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Luís Cardoso – Bastidores da notícia

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Milhares de pessoas prestigiaram os cinco dias de festa do São João de Caxias

Política
 

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São João de Caxias

 

A Prefeitura de Caxias realizou de 24 a 28 de junho o São João no Parque da Cidade. Durante cinco dias, a Princesa do Sertão se transformou na capital do forró e do sertanejo universitário no Leste do Maranhão. O evento atraiu milhares de pessoas, desde caxienses a turistas de outros municípios maranhenses e, até, dos estados vizinhos.

O São João de Caxias, promovido pela Prefeitura, através da Secretaria de Cultura, contou com apresentações de grupos de quadrilha todos os dias, vindas de diversas cidades, e shows com Mara Pavanelly, Waldo & Felipe, Cavalo Branco, Forró dos Plays, Bill Martins, Guilherme Dantas, Xé Pop, Joseph & Banda, Márcia Felipe e Forró da Curtição.

O prefeito de Caxias, Leo Coutinho, frisou a importância de um evento como esse ser oferecido de graça ao público. “Enquanto muitos municípios vizinhos estão fazendo festas pagas, o nosso São João é totalmente gratuito. Contamos com uma programação diversificada, contemplando a cultura local e regional, bem como as melhores atrações musicais do circuito junino do Nordeste. Investimos bastante em infraestrutura de palco, luz, som e segurança para proporcionar total comodidade aos grupos folclóricos, barraqueiros e visitantes”.

Segurança total

Cerca de 120 seguranças particulares, mais Guarda Municipal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e Conselho Tutelar fizeram a segurança do São João de Caxias.

O circuito junino é todo cercado e conta com saídas de emergência. Na entrada, os visitantes são revistados um por um.

Opinião popular

“Homens, mulheres, jovens e crianças, uma festa para casais e família”. Assim descreve Jéssica Mayara, que compareceu à festa acompanhada do seu namorado Evandro Diego. “Eu venho todos os anos no arraial e nunca tinha visto uma organização como essa. Moro atualmente em Teresina e digo com toda certeza que a estrutura de Caxias se assemelha à capital. A cidade está de parabéns pelo evento”, acrescentou.

Leila, moradora do bairro Nova Caxias, também avaliou positivamente o São João de Caxias. “É de extrema importância que eventos como esse aconteçam, pois a cultura é importante na vida das pessoas. A segurança, organização, barracas e todas as apresentações estão de primeira”.

Encerramento do São João de Bacabeira bate recorde de público

Política
 

Prefeito Alan Linhares encerrando a Programação

Prefeito Alan Linhares encerrando a Programação

O Arraial do Povão 2015, promovido pela Prefeitura Municipal de Bacabeira, por meio da Secretaria de Esporte, Cultura e Lazer, bateu recorde de público no encerramento dos festejos juninos, no último dia 28, com o show da cantora Mara Pavanelli. O largo da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, na sede do município, ficou lotado e a população da cidade e demais regiões aprovou o grande show, que marcou a história da cidade.

Luana Nogueira, moradora de Codó, viajou mais de 5 horas para não perder o show da cantora. A estudante analisou a organização da festa. “Fiquei impressionada com tanta organização, com a estrutura e com a segurança. Quesitos fundamentais para o sucesso de qualquer evento, que não deixou a desejar”, elogiou.

A secretária de Esporte, Cultura e Lazer, Patrícia Linhares, se mostrou satisfeita pelo evento que durante nove dias encheu a cidade de cores e muita animação. “Mais um ano conseguimos fazer um São João bonito, cheio de brilho. O São João deste ano foi sem dúvida um dos mais organizados, movimentados e seguros da história de Bacabeira”, pontuou Patrícia.

Além das atrações conhecidas no cenário musical nacional, como Willy Gomes e Mara Pavanelli, também abrilhantaram a festa os melhores grupos folclóricos da região e do estado.

