Presidente do Iterma, Junior Verde, recebe medalha de 200 anos do TJMA

    O presidente do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão – ITERMA, Junior Verde, foi homenageado pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), na manhã desta quinta-feira(8), com o recebimento da medalha de 200 anos, comemorativa do bicentenário de instalação do Tribunal de Justiça do Maranhão.

    Com o tema “Poder Judiciário e Regularização Fundiária Urbana”, o TJMA promoveu a 6ª Reunião do Fórum Fundiário dos Corregedores-Gerais da Justiça da Região do Matopiba, evento que aconteceu através de solenidade virtual e contou com a participação de representantes dos poderes constituídos de cartórios e de entidades da sociedade civil.

    Na abertura do evento, o corregedor-geral da Justiça do Maranhão e presidente do Fórum Fundiário, desembargador Paulo Velten, informou que a Região do Matopiba abrange 337 municípios distribuídos em 31 microrregiões, somando 73 milhões de hectares de área, e constitui uma “nova fronteira agrícola nacional” com destaque no cenário nacional pela safra em torno de 15 milhões de toneladas de soja e milho – o equivalente a 10% da produção brasileira, segundo o IBGE.

    Durante a programação, o corregedor-geral da Justiça do Maranhão e presidente do Fórum Fundiário, desembargador Paulo Velten, realizou a entrega simbólica da Medalha Especial do Bicentenário do TJMA. Receberam a comenda o vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão, a conselheira do CNJ, Maria Tereza Uille Gomes; os corregedores-gerais José Alfredo Cerqueira da Silva (TJBA); Fernando Lopes e Silva Neto (TJPI), Etelvina Maria Sampaio Felipe (TJTO), o corregedor das comarcas do Interior da Bahia, desembargador Osvaldo de Almeida, os desembargadores Hilo de Almeida Sousa (TJPI) e Fernando Tourinho de Omena Souza (TJAL), o presidente do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), Júnior Verde, e o representante da FAO-Brasil, Rafael Zavala Del Campo.

    Verde, destacou a importância da realização de Acordos de Cooperação Técnica – ACT´s, entre o Instituto e a Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão – CGJ-MA, para dar celeridade nos processos de regularização fundiária. Sendo desta forma o melhor instrumento para ampliar e promover aos produtores rurais a garantia de direitos.

    “É uma honra para mim e toda a equipe do ITERMA, sermos agraciados com o recebimento dessa medalha, o que representa o reconhecimento do nosso trabalho e nos motiva a chegar cada vez mais longe”, disse o presidente do Instituto.

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    Mensagem do advogado Alex Ferreira Borralho no Dia Internacional das Mulheres

    Dirijo minha homenagem especial no dia de hoje, com pensamento de agradecimento para aquelas que contribuem para tornar a sociedade mais humana, solidária e justa e que trabalham com competência, dedicação e com sacrifício por uma vida mais digna.

    Mesmo com todos os avanços e atributos diferenciados como a coragem, a sensibilidade e a delicadeza, além da responsabilidade social no desempenho de suas funções, a mulher ainda sofre com salários mais baixos, desvalorização profissional e desvantagens na carreira, sendo, muitas das vezes, vítimas de discriminação, do preconceito, misoginia e toda forma de violência.  Todos nós precisamos refletir, debater e cobrar o necessário reconhecimento e a necessidade de garantia de um futuro digno, com igualdade e equidade de gênero.  Não podemos ter a omissão e a desesperança como respostas.

    Assim, nesta data especial cumprimento e homenageio todas as mulheres, nas pessoas dasadvogadas, serventuárias da justiça, magistradas, Procuradoras de Justiça e do Estado, Promotoras de Justiça, Defensoras Públicas, das professoras, das jornalistas, das bancárias, das enfermeiras e demais profissionais da saúde, das médicas,Delegadas, servidoras públicas, das que exercem função política, das que integram o nosso meio social como líderes sindicais, das mães, dasesposas, das companheiras e das filhas, pela luta de cada dia para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

    A todas as mulheres, o meu respeito e merecidamente um feliz Dia da Mulher.

    Alex Ferreira Borralho

    Advogado

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    Osmar Filho parabeniza mulheres maranhenses e celebra aumento da bancada feminina na Câmara de São Luís

    Nesta segunda-feira (08), dia da mulher, o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Osmar Filho (PDT) homenageia o público feminino em alusão a data, relembrando projetos que tem estabelecido na Casa Legislativa.

    Vale destacar que o pedetista tem cultivado uma relação próxima e de fortalecimento às políticas públicas voltadas às ludovicenses.

    Prestes a fazer dois anos, a Procuradoria da Mulher é uma das conquistas conjuntas da gestão. Em 2019, com o objetivo de ampliar e garantir a participação e atuação da classe feminina em diversos temas sociais, Osmar demonstrou sensibilidade e instituiu esse setor voltado especialmente para elas.

