A ex-governadora deixou claro durante encontro do MDB na última segunda-feira, dia 2, que não é mulher de fugir à luta e que se for a missão do partido o seu nome na disputa pela sucessão municipal de São Luís, ela aceitará. Porém, Roseana Sarney aguarda os resultados das próximas pesquisas que indicarão a tendência dos eleitores da capital assim que o ano do pleito se iniciar, agora em 2020.

Considerada como a gestora pública que mais trabalhou por São Luís ao longo dos mandatos como governadora do Maranhão, Roseana sabe que tem chances reais de chegar ao segundo turno. Boa parte dos indecisos (mais de 40% do eleitorado da ilha) não se definiu ainda por nenhum dos nomes postados. É nesse segmento que a ex-governadora vai trabalhar.

Embora tenha perdido duas eleições para o cargo de governador, em 2006 para Jackson Lago e 2018 para Flávio Dino, Roseana não ganhou na capital, mas nunca ficou com menos de 25% em cada pleito não exitoso. Em 2010 ela ganhou no primeiro turno e foi a mais votada na ilha contra Jackson Lago e Flávio Dino.

O grupo político a que pertence, embora tenha pulado em boa parte para o atual governador, continua com raízes fincadas em São Luís. É exatamente essa parcela que sobrou que arregaçará as mangas pela vitória da ex-governador, que sempre teve desejo de encerrar a carreira como prefeita de São Luís.

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