Para o prefeito de Bacabeira, Alan Linhares, o sucesso de público da festa representa o esforço conjunto entre a gestão municipal e o Governo do Estado, em reunir a população em uma celebração cultural. “Estamos empenhados em sempre oferecer o melhor para a comunidade, o melhor para os visitantes, trazendo atrações que agradam o público e, também, valorizando as manifestações culturais locais. Foi bonito ver a população participando e prestigiando o momento. Agradeço o governador Flávio Dino pelo apoio”, disse Alan Linhares.

Para garantir a tranquilidade do público nas noites do São João, a organização do evento contou com o apoio do efetivo da Polícia Militar e de seguranças particulares, contratados pela prefeitura.

O deputado estadual Glalbert Cutrim prestigiou a festança e reconheceu a segurança como um ponto forte do arraial de Bacabeira. “O prefeito Alan Linhares está de parabéns pela grande festa. Um local para a família prestigiar a cultura com segurança e animação”, disse.

Câmara rejeita redução da maioridade para crimes graves

Política
 

Estudantes fizeram protestos e foram impedidos de entrar no plenário.
Texto reduzia de 18 para 16 anos maioridade penal para crime hediondo.

Nathalia Passarinho

Do G1, em Brasília

A Câmara dos Deputados rejeitou nesta terça-feira (30) o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos nos casos de crimes graves. Para ser aprovada, a PEC precisava de ao menos 308 votos favoráveis – equivalente a 3/5 do número total de deputados –, mas somente 303 deputados foram a favor. Outros 184 votos foram contra e houve 3 abstenções.

Apesar da derrubada da matéria, a Casa ainda precisará votar o texto original, que reduz a idade penal para 16 anos em qualquer crime. De acordo com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha(PMDB-RJ), a votação deverá ser retomada na próxima semana ou depois do recesso parlamentar de julho. Se a matéria for rejeitada outra vez, a proposta será arquivada.

Pela PEC, poderiam ser penalizados criminalmente os jovens com 16 anos ou mais que cometessem crimes hediondos (como latrocínio e estupro), homicídio doloso (intencional), lesão corporal grave, seguida ou não de morte, e roubo qualificado. Eles deveriam cumprir a pena em estabelecimento separado dos maiores de 18 anos e dos adolescentes menores de 16 anos.

A rejeição da PEC foi comemorada por cerca de 200 manifestantes ligados à União Nacional dos Estudantes (UNE) e à União Nacional dos Estudantes Secundaristas (UNES)  que acompanharam a sessão das galerias do plenário (veja vídeo acima). Eles gritaram palavras de ordem e repetiram o grito “não, não, não à redução”.

Por acordo entre líderes partidários, 10 parlamentares foram escolhidos para falar a favor do projeto em plenário e outros 10 discursaram contra. O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), defendeu a proposta. “É um texto que tem equilíbrio, propõe a redução para crimes graves, hediondos, crimes contra a vida. Fico imaginando a justificativa para se suprimir a vida de alguém. É injustificável, nem a idade nem a classe social justificam.”

O líder do Solidariedade, Arthur Maia (BA), afirmou acreditar um jovem de 16 anos que comete crime tem “absoluta consciência” do que está fazendo. “Nenhum jovem deve temer a aprovação dessa lei. A lei serve para punir criminosos. Ser pobre e ser humilde não é salvo-conduto para matar e estuprar”, disse.

Já PT se posicionou contra alterar a Constituição para reduzir a maioridade penal e defendeu como alternativa à PEC alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente para ampliar o tempo de internação de jovens que cometem crimes graves.

“Todos querem combater a violência, e se combate a violência reformando o ECA. [Defendemos] a ampliação do tempo máximo de internação daqueles que praticam crime com grave ameaça de 3 para oito anos. As civilizações modernas trabalham a ideia da ressocialização, não é cadeia mais cadeia”, discursou o líder do governo, José Guimarães (CE).

O líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), também defendeu que a punição a menores de 18 anos não resolve o problema da criminalidade no país. Para ele, é preciso investir em educação e ações sociais. “Estamos discutindo uma decisão que vai ter efeito constitucional sobre se apostamos no ódio, na vingança, no vigiar e punir ou na educação e proteção integral à criança e ao adolescente.”

O texto da PEC inicialmente previa reduzir a maioridade para 16 anos para qualquer tipo de delito. Por acordo entre parlamentares do PSDB, do PMDB e outros partidos, o relator da proposta na comissão especial, deputado Laerte Bessa (PR-DF), alterou o próprio relatório para restringir a responsabilização penal a crimes graves.

Protestos
A votação foi acompanhada por poucos manifestantes nas galerias, já que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), impediu a entrada do público após tumulto no anexo 2 da Casa, prédio que tem ligação com o corredor que dá acesso ao plenário principal. Manifestantes ligado à União Nacional dos Estudantes (UNE) e à União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) que estavam do lado de fora do edifício tentaram forçar a entrada e foram contidos com spray de pimenta.

Antes disso, o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI) foi derrubado em um dos acessos ao salão verde da Câmara, durante protesto de estudantes que haviam conseguido permissão para entrar (veja vídeo ao lado). Fortes foi cercado pelos manifestantes no saguão do Anexo 2. Policiais legislativos tentaram garantir a passagem do parlamentar do PSB, mas, em meio à confusão, um dos estudantes o empurrou. O deputado caiu no chão e ficou estirado por alguns segundos. Com o auxílio de seguranças, se levantou e cruzou rapidamente a porta que dá acesso ao corredor.

Antes do tumulto, Cunha havia permitido a entrada, controlada por senha, de manifestantes contrários e favoráveis à PEC. Os “tickets” de acesso foram entregues aos partidos políticos, de forma proporcional ao tamanho das bancadas, e posteriormente distribuídos pelos deputados ao público. (veja o protesto de manifestantes que foram barrados por não ter senha)

Veja em quais casos a PEC se aplica:
Crimes hediondos: homicídio quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio, ainda que cometido por um só agente; homicídio qualificado, como quando há utilização de meio cruel; latrocínio (roubo seguido de morte); extorsão qualificada pela morte; estupro; epidemia com resultado morte; falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais; e favorecimento da prostituição ou de outra forma de exploração sexual de criança ou adolescente ou de vulnerável.

Homicídio doloso: Quando o criminoso teve a intenção de matar a vítima ou assumiu o risco de produzir a morte.

Roubo qualificado: Se o crime é exercido com emprego de arma; se há participação de duas ou mais pessoas no delito; se a vítima está em serviço de transporte de valores e o agente conhece tal circunstância; se a subtração for de veículo automotor que venha a ser transportado para outro estado ou para o exterior; e se o agente mantém a vítima em seu poder, restringindo sua liberdade.

Lesão corporal grave, seguida ou não de morte: Quando a lesão resulta em incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; perigo de vida; debilidade permanente de membro, sentido ou função; aceleração de parto; incapacidade permanente para o trabalho; enfermidade incurável; perda ou inutilização do membro, sentido ou função; deformidade permanente; e aborto.

Oposição pede investigação de Dilma e ministro por suposta extorsão

Política
 

 

Documento levado à PGR tem como base suposto conteúdo de delação.
Dilma e Edinho Silva (Comunicação) negam irregularidades em campanha.

Renan Ramalho

Do G1, em Brasília

Líderes do PSDB, DEM, PPS e Solidariedade pediram nesta terça-feira (30) à Procuradoria-Geral da República a abertura de investigação sobre a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, por suposta prática do crime de extorsão durante a campanha eleitoral do ano passado.

O pedido cita reportagem da revista “Veja” deste fim de semana com o suposto teor de depoimentos do empresário Ricardo Pessoa, preso na Operação Lava Jato e que está em processo de delação premiada, que teria citado 18 políticos supostamente beneficiados, segundo ele, pelo esquema que atuou na Petrobras.

