Por Marco D’Eça

A Comissão Pastoral da Terra emitiu Nota Pública em que critica a nomeação do ex-deputado Camilo Figueiredo (PSD) para um cargo no governo Flávio Dino (PCdoB).

Governador, não perca a oportunidade de, revendo a decisão questionada, manifestar sua determinação política de defender e promover a política nacional de erradicação do trabalho escravo hoje atacada em várias frentes. Governador, que seu sim seja sim e que seu não seja não. O resto é diabólico – exige o documento da CPT. (Leia aqui)

Os Figueiredo, entre Brandão e Dino: um escravagista, o outro condenadoOs Figueiredo, entre Brandão e Dino: um escravagista, o outro condenado

Camilo Figueiredo figurou na lista do trabalho escravo do Ministério do Trabalho por manter em uma de suas fazendas trabalhadores em regime análogo ao da escravidão.

Sua nomeação por Flávio Dino, e a repercussão negativa, foram dadas pelo Blog Atual7.

Mas não é a primeira vez que Dino sofre constrangimento público por envolvimento com questões escravagistas.

Na campanha de 2010, ele recebeu doação de meio milhão de reais da Alcana Destilaria de Nanuque, também já denunciada pela própria CPT – e incluída na lista de trabalho escravo do Ministério do trabalho. E voltou a ser financiado também em 2014. (Leia aqui, aqui e também aqui)

Camilo Figueiredo é filho de Biné Figueiredo (PDT), ex-prefeito e Codó e já condenado em várias ações por irregularidades em sua passagem pela prefeitura.

os dois aparecem juntos com Flávio Dino e Carlos Brandão na foto acima.

A Diocese de Coroatá também já manifestou crítica à nomeação de Camilo Figueiredo. (Leia aqui)

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