Covardia! Após surto, policial militar agride senhora a socos, tapas na cara e joelhadas

    Imagens de uma agressão por parte de um policial militar a uma senhora em Guarapari, no Espírito Santo, ocorridas no último fim de semana, deixaram internautas revoltados com tanta covardia.

    Foto Reprodução

    Em um vídeo, o PM aparece agredindo uma senhora com tapas no rosto, socos e joelhadas. Segundo informações da própria polícia, os militares foram dar apoio ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) porque a vítima estaria em surto e deveria ser internada.

    Após as cenas de violência, a Corregedoria da PM abriu um inquérito para apurar o fato e a conduta dos policiais. A PM não divulgou se os agentes foram ou serão afastados.

    Inaceitável. Determinei ao Comando-Geral da Polícia Militar a apuração rigorosa e providências imediatas referente aos fatos registrados em Guarapari, no último sábado, que tiveram os vídeos divulgados hoje. A conduta em evidência não representa os valores da nossa polícia”, disse o governador Renato Casagrande sobre as providências a serem tomadas.

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    No Maranhão, em 42 dias,137 pessoas foram presas por crimes contra crianças e adolescentes

    Números divulgados nesta segunda-feira(19), pela Delegacia Geral de Polícia Civil do Maranhão, mostrando um total de 137 pessoas presas por envolvimento em crimes de violência contra crianças e adolescentes. Os dados revelam o aumento deste tipo de violência no Estado. O relatório apresentando contém um balanço de várias operações deflagradas em São Luís, bem como em outras cidades do interior com intuito de combater esse tipo de crime.

    Foto Reprodução: PCMA

    Os trabalhos policiais se iniciaram no dia 4 de junho deste ano sendo finalizados na última sexta-feira (16), ou seja, 42 dias de operação policial que resultaram em 85 prisões em flagrantes, no cumprimento de 52 mandados de prisão.

    Ainda como resultado desses trabalhos policiais que foram realizados nos 217 municípios maranhenses, a Polícia Civil do Maranhão cumpriu 12 mandados de busca domiciliar e solicitou 96 medidas protetivas, além da apreensão de 8 armas de fogo.

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    De sucesso estourado ao inferno: DJ Ivis foi demitido, banido e odiado pelos amigos artistas

    De 2012 até sábado, 10 de julho de 2021, o músico Iverson de Souza Araújo entrou no mundo musical com o pé direito. Já estava começando a fazer fortuna, fama, quando um vídeo contendo agressões covardes contra a própria esposa, Pamella Holanda, na frente da filha, um bebê de poucos meses de idade.

    Foto Reprodução

    Assim que o vídeo (reveja abaixo da postagem) foi ao ar e viralizou em todas as redes, com alcance de mais de 100 milhões de visualizações, o mundo glamouroso do DJ Ivis foi parar na lama, o céu veio abaixo e o artista ganhou o repúdio nacional, notadamente o ódios dos colegas cantores, compositores e de todos os outros artistas.

    Ninguém veio em sua defesa por causa das agressões brutais contra a esposa indefesa, que vinha sido vítima das pancadarias violentas ainda grávida e aguentou tudo até um dia reagir com vigor e gritar “Nunca Mais Ficarei Calada”!

    A primeira penalidade ao DJ Ivis partidiu da produtora Vybbe, de propriedade do cantor Xand Avião, que demitiu o espancador, em seguida a retirada de todas as músicas de Ives gravadas por outros cantores que estavam fazendo sucesso nas redes. Um prejuízo financeiro calculado em mais R$ 1 milhão a cada mês daqui pra frente.

    A corrente só aumentou. Movimentos patrocinados por artistas e outros famosos pedem que as pessoas não ouçam mais as músicas do DJ Ivis. É o começo do inferno astral. Ele perdeu ainda seguidores bem próximo, como Zé Vaqueiro, Barões da Pisadinha, Tarcício do Acordeon, Zé Felipe, Taty Girl, Solange Almeida e muitos outros.

