Foi eleito ontem, quinta-feira (21), Flávio Dino para ocupar a cadeira de número 32, que pertencia ao pai do novo imortal, o saudoso intelectual Sálvio Dino. Sem nenhuma obra literária, o governador do Maranhão obteve a benção do ex-presidente da República, José Sarney.

Dino não obteve a unanimidade dos votos e só conseguiu ganhar a disputa contra seus concorrentes, autores de diversas obras e intelectuais de verdade, como Antônio Guimarães de Oliveira, Azenate Silva, José Carlos Sanches e Rossini Corrêa, foi pela força do cargo de governador e por causa da influência de José Sarney dentro da AML.

Reza o estatuto da Academia Brasileira de Letras que para alguém candidatar-se é preciso ter publicado, em qualquer gênero da literatura, obras de reconhecido mérito ou, fora desses gêneros, livros de valor literário. Como Flávio Dino não preenche o requisito, o jeito mesmo foi a AML parir um filho de proveta.

Como ultimamente o governador perdeu os princípios e a vergonha, foi procurar o ex-presidente Sarney aqui mesmo em São Luís para virar imortal, o que acabou acontecendo, mesmo ele dizendo que o velho cacique representa o atraso e o lixo da política maranhense.

Os aliados de Dino estão sem discurso e a ALM foi estuprada e constrangida!

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