Prefeitura de São Luís convoca pais de crianças de 6 meses a menores de 1 ano para vacinar filhos contra sarampo

Orientação é do Ministério da Saúde para que este público-alvo tome a chamada “dose zero”, disponível nas unidades da rede de saúde municipal; ação na capital soma-se às demais da gestão do prefeito Edivaldo no campo da saúde preventiva

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), está convocando os país de crianças de seis meses a menores de 1 ano para levarem os filhos para receber uma dose da vacina contra o sarampo, além das previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses. A orientação do Ministério da Saúde é para que esse público-alvo tome uma dose complementar, a chamada “dose zero”, que está disponível em todas as unidades da rede da capital maranhense. A ação soma-se às demais implantadas pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior no campo da saúde preventiva.

O Ministério da Saúde destaca que é importante esclarecer que a chamada “dose zero” não substitui e não será considerada válida para fins do calendário de vacinação da criança. Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ª dose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses. A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente de a criança ter tomado a “dose zero” da vacina.

A Secretaria Municipal de Saúde destaca ainda que, além das crianças, pessoas com idades de até 49 anos também podem se vacinar. A convocação espontânea do público-alvo para a aplicação da vacina faz parte das estratégias de mobilização na capital, coordenadas pela Superintendência de Vigilância Sanitária e Epidemiológica.

De acordo com a Semus, a medida visa proteger o grupo mais vulnerável ao vírus causador do sarampo, pois crianças nessa faixa etária têm mais risco de complicações causadas pela doença que voltou a ser notificadas em alguns estados brasileiros.

Para o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, é fundamental que a população compareça para evitar casos de sarampo. “É importante que os responsáveis compareçam com suas crianças e contribuam para a saúde delas e para que a capital se mantenha livre dessas doenças”, afirmou.

A partir de outubro deste ano, o município realizará o Dia D da Campanha de Multivacinação, que englobará, além da dose contra o sarampo, outras vacinas do calendário. No ano passado, durante campanha determinada pelo Ministério da Saúde, foram vacinadas 61 mil crianças na capital maranhense.

De acordo com a coordenação de Imunização da Semus, a vacina tríplice viral (que protege contra o sarampo) é contraindicada para gestantes, pessoas em estado febril, com registro de reação anafilática em doses anteriores ou usuários com imunodeficiência congênita ou adquirida.

SAIBA MAIS

O sarampo é uma doença altamente contagiosa, que pode ser transmitida pelo contato com secreções. Os primeiros sintomas são parecidos com os da gripe, mas evoluem ainda para o aparecimento de manchas vermelhas pelo corpo.

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Postos de saúde da Prefeitura de São Luís imunizam público-alvo contra sarampo, rubéola e caxumba

Doses estão à disposição de crianças de um ano até menores de cinco e pessoas com até 49 anos nas 63 unidades da rede; ação de mobilização integra as estratégias de saúde da gestão do prefeito Edivaldo

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), reforça a informação de que oferece, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, em 63 unidades de saúde da rede, a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba. O objetivo é imunizar, de forma permanente, o público-alvo, ou seja, crianças de um ano até menores de cinco anos. Além das crianças, pessoas com idades até 49 anos também poderão se vacinar. A convocação dos grupos prioritários para a tríplice viral faz parte das estratégias de mobilização na capital promovidas pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior. A ação é coordenada pela Superintendência de Vigilância Sanitária e Epidemiológica.

Para o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, é importante o comparecimento da população para evitar casos das doenças, como tem ocorrido em alguns estados brasileiros. “É importante que os responsáveis compareçam com suas crianças e contribuam para a saúde delas, e para que a capital se mantenha livre dessas doenças”, afirmou.

Em outubro deste ano está previsto o dia D da Campanha de Multivacinação, que englobará, além da tríplice viral, outras vacinas da rede. No ano passado, durante campanha determinada pelo Ministério da Saúde (MS), foram vacinadas 61 mil crianças na capital maranhense.

A vacina tríplice viral é contraindicada para pacientes gestantes, ou em estado febril, ou com registro de reação anafilática em doses anteriores ou usuários com imunodeficiência congênita ou adquirida.

SARAMPO

O sarampo é uma doença altamente contagiosa, que pode ser transmitida pelo contato com secreções. Os primeiros sintomas são parecidos com os da gripe, mas evoluem ainda para o aparecimento de manchas vermelhas pelo corpo.

De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Saúde, atualmente, 53 cidades em quatro estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná – se mantém com surto ativo. No último dia 6 de agosto, o Ministério divulgou alerta aos pais, mães e responsáveis que vão viajar com os filhos de seis meses a menores de um ano de idade para municípios em situação de surto ativo do sarampo no país. A recomendação é que todas essas crianças, nesta faixa etária, sejam vacinadas contra a doença, no período mínimo de 15 dias, antes da data prevista para a viagem. Além de proteger, a medida de segurança pretende interromper a cadeia de transmissão do vírus do sarampo no país.

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Prefeitura supera meta de vacinação e São Luís é a 4ª capital do Nordeste com maior cobertura

São Luís ficou entre as cinco capitais da Região Nordeste que superou a meta de cobertura vacinal estabelecida pelo Ministério da Saúde contra a gripe Influenza. Até sexta-feira passada (31), último dia da campanha, a capital maranhense conseguiu alcançar 91,37% do público-alvo, superando a meta prevista para o município que era de imunizar pelo menos 90% da população incluída entre os grupos prioritários.

