Brincadeira: Flávio Dino libera shows e festas privadas só para 150 pessoas

    Sob os olhares perplexos e omissos de artistas e produtores culturais que aguardavam flexibilização mais sensata, o governador Flávio Dino anunciou o aumento de 100 para 150 pessoas em shows. Enquanto isso, na maioria de outros estados, a liberação já atinge até 30% da capacidade de ocupação de cada espaço.

    No momento em que existe uma queda no número de mortes e infecção pela covid-19 no Maranhão e com muitas pessoas passando fome por estarem desempregadas, o governador continua insensível ao problema.

    São milhares de garçons, gerentes, atendentes e seguranças particulares fora do emprego, além dos artistas e músicos que atravessam momentos de extrema dificuldades, sem contar com a movimentação noturna de táxis e carros de aplicativos que deixam de ganhar dinheiro.

    Aos artistas caberia o papel de vanguarda na luta por medidas de flexibilização maior como aconteceu em outras cidades. Mas aqui onde o prefeito é evangélico e não quer nem saber de festas, a população fica tolhida no seu direito ao entretenimento.

    Na terça-feira, dia 13, o prefeito de Macapá assinou a flexibilização para show com até 50% da capacidade de cada espaço…

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    Secretário de Saúde, Carlos Lula, testa positivo para covid-19

    O secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, informou hoje, sexta-feira (09). através de sua rede social, que testou positivo para a covid-19. Lula participou recentemente de uma comício para mais de 8 mil pessoas na cidade de Coroatá, oportunidade em que discursou e dançou no palco, sem máscara. 

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    João Alberto é diagnosticado com covid-19 e dá entrada em hospital particular de São Luís

    Blog Diego Emir

    O ex-senador Joao Alberto Souza foi diagnosticado com covid-19 e logo em seguida se dirigiu ao hospital UDI em São Luís.

    João Alberto é candidato a vereador em Bacabal e já possui 85 anos. Ainda não há informações do estado de saúde de Joao Alberto, mas ele estava bem na manhã desta terça-feira (5).

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    Perigo dentro de casa: ar-condicionado alimenta risco de contágio da covid-19

    Por BBC

     A cada verão que passa, mais aparelhos de ar-condicionado são comprados no Brasil — nos últimos anos, esse mercado tem crescido no país, apesar da crise econômica e da queda no consumo impactando a venda de outros produtos.

    Mas depois da pandemia de coronavírus de 2020, há dúvidas se, com o calor que se aproxima, poderemos ligar esses milhões de aparelhos que estão nas nossas casas, pequenos comércios, lojas, shoppings, carros e transporte público. Afinal, há cada vez mais indícios da transmissão do vírus pelo ar, e em julho um estudo da China surpreendeu ao apontar o ar-condicionado de um restaurante como vilão na infecção de 10 pessoas de três famílias diferentes almoçando ali.

    Se você já está suando frio com a possibilidade de não poder usar estes aparelhos, adiantamos logo algumas respostas obtidas com especialistas entrevistados pela BBC News Brasil.

    Primeiro, o ar-condicionado em si não é o vilão, mas sim o confinamento coletivo — ou seja, seu uso em ambientes fechados, em que há pouca ou nenhuma circulação de ar, com presença de outras pessoas que podem estar infectadas.

    Por isso, com o coronavírus circulando, deixar portas e janelas fechadas enquanto o ar está ligado não é aconselhável. No cenário atual, deverá ser necessário apelar para aparelhos que convivam melhor com estas aberturas, como ventiladores e climatizadores; ou usar o ar-condicionado com frestas abertas; ou ainda o ar-condicionado associado a ventiladores e janelas abertas.

    Isso a não ser que o sistema de refrigeração em questão inclua equipamentos de renovação mecânica — o que, segundo especialistas, seria o ideal, mas exige planejamento e altos custos de manutenção, sendo raramente visto no Brasil.

    Vamos às explicações — mas vale antes lembrar que ainda há muito a ser conhecido sobre o vírus e estudos em curso, portanto elas não são definitivas.