O executivo é considerado o chefe do cartel de empreiteiras que, segundo investigações da operação, fraudava licitações na Petrobras para assinar contratos superfaturados mediante pagamento de propina a ex-diretores e políticos.

A representação dos partidos da oposição aponta suposta “ameaça” feita por Edinho Silva a Ricardo Pessoa para que ele doasse dinheiro à campanha da presidente Dilma no ano passado sob o risco de perder contratos na Petrobras. Segundo a peça, a petista seria “beneficiária das vantagens econômicas advindas da extorsão” e, como presidente, tinha “o poder de cumprir a ameaça irrogada”.

Em entrevistas após a publicação da reportagem, Edinho Silva e Dilma Rousseff negaram ilegalidades em doações feitas à campanha no ano passado.

Na representação, os partidos citam trecho da reportagem em que Pessoa relata três encontros que teve com Edinho Silva no ano passado, quando o ministro era tesoureiro da campanha de Dilma à reeleição. Segundo a revista, Edinho disse a Pessoa que ele tinha que “contribuir com mais” e que estava “precisando”.

Para os partidos de oposição, doações feitas a Dilma que somam R$ 7,5 milhões pela UTC, declaradas à Justiça Eleitoral, “foram fruto de grave ameaça”, que “consistia na exclusão da construtora UTC das empresas que participariam das obras a serem realizadas pela Petrobrás e pelo governo federal”.

Conforme o Código Penal, o crime de extorsão ocorre quando uma pessoa constrange alguém, “mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar fazer alguma coisa”. A pena é de quatro a dez anos de prisão mais multa.

Em nota divulgada no sábado, Edinho Silva disse que “jamais tratou de assuntos relacionados a qualquer empresa, ou órgão público com o referido empresário” e que as contas de Dilma foram auditadas e aprovadas por unanimidade pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Questionada sobre o assunto nesta segunda, Dilma também negou irregularidades nas doações. “Eu não aceito e jamais aceitarei que insinuem sobre mim ou minha campanha qualquer irregularidade. Porque não houve”, afirmou.

Aprovada aquisição de fatia em blocos da BG em Barreirinhas pela Mitsui

Política
 

Luciana Bruno, do Portal R7

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição pela japonesa Mitsui de uma participação de 10 por cento em contratos de concessão da petroleira britânica BG em quatro blocos offshore no Brasil.

De acordo com parecer do Cade, a aquisição refere-se aos blocos BAR-M-215, BAR-M-2017, BAR-M-252 e BAR-M-254, localizados na bacia de Barreirinhas, nas águas da costa do Estado do Maranhão.

Após a conclusão da operação, a BG deterá 65 por cento da participação total nos contratos de concessão, enquanto a Mitsui deterá 10 por cento. A participação restante de 25 por cento continuará com a PTTEP Brasil.

O Cade justificou a aprovação da operação pelo fato de o grupo BG ter participação reduzida em exploração/produção de hidrocarbonetos no Brasil e, além disso, a Mitsui estar adquirindo participação minoritária nesses blocos.

 “Portanto, considerando a baixa participação de mercado no segmento upstream, associado ao fato de os preços do gás serem objeto de regulação e fiscalização estatal, conclui-se que da operação não decorrem problemas de ordem concorrencial”, disse o Cade em seu parecer.

Depois da Arquidiocese e arcebispo Belisário, Direitos Humanos repudia as agressões de Dino a um Padre

Política
 

O governador Flávio Dino caminha para ser excomungado da igreja católica e voltar para seu reino eterno junto aos ateus. O primeiro caso de excomunhão de governador aconteceu no final da gestão de Luiz Rocha (falecido), pai do senador Roberto Rocha (eleito com Flávio Dino) e régua e compasso em vida do deputado estadual Edivaldo Holanda, pai do prefeito Holanda Júnior, ambos evangélicos, que se distanciam dos católicos. É muita coincidência.