    ‘’A Casa sempre buscou a valorização da mulher. E como hoje é uma data especial, buscamos reforçar que nosso compromisso também levanta essa bandeira de trabalho em favor de todas as mulheres dessa nossa cidade e estado’’, parabenizou.

    Osmar celebrou o aumento da bancada feminina na Câmara, que antes contava apenas com três vereadoras e atualmente o número de mulheres no Poder, ampliou, e conta com cinco parlamentares que compõem a 20º legislatura da Casa, são elas: Concita Pinto (PCdoB); Karla Sarney (PSD); Rosana da Saúde (Republicanos); Fátima Araújo (PCdoB) e Silvana Noely (PTB).

    ‘’Mais mulheres no Poder é sinal de que a sociedade está avançando, isso é relevante e coloca a atuação delas muito mais em destaque; na Câmara eu louvo por essa ampliação, pois assim, mais mulheres se sentem representadas e o nosso país cresce em progresso e mais garantias de direitos voltados a cada uma delas, que na verdade, são a maioria da população’’, pontuou o vereador.

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    Em uma semana William Santos recebe duas homenagens e estréia programa de rádio, neste sábado, dia 26

    O colunista social do Jornal O Debate e apresentador do Programa Top da Band Maranhão foi homenageado em uma semana com duas premiações, a primeira no Prêmio Melhores do ano promovido pelo o promoter Wallen de Souza recebendo a homenagem como apresentador em destaque 2020. Já na 19° edição do Troféu Lençóis de Areia promovido pelo o promoter Fred Kennedy em Morros MA o  profissional da comunicação recebeu a homenagem como apresentador do ano.

    Sempre autêntico e carismático o apresentador volta neste sábado dia 27 para a rádio com o Programa Top Show na Cidadania FM 106,3 das 11h às 12h com muitas novidades, promoções, entretenimentos, entrevistas e muitas músicas para alegrar o seu sábado. Você pode baixar o App da Rádio no seu celular e curtir toda a programação!

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    Biografia de Othelino Nova Alves será lançada nesta terça-feira (15)

    O livro “Othelino: um herói da imprensa livre” – biografia de Othelino Nova Alves (1911-1967), jornalista maranhense assassinado em São Luís no dia 30 de setembro de 1967 – será lançado nesta terça-feira (15), às 18h, no Hall do Plenário Nagib Haickel, na Assembleia Legislativa.

    A obra, de autoria do jornalista Manoel Santos Neto, que conta com prefácio escrito pelo poeta Cunha Santos, é um Livro-Reportagem de 250 páginas, dividido em 28 capítulos. O livro foi idealizado por Othelino Filho, jornalista cearense, nascido em Sobral, que aos 17 anos de idade veio para o Maranhão com o firme propósito de entender a razão do assassinato de seu pai em São Luís.

    No ano de 2008, Othelino Filho fez uma visita ao Jornal Pequeno, onde solicitou ao jornalista Manoel Santos Neto que o ajudasse a escrever um livro sobre a atribulada saga de seu pai.
    Othelino Filho adoeceu e, pouco antes de falecer, disse que um dos grandes sonhos de sua vida era a publicação do livro biográfico de seu pai. O jornalista Manoel Santos Neto, de pronto, firmou este compromisso com ele. E, para escrever o livro, teve de valer-se de acuradas pesquisas nos acervos do Arquivo Público do Estado e da Biblioteca Benedito Leite.

    O autor realizou também entrevistas com figuras que conviveram com o personagem central do livro, recolhendo testemunhos e depoimentos de Milson Coutinho, Elói Cutrim, Jersan Araújo, Aldir Dantas, Luis Vasconcelos, Haroldo Silva, Sálvio Dino, Nauro Machado, Ademário Cavalcante, José Ribamar Rocha Gomes (Gojoba) e outros entrevistados.

    Após mais de 12 anos de pesquisa, iniciada em 2008, o jornalista Manoel Santos Neto conseguiu reunir as condições para agora poder lançar ‘Othelino: um herói da imprensa livre’, primeiro volume de uma série de 12 livros-reportagem intitulada ‘Valha-me Deus! Notícias que não publiquei’.

    Sobre o personagem biografado:

    Othelino Nova Alves nasceu no dia 15 de outubro de 1911, no bairro da Jordoa, em São Luís. Como jornalista, advogado e ativista político, marcou uma época no Maranhão. Conta-se que ele, mais passional que a maioria de seus contemporâneos, trazia em si um temperamento político evidente e não suficientemente realizado.

    Além de dirigente da Federação Nacional dos Jornalistas e da Associação Brasileira de Imprensa, foi fundador e presidente do PTN (Partido Trabalhista Nacional). Sonhava ser um representante do povo do Maranhão na Assembleia Legislativa do Estado.

