A polícia, que investiga o caso da morte do juiz Fernando Cruz, 62 anos, por afogamento em piscina de sua residência no bairro do Olho d`Água, descartou a hipótese de latrocínio ao olhar as imagens do magistrado caminhando sozinho, senta-se, pega uma taça, toma um comprimido e segundos depois cai na água de forma inconsciente. 

Com o vídeo de monitoramento interno, policiais procuraram saber relatos sobre a vida do juiz e constaram que o titular da 7ª Vara Criminal de São Luís vinha sofrendo problemas emocionais e, por conta disso, estava passando por momentos de depressão.  Ele morava sozinho e estava divorciado.

As investigações agora terão foco no resultados dos exames para saber o que o magistrado tomou antes de cair na piscina e morrer. O corpo foi encontrado pela empregada do juiz na manhã de ontem, segunda-feira, dia 09.

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