Márcio Jerry insulta a Polícia Federal…

Ao afirmar que a ação que desbaratou o esquema de corrupção no governo Flávio Dino se deu por influência política, o principal auxiliar do governo comunista menospreza uma das instituições mais respeitáveis da República

COM A PRÓPRIA RÉGUA? A agressão de Márcio à Polícia Federal. 

O supersecretário de Articulação Política e Comunicação do governo Flávio Dino (PCdoB), jornalista Márcio Jerry, cometeu nesta sexta-feira, 17, um insulto contra a Polícia Federal.

O lugar-tenente dinista afirmou que a PF só agiu para desbaratar a quadrilha que se apossou de R$ 18 milhões dos recursos da Saúde por que estaria sob o comando do ex-presidente José Sarney.

– Sarney no comando: Flávio Dino é a primeira vítima da mudança na direção da PF – afirma Márcio Jerry.

O comentário do supersecretário é uma agressão sob qualquer ponto de vista.

Se a Polícia Federal agiu contra Flávio Dino por influência de Sarney, como afirma Jerry, então ela agiu contra Ricardo Murad sob a influência de Flávio Dino?

Além de uma covardia sem medida, a atitude de Márcio Jerry ofende, agride, menospreza e humilha uma das instituições mais respeitáveis da Republica.

Que os representantes da PF observem claramente o que diz o principal auxiliar de Flávio Dino.

Até porque, foi exatamente a partir do contracheque de uma indicada de Márcio Jerry que começou a investigação dos fantasmas na Saúde de Flávio Dino.

E a Polícia Federal deve ser respeitada…

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Desvio de dinheiro da Saúde: ex-marido de Curado e ex-prefeito são presos, mas tem um foragido

Das 17 prisões temporárias decretadas pela Justiça Federal na operação “Pegadores”, que apurou o desvio de R$ 18 milhões da Saúde do Maranhão, 14 foram cumpridas durante o dia de ontem e hoje se entregaram o ex-prefeito de Amarante, Miguel Marconi Dualibe Gomes, em São Luis,  e o ex-marido de Rosângela Curado, o pecuarista Paulo Guilherme da Silva Curado, em Imperatriz.

Delegados que estão participando da operação informara que outras pessoas que não foram presas poderão ser indiciadas por causa de envolvimento direto com o desvio de recursos. A PF admitiu a possibilidade de pedir as transformação de prisões provisórias para preventivas.

Apenas um, Péricles Silva Filho, teria sido dado como foragido, mas familiares informam que ele acompanha em São Paulo operação da esposa e que deve se apresentar amanhã na sede da PF. É provável que ao longo das investigações novos pedidos de prisão possam surgir.

O diretor do ICN (Instituto de Cidadania e Natureza), médico Benedito Silva Carvalho, foi liberado hoje por causa dos tratamentos que vem realizado em São Paulo no cobate ao câncer e diabete.

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Abandonada por aliados, Curado avisa que não ficará sozinha; república comunista pode cair

Desde ontem quando foi presa pela Polícia Federal  por ser uma das principais envolvidas no desvio de R$ 18 milhões da Saúde do Maranhão, a odontóloga Rosângela Curado (foto entre os federais) se sentiu só, abandonada pelos aliados e ainda acusada de ter feito tudo sem a permissão do governo. “Ela está extremamente abalada emocionalmente. E disse que não irá pagar o pato sozinha”, revelou ao editor do blog do Gláucio Ericeira um advogado que teve contato com Rosângela Curado após a prisão.

Até agora não se sabe ao  certo quanto tempo durou ou vai durar o depoimento dela. Mas, através dos advogados, Curado tomou conhecimento de que a mídia do governo vem colocando como se todo o ilícito fosse uma ação isolada sem que nenhum membro da Secretaria de Estado da Saúde soubesse.

Nomeada em 2015, início do governo de Flávio Dino, como subsecretária de Saúde, Rosângela Curado sempre andou em rota de colisão com o titular da pasta, o médico Marcos Pacheco. Ela operou todo o esquema de inclusão dos nomes da “folha suplementar”, mas atendendo determinações políticas superiores, assim como as negociações com empresas. Todos sabiam da movimentação dela.