    O restaurante chinês: ar-condicionado central, exaustor e sem janelas

    O artigo científico sobre o restaurante chinês que colocou o ar-condicionado sob holofotes foi publicado por pesquisadores do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) de Guangzhou no periódico científico Emerging Infectious Diseases, editado pelos CDCs (Centros de Controle de Doenças) dos Estados Unidos.

    Eles rastrearam pessoas que almoçaram no dia 24 de janeiro em um restaurante de cinco andares, sem nenhuma janela, com exaustores e ar-condicionado central (sistema capaz de climatizar vários ambientes a partir de um único equipamento; os modelos variam em porte e na tecnologia empregada pra distribuir o ar frio, sendo comumente encontrados em bancos, supermercados e shoppings).

    Um cliente, ainda assintomático, tinha viajado de Wuhan, cidade chinesa em que o vírus começou a infectar humanos, para Guangzhou, onde fica o restaurante. Ele e sua família se sentaram em uma mesa ao lado de outras duas, com distância de cerca de um metro entre elas. As três mesas estavam na reta de um aparelho de ar condicionado.

    Pesquisadores chineses rastrearam casos de infecção em 10 pessoas que almoçaram em restaurante de Guangzhou, onde havia ar condicionado central e nenhuma janela — Foto: Reprodução /Emerging Infectous Diseases

    Os autores defenderam que a transmissão do coronavírus seja explicada não só pelas gotículas de material infeccioso (como a saliva de uma pessoa contaminada), que têm tamanho maior, correm distâncias menores e duram menos tempo no ar, mas também pelos aerossóis, partículas menores do material infeccioso que ficam suspensas no ar por mais tempo e têm alcance mais distante.

    No caso do restaurante em Guangzhou, os pesquisadores dizem que não há certeza que a infecção tenha ocorrido por meio dos aerossóis, já que outros clientes e funcionários no mesmo ambiente não foram infectados. Mas eles sugerem que os aerossóis possivelmente estavam mais concentrados na área das mesas próximas, carregados por correntes do ar condicionado.

    A conclusão do artigo recomenda que restaurantes aumentem a distância entre as mesas e melhorem a ventilação.

    Diversos cientistas criticam que autoridades como a Organização Mundial da Saúde (OMS) estão subestimando o potencial transmissivo dos aerossóis (leia: Cientista critica visão da OMS sobre contágio pelo ar: ‘Não deixam a gente se proteger direito’). Em julho, um grupo de mais de 200 pesquisadores escreveu uma carta defendendo o reconhecimento dessa via de transmissão.

    Uma das autoras da carta, Lidia Morawska, professora da Universidade de Tecnologia de Queensland, na Austrália, respondeu à BBC News Brasil por e-mail não acreditar que os aparelhos de ar-condicionado sejam um problema ou risco em si, e sim a falta de ventilação — que ajuda a diluir contaminantes.

    “Não ter ventilação significa a não retirada de partículas infectadas de ambientes internos. O ar pode ser condicionado — o que significa ser esfriado ou aquecido —, mas uma ventilação eficiente precisa ser garantida”, escreveu Morawaska, também consultora da OMS sobre qualidade do ar.

    “As correntes de ar estavam passando pela pessoa infectada e carregaram o vírus para outras pessoas. O mesmo acontece em aviões, por exemplo, onde a corrente de ar é unidirecional, e em outras situações. A questão é a direção da corrente de ar, que pode ser induzida por diferentes fatores, como uma porta aberta.”

    Cuidado com ventilação e qualidade do ar é pouco comum no Brasil, apontam entrevistados

    Entretanto, ao menos no Brasil, é comum que as pessoas se preocupem simplesmente com que o ar-condicionado abaixe a temperatura, e não com as condições de ventilação ou qualidade do ar, diz Oswaldo Bueno, engenheiro e consultor da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (Abrava).

    Aparelhos mais simples, como do tipo minisplit, não apenas se valem da recirculação do ar — ou seja, pegam o “mesmo” ar de um ambiente para reciclá-lo, o que é um problema se este estiver contaminado —, como normalmente não vêm acompanhados de mecanismos de renovação mecânica do ar. No caso de aparelhos de janela, alguns modelos têm a opção da renovação, mas nem todos.

