Moradores vivem de dias de sufoco e pânico, com assaltos e torturas, na zona rural de São Luís

    São assaltos violentos praticados todos os dias, inclusive aos transportes coletivos que fazem linha para Andriroba, zona rural de São Luís. Viaturas até passam rapidamente pelo local, mas assim que saem…

    Nas últimas semanas, as cenas de violência aumentaram e não são praticadas por facções, mas por um grupo da Vila Soeiro, que fica próximo da localidade. Assim que os policiais se deslocam, Andiroba fica ao Deus dará.

    Eles assaltam as casas, tomam os ônibus e ninguém pode reclamar, sob penas de torturas. Na semana passada, em um sítio, moradores e trabalhadores foram feitos reféns, inclusive uma criança de dois anos.

    O caso mais recente aconteceu na casa de uma idosa, que foi bastante espancada e ainda teve seu único aparelho de TV  levado pelos bandidos. No Bairro da Andiroba foram registrados nos últimos meses três assassinatos.

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    Denúncias de violência contra a mulher somam 105,6 mil em 2020

    Balanço foi feito com base no Disque 180 e no Disque 100

    O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou neste domingo (7) o balanço de dados sobre a violência contra a mulher recebidos pelos canais de denúncia do governo federal. Ao todo, em 2020, foram registradas 105.671 denúncias de violência contra a mulher, tanto do Ligue 180 (central de atendimento à mulher) quanto do Disque 100 (direitos humanos).

    Do total de registros, 72% (75.753 denúncias) são referentes à violência doméstica e familiar contra a mulher, informou a pasta. De acordo com a Lei Maria da Penha, esse tipo de violência é caracterizado pela ação ou omissão que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico da mulher. Ainda estão na lista danos morais ou patrimoniais a mulheres.

    O restante das denúncias, que somam 29.919 (28%), refere-se à violação de direitos civis e políticos, que incluem, por exemplo, condição análoga à escravidão, tráfico de pessoas e cárcere privado. Também estão relacionadas à liberdade de religião e crença e o acesso a direitos sociais como saúde, educação, cultura e segurança.

    As informações estão disponíveis no painel de dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, que foi detalhado durante a coletiva de imprensa para anunciar os dados de 2020. A plataforma interativa permite cruzar diversos dados sobre o tipo de violência denunciada, o perfil socioeconômico da vítima, informações sobre o perfil dos agressores, incluindo filtros por estados, municípios, ano e mês de registro, por exemplo.

    “Quem não conhece o problema não pode propor solução. É para isso que esse painel veio, para propor solução conhecendo o problema”, disse a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

    “Esse banco de dados é uma fonte poderosa de informação para subsidiar políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, por exemplo”, disse Rodrigo Capez, juiz auxiliar do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    As denúncias de violências contra a mulher em 2020 representam cerca de 30,2% do total de 349.850 denúncias realizadas no Disque 100 e no Ligue 180.

    Canais

    Os canais, coordenados pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos do MMFDH, recebem denúncias de violações a diversos grupos vulneráveis, como crianças e adolescentes, pessoas idosas e com deficiência.

    A maioria das denúncias tem como vítimas mulheres declaradas como de cor parda de 35 a 39 anos. O perfil médio das mulheres que sofrem violência de acordo com os registros dos canais de denúncias ainda aponta que elas têm principalmente ensino médio completo e renda de até um salário mínimo. Já em relação aos suspeitos, o perfil mais comum é o de homens brancos com idade entre 35 e 39 anos.

    Como o preenchimento desses dados não é obrigatório durante a realização da denúncia, o perfil médio das vítimas considera apenas aqueles itens em que as denúncias tiveram essas informações prestadas.

    Na avaliação da ministra Damares Alves, os dados do ano passado mostram uma queda no volume de ligações, que ela atribui ao fato de crianças e adolescentes estarem fora das escolas e creches, no contexto da pandemia.

    “Os nossos telefones tocaram, em 2020, 3,5 milhões de vezes. Em 2019, passou de quatro milhões. Por que a gente diminui esse número? Porque as crianças não estão na escola, não estão na creche, e um dos maiores denunciantes que temos em nossos canais de direitos humanos é a escola, o professor, o educador, a creche. Isso nos leva a acreditar que é possível que quando as crianças voltarem à escola, esses números vão aumentar muito”, disse.

