O deputado Pedro Fernades torrou R$ 14.450,00 dos R$ 15.000,00 a que tem direito da Verba Indenizatória dada pela Câmara Federal a cada parlamentar, extra salário, a título de “ajuda” para despesas adicionais.

Fernandes gastou R$ 3.207,00 só com combustíveis. Ou seja: R$ 100,00 por dia para abastecer seu carro.
O restante, R$ 11.450,00, foi para hospedagem e alimentação.

O deputado, ao contrário do irmão Manoel Ribeiro, faz dieta e, portanto, come regrado.

A Verba Indenizatória, mecanismo instituído para engordar a receita de senadores, deputados federais, estaduais, e vereadores de capitais, não tem transparência porque não cita nomes e CNPJ de empresas em que os gastos foram realizados.

Na maioria da vezes, o político com mandato apresenta notas fiscais frias para justificar o recebimento da “ajuda”.

Não creio que seja o caso de Pedro Fernandes. Porém, com 25 anos na cobertura política, não sou ingênuo.
Alguns deputados federais, a exemplo de Miro Teixeira, do PDT carioca, não aceitar receber o “mimo adicional”.


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