Empresa contratada pelo Sistema de Segurança atrasa salários dos servidores do Ciops

    Blog do Neto Ferreira 

    Denúncia enviada ao Blog do Neto Ferreira relata que o empresário Laiones Nascimento não paga os salários dos servidores do Centro Integrado de Operações de Segurança do Maranhão há 4 meses.

    De acordo com o relato, Nascimento é dono da Capellerry Consultorias Ltda, que foi contratada por cifras milionárias pela Secretaria de Segurança Pública(SSP) para fornecer mão de obra terceirizada para o teleatendimento do CIOPS. Ela atua na pasta desde o ano de 2017. De lá para cá, já ganhou mais de R$ 7 milhões em contratos.

    No entanto, a empresa não está pagando os funcionários pelo trabalho desenvolvido no Centro Integrado. Além disso, Liones deve aos servidores o recolhimento do FGTS, férias, décimo terceiro e ticket-alimentação.

    A denúncia diz também que o transporte fornecido pela empresa está constantemente apresentando falhas e faltando gasolina colocando em risco os profissionais fardados.

    O Blog apurou no Portal da Transparência que o empresário recebeu R$ 1.067.967,77 milhão da Secretaria de Segurança entre os meses de maio e junho desse ano, mas não repassou os valores aos funcionários que prestam os serviços.

    “Pedimos ajuda para uma investigação a fundo e para que seja divulgada a situação crítica em que se encontra os funcionários da empresa. Somos importantes no registro de ocorrências e solicitação de viaturas, corpo de bombeiros entre outros órgãos para a população. Merecemos respeito e não há quem divulgue a situação que vive crítica a anos”, afirmou a denúncia.

    Além de proprietário da Capellerry, Liones Nascimento também é pré-candidato a prefeito na cidade de São Roberto.

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    Hospital Aldenora Bello aglomera mais que o permitido e equipamento de radioterapia vive quebrado

    É de causar compaixão a situação de dezenas de pessoas que se aglomeram no setor de quimioterapia do Hospital Aldenora Bello. Com os equipamentos de radioterapia constantemente quebrados, os pacientes amargam momentos e dias de espera, sem nenhuma justificativa satisfatória.

    O Blog do Luis Cardoso tem recebido constantes reclamações de pacientes da capital e do interior. São pessoas que se deslocam até ao hospital e acabam não sendo atendidas. O câncer, como o mundo inteiro sabe, tem que ser tratado com agilidade. Aliás, saúde tem pressa.

    Nos últimos anos, a Fundação Antônio Jorge Dino, mantenedora do Aldenora Bello, hospital referência no tratamento do câncer no Maranhão, tem recebido ajudas diversas para a compra de novos equipamentos, como o de radioterapia. Mais recentemente os 42 deputados  estaduais aprovaram uma emenda doando cada R$ 100 mil, totalizando R$ 4,2 milhões.

    O Governo do Estado do Maranhão também já contribuiu com o hospital por inúmeras vezes através de convênios e repasses, assim como parte da bancada federal do Maranhão com a destinação de recursos.

    Então, é hora da Fundação ou do próprio hospital explicar de forma clara o que de fato está ocorrendo. O blog está aberto para receber os esclarecimentos.

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    De olho no dinheiro da saúde, vereadores querem cassar prefeita que tem covid-19

    Depois de tentar extorquir a prefeita de Vitória do Mearim, Dídima Coelho, e serem denunciados e presos, vários vereadores estão querendo aproveitar da situação da prefeita Didima Coelho, que encontra-se infectada com o novo coronavírus, para cassar o mandato e empossar a vice-prefeita bem perto da data da liberação de verbas federais para o combate ao vírus naquele município.

    A prefeita, que permanece em isolamento e vem trabalhando direto de dentro da sua casa, denuncia a intenção dos vereadores. Confira:

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    Zé Inácio volta a denunciar descaso do Mateus e pede ao Estado q tome providências

    O deputado estadual Zé Inácio (PT) voltou a usar as redes sociais para denunciar o descaso da rede de supermercados Mateus, que não vem adotando as medidas de segurança necessárias para cliente e funcionários a fim de evitar contaminações pela COVID-19.