O resultado positivo da vacinação na capital é fruto do trabalho intensivo de mobilização desenvolvida na gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior. Com a superação da meta, desde esta segunda-feira (3), a vacinação contra a gripe está disponível a toda a população da capital até o fim do estoque. Com a ampliação do serviço, quem não faz parte do público-prioritário também pode se vacinar contra a Influenza.

Numa comparação entre as nove capitais do Nordeste, São Luís ficou entre as cinco da região a atingir a meta, depois de salvador (96%), Recife (94,3%) e Maceió (94,2%). Na quinta posição vem Natal com 90,2%. As demais capitais nordestinas não cumpriram a meta estipulada pelo Ministério da Saúde.

“Empreendemos muitos esforços para que a população que integra o grupo prioritário fosse imunizada e nossa meta não só foi alcançada como superada graças às estratégias realizadas por nossa gestão e o empenho e dedicação de toda a equipe de saúde da Prefeitura. Montamos postos volantes, realizamos dois Dias D e fizemos buscas ativas em escolas e também disponibilizamos vacinação domiciliar para quem tem dificuldades de locomoção. Tudo para proporcionar à população da capital mais prevenção e saúde”, disse o prefeito Edivaldo.

De acordo com dados da Conforme a Secretaria Municipal de Saúde (Semus), São Luís ultrapassou a meta de cobertura vacinal em quase todos os grupos prioritários estabelecidos pelo Ministério. Na população de idosos, por exemplo, foram imunizados 85.237 pessoas de 79.874 previsto, ou seja, 106,71% de cobertura, número bem acima do que havia sido estabelecido. O mesmo pode ser observado no grupo de pessoas com doenças crônicas, como diabéticos e hipertensos, por exemplo. Nesse universo foram vacinadas 30.627 pessoas de 26.483 (115,65%).

Também o grupo de profissionais da educação teve resultado positivo na mobilização contra a doença, pois do total de 13.728 profissionais previstos foram imunizados 15.985 (116,44), ou seja, superou a meta estipulada para essa categoria. Número expressivo de vacinação foi conquistado também entre as mulheres puérperas com até 45 dias após o parto. Nesse grupo foram vacinadas 2.057 mulheres de um universo de 1.964 (104,74%).

A secretária municipal de Saúde em exercício, Natália Mandarino, comemorou o resultado obtido pela capital na mobilização nacional contra a gripe. “Com ações de conscientização e iniciativas pontuais para levarmos até a população-alvo a vacinação, alcançarmos o objetivo de proteger a nossa população contra a gripe. O prefeito Edivaldo, que não mede esforços no trabalho de prevenção à saúde da comunidade, mobilizou toda a rede de saúde para que pudéssemos encerrar a campanha com o êxito que obtivemos”, observou Natália Mandarino.

Com um universo de 232.955 pessoas vacinadas do total de 254.958 indivíduos pertencentes aos grupos prioritários em São Luís, a gestão do prefeito Edivaldo empreende agora esforços para vacinar todos que buscarem pelo serviço, disponibilizando nas 54 salas de imunização da rede municipal de saúde doses da vacina contra a gripe. A medida é uma determinação do Ministério da Saúde.

ESTRATÉGIAS

Para atingir os bons resultados da cobertura vacinal na capital, a Prefeitura de São Luís desenvolveu uma série de estratégias de atuação com iniciativas pontuais para abranger os públicos-alvos da campanha. Entre as ações executadas com essa finalidade estão a criação de postos volantes instalados em escolas, creches, órgãos públicos e em locais de grande concentração popular, como shoppings e bairros com densidade populacional, por exemplo.

Além dessas iniciativas, a Prefeitura também realizou Dias D municipal e nacional de vacinação contra a gripe, abrindo as salas de imunização da rede também nos dois sábados para oportunizar à população o acesso à vacina. Também ampliou as estratégias de atuação do serviço aos batalhões do Exército, policiais militares e bombeiros, que foram incluídos entre os grupos prioritários por determinação do Ministério da Saúde. A escolha do público prioritário no Brasil segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) por serem grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

INFLUENZA

Neste ano, até 11 de maio, foram registrados 807 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza em todo o país, com 144 mortes. Até o momento, o subtipo predominante no país é o vírus influenza A (H1N1) pdm09, com registro de 407 casos e 86 óbitos.

A vacina deste ano protege contra três tipos de vírus da gripe: o Influenza A, nas variações H1N1 e H3N2 e influenza B. A contraindicação da vacina é para quem tem alergia severa a ovo.

A gripe Influenza é uma infecção respiratória aguda, causada pelos vírus A e B. O vírus A está associado a epidemias e pandemias. É um vírus de comportamento sazonal e tem aumento no número de casos entre as estações climáticas mais frias, podendo haver anos com menor ou maior circulação do vírus. Habitualmente em cada ano circula mais de um tipo de influenza concomitantemente (exemplo: influenza A (H1N1)pdm09, influenza A (H3N2) e influenza B).

A influenza inicia-se em geral com febre alta, seguida de dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse seca. Alguns casos apresentam complicações graves, como pneumonia, por exemplo, necessitando de internação hospitalar. Devido aos sintomas em comum, pode ser confundida com outras viroses respiratórias causadoras de resfriado.

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