    Até existem opções no mercado de aparelhos para fazer isso, como insufladores (que incluem filtro e ventilação) e caixas de ventilação, mas é “raríssimo” que isso seja uma preocupação em casas ou pequenos negócios, diz Bueno. E deveria ser alvo de maior atenção mesmo antes da covid-19, pois o ar pode concentrar outros vírus, bactérias e fungos, além de gases tóxicos.

    “O grande mercado brasileiro hoje é o das pequenas instalações, sejam residenciais ou comerciais. Imagina um consultório de dentista: ele vai ter uma pequena máquina funcionando. Essa máquinas representam cerca de 75% de todo e qualquer equipamento no mercado brasileiro. E todas vezes que essas máquinas são instaladas, não há preocupação com o ar externo”, explica o engenheiro, recomendando que, com a pandemia, esses aparelhos sejam usados com janelas e portas abertas, e até mesmo junto com ventiladores perto destas, ainda que isso faça os ambientes ficarem menos frios que o ideal.

    Erick Campos, engenheiro mecânico da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), do campus de Governador Valadares, escreveu um relatório justamente sobre os impactos da pandemia nos sistemas de ar condicionado na realidade brasileira, em conjunto com o professor Bruno Augusto Guedes, também da UFJF.

    Campos diz que, mesmo em cenários em que a ventilação não foi prevista, uma nova adaptação para tempos de covid-19 pode ser inviabilizada por custos, não só com a instalação mas também com o maior gasto de energia. Afinal, a renovação retira ar mais frio e insere o ar externo, geralmente mais quente, então o trabalho para refrigerar é maior. Isso significa também que em muitos casos a potência dos aparelhos pode ser insuficiente para tal adaptação, já que originalmente não foi calculada a entrada de mais ar externo.

    “As informações disponíveis indicam que é arriscado usar o ar-condicionado sem esse sistema de ventilação. O risco é que os aerossóis aumentem sua concentração naquele ambiente, e uma pessoa que aspire estas partículas pode ser contaminada. A solução é contraintuitiva, como usar o ar-condicionado com janelas e portas abertas ou, se possível, buscar alternativas para o ar-condicionado por um tempo”, afirma o engenheiro da UFJF, sugerindo ventiladores e climatizadores (ou refrigeradores evaporativos), que convivem melhor com ambientes abertos.

    Ele pondera, entretanto, que em casas onde vive uma família os riscos de transmissão acontecem em várias situações, e o contato continua sendo mais importante para a transmissão do coronavírus do que uma eventual transmissão por meio das correntes de ar condicionado. Por isso, em todos os casos, o uso de máscaras e o distanciamento continuam sendo fundamentais.

    A importância da ventilação vale também para carros e ônibus, embora alguns veículos tenham no seu sistema de climatização a opção de renovação do ar, com troca entre o interno e externo.

    Em relação aos filtros convencionais, que normalmente retêm contaminantes nos aparelhos, as evidências indicam que, para o coronavírus, eles não são tão eficazes — pois o patógeno é leve o bastante para ser aspirado pelo ar-condicionado e ao mesmo tempo pequeno para atravessar os filtros, explica Campos.

    Mas Bueno lembra que os filtros são importantes também para conter partículas de outros patógenos e também da poluição, o que contribui para a proteção do sistema respiratório das pessoas — ainda mais os filtros mais eficazes, com eficácia mínima de 50% para partículas menores que 0,4 µm. Entretanto, aparelhos simples como o minisplit tampouco têm filtro, e sim uma tela de proteção que, segundo os especialistas, é insuficiente.

    Adaptações em shoppings

    Já sistemas maiores, como em prédios comerciais ou shoppings, costumam ter mecanismos de renovação do ar — em que o ar “usado” é extraído do ambiente interno e canalizado para uma unidade de tratamento, geralmente no telhado, onde há mistura com ar fresco.