    Só resta agora para finalizar tudo um julgamento e muitos anos de cadeia. É o que merece o canalha espancador de mulher! Veja o vídeo das agressões:

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    Após agressões covardes a esposa, DJ Ivis é alvo da polícia e demitido da produtora de Xand Avião

    Após grande repercussão do vídeo com cenas fortes de agressão física contra a esposa, Pamella Holanda,  o produtor musical Iverson de Souza Araújo, mais conhecido como DJ Ivis, virou alvo de investigações por parte da Polícia Civil do Ceará.

    DJ Ivis agrediu fisicamente a esposa Pamella Holanda

    No vídeo amplamente divulgado ontem, Ivis aparece agredindo Pamella com tapas, socos e chutes na frente da filha deles, de 9 meses de idade. Assista abaixo.

    Pamella denunciou as agressões e pediu medida protetiva na polícia. Ela contou que, durante os quatro anos de relacionamento com o produtor musical sofreu várias agressões físicas e psicológicas até mesmo quando estava grávida.

    De acordo com a vítima, no dia 1° de julho deste ano, em meio a mais uma discussão entre o casal, Ivis lhe bateu e xingou Pamella deixando-a com diversas lesões pelo corpo e chegou a quebrar o celular dela.

    Na manhã desta segunda-feira (12), a vítima do DJ usou as redes sociais para agradecer o apoio dos internautas e amigos que se solidarizaram com ela e a filha.

    “Eu quero e preciso agradecer todo o apoio que estou recebendo. Dizer que não estou bem, mas que estou segura, eu e minha filha. E dizer que hoje o meu choro é de alívio por ter certeza que Deus está com a gente, que nunca mais vou viver o que vivi e que não mais fingir para ajudar ninguém”, disse Pamella no Instagram.

    Após divulgação do vídeo mostrando as agressões, o cantor Xand Avião demitiu DJ Ivis da produtora Vybbe e postou o seguinte vídeo no Instagram:

    Vários artistas também se pronunciaram ontem contra a atitude do produtor musical da Paraíba que atualmente fazia muito sucesso com seus hits.

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    Moradores vivem de dias de sufoco e pânico, com assaltos e torturas, na zona rural de São Luís

    São assaltos violentos praticados todos os dias, inclusive aos transportes coletivos que fazem linha para Andriroba, zona rural de São Luís. Viaturas até passam rapidamente pelo local, mas assim que saem…

    Nas últimas semanas, as cenas de violência aumentaram e não são praticadas por facções, mas por um grupo da Vila Soeiro, que fica próximo da localidade. Assim que os policiais se deslocam, Andiroba fica ao Deus dará.

    Eles assaltam as casas, tomam os ônibus e ninguém pode reclamar, sob penas de torturas. Na semana passada, em um sítio, moradores e trabalhadores foram feitos reféns, inclusive uma criança de dois anos.

    O caso mais recente aconteceu na casa de uma idosa, que foi bastante espancada e ainda teve seu único aparelho de TV  levado pelos bandidos. No Bairro da Andiroba foram registrados nos últimos meses três assassinatos.

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    Denúncias de violência contra a mulher somam 105,6 mil em 2020

    Balanço foi feito com base no Disque 180 e no Disque 100

    O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou neste domingo (7) o balanço de dados sobre a violência contra a mulher recebidos pelos canais de denúncia do governo federal. Ao todo, em 2020, foram registradas 105.671 denúncias de violência contra a mulher, tanto do Ligue 180 (central de atendimento à mulher) quanto do Disque 100 (direitos humanos).

    Do total de registros, 72% (75.753 denúncias) são referentes à violência doméstica e familiar contra a mulher, informou a pasta. De acordo com a Lei Maria da Penha, esse tipo de violência é caracterizado pela ação ou omissão que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico da mulher. Ainda estão na lista danos morais ou patrimoniais a mulheres.