Flávio Dino segue brigado com a igreja por atingir um padre membro da Pastoral Carcerária, Paulo Roberto Perez Córdova, por criticar e discordar dos números apresentados pelo governador que apontam melhorias nos sistema carcerário de Pedrinhas. Foi o suficiente para Dino classificar o religioso de mensaleiro.

A atitude grosseira do governante foi repudiada por diversos padres que conhecem o trabalho de Córdova, assim como pela Arquidiocese de São Luís, avalizada pelo arcebispo Dom Belisário.

Hoje, foi a vez da Sociedade Maranhense de Defasa dos Direitos Humanos prestar solidariedade ao padre humilhado no Palácio dos Leões e condenar o gesto autoritário e inconsequente do governador.

Na nota abaixo, a SMDDH denuncia a instalação de uma prática de achincalhe promovida pela mídia custeada pelo Governo do Estado, mas paga pelos contribuintes, para agredir insana e cegamente quem critica Flávio Dino.

Veja a nota abaixo:

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Aprovado projeto de Max que obriga empresas de telefonia e internet a terem sede no Estado

Política
 

A Assembleia Legislativa aprovou, na sessão desta terça-feira (30), projeto de lei de autoria do deputado Max Barros (PMDB) que obriga as empresas prestadoras de serviços na área de internet, de telefonia e televisão por assinatura a terem sedes físicas no Estado, com a finalidade de atender as reclamações dos consumidores.

Max Barros falou dos transtornos enfrentados pelos consumidores e disse que as reclamações são tantas que a Anatel criou um aplicativo pelo qual os consumidores podem reclamar diretamente com a Agência, uma vez que as pessoas dificilmente são atendidas pelos call-centers.

Além da falta de contato físico para reclamações, o deputado afirmou que os consumidores nem podem protocolar as denúncias, o que dificulta que as questões sejam levadas ao Procon e ao Ministério Público.

De acordo com Max Barros, o projeto vai permitir também a geração de mais empregos porque os callcenters estão localizados em outros Estados. “Eu acho que é um passo a mais para que os consumidores sejam mais bem atendidos nesses serviços que são muito mal prestados e que recebem o maior número de reclamações em todo o Brasil”, afirmou.
Max explicou que com a aprovação do projeto essas empresas serão semelhantes ao que acontece com os bancos, cuja regulamentação é feita pelo Banco Central e que existe lei determinado o tempo para que cada pessoa seja atendida, para evitar as longas filas.

Por conta da importância do tema, o projeto foi aprovado em regime de urgência e recebeu parecer das comissões técnicas em plenário.

O Art. 1º do projeto estabelece que as empresas prestadoras de serviços de internet, telefonia e tv por assinatura, no âmbito do Estado, serão obrigadas a possuírem escritórios estabelecidos em municípios com população acima de 50 mil habitantes, com funcionários habilitados a prestarem atendimento comercial e técnico para seus assinantes, mas foi alterado por uma emenda de autoria do deputado Zé Inácio (PT), elevando para beneficiar as cidades de 100 mil habitantes.

Define também multa de R$ 100 mil reais/mês, em caso de não implantação dos escritórios locais, a ser paga pelas empresas ao fisco estadual.

Rigo Teles pede melhorias para o centro sul maranhense durante visita ao governador

Política
 

O deputado Rigo Teles (PV) foi recebido, na tarde desta sexta-feira (26), pelo governador Flávio Dino (PCdoB), no Palácio dos Leões. Durante a audiência, o parlamentar apresentou algumas reivindicações para sua região, centro sul do Maranhão, nas áreas de infraestrutura, educação e fornecimento de água e a estrada MA 012.

O parlamentar também ressaltou a importância do diálogo entre Executivo e Legislativo na busca de um Maranhão melhor e mais justo. “É muito importante esse diálogo e esse estreitamento entre Assembleia e Governo do Estado. E nós na Assembleia, defendemos as ações do governo, uma vez que temos observado in loco, a realidade do governo Flávio Dino no Maranhão. E a nossa reivindicação nesse encontro para nossa região é uma escola de tempo integral para cidade de Barra do Corda e outra para Presidente Dutra, por tratar-se de municípios estrategicamente bem localizados e que fomos prontamente atendidos”.