    Medidas simples como o distanciamento, de pelos menos 1,5m, entre os clientes ao serem atendidos não estão sendo praticado. “Essa é uma medida simples que poderia ser facilmente resolvida com o uso de fitas, cones, etc. O Mateus não está seguindo o distanciamento mínimo recomendados pelos órgãos de saúde”, disse o parlamentar.

    Zé Inácio cobrou da rede de supermercados que adote as devidas medidas, para evitar aglomerações e superlotação, presando pela saúde de funcionários e clientes. E pediu ao governo do Estado que faça uma fiscalização sanitária nas unidades do Mateus.

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    Enfermeira tem equipamento de proteção negado em UPA e caso vai parar na polícia

    Uma enfermeira da UPA do Vinhais chegou ao local de trabalho, na segunda-feira (06),  e ao pedir seu Equipamento de Proteção Individual ( máscara e luva, por exemplo) foi informada que o tempo de uso era de 30 dias. E quando se dirigiu para a diretora da UPA, Carol Hortegal, foi humilhada e aos gritos ordenada a ir pra casa. 

    Constrangida, a enfermeira registrou BO na Delegacia da Vila Palmeira e foi se apresentar ao Emeserh, de onde é funcionária e lotada na UPA do Vinhais, no aguardo das providências. Veja o relato da profissional da enfermagem abaixo:

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    Aprovados em concurso denunciam contratações ilegais na Prefeitura da Raposa

    Blog do Neto Ferreira

    Aprovados no concurso público para profissionais da Educação realizado pela Prefeitura da Raposa denunciam que a Secretaria Municipal de Educação está contratando ilegalmente terceirizados para os cargos ofertados no certame.

    Segundo a denúncia, o concurso foi homologado em fevereiro do ano passado com vigência de dois anos. No entanto, a gestão de Talita Laci não convocou os aprovados mesmo surgindo vagas nos setores da Educação municipal e está contratando professores para os cargos.

    “A Semed da Raposa está selecionando professores para contratos ilegalmente , já que tem concurso vigente. Está acontecendo só pela manhã [as contratações], ouvi vários relatos”, disse uma das aprovadas no concurso.

    Ainda de acordo com os relatos, para contratar os terceirizados a Prefeitura não divulgou edital e nem convocação oficial. “Não houve edital, nem nada oficial, exatamente por que estão agindo na surdina. E, inclusive fiquei sabendo que já contrataram em novembro do ano passado e ninguém ficou sequer sabendo”, afirmou outro denunciante.

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    Governo do Estado transformou imóvel cedido pela União em estacionamento privado

    A Superintendência da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União no Maranhão (SPU) rescindiu unilateralmente o contrato de cessão de uso gratuito em que a União cedia ao Governo do Estado um terreno localizado ao lado do Terminal de Integração da Praia Grande, porque o imóvel estava sendo usado como estacionamento privativo, com cobrança de taxas. O caso foi levado à tribuna da Assembleia Legislativa nesta terça-feira (04) pelo deputado César Pires, que denunciou a ilegalidade cometida pela gestão estadual.

    “A Superintendência de Patrimônio da União no Maranhão cedeu o imóvel sem ônus para a Secretaria de Governo. Esse imóvel foi repassado para a empresa Mapa, já caracterizando um erro, e a direção desse órgão, cometendo mais um erro, licitou e contratou a Park Estacionamentos para implantar um serviço pago em um imóvel público. Um grave desvio de conduta do secretário Diego Galdino e do presidente da Mapa, Antônio Nunes, que se diz professor e advogado”, enfatizou César Pires. “O que os alunos aprendem com um professor que ensina a cometer erros, como o desvio de conduta em cargo público?”, questionou o parlamentar.

    O deputado informou ainda que, mediante a adesão a uma ata de preços, o governo estadual contratou a Park Estacionamentos para administrar o uso privativo do imóvel da União, a um custo inicial de R$ 400 mil para instalação de equipamentos, a ser ressarcido com as taxas cobradas da população. “É um governo desonesto que se apropria do patrimônio público da União, cedido sem ônus, para angariar recursos com a cobrança de taxas pelo uso do estacionamento. Esse é o governo Flávio Dino, que prega ser o arauto da seriedade e não é”, ressaltou.

