Emparedado pelo PT nacional, o ainda ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, foi convencido a deixar o cargo e aceitar uma vaga no STF, o que ainda não é seguro. A indicação de Lula vem sofrendo resistências no Senado Federal, que precisará de no mínimo 41 votos dos 81 senadores.

Ministro da justiça, Flávio Dino

A decisão de Dino o obriga a deixar de fazer política. Os olhos da Nação e da grande imprensa estarão voltados para o maranhense, caso a indicação seja aprovada. Ninguém. no cenário nacional foi obrigado a largar a política em tão curto espaço de tempo, devido ao ódio que acumulou entre seus pares.

Mas o problema causado por ele em Brasília ganhou extensão maior no Maranhão para seus aliados, os órfãos de Flávio Dino. São senadores, deputados federais e estaduais, além de dezenas de prefeitos e empresários.

Todos preocupados com o que virá pela frente. O clima entre eles é o de solidão e de futuro incerto. Os primeiros que deverão sentir as pancadas da derrota serão os prefeitos que buscam a reeleição, a exemplo do prefeito de Barreirinhas, Amílcar Rocha. Um aliado fiel de Dino.

Dois anos depois, os senadores Eliziane Gama e Weverton Rocha, que tentarão o retorno ao Senado Federal. Rocha é ninja, mas sem o apoio do Palácio dos Leões não irá a lugar nenhum.

Os deputados dinistas da bancada federal como Márcio Jerry, Duarte Júnior e Rubens Júnior são os parlamentares que terão que vestir outra camisa sob pena de dificuldades para a reeleição .

Na bancada estadual são seis os dinistas: Othelino Neto, Carlos Lula, Leandro Bello, Luciano Leitoa  Cláudia Coutinho e Júlio Mendonça podem não retornar em 2026. Mas, em se tratando de política no Maranhão, tudo é possível.


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