O deputado informou que o governador já autorizou a implantação do Núcleo de Educação em Tempo Integral para o ensino médio nos dois municípios e que não se trata mais de uma promessa e sim uma realidade. Outros investimentos na infraestrutura como asfalto e fornecimento de água também foram garantidos para a cidade de Barra do Corda e outros municípios da região. “Estamos aqui com um único objetivo que é de trabalhar para melhorar a vida dos maranhenses”, afirmou Rigo Teles.

O governador Flávio Dino destacou a atuação do deputado Rigo Teles na Assembleia onde tem ajudado o governo na votação e aprovação de projetos e leis importantes para o Maranhão. “Hoje tivemos uma conversa sobre os próximos passos e contamos com o apoio do deputado para as próximas matérias que serão encaminhadas ao legislativo. Ao mesmo tempo ele apresentou reivindicações justas relativas ao município de Barra do Corda e outras cidades que ele é votado.”

Para o governador, a audiência foi muito positiva, uma vez que oportuniza as comunidades representadas pelo deputado Rigo Teles que poderão apresentar suas reivindicações. “Algumas dessas reivindicações já estão garantidas, como investimentos no fornecimento de água, na educação,como na cidade de Barra do Corda e Pres. Dutra, que irãoreceber um núcle-o de educação integral para o ensino médio , e nos próximos meses serão anunciadas muitas novidades para os municípios da região, que são representados pelo deputado Rigo Teles, entre as quais, está prevista para os próximos dias, a licitação da tão esperada MA 012, obra reivindicada por varias vezes pelo parlamentar. E que o Governador prometeu que irá dar mais este presente a Barra do Corda a pedido do Deputado Rigo Teles.

No Maranhão, 49% dos professores fazem jornada extra para compor renda

Política
 

Slide1Andrea Almeida, 35, divide-se entre as atividades manicure e professora de matemática em uma rede municipal do interior do Maranhão até ser aprovada em um concurso estadual – agora, concilia os dois turnos de aula.

Hoje, quatro em cada dez docentes da rede básica do país, ou 41% do total, fazem atividades dentro e fora da educação para complementar a renda. Desse universo, 10% chegam a atuar em atividades fora da educação.

Os dados, tabulados pela Organização Todos pela Educação a pedido da Folha, são de questionário preenchido por 225 mil professores da rede pública do 5° ao 9° ano do ensino fundamental, amostra que compreende os principais anos dessa etapa de ensino. Ao todo, o fundamental reúne 1,4 milhão de professores.

O levantamento mostra ainda que cerca de 30% dos professores que atuam em uma escola por 40 horas ou mais por semana também arranjam tempo para complementar a renda com outras atividades.

“Em algumas redes , a própria carreira não esta desenhada para o professor se fixar na sala de aula, afirma a coordenadora de Todos pela Educação, Alejandra Velasco.

A atividade extra tem peso importante no orçamento doméstico dos professores : apenas com a docência , 50% dos profissionais recebem valor igual ou menor a R$ 2.035.

Com a jornada adicional, seja em outra rede ou fora da educação, esse percentual diminui para 36%.

Professores afirmam que a dupla jornada interfere na qualidade de vida e traz impactos para o desempenho em sala de aula.

 

PRB vai indicar o novo presidente do Incra no Maranhão

Política
 

Em negociações que se arrastam há quase três, finalmente ficou acordado que a direção local do PRB vai indicar nas próximas horas o novo superintendente do Incra no Maranhão.

O acerto foi feito após avaliações sobre os nomes que o partido, dirigido pelo deputado federal Cléber Verde, ofereceu para a direção nacional do Incra, que foi prontamente aceito.

O Incra, depois que fugiu da cota do grupo Sarney, ficou por longos anos sendo dirigido pelo PT. Em uma das gestões petistas, a do próprio presidente regional do partido, Raimundo Monteiro, o caos se instalou no órgão e a corrupção tomou conta do lugar. Tanto que o Incra foi alvo de operações da Polícia Federal.

