A respeito do vereador Osmar Filho tenho lido que o jovem foi eleito pela força das finanças do pai, juiz Osmar Gomes. Não é verdade. Não conheço pessoalmente o vereador, mas conheço o pai juiz desde quando ainda fazia o curso de direito e trabalhava para o escritório do hoje juiz Fernando Mendonça.

Gomes vem de origem das mais humildes, mas sempre lutador pelos seus ideais. Foi, depois de formado advogado, chefe de gabinete da presidência da Câmara Municipal de São Luís, na gestão de João Evangelista. Sempre tratou a todos (funcionários, visitantes e vereadores) muito bem.   Não se tem conhecimento de atos ilícitos pela passagem no cargo. Em seguida disputou o cargo de prefeito de Cajarí, sua terra natal. Perdeu. Passou no concurso de juiz porque sempre foi estudioso e aplicado.

Quanto a eleição do filho, recordo ter ouvido de duas lideranças comuntárias, uma do Anjo da Guarda e outra do São Francisco, que era prioridade do deputado João Evangelista eleger o filho do amigo juiz. Além de comunitários de diversos bairros, o candidato teve o apoio de dezenas de suplentes e de ex-vereadores da capital. Então, a sua eleição não seria surpresa.

Entendo que há necessidade de oferecer oportunidade aos mais jovens na política nacional e local. Nossas principais lideranças políticas, aqui no Maranhão, por exemplo, têm em média acima dos 60 anos. Aí estão Roseana, Lobão, José Reinaldo Tavares e o governador Jackson Lago e o prefeito João Castelo, os últimos acima dos 70 anos. Não sou contra a terceira idade, para onde estou caminhando, mas defendo as oportunidades que devem ser dadas aos jovens.

Hoje tem dirigentes políticos e empresarias na flor da juventude. As administrações jovens, quer no campo da político ou empresarial, estão dando resultados satisfatários. Na política, o Partido Democratas, o DEM, antigo PFL, prospera sob a liderança do jovem deputado Rodrigo Maia. Sem falar em outros nomes.        

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