    O restante das denúncias, que somam 29.919 (28%), refere-se à violação de direitos civis e políticos, que incluem, por exemplo, condição análoga à escravidão, tráfico de pessoas e cárcere privado. Também estão relacionadas à liberdade de religião e crença e o acesso a direitos sociais como saúde, educação, cultura e segurança.

    As informações estão disponíveis no painel de dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos, que foi detalhado durante a coletiva de imprensa para anunciar os dados de 2020. A plataforma interativa permite cruzar diversos dados sobre o tipo de violência denunciada, o perfil socioeconômico da vítima, informações sobre o perfil dos agressores, incluindo filtros por estados, municípios, ano e mês de registro, por exemplo.

    “Quem não conhece o problema não pode propor solução. É para isso que esse painel veio, para propor solução conhecendo o problema”, disse a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.

    “Esse banco de dados é uma fonte poderosa de informação para subsidiar políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher, por exemplo”, disse Rodrigo Capez, juiz auxiliar do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    As denúncias de violências contra a mulher em 2020 representam cerca de 30,2% do total de 349.850 denúncias realizadas no Disque 100 e no Ligue 180.

    Canais

    Os canais, coordenados pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos do MMFDH, recebem denúncias de violações a diversos grupos vulneráveis, como crianças e adolescentes, pessoas idosas e com deficiência.

    A maioria das denúncias tem como vítimas mulheres declaradas como de cor parda de 35 a 39 anos. O perfil médio das mulheres que sofrem violência de acordo com os registros dos canais de denúncias ainda aponta que elas têm principalmente ensino médio completo e renda de até um salário mínimo. Já em relação aos suspeitos, o perfil mais comum é o de homens brancos com idade entre 35 e 39 anos.

    Como o preenchimento desses dados não é obrigatório durante a realização da denúncia, o perfil médio das vítimas considera apenas aqueles itens em que as denúncias tiveram essas informações prestadas.

    Na avaliação da ministra Damares Alves, os dados do ano passado mostram uma queda no volume de ligações, que ela atribui ao fato de crianças e adolescentes estarem fora das escolas e creches, no contexto da pandemia.

    “Os nossos telefones tocaram, em 2020, 3,5 milhões de vezes. Em 2019, passou de quatro milhões. Por que a gente diminui esse número? Porque as crianças não estão na escola, não estão na creche, e um dos maiores denunciantes que temos em nossos canais de direitos humanos é a escola, o professor, o educador, a creche. Isso nos leva a acreditar que é possível que quando as crianças voltarem à escola, esses números vão aumentar muito”, disse.

    Como denunciar

    Gratuitos, o Disque 100 e o Ligue 180 são serviços para denúncias de violações de direitos humanos e de violência contra a mulher, respectivamente. Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia pelos serviços, que funcionam 24 horas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados. Além de cadastrar e encaminhar os casos aos órgãos competentes, a Ouvidoria recebe reclamações, sugestões ou elogios sobre o funcionamento dos serviços de atendimento. De acordo com o ouvidor Nacional de Direitos Humanos, Fernando Ferreira, 98% das ligações são atendidas em cerca de 50 segundos.

    Desde de outubro do ano passado, o ministério também disponibiliza o acesso ao Disque 100 pelo WhatsApp. Para receber atendimento ou fazer denúncias por esta nova via, o cidadão deve enviar mensagem para o número (61) 99656-5008. Após resposta automática, ele será atendido por uma pessoa da equipe da central única dos serviços.

    O serviço também está disponível no Telegram. Nesse caso, basta apenas digitar “Direitoshumanosbrasilbot” na busca do aplicativo. A indicação “bot” é uma regra do Telegram para a criação de contas de serviço. Assim como no WhatsApp, após uma mensagem automática inicial, o cidadão será atendido pela equipe do Disque 100.