Maranhão será o primeiro estado a se manifestar contra o uso de banheiros femininos por gays

Política
 

Stefany

Transexual Stheffany Pereira, 23 anos foi impedida de usar banheiro feminino

No dia 26 deste, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou a união entre as pessoas do mesmo sexo como um ato legal. Então, o casamento gay em todas as cidades norte americanas não é mais um sonho.

No Brasil, as pessoas com identidade de gênero  poderão compartilhar do mesmo banheiro. Ou seja: se a identidade for de mulher, pode frequentar o banheiro feminino e se for homem, banheiro masculino.

No Maranhão, o governador Flávio Dino e seus fiel escudeiro, Márcio Jerry, comemoraram a decisão da Corte Americana. E até mandaram ofuscar a bandeira do Estado com as cores do arco-iris, o símbolo colorido dos gays.

Em São Luís do Maranhão, o transexual Stheffany Pereira, 23 anos foi impedido de usar o banheiro feminino no Liceu Maranhense, uma escola da rede estadual de ensino.

No Liceu, não se tomou conhecimento de nenhuma medida por parte da direção da escola para coibir o crime de homofobia ou da discriminação na rejeição da norma. Aliás, a Secretaria de Educação nada fez e o travestir continua sem acesso aos banheiros das mulheres até hoje.

Na porta do Liceu Maranhense, por toda esta semana, pais e alunos vão fazer manifestação de protestos contra o uso de banheiros femininos por gays.

Com um estado predominante machista e reacionário como o nosso, com certeza o movimento ganhará adeptos de todos os lugares e encherão, ruas, praças e avenidas para proteger suas filhas do perigo, se é que ele existe.

 

No governo Flávio Dino, auxiliares esculhambam deputados

Política
 

Governador Flávio Dino

Governador Flávio Dino

As relações entre o Executivo e o Legislativo estadual  caíram no ralo, na lama. Como se não bastasse a falta de respeito do próprio Flávio Dino pelo poder que ele tanto necessita para manter a governabilidade, seu principal assessor, o secretário de Articulação Política e Assuntos Federativos, Márcio Jerry, destrata e humilha os parlamentares que foram legitimamente escolhidos pelo povo para representá-los.

Por último, qualquer secretário se achava no direito de esculhambar qualquer deputado, independente dele ser ou não da base do governo. O  de Segurança Pública, Jefferson Portella, por exemplo, classificou dos piores nomes os deputados da oposição e avisou que membros do grupo Sarney terão o tratamento que merecem: na chibata.

Na Secretaria de Educação, a titular Áurea Prazeres só atende quem tiver o aval do deputado federal Weverton Rocha, responsável por sua indicação ao cargo. Os membros da oposição não passam nem da porta principal, principalmente se for pra buscar informações. E assim tem sido nas demais pastas.

Na distribuição de emendas parlamentares para que os deputados possam auxiliar as festas juninas de suas bases, foram vetados os oposicionistas e alguns até da própria base do governo, a exemplo de Wellington do Curso, Zé Inácio, Nina Melo e Júnior Verde.

Mas ficou por conta do extrovertido secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, o pior tratamento dado a um deputado estadual. Chamou o deputado Vinícius Louro de “batedor de carteirinha”, fazendo referências às emendas que o parlamentar tem para Pedreiras.

Ora, Simplício Araújo usou da mentira para tentar desclassificar Vinícius Louro, até porque as emendas não foram dadas até agora para deputados novatos na atual legislatura.

Então, a crise entre os dois poderes está aberta e com consequências imprevisíveis, se é que os deputados irão mesmo reagir à altura e se impor diante daqueles que sequer foram votados e que não estão na mesma altura de cada parlamentar.

Do contrário, deputado pode ter seu peso reduzido pelo Executivo e seus auxiliares e o povo não terá quem representá-lo no parlamento.





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