    Para César Pires, o presidente da Mapa deveria ter sido exonerado, mas é apaniguado pelo governador. “Não poderiam se apropriar e licitar o uso do imóvel da União que foi cedido para o Estado sem ônus. Se a cessão não fosse rescindida, o povo ia pagar pelo estacionamento sem que sequer explicassem para onde iria o dinheiro ali arrecadado. A Assembleia Legislativa e o Ministério Público não podem silenciar diante da apropriação indébita do bem público, que só não prevaleceu porque o coronel Monteiro, superintendente da SPU no Maranhão, não permitiu e rescindiu o contrato. Mas é assim que age o atual governo do Maranhão”, finalizou ele.

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    MPMA apresentou denúncia contra servidores e empresário por fraude em licitação em Paço do Lumiar

    O Ministério Público do Maranhão ofereceu Denúncia, no dia 6 de novembro, contra agentes públicos de Paço do Lumiar e um empresário devido a irregularidades no processo de licitação que contratou a empresa Almeida Comércio e Serviços Ltda, para a prestação de serviços de locação mensal de veículos. O contrato, no valor de R$ 6.405.600, envolveu o fornecimento de 16 caminhões, 16 máquinas e uma carreta.

    Núbia Dutra, foi quem autorizou, à época, a abertura do processo licitatório

    Foram denunciados Núbia Dutra e Fortunato Macedo Filho, ex-secretários municipais de Administração e Finanças de Paço do Lumiar, Dyego de Moraes Silva e Marianna Rebecka Guimarães Bezerra, ex-pregoeiros municipais de Paço do Lumiar, e Welker Carlos Rolim, sócio-majoritário da empresa Almeida Comércio e Serviços Ltda.

    Autora da denúncia, a titular da 1ª Promotoria de Justiça de Paço do Lumiar, Gabriela Brandão da Costa Tavernard, afirmou que a licitação questionada teve apenas o objetivo de dar a aparência de legalidade das despesas efetuadas com a contratação da empresa, haja vista não ser proprietária dos veículos e maquinários locados, conforme demonstrado no banco de dados do Detran, e também constatado em seu Balanço Patrimonial de Ativo Permanente.

    Entre as irregularidades identificadas, inicialmente em representação do Ministério Público de Contas e, em seguida, em análise da Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça, estão a ausência da pesquisa de mercado na realização do processo licitatório; a não publicação do aviso de licitação no Diário Oficial do Estado ou em jornal de grande circulação; e indícios de que a empresa subcontratou terceiros para a realização dos serviços, o que é vedado pelo edital.

    Além disso, foi constatado que a empresa Almeida Comércio e Serviços Ltda não é proprietária de nenhum caminhão; não tem capacidade operacional (já que o balanço patrimonial aponta o ativo permanente no valor de R$ 521.048,97, considerado baixo caso fosse proprietária de todos os veículos e máquinas contratados); e tem endereço no mesmo local em que funciona um posto de gasolina.

    “Tais constatações servem para reforçar a presença de conluio das partes (contratante e contratado) e o favorecimento da empresa, na medida em que vencedora em diversas licitações no Município, que resultaram em contratações com valores vultosos”, constatou Gabriela Tavernard.

    PARTICIPAÇÃO DOS DENUNCIADOS

    No Inquérito Civil que baseou a Denúncia, a 1ª Promotoria de Justiça de Paço do Lumiar apontou a participação de cada um dos denunciados no esquema.

    A ex-secretária de Administração e Finanças de Paço do Lumiar, Núbia Feitosa Dutra, foi quem autorizou, à época, a abertura do processo licitatório (Pregão presencial nº 38/2018); adjudicou e homologou o objeto do certame em favor da empresa Almeida Comércio e Serviços Ltda, além de ter assinado outro contrato com o mesmo objeto em data diferente e que embasou os processos de pagamento.

    Fortunato Macêdo Filho, que também exerceu o cargo de secretário de Administração e Finanças, assinou a Ata de Registro de Preços, o contrato celebrado entre as partes e as ordens de pagamento ao longo de sua execução, figurando como ordenador de despesa.