    A pasta ainda disponibiliza o aplicativo Direitos Humanos Brasil. Para utilizar basta baixar a ferramenta no celular e realizar o cadastro que pede o nome completo e o CPF do usuário. No site da Ouvidoria, o cidadão também pode ser atendido por meio de um chat. Para iniciar a conversa com a equipe do Disque 100 e do Ligue 180, basta acessar o chat no canto direito da página. É preciso apenas informar o telefone para iniciar o atendimento.

    Campanha

    Para incentivar o combate à violência contra as mulheres, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, em parceria com o CNJ, também lançou uma campanha, que será divulgada nas redes sociais. A ação publicitária traz peças e vídeo que estão no site do MMFDH e serão encaminhadas para órgãos e instituições ligadas ao Poder Judiciário, como cartórios e tribunais de Justiça. O objetivo é chamar a atenção para as diversas violências físicas, psicológicas e patrimoniais sofridas por mulheres, e informar os canais de denúncia.

    “Em vários estados brasileiros, como Distrito Federal e São Paulo, 70% das mulheres vítimas de feminicídio nunca denunciaram, nunca passaram pela rede de atendimento. E essa campanha vem exatamente focar e falar pra essa mulher: ‘denuncie, você não está sozinha'”, disse a secretária Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Britto.

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    Primeira quinzena de 2021 registra 21 homicídios e 1 suicídio na Grande São Luís

    A primeira quinzena  do ano de 2021 foi marcada por 21 homicídios na Grande São Luís. As vítimas tinham entre 16 a 34 anos, das 21 pessoas, 18 delas foram executadas com arma de fogo. Um detalhe que chama atenção é que dos municípios que fazem parte da Grande Ilha, apenas um deles registrou homicídio doloso, São José de Ribamar, sendo assim, os outros 20 crimes contra vida, registrados na capital maranhense.

    Nessa quinzena também foi registrado um suicídio de um jovem de 20 anos no bairro da Areinha. Também se registrou um latrocínio, roubo seguido de morte, contra um senhor de 53 anos na Cidade Olímpica.

    Confira abaixo os números, vítimas e bairros:

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    Maranhão fica atrás apenas do Rio de Janeiro em número casos de violência contra políticos

    Por G1 MA

    Pelo menos 11 casos de violência contra políticos foram registrados no Maranhão entre janeiro de 2016 a 1º de setembro de 2020, de acordo com dados das organizações não-governamentais Terra de Direitos e Justiça Global.

    Mostrada nesse domingo (25), pelo Fantástico, na TV Globo, a pesquisa aponta que foram mapeados em todo o país 327 casos de violência contra políticos eleitos, candidatos e pré-candidatos, entre ameaças, agressões e ofensas.

    Esse índice coloca o Maranhão entre os Estados do Brasil com maior número de casos de violência contra políticos. Nesse mesmo período, o Nordeste registrou 55 casos. No panorama geral, o Maranhão “empatou” com o Ceará, Minas Gerais e Pará no número de casos e só ficou atrás apenas do Rio de Janeiro, que registrou 18 casos.

    Segundo o estudo, “83% dos atentados e assassinatos aconteceram em cidades do interior dos Estados”. Quando se verifica as localidades onde foi registrado mais de um crime dessa natureza, o Maranhão também se destaca no mapa, com Governador Nunes Freire.

    Um dado alarmante é que chega a 125 o total de assassinatos e atentados contra políticos em 24 estados do Brasil. Este tipo de crime contra políticos triplicou de 2016 para 2019.

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    Petista pede a cassação de Fábio Macedo

    Marrapá

    A candidata a vereadora pelo PT, Mary Ferreira, quer a cassação do mandato do deputado estadual Fábio Macedo, do Republicanos.

    O parlamentar foi denunciado pela esposa por agressão e ameaças. Lorena Macedo solicitou medidas protetivas contra as investidas violentas do parlamentar.

    Ligada a Honorato Fernandes, vice da chapa de Rubens Pereira Junior (PCdoB) em São Luís, a petista aponta as evidências do Código de ética dos partidos e do Legislativa Maranhense sobre o crime cometido por Macedo.

