O prazo para que fosse protocolada a proposta encerrou na quinta-feira, dia 24. São recursos da ordem de mais de R$ 240 milhões de emendas impositivas da bancada federal, formada por 18 deputados e três senadores. Ocorre que o governo comunista queria R$ abocanhar R$ 48 milhões das emendas para empregar na saúde e alguns parlamentares reagiram com receios de desvios.

Para a liberação dos recursos são necessários 14 votos dos deputados federais e mais dois dos senadores, mas apenas oito assinaram a proposta que agradava o governador do Maranhão, assim como os três senadores.

Pela proposta inicial da bancada, seriam destinados 20% para o Dnit fazer as obras nas rodovias federais no Maranhão, outra parte para os Ifmas, Codevasp, Hospital Aldenora Bello, Saúde nos Municípios e para programas de abastecimento de água e o que sobrasse ficaria dividida entre os membros da bancada para aplicar em suas áreas de atuação.

A proposta que gerou a revolta entre a metade dos deputados federais contemplava também o governo comunista com quase R$ 50 milhões para a área da saúde, nos projetos Ninar e Sorrir, bem como para o hospital de Traumatologia.

Não acataram a proposta que contemplava o governo os deputados Aluísio Mendes, Eduardo Braide, Edilázio Júnior, Hildon Rocha, Josimar do Maranhãozinho, Júnior, Marreca Filho e Pastor Gildenemyr. Assim sendo, o prazo já venceu e agora só a Comissão de Orçamento quem vai decidir para onde vai ser aplicada a verba no Maranhão.

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