Ainda no começo de 2015, o superintendente de Redes da Saúde Estadual, Luis Marques Barbosa Júnior (preso ontem pela PF) revelou que Curado fazia acordo com fornecedores, mas acabou virando aliado. E passou a tratar sobre percentuais com os empresários para ajudarem na campanha de Curado à Prefeitura de Imperatriz. Ele seria secretário de Saúde, caso ela vencesse a disputa.

Por causa das pressões internas pelo grupo de Marcos Pacheco, Curado abriu mão de algumas gordas vagas na SES, mas negociou cargos com deputados e voltou a ficar fortalecida. Pacheco fez chegar aos ouvidos do governador as movimentações da sua adjunta, mas nada aconteceu.

O esquema dos pagamentos na folha extra e as negociações com empresas continuavam, embora a Polícia Federal tenha deflagrado três operações na SES dando prosseguimento à Sermão aos Peixes.

Em 3 de setembro Carlos Lula, que era do jurídico da SES e membro da Comissão de Monitoramento e Relacionamento com as OS e Oscip, responsáveis pelos pagamento da “folha Suplementar”, assumiu no lugar de Curado, que foi para a Câmara Federal assumir interinamente a vaga do deputado Weverton Rocha.

Quando assumiu, Lula já sabia de tudo, mas nada modificou. Com queda do titular da pasta, anunciada aqui no blog em primeira mão, ele teve mais poderes para acabar com as bandalheiras. Ao contrário, ainda manteve a sua amiga e principal assessora, Alana, ganhando mais de R$ 10 mil sem trabalhar.

Nas investigações da PF, como informou a superintendente, Lula e outros que exercem cargos de relevância sabiam de tudo. E nada adianta tentar provar o contrário. Contra fatos não existe argumentos.

Rosângela Curado, portanto, é um arquivo vivo que pode melar, principalmente, o projeto de reeleição de Flávio Dino se resolver contar tudo o que sabe.

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Em matéria de roubalheira, os governos de Roseana e Flávio Dino estão empatados

Os métodos sãos os mesmos, as mãos rápidas e tortas não se diferenciam, a roubalheira é a marca descarada de cada gestão. Tanto Roseana Sarney quanto Flávio Dino estão no 1×1 quando o placar é da corrupção. Nenhum pode falar ou apontar o dedo para o outro.

Roseana Sarney assumiu o governo assim que Jackson Lago foi cassado, em 2009. Não era a primeira vez que iria dirigir o comando do Estado. Já havia metido as mãos no jarro inúmeras outras vezes, como demonstram casos na construções de estradas (Paulo Ramos/Arame) desvios de recursos da Usimar, fábrica de tecidos em Rosário e tantos outros.

Assim que voltou, mirou na Saúde o destaque do seu governo, mas com a ideia antiga de que quanto mais obras, maior o volume de dinheiro desviado. E aí ergueu hospitais hiper-faturados, pagava folha de OSCIP com valores dobrados imaginando na sobra, adquiria equipamento e medicamentos hospitalares a custos estratosféricos.

A operação Sermão aos Peixes, levada a efeito pelo Polícia Federal, com o apoio do MPF e CGU, desnudou a roubalheira que engoliu grande parte dos recursos da Saúde do Maranhão.

Em 2015, assim que assumiu o governo com propostas inovadoras e moralizadoras, o governador Flávio Dino determinou que todas as bandalheiras cometidas pelo governo de sua antecessora na área da saúde fossem entregues para a Justiça Federal e, consequentemente, à Polícia Federal. Logo os escândalos pipocaram e os maranhenses perceberam o quanto foram enganados.

No mesmo ano em que iniciou o governo, Flávio Dino freou as ações na Saúde, fechando hospitais de pequeno porte, cortando o que considerava excesso e anunciando concurso público. Não demorou muito o lado corrupto do governo Roseana Sarney incorporou na Saúde de Flávio Dino.

Sem concurso, só os velhos seletivos, esquemas foram montados para pagamento de fantasmas, apadrinhados  políticos, namoradas, amantes, bofes, salários polpudos para bancar ex e os pés de panos. Ai avacalhou tudo. Veio um prosseguimento da operação Sermão aos Peixes, mais outros e outros mais. E nada que fizesse frear a corrupção, o desvio de milhões.