    Como denunciar

    Gratuitos, o Disque 100 e o Ligue 180 são serviços para denúncias de violações de direitos humanos e de violência contra a mulher, respectivamente. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia pelos serviços, que funcionam 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. Além de cadastrar e encaminhar os casos aos órgãos competentes, a Ouvidoria recebe reclamações, sugestões ou elogios sobre o funcionamento dos serviços de atendimento. De acordo com o ouvidor Nacional de Direitos Humanos, Fernando Ferreira, 98% das ligações são atendidas em cerca de 50 segundos.

    Desde de outubro do ano passado, o ministério também disponibiliza o acesso ao Disque 100 pelo WhatsApp. Para receber atendimento ou fazer denúncias por esta nova via, o cidadão deve enviar mensagem para o número (61) 99656-5008. Após resposta automática, ele será atendido por uma pessoa da equipe da central única dos serviços.

    O serviço também está disponível no Telegram. Nesse caso, basta apenas digitar “Direitoshumanosbrasilbot” na busca do aplicativo. A indicação “bot” é uma regra do Telegram para a criação de contas de serviço. Assim como no WhatsApp, após uma mensagem automática inicial, o cidadão será atendido pela equipe do Disque 100.

    A pasta ainda disponibiliza o aplicativo Direitos Humanos Brasil. Para utilizar basta baixar a ferramenta no celular e realizar o cadastro que pede o nome completo e o CPF do usuário. No site da Ouvidoria, o cidadão também pode ser atendido por meio de um chat. Para iniciar a conversa com a equipe do Disque 100 e do Ligue 180, basta acessar o chat no canto direito da página. É preciso apenas informar o telefone para iniciar o atendimento.

    Campanha

    Para incentivar o combate à violência contra as mulheres, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, em parceria com o CNJ, também lançou uma campanha, que será divulgada nas redes sociais. A ação publicitária traz peças e vídeo que estão no site do MMFDH e serão encaminhadas para órgãos e instituições ligadas ao Poder Judiciário, como cartórios e tribunais de Justiça. O objetivo é chamar a atenção para as diversas violências físicas, psicológicas e patrimoniais sofridas por mulheres, e informar os canais de denúncia.

    “Em vários estados brasileiros, como Distrito Federal e São Paulo, 70% das mulheres vítimas de feminicídio nunca denunciaram, nunca passaram pela rede de atendimento. E essa campanha vem exatamente focar e falar pra essa mulher: ‘denuncie, você não está sozinha'”, disse a secretária Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Britto.

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    Primeira quinzena de 2021 registra 21 homicídios e 1 suicídio na Grande São Luís

    A primeira quinzena  do ano de 2021 foi marcada por 21 homicídios na Grande São Luís. As vítimas tinham entre 16 a 34 anos, das 21 pessoas, 18 delas foram executadas com arma de fogo. Um detalhe que chama atenção é que dos municípios que fazem parte da Grande Ilha, apenas um deles registrou homicídio doloso, São José de Ribamar, sendo assim, os outros 20 crimes contra vida, registrados na capital maranhense.

    Nessa quinzena também foi registrado um suicídio de um jovem de 20 anos no bairro da Areinha. Também se registrou um latrocínio, roubo seguido de morte, contra um senhor de 53 anos na Cidade Olímpica.

    Confira abaixo os números, vítimas e bairros:

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    Maranhão fica atrás apenas do Rio de Janeiro em número casos de violência contra políticos

    Por G1 MA

    Pelo menos 11 casos de violência contra políticos foram registrados no Maranhão entre janeiro de 2016 a 1º de setembro de 2020, de acordo com dados das organizações não-governamentais Terra de Direitos e Justiça Global.

    Mostrada nesse domingo (25), pelo Fantástico, na TV Globo, a pesquisa aponta que foram mapeados em todo o país 327 casos de violência contra políticos eleitos, candidatos e pré-candidatos, entre ameaças, agressões e ofensas.

    Esse índice coloca o Maranhão entre os Estados do Brasil com maior número de casos de violência contra políticos. Nesse mesmo período, o Nordeste registrou 55 casos. No panorama geral, o Maranhão “empatou” com o Ceará, Minas Gerais e Pará no número de casos e só ficou atrás apenas do Rio de Janeiro, que registrou 18 casos.

    Segundo o estudo, “83% dos atentados e assassinatos aconteceram em cidades do interior dos Estados”. Quando se verifica as localidades onde foi registrado mais de um crime dessa natureza, o Maranhão também se destaca no mapa, com Governador Nunes Freire.

