Ainda faltando três meses para completar o ano inicial de governo, os primeiros sintomas da antipatia e solidão começam a rondar o Palácio dos Leões.

Esse fenômeno tem cara e nome: governo antipopular. Quanto diferença entre o candidato e o governador. Flávio Dino mal andava nas ruas logo era cercado por velhos, adultos, jovens e crianças. Era olhado como o “Cavaleiro da Esperança”, ou o “Salvador da Pátria”.

Agora, já governador, a solidão no Palácio se confunde com os fantasmas das ruas. Antes querido e amado, hoje odiado. Por óbvios motivos.

Desde que assumiu, Flávio Dino vem acumulando uma série de medidas antipáticas que o remetem a um processo de transformação do vinho para o veneno, de santo para satanás.

O governador começou introduzindo o que considera medidas de austeridades, como o fim do Viva Luz, programa que contemplava 1,2 milhão de pessoas, a demissão em massa na área de saúde pública, a suspensão do prosseguimentos  de importantes obras e, consequentemente, demissões no setor da construção Civil.

Exatamente no início do seu governo demissões na Alumar e Vale, no comércio e indústria em geral, pelo corte de incentivos fiscais.

Dando seguimento ao arrocho, o cinto apertou mais ainda a garganta do funcionalismo público, com o impedimento recente de reajuste salarial e o corte de avanços salariais no terreno que ele melhor domina: na Justiça.

Então, não era de causar espantos a cena abaixo. Um governador sozinho e um sorveteiro que lhe faz companhia esperando receber pelo produto que foi vendido. Não fosse isso, Flávio Dino estaria sozinho naquele banco de praça para se refrescar após um evento que deveria ter sido grande, até porque era em homenagem a São Luís.

Veja abaixo a imagem de um governador que começa a experimentar a solidão, numa tentativa de populismo que não deu certo:

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