    Diego Moraes Silva, na qualidade de pregoeiro, elaborou o edital do Pregão Presencial nº 007/2018, apesar de não deter competência para tanto, não adotando a modalidade de pregão eletrônico, injustificadamente. Já a denunciada Marianna Rebecka Guimarães Bezerra, igualmente pregoeira, conduziu os trabalhos da sessão pública do pregão, habilitando a licitante vencedora, em que pesem todas as irregularidades já demonstradas linhas atrás.

    Representante legal da empresa Almeida Comércio e Serviços Ltda, Welker Carlos Rolim, concorreu para a prática do crime que lhe é imputado, na qualidade de beneficiário.

    “De fato, sem os atos praticados pelos denunciados, que abrangem desde a fase preparatória até a conclusão do certame, com celebração dos contratos, assinatura da ata de registro de preço e ordens de pagamento, a fraude do certame não se consubstanciaria, nem o prejuízo ao erário”, comentou a promotora de justiça.

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    Ministério público denuncia dois ex-prefeitos de Bom Jardim por desvio de dinheiro e associação criminosa

    Desvio de dinheiro público, associação criminosa e fraude em licitação levaram a Promotoria de Justiça da Comarca de Bom Jardim a oferecer Denúncia, em 14 de agosto, contra os ex-prefeitos Malrinete dos Santos Matos, conhecida como Malrinete Gralhada, e Manoel da Conceição Ferreira Filho, conhecido como Sinego. O sócio-administrador da empresa Gráfica Color Eireli, Juceny de Castro Moura, também foi denunciado.

    Na Denúncia, ajuizada pelo promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira, o Ministério Público do Maranhão requereu que os denunciados sejam condenados à indenização de valor mínimo R$ 291.281,90 aos cofres públicos.

    ENTENDA O CASO

    Consta nos autos que, no dia 13 de junho de 2016, a prefeita de Bom Jardim na época, Malrinete Gralhada, celebrou um contrato de R$ 776.816,79 com a empresa Gráfica Color Eireli para a prestação de serviços gráficos, até o dia 31 de dezembro de 2016. Porém, segundo depoimentos de testemunhas, a empresa nunca forneceu nenhum produto ou serviço ao Município.

    Em outubro de 2016, Malrinete Gralhada foi afastada e o então vice-presidente da Câmara Municipal, Sinego, assumiu o cargo, onde ficou até o fim de 2016.

    Ouvido na Promotoria, o gestor municipal informou que, assim que tomou posse, emitiu um decreto suspendendo todos os pagamentos de licitações feitas no período em que Malrinete era prefeita. Segundo Sinego, essa auditoria o autorizou a realizar pagamentos à empresa Gráfica Color.

    Em um parecer emitido pela Secretária de Estado da Fazenda do Maranhão (Sefaz), o órgão ministerial constatou que, entre janeiro de 2015 e 31 de dezembro de 2016, a empresa Gráfica Color não emitiu nenhuma nota fiscal de saída de mercadorias, nem houve movimentação de vendas. Além disso, nas notas de entrada de produtos, não consta entrada dos produtos que, em tese, foram adquiridos pelo Município de Bom Jardim.

    Apesar de a empresa não ter fornecido os bens contratados, Malrinete Gralhada realizou dois pagamentos no total de R$ 35.015,00 em julho de 2016. Sinego fez oito pagamentos que somados chegam a R$ 256.266,80, em dezembro de 2016. O total desviado pela associação criminosa foi de R$ 291.281,90.

    “Não havia previsão legal para o gasto desse valor com a contratação dessa empresa. O próprio processo licitatório foi realizado de forma fraudulenta. A ré Malrinete contemplou a empresa Gráfica Color como vencedora da licitação por conhecer e ter amizade com seu proprietário, o réu Juceny”, afirmou o promotor Fábio Santos de Oliveira.

    CRIMES

    O MPMA requereu a condenação dos envolvidos pelos crimes previstos pela Lei nº 9.613/98 (lavagem de dinheiro), Decreto-Lei nº 201/67 (crimes de responsabilidade dos prefeitos), Lei nº 8.666/93 (crimes referentes a licitações e contratos), além dos crimes previstos no Código Penal: associação criminosa, corrupção ativa e passiva, e subtração ou inutilização de livro ou documento.