    Um dado alarmante é que chega a 125 o total de assassinatos e atentados contra políticos em 24 estados do Brasil. Este tipo de crime contra políticos triplicou de 2016 para 2019.

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    Petista pede a cassação de Fábio Macedo

    Marrapá

    A candidata a vereadora pelo PT, Mary Ferreira, quer a cassação do mandato do deputado estadual Fábio Macedo, do Republicanos.

    O parlamentar foi denunciado pela esposa por agressão e ameaças. Lorena Macedo solicitou medidas protetivas contra as investidas violentas do parlamentar.

    Ligada a Honorato Fernandes, vice da chapa de Rubens Pereira Junior (PCdoB) em São Luís, a petista aponta as evidências do Código de ética dos partidos e do Legislativa Maranhense sobre o crime cometido por Macedo.

    Mary Ferreira é autora da obra “Violência contra a mulher e feminicídio no Maranhão: uma realidade a ser superada

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    Defensoria Pública registrou mais de 250 casos de violência contra o idoso nos primeiros três meses do ano

    Mais de 250 casos de violência contra pessoas idosas foram registrados em São Luís, nos meses de janeiro a março deste ano, pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA). Somente no período da pandemia foram 36 atendimentos relacionados à violência. Diante disso, para promover a sensibilização da sociedade quanto ao assunto e contribuir para uma mudança neste cenário, a DPE realiza, a partir desta segunda-feira, dia 1º, campanha virtual de conscientização da violência contra a pessoa idosa, com o tema “Violência contra a Pessoa Idosa, quem se importa?”.

    As situações de violência são atendidas por meio do Centro Integrado de Apoio e Prevenção à Violência Contra a Pessoa Idosa (Ciapvi). Entre os tipos de violência mais denunciadas nos três primeiros meses do ano estão: o abuso financeiro (19%), a negligência (17%) e a violência psicológica (16%). Entre os bairros de maior incidência estão: Centro, Cohatrac e Anjo da Guarda.

    Durante o período da pandemia de Covid-19, nos meses de abril e maio, foram realizados 36 atendimentos na área, para orientação ou envolvendo casos de cárcere privado, violência física, violência psicológica, abuso financeiro, negligência, abandono, autonegligência e solicitação de leito, medicamentos e exames.

    Conscientização – A campanha, alusiva ao Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa (15 de junho) e realizada por meio do Ciapvi, conta todos os anos com uma vasta programação e reúne centenas de idosos e representantes de instituições parceiras da DPE/MA. No entanto, neste ano, com as medidas de distanciamento social, em razão da pandemia de Covid-19, as ações serão realizadas pela Internet, por meio das redes sociais e têm como objetivo promover a sensibilização da sociedade pela promoção da educação em direitos.

    A partir desta segunda-feira até o dia 15 de junho, serão realizadas transmissões ao vivo no Youtube da Defensoria, sempre às 17h, com representantes de entidades e instituições atuantes na defesa da pessoa idosa.

    Nesta segunda, a live de abertura da campanha contará com as participações da coordenadora do Ciapvi, Isabel Lopizic, da presidente do Femadi, Adalgisa Zaidan, e do presidente do Cedima, Glécio Sandro Leite Silva.

    No dia 15, a live contará com a participação do defensor-geral do Estado do Maranhão, Alberto Bastos, do secretário estadual de Diretos Humanos, Francisco Gonçalves, e da geriatra Jacira Serra. Na ocasião, será discutida a “velhofobia” em tempos de pandemia.

    Durante os 15 dias de campanha, serão realizadas outras lives, em que serão debatidos temas como: “Acolhimento das Pessoas Idosas – Como fazer?”, “Sistema de Justiça na Garantia de Diretos” e “Violência: Quem se Importa?”. A programação está disponível no site da DPE/MA.

    Além das lives, também serão publicadas peças educativas e vídeos sobre os tipos de violência cometidos contra esse público e seus direitos nas redes sociais da DPE.

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    No Maranhão, pré-adolescente cria terror ao invadir escola com estilete e ameaçar os professores

    Enquanto a escola estadual Raul Brasil contava seus mortos na manhã de ontem, em Suzano (SP), no interior do Maranhão um pré-adolescente drogado invadiu uma escola e saiu correndo atrás de professores e funcionários. 

    O vigilante contou que o menor pulou o muro da escola armado com um estilete ameaçando professores e funcionários da Escola Municipal Paulo Freire, na cidade de Timon, e que foi impedir a ação do menor, pedindo a presença da polícia.