    Mas a personalidade forte do crítico, com uma visão pessoal, frequentemente restritiva, levou-o a assumir posição marcadamente polêmica em face de inúmeros episódios ocorridos em seu redor nos tempos de sua juventude e maturidade.

    No cenário político e jornalístico, ficaram as marcas inapagáveis de seu desempenho profissional, pela brilhante e aguerrida atuação em relevantes cargos na área da comunicação e como cronista e redator em diversos periódicos e jornais da capital maranhense.

    Ao iniciar sua militância como homem de jornal, Othelino, com a personalidade forte de um crítico implacável, logo se inclinou por um tom combativo, que decorria de suas virtualidades políticas. E logo passou a escrever contra as injustiças e desigualdades sociais que dominavam o Maranhão daqueles tempos.

    Ao longo de sua carreira profissional, Othelino abriu duas frentes de combate, com todo o vigor de que seria capaz: uma, como cronista, escrevendo regularmente na imprensa em tom polêmico; outra, mais ampla, mais profunda, como jornalista profissional e estudioso de Direito. Para escrever seus artigos e suas reportagens, contava, já, com um perfeito instrumento de expressão – o estilo direto, objetivo, essencialmente factual, que despojava de excessos vulgares o texto de jornal. E assim foi um dos grandes cronistas do Jornal Pequeno, de seu amigo Ribamar Bogéa.

    Mas Othelino, diga-se de passagem, não era um amigo fácil. Afirmativo, dizia em voz alta o que pensava. Sabia discordar. Ou melhor: não sabia. Porque obedecia, na hora da discordância, aos seus impulsos de sinceridade veemente. Daí resultava que, para ser mesmo seu amigo, era necessário que houvesse uma afinidade ostensiva, notadamente no plano político. E foi assim que ele travou, em São Luís, uma dura luta contra os poderosos de então. E foi assim que ele, aos 55 anos de idade, foi barbaramente assassinado, no dia 30 de setembro de 1967. Após a sua morte, erigiu-se um busto no local em que tombou atingido por disparos de uma arma de fogo, no cruzamento da Rua de Nazaré com a Praça João Lisboa.

    Othelino foi advogado de todos os partidos trabalhistas que se organizaram no Brasil. Paradoxalmente, na ditadura Vargas, ele desapareceu certo dia e, só meses depois, foi encontrado, pele e osso, no porão de uma das celas da ditadura, onde foi acerbamente torturado. Ao defender as liberdades, os humildes e oprimidos, sofreu inúmeras agressões também fora do Estado do Maranhão, como no Ceará, Pará, Piauí e Amazonas, onde um ex-governador teria sido o autor intelectual do atentado. No Ceará, foi um senador da República. No Maranhão, as elites que não concordavam com as denúncias que fazia sobre a corrupção, com a pena desassombrada. Othelino usou a praça e os tribunais para defender os humildes e acusar os poderosos que, na calada da noite, usavam de maquinações as mais espúrias, autoritarismo, prepotência e truculência muito comuns naquela época.

    Sobre o autor:
    Manoel Santos Neto, maranhense de São Luís, nasceu a 23 de julho de 1963. É jornalista profissional, bacharel em Comunicação Social pela UFMA, membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM). Trabalhou como repórter e redator de diversos periódicos, entre os quais o Jornal de Hoje, Diário do Norte, O Debate, Jornal Carajás e Atos e Fatos.

    Foi chefe de Reportagem e editor de Política do jornal O Estado do Maranhão, onde trabalhou de maio de 1988 a janeiro de 2001, e integrou a equipe fundadora do jornal Folha do Maranhão. Participou da equipe de redatores do Suplemento Cultural & Literário Guesa Errante, editado pelo Jornal Pequeno sob a coordenação de Josilda Bogéa e Alberico Carneiro.

    Manoel Santos Neto lançou em Brasília, na Câmara dos Deputados, no dia 13 de maio de 2004, o seu livro O negro no Maranhão – A escravidão, a liberdade e a construção da cidadania.
    No final de 2004, conquistou o primeiro lugar no XXVIII Concurso Literário e Artístico “Cidade de São Luís”, com o livro Os jornais do Império e o cativeiro no Maranhão. É também autor do livro João Francisco dos Santos – Uma lição de vida e co-autor do livro Chagas em pessoa, redigido em parceria com o jornalista Félix Alberto Lima, e lançado em janeiro de 2005.

    Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM), Manoel Santos Neto, em outubro de 2015, foi o grande vencedor do 36º Concurso Literário Cidade de São Luís, na categoria Jornalismo Literário, por conta de seu livro A ressurreição do padre, que versa sobre a vida e a obra do saudoso padre João Mohana (1925-1995).

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