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    Carolina: Falta de transparência dos valores dos Royalties faz promotor abrir procedimento contra prefeito e secretários

    Blog Flavio Aires

    A falta de Transparência na aplicação dos recursos recebidos pela Administração Municipal de Carolina (CFURH) que chega ao valor de R$ 2.606.492.56 apenas em 2019  e R$ 5 MILHÕES na Administração da tal Renovação.

    RECOMENDAÇÃO Nº 04/2019 PJC ASSUNTO: PRINCÍPIO DA TRANSPARÊNCIA E PUBLICIDADE. COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PELA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS (CFURH), POPULARMENTE CONHECIDO COMO ROYALTIES. DISPONIBILIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES EM MEIOS PÚBLICOS AO SENHOR PREFEITO DE CAROLINA-MA, ERIVELTON NEVES AO SENHOR SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO DE CAROLINA-MA, O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃO,

    I ) RECOMENDA ao SENHOR PREFEITO DO MUNICÍPIO DE CAROLINA/MA ERIVELTON NEVES, ao SENHOR SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E SECRETÁRIO MUNICIPAL DE GOVERNO:

    a) a efetivo/imediata divulgação mensal , em nome do princípio constitucional da publicidade/transparência, em meios públicos, da contabilidade simplificada (de modo a gerar fácil compreensão à qualquer munícipe – inclusive com uso de mecanismos que facilitem a interpretação, como tabelas em cores e figuras em folders e cartazes) referente aos gastos realizados com uso de royalties recebidos da UHE/Estreito, devendo anexar os respectivos extratos bancários mensais;

    b) a efetivo/imediata disponibilização mensal, em nome do princípio constitucional da publicidade/transparência, no mural da prefeitura, da contabilidade simplificada (de modo a gerar fácil compreensão à qualquer munícipe – inclusive com uso de mecanismos que facilitem a interpretação, como tabelas em cores e figuras em folders e cartazes) referente aos gastos realizados com uso de royalties recebidos da UHE/Estreito, devendo anexar os respectivos extratos bancários mensais e comprovantes de transferências bancárias; bem como a criação de link específico (contendo a mesma apresentação de dados, até mesmo dos respectivos extratos bancários mensais e comprovantes de transferências bancárias) no site da prefeitura/portal da transparência, permitindo a ampla divulgação e controle social correlato.

    c) a efetivo/imediata disponibilização mensal, via ofício, em nome do princípio constitucional da publicidade/transparência, para os órgãos públicos existentes nesta urbe, em especial Ministério Público, Defensoria Pública, Câmara de Vereadores, etc, da
    contabilidade simplificada (de modo a gerar fácil compreensão à qualquer munícipe – inclusive com uso de mecanismos que facilitem a interpretação, como tabelas em cores e figuras em folders e cartazes) referente aos gastos realizados com uso de royalties recebidos da UHE/Estreito, devendo anexar os respectivos extratos bancários mensais e comprovantes de transferências bancárias – em especial para que estes órgãos possam afixa r em seus murais.

    Diante disso, requisito resposta em 10 dias corridos. Esclareço, por oportuno, que a recusa, retardamento ou a omissão no fornecimento de dados requisitados pelo Ministério Público constitui crime punido com pena de reclusão de 1(um) a 3 (três) anos, mais multa de 10 (dez) a 1.000 (mil) OTN, nos termos do artigo 10 da Lei 7.347/85, bem como advirto que o não atendimento das requisições desse Parquet pode desaguar na configuração do dolo necessário à configuração de ato de improbidade administrativa constante nos art. 9º, 10 e especialmente 11 da LEI Nº 8.429/1992. Incumbirá aos destinatários da presente recomendação informar, no prazo de 10 (dez) dias corridos, à Promotoria de Justiça de Carolina-MA quanto ao atendimento ou não desta Recomendação, esclarecendo os procedimentos e cronogramas adotados para fins de regularização da situação ora em comento. Deverá haver comprovação de tudo com documentos, findo o prazo.

    Publique-se esta Recomendação no quadro de avisos desta Promotoria de Justiça. Encaminhe-se cópia eletrônica à Coordenadoria de Documentação e Biblioteca para publicação no diário eletrônico do MPMA. Encaminhe-se cópias à Câmara de Vereadores de Carolina/MA, ao Centro de Apoio Operacional da Probidade e setor de Comunicação Social deste Parquet.

