Continuo na caminhada contra prefeitos corruptos. Na cidade de Rosário, que foi administrada pelo médico Ivaldo Cavalcante, a corrupção imperou.

O médico, que deveria ter ficado na sua área para ajudar a população que dele necessita, costurou os recursos públicos como uma máquina de costura Zig-Zag: pra frente e pra atrás. Aliás, todo médico quando sai da faculdade quer ir logo trabalhar no interior com uma só intenção: virar prefeito.

Em Rosário, o sucessor Marcone Bimba, que já foi prefeito e não é flor que se cheire, herdou pesadas dívidas. Só com o INSS, Cavalcante deixou débitos da ordem de R$ 2 milhões, não pagou a Cemar e a dívida chega a R$ 1,3 milhão. O funcionalismo público não recebeu salários nos últimos meses. Débito da folha atinge R$ 1,3 milhão.

Então, diante de tanta roubalheira, caberia ao Ministério Público questionar do ex-prefeito a destinação de tais recursos. Ou será que Rosário não tem promotor público e muito menos juiz?

A propósito de prefeitos médicos, caberia, também, ao Conselho Regional de Medicina tomar posição, até porque o desvio de recursos da Saúde compromete a saúde da população, assim como a sua qualidade de vida.   

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