Que as nossas cores não sejam esquecidas, que elas sejam símbolos de resistência e não de opressão

    Por Carlos Madeira 

    Neste dia 7 de setembro, eu quero enaltecer o nosso Brasil! E como cidadão ludovicense, quero mais ainda deixar um legado de mudança na minha terra.

    Foi para isso que me tornei pré-candidato, pois trago na veia essa coragem com que todo brasileiro nasce. O que me move é esse desejo de contribuir com uma cidade melhor para todos.

    A minha meta é lutar por São Luís, cuidar da nossa gente e entregar uma capital mais desenvolvida para as próximas gerações. Eu acredito na mudança e você?

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    Dona Santinha, uma verdadeira guerreira!!

    Sofreu uma pancada no coração quando perdeu seu marido (Nenzin) com quem conviveu pelos laços do casamento durante 59 anos.

    Desde que ocorreu a morte do esposo, dona Santinha vem convivendo com a saudade, dor profunda e lágrimas.

    O apoio dos filhos Rigo, Sandra Maria, Sandra Helena, Sandra Ilânia e Pedro vem contribuindo para que ela possa levantar-se do leito da tristeza.

    Dona Santinha ao longo dos anos, criou inúmeros amigos e amigas, e dessas amizades, vem recebendo também apoio e carinho.

    Hoje, dona Santinha se encontra de pé. Claro, sua felicidade surgiu um pouco em seu rosto, apesar de conviver ainda com o luto.

    Segurando no braço do seu filho Rigo Teles, dona Santinha entrou na luta para que Barra do Corda tenha dias melhores a partir de janeiro de 2021.

    Como ela mesmo vem dizendo; “andarei em todos os bairros e povoados pedindo aos meus amigos e amigas, que apoiem meu filho Rigo Teles para que seja um grande prefeito em Barra do Corda, assim como foi meu amado Nenzin”.

    Esse abraço em seu filho Rigo Teles ocorreu hoje, durante visita ao comércio local de Barra do Corda.

    Dona Santinha, que Deus continue renovando suas forças, mesmo com suas tristezas e aos 80 anos de idade.

    Texto: Gildásio Brito
    Em 02/09/2020

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    Deputados fazem um minuto de silêncio em homenagem a Sálvio Dino e Kleber Moreira

    O plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão fez um minuto de silêncio, na sessão desta terça-feira (25), em homenagem ao ex-deputado, jornalista e procurador aposentado, Sálvio Dino, 88 anos, e ao advogado Kleber Moreira, 89 anos, decano da advocacia maranhense. Os dois faleceram na segunda-feira (24). A homenagem foi solicitada pelo deputado Adelmo Soares (PCdoB).

    Na tribuna, diversos parlamentares destacaram a atuação e o legado de trabalho deixado por Sálvio Dino e Kleber Moreira. O deputado Cesar Pires (DEM) lembrou a amizade que mantinha com Sálvio Dino e pontuou suas qualidades como orador e intelectual.

    “Sálvio Dino foi um grande intelectual, um homem que ocupou cadeiras nas Academias de Letras do Maranhão, de Imperatriz, de Grajaú e de João Lisboa. Ele me emocionou muito, ano passado, ao tecer palavras elogiosas à minha pessoa, durante palestra proferida desta tribuna. Foi um homem corajoso sob todos os aspectos e que jamais fugiu à luta”, disse César Pires.

    A deputada Socorro Waquim (MDB) também fez referências a Sálvio Dino, afirmando que a pandemia do coronavírus ainda está deixando o mundo inteiro estonteado e na busca desesperada pela descoberta de uma vacina que venha combater o que ela considera o mal do século.

    O advogado Kleber Moreira, também homenageado pelos deputados, era o operador do Direito com mais tempo de atividade no Maranhão. Nascido na cidade de Penalva, exerceu 65 anos na carreira jurídica. Formou-se pela Faculdade de Direito de São Luís. Atuou como conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de 1983 a 1984, e como conselheiro seccional do Maranhão por mais de 30 anos.

    Além de contribuir para a história da entidade máxima da advocacia no Brasil, Kleber Moreira foi o primeiro presidente do Instituto dos Advogados do Maranhão e membro fundador do Instituto Maranhense de Estudos de Direito Tributário.

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    Homenagem do reitor Natalino Salgado ao acadêmico da AML Milson Coutinho

    Transeunte de vários mundos

    “(…) Vê-lo em sua passagem é um recado de sobreaviso, pois, como na Receita de Vinicius, se fecharmos os olhos, ele não estará mais presente” (trecho de um texto escrito por Milson Coutinho).

