Se a eleição ocorrida em 2020 fosse hoje em 2022 e o nome do Eduardo Braide estivesse na lista dos candidatos, seria derrotado como o último colocado. Depois de insistir que estava preparado para ser prefeito da nossa capital, engando a ampla maioria dos eleitores de São Luís, o prefeito enfrenta um mar bravo com uma embarcação completamente furada e sem leme.

Prefeito Eduardo Braide

Do alto caem rajadas de ventos, chuvas fortes, trovões, e uma tripulação aqui embaixo só de marujos, sem  menor experiência com as águas revoltas. O capitão maior da barca bate cabeça, se enrola nas cordas e demonstra que nunca esteve preparado para nenhuma travessia.

Depois das greves dos garis, dos motoristas, agora a dos professores, em seguida dos trabalhadores na limpeza e asseio da rede hospitalar e hoje, terça-feira (19) foi a vez dos vigilantes das empresas que cuidam da segurança das escolas da rede municipal de ensino. É o começo do fim de uma gestão que se embananou com uma nanica.

Sem o apoio da maioria da Câmara de Vereadores e sendo apedrejado pela ampla maioria dos deputados federais e estaduais que ajudaram na eleição do prefeito, Braide pulou do barco no momento inadequado.

E vai piorar quando a população descer as ladeiras da cidade e se encaminhar para a Câmara Municipal com a bandeira do impeachment. Aí, então, lascou!

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