O senador Edison Lobão, apesar da campanha contra a sua nomeação para o Ministério de Minas e Energia, pela imprensa sulista e por alguns veículos de comunicação do Maranhão, deve ser empossado até quinta-feira.

Foi detectado que uma empresa especializada para denegrir imagens de autoridades públicas estaria, sorrateiramente, por detrás da campanha.

Combinados

O dono da empresa de desconstrução de imagens públicas, um publicitário paulista, estava em São Luís recebendo repórteres de Veja, Estado de São Paulo, Folha de São Paulo e revista Época. Almoçaram em restaurante conhecido da Ponta do Farol.

Aos jornalistas as investigações sobre o filho do senador Edison Lobão, o empresário Edinho Lobão, foram entregues mastigadas. E mais: adulteradas.

Investigação

Antes, porém, os jornalistas do Sul do país estiveram na sede do TCE, com o objetivo de investigar tudo o que pudesse comprometer o governo de Lobão. Deram com os burros n’água.Todas as contas de seu governo foram aprovadas.

Insaciáveis, partiram para investigar os negócios do empresário Edison Lobão Filho, suplente do senador pai.

Coro

Enquanto isso, como se estivessem combinados pública ou sorrateiramente, parte da imprensa de São Luís que faz coro aos interesses da imprensa sulista, reproduz todas as matérias da “grande imprensa” que visam impedir a nomeação do senador Lobão para ministro de Minas e Energia.

Blindados

Entre os anos de 2006 e 2007, o governo Lula teve 70% da sua equipe formada por técnicos ou políticos da região Sul do país. A cada nomeação o silencio da imprensa sulista, que só viria a chiar após a descoberta do mensalão.

Quando do governo Fernando Henrique Cardoso a maioria dos cargos era ocupado por políticos ou técnicos não nordestinos, ninguém quis aprofundar investigações sobre o passado e o presente da equipe. Lamentável.

Extra

Jornal que nunca cresceu põe em dúvida que o A Tarde seja a quarta maior tiragem e a quarta maior venda em bancas (e agora em jornaleiros) da cidade, entre os nove diários. E olha que temos apenas seis meses.

O nosso distribuidor é o mesmo que leva os exemplares dos jornais do nosso porte aos lares, empresas e bancas de revistas de São Luís. Perguntem a ele.

Além do mais, crescemos com sacrifício e competência, sem precisar de artifícios extras para comprar materiais na surdina de outros jornais. Coisas que não resistem a uma investigação policial.

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