    A História, a Política, o Jornalismo, o Direito e a Literatura perderam esta semana um servo devotado. Partiu deste plano de existência o meu confrade e amigo Milson de Souza Coutinho, plural num só, transeunte de vários mundos. Bafejado pelos bons augúrios de Mnemósine e inspirado por Clio e Polímnia, Milson deixou um legado inestimável de amor pelo conhecimento, pela família, pelos amigos, pela vida.

    Um dado histórico muito me emocionou quando, numa mesma semana, perdemos Waldemiro e Milson. Foi por influência deste que o primeiro escreveu uma série de perfis dos integrantes da Casa de Antonio Lobo, o que veio a originar a obra Passarela do Centenário. Acerca de Milson Coutinho, Waldemiro Viana vaticinou: “é o maior historiador maranhense de atualidade, ante a ausência terrena do grande Mário Meireles”. Numa dessas coincidências dignas da urdidura das moiras, num dia partiu Waldemiro Viana, e, no dia seguinte, Milson Coutinho.

    Orador nato, apaixonava as plateias. Não foram raras as vezes em que, sob o manto da toga, proferiu discursos-libelos acerca da Justiça, do Direito e dessas vicissitudes que cercam a humanidade. Honrou a Constituição Federal ao conduzir a delicada jornada que marcou o primeiro grande concurso do Tribunal de Justiça do Maranhão, quando ocupou a presidência daquela casa. Advogado e depois desembargador, conheceu as intempéries de quem tem a parcialidade como ofício para mais tarde conhecer a submissão da imparcialidade de quem enverga a toga. Teve ainda a grata condição de ocupar cargos cujo acesso se dá pela eleição para também nesta mesma vida conhecer as agruras de quem tem a responsabilidade de conduzir um processo eleitoral, na condição de presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.

    Historiador, os meandros obscuros e detalhes esquecidos daqueles que nos antecederam eram a matéria de sua pesquisa cuidadosa e dedicada. Não media esforços, a exemplo do catador de pérolas que não se intimida com a vastidão do mar. Apóstolo da literatura, a ela dedicou o melhor de si. O Maranhão não seria o mesmo sem os escritos de Milson Coutinho. O jornalismo desta terra formou a alma de um repórter curioso para a miríade de realizações.

    Faltar-me-ia espaço para digressar acerca de suas obras, cargos ocupados, honrarias, benfazejos. Espanta-me a capacidade daqueles que conseguem, com a paciência de Ariadne, desenrolar o fio salvador no labirinto. Assim viveu Milson Coutinho, para quem A morte chega cedo,/Pois breve é toda vida/O instante é o arremedo/ De uma coisa perdida (Fernando Pessoa).

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    Profissionais de saúde do Hospital de Alto Alegre fazem a despedida ao médico Rafael Seabra

    Assim que sofreu o acidente na noite de ontem, sexta-feira, por volta, das 22h30, o corpo do jovem médico Rafael Seabra foi levado para o Hospital de Alto Alegre do Maranhão, onde prestou seu último plantão durante a quinta-feira, 25.

    Na saída para encaminhar o caixão com a vítima, os profissionais da saúde prestaram uma homenagem emocionante ao colega de trabalho. Confira no vídeo abaixo:

    Morre em acidente o médico Rafael Seabra, filho do prefeito de Tuntun

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    Antonio Noberto recebe Comenda Charles Chaplin por trabalho no campo de pesquisa

    O pesquisador, escritor e palestrante da Academia Ludovicense de Letras (ALL), e do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (IHGM) Antonio Noberto recebeu nesta semana a Comenda Charles Chaplin em reconhecimento ao trabalho desenvolvido no campo da pesquisa.

    Ele é o idealizador e curador da exposição França Equinocial, que se encontra em cartaz em São Luís, e criador do passeio turístico musicado conhecido como cemitour do Gavião, realizado em São Luís desde 2005.

    Em outubro e novembro de 2019, Noberto viajou de carro de Lisboa/Portugal para Berthegon/França, a cidade natal do fundador de São Luís/MA, onde foi recebido pela prefeita daquela cidade e ministrou palestra sobre a relação histórica França e Maranhão.

    Em junho de 2020 Noberto lançou um vídeo de quatro minutos mostrando a pujança do Maranhão em outros séculos, quando São Luís se tornou a quarta cidade mais importante do império brasileiro. O vídeo visualizou nas redes sociais.

    A comenda ofertada pela Academia Poética Brasileira é um reconhecimento ao trabalho acadêmico que vem sendo realizado por Antonio Noberto há cerca de duas décadas, especialmente no campo da pesquisa.

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