    Esses sistemas costumam permitir até mesmo a regulação da quantidade de ar fresco que será injetada no prédio. No contexto de pandemia, quanto mais, melhor — mas isso traz também mais gastos com energia.

    Bueno lembra que o ar externo é tão importante pois sua limpeza acontece naturalmente, com a ajuda da chuva e dos ventos.

    Mesmo em locais com renovação mecânica, a abertura para o ar externo também é desejável — em uma cartilha da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, recomenda-se por exemplo que as portas dos shoppings permaneçam abertas e que exaustores em sanitários e cozinhas operem em nível máximo de vazão de ar.

    “Instalações completas, funcionando de acordo com seu projeto, tendo plano de manutenção e controle, são saudáveis e vão proteger. Foi prevista a filtragem e a renovação do ar”, explica Oswaldo Bueno, apontando que sistemas de climatização em áreas públicas costumam ser submetidos a mais normas e leis, desde seu planejamento.

    Segundo uma lei federal de 2018, todos os ambientes de uso público e coletivo com ar condicionado devem ter um Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC), com controle por exemplo de níveis de concentração de poluentes, um indicador sobre a qualidade do ar. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a fiscalização do plano é de responsabilidade de órgãos de vigilância locais, e não há dados nacionais sobre autuações e multas.

    A perspectiva é que o país tenha mais e mais aparelhos de ar-condicionado com o passar dos anos, segundo o relatório internacional The future of cooling, da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), publicado em 2018. Em 2016, o Brasil tinha aproximadamente 27 milhões de aparelhos de ar-condicionado, incluídos aí residenciais e comerciais. A previsão é que, em 2050, o número chegue a 165 milhões de aparelhos.

    Mas o país está longe da liderança mundial — apenas China, Japão e Estados Unidos concentram dois terços de todos os aparelhos do mundo.

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    Saiba quais são os riscos de pegar covid-19 em uma praia lotada

    Por R7 Notícias 

    Há duas semanas, as praias de São Paulo e do Rio de Janeiro têm ficado lotadas e com aglomerações. Como se não houvesse pandemia, o movimento foi intensificado pelo feriado prolongado, cenário que favorece a disseminação do novo coronavírus, mesmo ao ar livre, e contraria as medidas de prevenção recomendadas por autoridades de saúde.

    O governo de São Paulo afirmou que os efeitos dessa situação serão sentidos em duas semanas. De acordo com a infectologista Lina Paola, da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o risco de infecção é alto, caso nenhuma orientação para evitar o contágio – como distanciamento e uso de máscara – seja respeitada.

    “É um pouco difícil [de estimar o risco] porque estamos em um local aberto. Mas se não há nenhuma regra, as chances de se infectar são em torno de 70%. Você está muito mais exposto do que se não estivesse em uma aglomeração”, destaca.

    Ela explica que apenas o fato de estar ao ar livre não garante segurança porque a presença de muitas pessoas próximas facilita o contato com alguém que esteja infectado e, portanto, com gotículas contaminadas expelidas na fala, tosse ou espirro.

    “Há o risco de tocar nessa pessoa e em objetos que foram manipulados por ela e acabaram contaminados com gotículas”, detalha. “Mas as correntes de ar levam embora os aerossóis [pequenas partículas líquidas contaminadas que ficam suspensas no ar]”, acrescenta.

    A possibilidade de tocar objetos e superfícies contaminadas e, em seguida, colocar as mãos nos olhos, nariz ou boca e contrair o vírus justifica a proibição do uso de guarda-sol e cadeiras na areia da praia. Mas a restrição foi ignorada por muitos turistas.

    “O problema do guarda-sol e de objetos é que eles acabam sendo transferidos de pessoa para pessoa sem que haja uma desinfecção. Então, o risco de estar com grande quantidade de vírus é muito alto, porque você tosse, espirra e põe a mão em cima daquilo”,  observa Lina.

