Depois de muitos governadores de esquerda autorizarem o uso de cloroquina no protocolo de medicamentos para pacientes infectados pelo novo coronavírus, com resultados satisfatórios, finalmente o governador do Maranhão, Flávio Dino se rendeu aos remédios sugeridos pelo presidente Jair Bolsonaro. Menos mal.

Embora olhando os estados que aderiram ao remédio proposto por Bolsonaro desde o início de abril reduzirem a curva de crescimento de óbitos por covid-19, e a cura mais acelerada, ainda assim Flávio Dino não deu o braço a torcer. Ficou birrando, talvez por ter sido sugestão dada pelo presidente da República.

Enquanto no Maranhão a taxa só  cresce a cada dia, apesar de medidas restritivas de circulação de pessoas, incluindo outras mais severas, como o lockdown, no Piauí os registros não evoluem e chegam a não registrar um só óbito em 24 horas. Reduções foram confirmadas em Minas, Bahia, Rio Grande do Norte, Mato Grosso e em outros estados onde a cloroquina, com o composto de azitromicina e zinco, passou a ser administrada.

Quantas vidas estariam salvas até hoje não fosse a cisma de Flávio Dino em não aceitar o uso do medicamento? O protocolo composto pelos medicamentos aqui citados estão sendo usados em tratamento domiciliar proposto pelos médicos, com resultados que agradam aos curados, familiares e aos hospitais que evitam a aglomeração de doentes.

No release distribuído pela Secom, o governo informa que passou o adotar o protocolo desde o dia 12 deste, mais de 50 dias do que vem sendo feito por outros governadores com êxito.

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