    Assim que os militares chegaram, achando que o menor estava com uma arma de fogo, ele havia fugido. A presença do vigilante foi fundamental para impedir consequências mais graves. Ninguém saiu ferido.

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    Jovem estuprada e queimada viva será enterrada nesta sexta

    FERNANDA STUMPF

    O namorado da garota afirmou que, ao presenciar o estupro, acreditou que a moça o estava traindo 

    REPRODUÇÃO/TV RECORD

    O corpo da estudante Isabela Miranda de Oliveira, de 19 anos, que foi estuprada pelo cunhado e queimada viva pelo namorado, será sepultado nesta sexta-feira (8/3) no Cemitério Orlando Mollo, na cidade de Caieiras, município de São Paulo. O crime aconteceu no domingo de carnaval (3/3), durante um churrasco em Franco da Rocha, na grande São Paulo.

    Ela e o cunhado chegaram a ser socorridos e foram levados ao Hospital Estadual Francisco Morato mas, após alguns dias de internação, Isabela não resistiu aos ferimentos e morreu por falência múltipla dos órgãos na quarta-feira (6/3).

    Os crimes
    Segundo testemunhas, Isabela passou mal após participar de um jogo com amigos onde os perdedores viravam doses de bebida. Como não tinha o habito de ingerir bebidas alcoólicas, Isabela passou mal e foi socorrida por amigas. Elas deram um banho na jovem e a colocaram para dormir em uma cama em um dos cômodos na parte superior da casa. Isabela estava usando apenas um biquíni e coberta por um lençol.

    Enquanto a festa continuava, Leonardo, que é casado com a irmã de Isabela, foi até o quarto abusar da jovem.

    O namorado da estudante foi até o local e, quando entrou no cômodo, viu Leonardo nu abusando da jovem. Nervoso com o que acreditou ser uma traição, Willian espancou Isabela e Leonardo, sendo inclusive auxiliado pela irmã de Isabela, esposa de Leonardo. Testemunhas dizem que a vítima permanecia inconsciente durante o abuso e o espancamento.

    Um dos participantes do churrasco conseguiu resgatar Isabela das mãos de seu namorado e irmã e se trancou junto com a moça em um banheiro. Mas Willian começou a colocar fogo em pedaços de plástico e colocar por debaixo da porta. Para não morrer sufocada a moça tentou sair correndo do cômodo, mas o namorado jogou sobre ela um colchão em chamas.

    Willian foi preso em flagrante e em testemunho à polícia declarou que espancou a namorada por acreditar que ela o estava traindo. Depoimentos de testemunhas que estavam no churrasco confrontam a versão de Willian, dizendo que Isabela não conseguia sequer se manter de pé. O assassino teve a prisão temporária convertida em preventiva nessa quinta-feira (7/3).

    Já Leonardo, o cunhado da jovem, declarou que não se lembra de nada. Em depoimento à polícia, Leonardo declarou que foi até o quarto pegar uma blusa e que não se recorda de nada e não sabe explicar porque foi encontrado nu deitado sobre Isabela. Ele permanece em liberdade. (Com informações da Agência Brasil).

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    Quer participar de luta livre, basta ir ao Carnaval de Salvador

    As cenas que o amigo leitor verá agora não são mais novidades para que quiser assistir de perto e participar do carnaval de Salvador. As mesmas brigas violentas se repetem nos circuitos carnavalescos daquela cidade. Briga quem quer e apanha quem não quer. Carnaval de salvador tem virado sinônimo de violência. 

    Confira o vídeo abaixo:

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    300 homens da Força Nacional são enviados para o Ceará

    Conforme antecipou ontem o blog, o governo federal vai ajudar o Ceará no combate as ações de facções criminosas. 300 homens da Força Nacional serão enviados pelo Ministério da Justiça para aquele estado.

    Moro autoriza envio da Força Nacional para o Ceará

    Criminosos incendiaram ônibus e vans que fazem rota entre Fortaleza e Brasília. 30 viaturas da Força Nacional também foram liberadas para o Ceará por 30 dias, caso necessite, poderão ficar mais tempo.

    Facções tocam o terror na região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará

    O Estado cearense estava encontrando dificuldades para conter os episódios de violência e ataques oriundos do crime organizado. A população estava em perigo iminente. Os policiais federais tem autorização para intensificar a repreensão aos criminosos para que novos ataques sejam evitados.

    Governo de Ceará admite impotência para combater o crime e pede ajuda ao governo federal

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