O blog tem recebido diariamente reclamações da falta e oscilações de energia elétrica em vários bairros de São Luís. O que antes era marca constante na periferia, agora virou incomodo nas áreas consideradas mais nobres e principalmente nos pontos comerciais. O pior de tudo são os prejuízos que as quedas causam aos usuários com as danificações aos aparelhos eletro-eletrônicos, sem que, na maioria das vezes, os danos sejam reparados.

Agora em 2018, neste inverno, tem sido um inferno a falta de energia elétrica. Em, alguns bairros, como Vila Fialho, Anil, e tantos outros, o problema chega a ficar um dia todo, até que uma equipe iluminada da Cemar aparece ao local atingido.

A impressão que se tem é a de que estamos vivendo os períodos negros da antiga Cemar, quando era estatal ineficiente e um cabide de emprego público e sem recursos para investimentos.

No ano passado, foram tantos os aumentos nas tarifas de energia elétrica que o consumidor não consegue contar as elevações nas contas. E já anunciaram para maio o primeiro aumento, disfarçado de reajuste. Um dinheiro que se acumula e poderia ser usado em investimento dos serviços oferecidos.

Todos os anos a Cemar enfrenta problemas com salitre que danifica as redes e oferece até perigo de vida à população, com fiações estendidas pelas ruas, praças e avenidas, além de pesados transformadores que caem quando menos se espera. Ao que se sabe, não existe de parte da Cemar nenhum trabalho preventivo.

Danos aos objetos 

Com as última chuvas e quedas de raios, aparelhos eletros-eletrônicos ficam danificados, e muita das vezes o consumidor fica com o prejuízo. Explica-se: a Cemar só ajuda no conserto ou entrega de um novo, se prejudicado mostrar a nota fiscal. Nem sempre a pessoa tem saco para armazenar notas de três, quatro, cinco… anos. Aí, não tem jeito.

Por isso, nos últimos anos o faturamento de lojas aumentaram no setor de eletros-eletrônicos e nas oficinas que consertam tais aparelhos. Enquanto isso…

… a Cemar não fornece uma explicação razoável ao consumidor sobre a falta de energia e os danos. Até parece mesmo que voltamos ao tempo do modelo do antigo modelo de gestão.

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