    A médica ainda ressalta que o ideal seria ter utensílios de uso pessoal e intransferível. “Mas o que a gente vê na praia é que todo mundo fica com todo mundo e partilham os objetos”

    Muitas pessoas também dispensaram a máscara e ficaram ainda mais expostas. Segundo a infectologista, este item só poderia ter sido descartado se houvesse diretrizes de segurança bem estabelecidas e elas fossem respeitadas. “Quando não está se cumprindo nenhuma regra, o ideal é manter a máscara e levar álcool em gel”.

    De acordo com Lina, para garantir que todos pudessem ir à praia com segurança, deveriam ser delimitados espaços com distância mínima de 3 metros entre cada um e tempo limite de permanência na praia para as famílias.

    A Prefeitura do Rio de Janeiro cogitou testar um aplicativo para agendamento de espaços na areia da praia, mas desistiu da ideia após receber críticas da população.

    “Ali, no espaço com a família, poderia abandonar a máscara. Mas se for caminhar ou ter contato com alguém de fora precisa usar”, pondera.

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    Vereadora e pré-candidata à prefeita de São Domingos do Maranhão morre em São Luís vítima da Covid-19

    Blog Enquanto Isso No Maranhão 

    A vereadora Patrícia Lucena e pré candidata à prefeita de São Domingos do Maranhão, faleceu nesta sexta-feira (04) em São Luís, vítima da Covid-19.

    Ela estava internada no Hospital de Clínicas Integradas (HCI), na capital, após testar positivo e apresentar uma piora em seu quadro de saúde.

    De acordo com informações, ela estava entubada e seu estado de saúde era grave, com nível de saturação da oxigenação em cerca de 60%. O nível normal oscila entre 95 a 100%.

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    Cantor sertanejo Cauan vai deixar a UTI hoje após apresentar melhora

    Depois de passar oito dias em UTI de hospital em Goiânia, com 75% de comprometimento pulmonar e com quadro que se mostrava irreversível, o cantor sertanejo Cauan, da dupla com Cleber, teve melhora significativa e deve ser transferido para um quarto hoje, segunda-feira, dia 24.

    Acometido pelo novo coronavírus, o cantor recebeu orações da sua legião de fãs em todo o Brasil e, ao que parece, venceu a doença. Os pais dele também foram infectados pela covid-19 e permanecem hospitalizados.

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    433 mil maranhenses fizeram teste para coronavírus até julho

    Os resultados da PNAD COVID-19 mensal, desenvolvida pelo IBGE, revelam que 433 mil pessoas (6,1% da população) realizaram algum teste para diagnóstico da Covid-19 desde o início da pandemia até julho de 2020 no Maranhão. Desse total, cerca de 178 mil (2,5% da população) testaram positivo para a doença causada pelo novo coronavírus.

    Entre os testes para diagnóstico da doença, as pessoas poderiam ter realizado o exame com material coletado na boca ou nariz com o cotonete (swab); o teste rápido com sangue coletado por um furo no dedo; ou o exame com sangue retirado da veia do braço.

    A pesquisa também constatou que, no Maranhão, 1,1 milhão de pessoas (15,6% da população) tinham alguma comorbidade que pode agravar o quadro clínico de um paciente com a Covid-19. Desse total de pessoas com comorbidade no estado, 462 mil eram homens e 640 mil eram mulheres.

    Hipertensão foi a comorbidade mais frequente (9,4%). As outras foram diabetes (4%), asma ou bronquite ou enfisema (3,5%), doenças do coração (1,6%), depressão (1,4%) e câncer (0,4%).

    Pessoas com sintomas associados à Covid-19

    Em julho, caiu para 485 mil (6,9% da população do estado) o número de pessoas que se queixaram de algum dos sintomas relacionados à síndrome gripal e que podiam estar associados à Covid-19. Em junho, eram 670 mil e, em maio, eram 1,071 milhão de maranhenses com algum dos sintomas.

    Quanto aos sintomas conjugados – perda de cheiro ou sabor; febre, tosse e dificuldade de respirar; e febre, tosse e dor no peito –, em julho, 131 mil pessoas (1,8% da população) relataram sintomas. Número menor que o registrado em junho, 222 mil pessoas (3,1% da população), e em maio, 396 mil pessoas (5,6% da população).

