Os governadores, entre eles Flávio Dino, que lutam diuturnamente para derrubar do cargo o presidente Jair Bolsonaro, chegam a impedir medidas pouco se importando com a saúde da população. Quer um exemplo?

O Palácio do Planalto incluiu as atividades de barbearias, academias de esportes na lista e até salões de beleza como “serviços essenciais”. No dia seguinte ao decreto presidencial, governadores que fazem parte de uma marcha para apear o presidente do poder, anunciaram que não cumprirão o decreto. Como a população será prejudicada?

As restrições e as últimas abarcadas pelo lockdown, vão continuar permitindo que trabalhadores como barbeiros, manicures e professores de academias de ginásticas continuem desempregados, passando fome.

Se a birra dos governadores com o presidente aumenta o desemprego e a fome, por outro lado atinge a saúde da população. Explica-se: corte de cabelo não é mais vaidade, mas um fator de higiene. Aparar as unhas não significa beleza, mas impedir que sujeiras nocivas sejam adquiridas pelas unhas. Aliás, na lavagem das mãos a limpeza delas é fundamental.

Flávio Dino, assim como seu colegas governadores, têm à disposição em seus palácios barbeiros e manicures e até personal trainer, se duvidarem muito.

Vejo hoje amigos e amigas sentindo na saúde a ausência de atividades físicas. Caíram no sedentarismo, na obesidade e, o que é pior: perdendo a auto estima.

Cabe aos governos municipal e estadual aplicar os protocolos de segurança em caso de concordarem com o decreto presidencial, criando disciplinas para os estabelecimentos.

Porém, como a proposta da abertura das atividades partiu do presidente, é bem provável que esses mesmos governadores, incluindo Flávio Dino, aguardem mais alguns dias a anunciem como proposta delas a volta de barbearias e academias de ginásticas.

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