eticaO grupo RENOVAR para Mudar, forte candidato a ganhar as eleições da OAB/MA, defende projetos e propostas que redirecionam a OAB/MA à sua função institucional e, claro, enfatiza como a alternância de poder é salutar para qualquer democracia.

O líder do RENOVAR para Mudar, advogado Thiago Diaz, e toda a sua equipe têm enfrentando adversários robustos. Em defesa da candidata oficial e utilizando de todos os recursos, principalmente os imorais para eleger sua sucessora, o presidente da OAB/MA, Mário Macieira, tem articulado com seus pares, respostas nos meios sociais, por meio de páginas pessoais, e vasculhado situações que comprometem Thiago Diaz (imagens acima).

Outro comportamento duvidoso por parte dos integrantes da chapa da situação é a falta de um senso crítico. Estão ausentes de princípios, valores e de resultados eficientes e satisfatórios na OAB/MA. Eles estão cegos e não se questionam; Eu quero? Eu Devo? Eu Posso? Trazendo as palavras do conceituado filosofo Mário Sérgio Cortella. “Nem tudo que eu quero eu posso; nem tudo que eu posso eu devo; e nem tudo que eu devo eu quero”.

Atos imorais, como o de utilizar-se de eventos institucionais da OAB/MA como fez a então candidata Valéria Lauande, para falar sobre Ética em um evento da Escola Superior de Advocacia da OAB/MA não restando estranhamente nenhum outro advogado (a) para ministrar a palestra soa estranho. E, o pior, o próprio presidente da Ordem sair em defesa da candidata atacando nominalmente a oposição!? São atos que podem até ser explicados, com todo o amparo legal, mas não justificados.

Após mirabolantes articulações do presidente da OAB/MA e acusações pessoais à Thiago Diaz, de maneira bastante suspeita, ele conseguiu “descobrir” uma sanção disciplinar aplicada pela OAB/MA, em 2008, ao então jovem e recém formado Thiago Diaz. E de maneira enfática, citou nominalmente o candidato do RENOVAR para Mudar e o acusou de não ter moral.

E qual o motivo de tamanha ira? O atraso em algumas parcelas da anuidade da Ordem, situação muito comum à maioria dos advogados em início de carreira, devido à anuidade da OAB/MA ser uma das mais altas do país. Seria então todos os advogados em atraso e que já sofreram essa sanção: imorais? E detalhe: Thiago Diaz sequer foi intimado sobre a decisão que o condenara, sequer soube antes sobre tal condenação, já revista e prescrita. Por  que então reavivar isso?

E o que mesmo a gestão atual fez para amenizar essa dificuldade? O RENOVAR para Todos apresentou proposta concreta sobre a redução em 15% do valor da anuidade com o fim do término dos requisitos para que jovens advogados façam jus aos descontos previstos no início da carreira.

Enfim, contra fatos não há argumentos! Atualmente existem cerca de 2.500 processos na OAB/MA contra os inadimplentes. Infelizmente, a defesa e propostas para que regularizem essa situação deveria partir daqueles que “estão no poder” e “não são o poder” na OAB/MA. Será que cada advogado que se “atreva” a se opor aos atuais dirigentes da OAB/MA surgirá com uma “condenação” anterior que sequer sabia que existia?

A presidência da OAB deveria agir de maneira transparente, correta, comprometida com os objetivos a que foram legitimadas a alcançar e cumprir e não perseguir os advogados.

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