    45 mil pessoas, entre aquelas que apresentaram sintomas conjugados, procuraram atendimento em estabelecimento de saúde no Maranhão em julho. Já entre os que apresentaram sintomas isoladamente, 103 mil procuraram atendimento.

    Taxa de desocupação sobe outra vez e soma 398 mil desempregados

    Sobre o mercado de trabalho, a pesquisa revela que, em julho, a taxa de desocupação subiu de 14,1% para 16,7%, atingindo 398 mil maranhenses. Na comparação com junho, mais 66 mil pessoas ficaram sem emprego.

    Em julho, no Maranhão, a Proxy da Taxa de Informalidade (percentual de pessoas ocupadas como trabalhadores informais em relação ao total de pessoas ocupadas) foi de 51,7%, mantendo-se praticamente estável em relação à taxa apresentada em junho, de 51,0%.

    A PNAD COVID19 mensal apontou ainda que a proporção de domicílios do estado que receberam algum auxílio emergencial relacionado à pandemia passou de 66,5% em junho para 65,8% em julho. O percentual do Maranhão em julho permaneceu como o 2º maior dentre as Unidades da Federação, menor apenas que o registrado no Amapá, 68,8%.

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    CBF suspende Sampaio e Figueirense por conta da Covid

    Blog do Zeca Soares

    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) acatou o pedido do Sampaio e suspendeu da partida com o Figueirense, por conta de novos casos da Covid-19 no elenco.

    A partida estava marcada para hoje (19), às 16h30, no Estádio Castelão, pelo Campeonato Brasileiro Série B.

    Nove jogadores do Sampaio estão infectados pelo novo coronavírus. Na rodada passada, cinco jogadores já haviam sido afastados após terem sido diagnosticados com Covid.

    O Sampaio é o último colocado e ainda não pontuou na Série B, após três rodadas e três derrotas. O time volta a jogar no próximo sábado (22), contra o Brasil, em Pelotas, às 21h.

    Foto: Lucas Almeida/L17 Comunicação

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    Cantor Cauan, da dupla com Cléber, em estado grave por complicações da covid-19

    Internado na UTI de um hospital em Goiânia, o cantor sertanejo teve o quadro de saúde agravado desde que foi infectado pelo novo coronavírus.

    Informações dos familiares do artista apontam que o comprometimento pulmonar de Cauan chegou a 70%, o que deixou os médicos preocupados.

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    Prefeito que morreu hoje (dia 14) ainda alertou população para a covid-19; veja no vídeo

    Assim que foi infectado pelo novo coronavírus, o prefeito de Paraibano, Zé Hélio, gravou um vídeo pedindo para a população da sua cidade evitar sair de casa e aos comerciantes que respeitassem os procedimentos sanitários. Ele morreu hoje, sexta-feira, em um hospital de São Luís. 

    Confira no vídeo o apelo do prefeito:

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    Avó de Michelle Bolsonaro morre vítima da covid-19 no DF

    Por R7 Notícias 

    Maria Aparecida Firmo Ferreira, de 81 anos, avó materna da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, morreu na manhã desta quarta-feira (12) vítima da covid-19. 

    Ela estava internada na enfermaria do Hospital Regional de Ceilândia, o maior hospital público da região administrativa do Distrito Federal, desde 1º de julho. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do DF.

    A reportagem apurou que Maria respirava por meio de traqueostomia e tinha comorbidades. Teve uma parada cardiorrespiratória às 2h da manhã. A equipe médica tentou a reanimá-la, mas não teve sucesso.

    Maria Aparecida Firmo, avó da primeira dama Michelle Bolsonaro

    Durante a internação, a idosa chegou a ser intubada por conta das dificuldades respiratórias causadas pelo novo coronavírus. Ela estava com 78% da capacidade pulmonar comprometida neste momento.

    Maria Aparecida foi internada no início de julho após passar mal em casa, no Sol Nascente.  Ela foi encontrada na porta da casa por vizinhos, que a levaram para o hospital.

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