    Mary Ferreira é autora da obra “Violência contra a mulher e feminicídio no Maranhão: uma realidade a ser superada

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    Defensoria Pública registrou mais de 250 casos de violência contra o idoso nos primeiros três meses do ano

    Mais de 250 casos de violência contra pessoas idosas foram registrados em São Luís, nos meses de janeiro a março deste ano, pela Defensoria Pública do Estado do Maranhão (DPE/MA). Somente no período da pandemia foram 36 atendimentos relacionados à violência. Diante disso, para promover a sensibilização da sociedade quanto ao assunto e contribuir para uma mudança neste cenário, a DPE realiza, a partir desta segunda-feira, dia 1º, campanha virtual de conscientização da violência contra a pessoa idosa, com o tema “Violência contra a Pessoa Idosa, quem se importa?”.

    As situações de violência são atendidas por meio do Centro Integrado de Apoio e Prevenção à Violência Contra a Pessoa Idosa (Ciapvi). Entre os tipos de violência mais denunciadas nos três primeiros meses do ano estão: o abuso financeiro (19%), a negligência (17%) e a violência psicológica (16%). Entre os bairros de maior incidência estão: Centro, Cohatrac e Anjo da Guarda.

    Durante o período da pandemia de Covid-19, nos meses de abril e maio, foram realizados 36 atendimentos na área, para orientação ou envolvendo casos de cárcere privado, violência física, violência psicológica, abuso financeiro, negligência, abandono, autonegligência e solicitação de leito, medicamentos e exames.

    Conscientização – A campanha, alusiva ao Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa (15 de junho) e realizada por meio do Ciapvi, conta todos os anos com uma vasta programação e reúne centenas de idosos e representantes de instituições parceiras da DPE/MA. No entanto, neste ano, com as medidas de distanciamento social, em razão da pandemia de Covid-19, as ações serão realizadas pela Internet, por meio das redes sociais e têm como objetivo promover a sensibilização da sociedade pela promoção da educação em direitos.

    A partir desta segunda-feira até o dia 15 de junho, serão realizadas transmissões ao vivo no Youtube da Defensoria, sempre às 17h, com representantes de entidades e instituições atuantes na defesa da pessoa idosa.

    Nesta segunda, a live de abertura da campanha contará com as participações da coordenadora do Ciapvi, Isabel Lopizic, da presidente do Femadi, Adalgisa Zaidan, e do presidente do Cedima, Glécio Sandro Leite Silva.

    No dia 15, a live contará com a participação do defensor-geral do Estado do Maranhão, Alberto Bastos, do secretário estadual de Diretos Humanos, Francisco Gonçalves, e da geriatra Jacira Serra. Na ocasião, será discutida a “velhofobia” em tempos de pandemia.

    Durante os 15 dias de campanha, serão realizadas outras lives, em que serão debatidos temas como: “Acolhimento das Pessoas Idosas – Como fazer?”, “Sistema de Justiça na Garantia de Diretos” e “Violência: Quem se Importa?”. A programação está disponível no site da DPE/MA.

    Além das lives, também serão publicadas peças educativas e vídeos sobre os tipos de violência cometidos contra esse público e seus direitos nas redes sociais da DPE.

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    No Maranhão, pré-adolescente cria terror ao invadir escola com estilete e ameaçar os professores

    Enquanto a escola estadual Raul Brasil contava seus mortos na manhã de ontem, em Suzano (SP), no interior do Maranhão um pré-adolescente drogado invadiu uma escola e saiu correndo atrás de professores e funcionários. 

    O vigilante contou que o menor pulou o muro da escola armado com um estilete ameaçando professores e funcionários da Escola Municipal Paulo Freire, na cidade de Timon, e que foi impedir a ação do menor, pedindo a presença da polícia.

    Assim que os militares chegaram, achando que o menor estava com uma arma de fogo, ele havia fugido. A presença do vigilante foi fundamental para impedir consequências mais graves. Ninguém saiu ferido.

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