    Por fim, cumpre-nos notificar Vossa Excelência que o descumprimento das obrigações consignadas ensejará a tomada das providências cabíveis, advertindo que a presente recomendação dá ciência e constitui em mora os destinatários quanto às providências solicitadas, servindo tal descumprimento para configurar inclusive o elemento volitivo do dolo para fins de caracterização do ato de improbidade administrativa, bem como providências criminais e pedido de afastamento do gestor responsável pela não tomada de providências.

    Registre-se e cumpra-se.

    Carolina-MA 12/08/2019
    MARCO TÚLIO RODRIGUES LOPES
    Promotor de Justiça

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    Exclusivo: Os donos dos dez jatinhos mais caros financiados pelo BNDES

    O Antagonista
    Por Claudio Dantas

    O presidente do BNDES, Gustavo Montezano, está cumprindo a promessa de abrir a caixa-preta das gestões petistas. O primeiro ato é a divulgação, ainda hoje, da lista de 134 empresários que compraram jatinhos a juros subsidiados pelo contribuinte.

    O Antagonista obteve em primeira mão a relação de beneficiários, entre eles artistas, banqueiros e empresários – vários deles enrolados na Lava Jato ou em outras investigações.

    Ao todo, o BNDES emprestou via bancos privados um total superior a R$ 1,9 bilhão para a compra de jatinhos da Embraer. A área técnica do banco calculou em R$ 700 milhões – em valores corrigidos – os subsídios para essas operações.

    Entre os proprietários dos dez jatinhos mais caros financiados pelo banco público, estão o governador de São Paulo, João Doria (R$ 44 milhões), e os irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS (R$ 39,8 milhões).

    No topo da lista está o empresário Michael Klein (Casas Bahia), que pagou R$ 77,8 milhões por um jato executivo da Embraer – o modelo não é informado. O financiamento foi feito em 2013 por meio do banco ABC para a CB Air (hoje Icon Aviation).

    A família Moreira Salles (Itaú-Unibanco) também usufruiu da linha de financiamento do BNDES, pagando apenas 4,5% ao ano de juros sobre empréstimo de R$ 75,5 milhões para adquirir uma aeronave em nome da Brasil Warrant Administradora de Bens.

    Confira a relação dos proprietários das dez aeronaves mais caras bancadas pelo BNDES:

    JBS S/A – R$ 39,78 milhões (2009)

    Doria Administração de Bens Ltda – R$ 44,03 milhões (2010)

    Neo Táxi Aéreo – R$ 44,97 milhões (2011)

    Construtora Estrutural – R$ 64,01 milhões (2012)

    Brasil Warrant Adm de Bens – R$ 75,46 milhões (2013)

    Lojas Riachuelo – R$ 55,52 milhões (2013)

    Sumatera Participações – R$ 65,96 milhões (2013)

    Industrial e Comercial Brasileira – R$ 59,11 milhões (2013)

    CB Air Taxi Aéreo – R$ 77,78 milhões (2013)

    Eurofarma Laboratórios – R$ 43,99 milhões (2014)

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    Prefeito do interior do MA banca campanha de agressor ao Conselho Tutelar

    O prefeito de Presidente Juscelino, Magno Teixeira (PSDB), é suspeito de está financiando a campanha de um candidato ao conselho tutelar do município, por nome Paulo Ricardo,  conhecido como “Tatá”.

    No dia 10 de junho, Paulo Ricardo, juntamente com um sobrinho do prefeito agrediram o jornalista Neto Cruz, que estava fazendo a cobertura do aniversário do município. Ou seja, Magno estaria usando a estrutura da prefeitura para que “Tatá” – agressor do jornalista – fosse eleito conselheiro tutelar. Como troca, Paulo Ricardo ajudaria, nas eleições do ano que vem o cunhado e chefe do gabinete do prefeito conhecido como “Carlinhos” a vereador.

    Agora o que deveria está sendo apurado pelas autoridades competentes e os demais candidatos ao Conselho Tutelar é a denúncia recebida pelo blog de que Magno estaria disposto a “torrar” o equivalente a 30 mil reais, para compra de votos para o seu candidato [Paulo Ricardo].

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