clientes”, disse Romildo.

Além da diretoria do Banco do Nordeste e de superintendentes da área de microcrédito e MPE, também estiveram presentes na solenidade o diretor superintendente do Sebrae da Bahia, Jorge Khoury, os diretores de Administração e Finanças do Sebrae do Ceará e do Piauí, Airton Gonçalves e Júlio César Filho, a gerente do Sebrae de Pernambuco, Catarina Valentin, e o presidente da Federação Cearense das Micro e Pequenas Empresas (Fecempe), Edivaldo Nunes. Representantes das superintendências estaduais do BNB e representantes do Sebrae nos demais estados também acompanharam o evento por videoconferência.

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Decreto libera recursos do Orçamento contingenciados

Agência Brasil

Foi publicado, hoje (22), no Diário Oficial da União o decreto relativo ao Relatório Extemporâneo de Avaliação de Receitas e Despesas de Novembro de 2019, com liberação de todas as despesas discricionárias (não obrigatórias) contingenciadas (bloqueadas) em meses anteriores.

Na semana passada, o governo anunciou o descontingenciamento (desbloqueio) de R$ 13,976 bilhões do Orçamento de 2019.

O órgão que teve a maior liberação, de R$ 3, 473 bilhões, foi o Ministério da Defesa, seguido pela Educação, R$ 2,695 bilhões, e Desenvolvimento Regional, R$ 1,905 bilhão.

A liberação dos recursos foi possível porque o governo obteve receitas extraordinárias com a venda de ativos de estatais, que rendeu Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido sobre o ganho de capital das empresas, e pelos leilões do excedente da cessão onerosa e da partilha do pré-sal.

De acordo com o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas referente ao 5º bimestre de 2019, haveria a possibilidade de liberar gastos em mais R$ 7,2 bilhões, e mesmo assim cumprir a meta de déficit nas contas públicas de R$ 139 bilhões. Entretanto, para isso, seriam necessários créditos adicionais.

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Bancos anunciam mutirão para renegociação de dívidas em dezembro

Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal, assinaram ontem (21) um acordo de cooperação técnica para promover ações coordenadas na área de educação financeira e de renegociação de dívidas. O acordo foi assinado no início da tarde de ontem, em São Paulo. 

Edifício-Sede do Banco Central do Brasil em Brasília

A primeira ação do acordo será a realização de um mutirão para renegociação de dívidas, marcado para ocorrer entre os dias 2 e 6 de dezembro. Neste mutirão, participarão os bancos Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander e Banrisul. Uma novidade será que a renegociação de dívidas poderá ser feita nas próprias agências, de forma personalizada. Ao todo, 261 agências bancárias participarão do mutirão.

As agências deverão ficar abertas até as 20h para isso. A lista com as agências participantes da ação serão divulgadas na próxima segunda-feira (25), no site Papo Reto, da Febraban.

Durante o mutirão, disse o presidente da Febraban, também serão dadas orientações sobre educação financeira aos clientes. Cada um dos bancos envolvidos vai definir os valores e a forma de negociação. “Os bancos vão oferecer as condições mais vantajosas para a renegociação. Cada banco tem sua política própria de renegociação de dívida que vão desde o parcelamento e a troca por outra dívida, até descontos”, disse Amaury Oliva, diretor de Autorregulação e Relações com os Clientes da Febraban.

Outras ações 

O acordo prevê ainda outras três ações. Uma delas é a criação de uma plataforma online de educação financeira que, segundo Amaury Oliva, deve ter início no próximo ano.

Também estão previstos, segundo Luis Gustavo Mansur, chefe do Departamento de Promoção e Cidadania Financeira do BC, a promoção de um concurso nacional que premiará ações e iniciativas sobre educação financeira, com edital previsto inicialmente para maio do próximo ano; e ações para a Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF), que geralmente ocorre no mês de maio. “Essas iniciativas podem alcançar um público vasto: cerca de 144 milhões de brasileiros adultos, com relacionamento bancário”, disse o presidente do Banco Central.

O acordo não envolve a transferência de recursos financeiros entre as instituições e tem vigência de 60 meses. O plano inicial de trabalho, que prevê a realização das quatro ações (mutirão, plataforma online, concurso e apoio à Semana Nacional de Educação Financeira), terá duração de 24 meses.

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Banco do Nordeste ultrapassa R$ 5 milhões financiados para geração de energia em residências no Maranhão

Com financiamento de até 100% dos componentes e instalação dos sistemas de micro e minigeração de energia elétrica, fotovoltaica ou eólica, o Banco do Nordeste tem estimulado a geração própria de energia elétrica em unidades residenciais. No Maranhão, R$ 5,1 milhões já foram financiados em 2019, para viabilizar a geração de energia limpa e as vantagens de economia que ela oferece.

Uma das beneficiadas no Estado é a cliente Ioleth Neves. Ela já implantou um sistema de geração de energia solar em sua residência, no bairro Cohab Anil, em São Luís, capaz de gerar 391 quilowatts-hora por mês, mais que a totalidade do consumo médio da casa. Assim, seu consumo com a concessionária de energia foi reduzida a zero.

Ioleth afirma que os resultados obtidos após a instalação do sistema são muito positivos, especialmente considerando a relação custo e benefício. “Após dois anos em busca de orçamentos viáveis para a instalação do sistema de energia solar, somente no Banco do Nordeste obtive condições que permitiram a reversão do valor que eu pagava na conta para a parcela do financiamento. Tivemos redução de 80% na conta de energia, mantendo-se apenas as taxas de serviços”, revelou.

O superintendente estadual do BNB no Maranhão, Hailton Fortes, destaca que a opção pelo financiamento de energia limpa a baixo custo oferecida pela instituição representa oportunidade vantajosa. “A economia gerada na conta de energia é, na maioria dos casos, diretamente proporcional aos custos de instalação da estrutura de geração de energia a partir do financiamento pelo Banco do Nordeste. Uma combinação de sustentabilidade ambiental e economia que resulta em muitas vantagens aos interessados”, explicou.

Em toda a área de atuação do Banco do Nordeste – estados do Nordeste e norte dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, a instituição financeira já investiu R$ 47,6 milhões na implantação de sistemas voltados para o uso residencial de energia solar apenas em 2019.

Condições

A grande vantagem da linha FNE Sol Pessoa Física é que os clientes não têm aumento nos gastos fixos que já possuem, já que podem compensar as parcelas dos financiamentos com a economia na conta de energia elétrica. O crédito pode ser pago em até oito anos, com carência de até seis meses. Após a quitação, sobram os benefícios do equipamento, que tem vida útil média de 20 anos.

O Banco do Nordeste financia até 100% do investimento, com limite de R$ 100 mil e taxas de juros a partir de 0,35% ao mês. Para valores abaixo de R$ 50 mil, há ainda outra facilidade: a garantia pode ser aval ou alienação dos próprios equipamentos.

As taxas acessíveis e condições diferenciadas do programa são possíveis graças à origem do recursos financiado, advindo do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, operacionalizado exclusivamente pelo Banco do Nordeste. Interessados podem ter acesso ao programa FNE Sol no Maranhão procurando uma das 29 agências do BNB, instaladas em todas as regiões do Estado.

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