Hoje, dia 16 de novembro, antes do ano acabar. a PF mostrou ao Brasil como o governo de Flávio Dino usa os recursos para cuidar da Saúde do Maranhão. Não importa se numa gestão a montanha dinheiro foi maior ou na outra menor, mas tudo é roubo, ladroagem.

Na gestão de Roseana apareceu a Lavamatic, empresa que ajudou a espalhar mais sujeira nos tecidos do governo. Na Gestão de Dino, até uma sorveteria fabricou dindin para distribuir entre os apaniguados comunistas.

Enquanto isso, milhares de pessoas estão doentes sem um leito para tratamento, dezenas de milhares padecem nas filas intermináveis das consultas, crianças e velhos morrem por falta de medicamentos ou assistência, enfermeiros e médicos não têm estimulo para o trabalho por atraso nos salários. Eis o retrato de nossa saúde.

Flávio Dino é, como dizia minha avó, é a cara e o cu de Roseana. São tão parecidos que ninguém consegue distinguir a ação de um e a do outro. São arrogantes, dissimulados, e exalam a podridão dos enganadores.

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Operação da PF apurou desvio de recursos da Saúde do Maranhão em R$ 18 milhões

A Polícia Federal, com o apoio do Ministério Público Federal, do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil, deflagrou nesta quinta-feira (16/11) a Operação Pegadores, que apura indícios de desvios de recursos públicos federais por meio de fraudes na contratação e pagamento de pessoal, em Contratos de Gestão e Termos de Parceria, firmados pelo Governo do Maranhão, na área da saúde.

Sede da Secretaria de Estado da Saúde foi interditada hoje cedo para busca e apreensão

Cerca de 130 policiais federais cumprem 45 mandados judiciais, sendo 17 mandados de prisão temporária e 28 mandados de busca e apreensão em São Luís/MA, Imperatriz/MA, Amarante/MA e Teresina/PI, além do bloqueio judicial e sequestro de bens no total de R$18 milhões. Todas as ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Criminal Federal da Seção Judiciária do Maranhão.

Durante as investigações conduzidas na Operação Sermão aos Peixes, em 2015, foram coletados diversos indícios de que servidores públicos, que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano, montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal.

A PF apurou a existência de cerca de 400 pessoas, que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais, sem que prestassem qualquer tipo de serviços às unidades hospitalares. Os beneficiários do esquema seriam familiares e pessoas próximas a gestores públicos e de diretores das organizações sociais.

O montante dos recursos públicos federais desviados por meio de tais fraudes supera a quantia de R$ 18 milhões. Contudo, o dano aos cofres públicos pode ser ainda maior, pois os desvios continuaram a ser praticados mesmo após a deflagração de diversas outras fases da Operação Sermão aos Peixes.

Foi detectado, também, que uma empresa registrada como sendo uma sorveteria passou por um processo de transformação jurídica e se tornou, da noite para o dia, uma empresa especializada na gestão de serviços médicos. Essa empresa foi utilizada para a emissão de notas fiscais frias, que teriam permitido o desvio de mais de R$ 1 milhão.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, dentre outros.

Após os procedimentos legais, os investigados serão encaminhados ao sistema penitenciário estadual, onde permanecerão à disposição da justiça federal.

O nome da Operação é uma referência a um trecho do Sermão do Padre Antônio Vieira (1654), que ficou conhecido como o “Sermão aos Peixes”, no qual o Padre toma vários peixes como símbolos dos vícios e corrupção da sociedade. Um dos peixes ele chamou de PEGADOR, referência aos vícios do oportunismo: “vivem na dependência dos grandes, morrem com eles”.

Durante a investigação, restou comprovado a prática habitual de desvio de verbas para o pagamento a apadrinhados políticos, pessoas que recebem dinheiro público sem a devida contraprestação laboral, ou seja, atuando como pegadores, na visão do Sermão, já que recebiam tais benesses em razão da influência de pessoas importantes na política local, como já alertava o Padre Antonio Vieira no Sermão aos Peixes.

Viaturas da Polícia Federal amanheceram hoje na Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão

RELEMBRANDO

A primeira fase da Operação Sermão ao Peixes foi deflagrada em 16 de novembro de 2015, quando foram cumpridos mais de 60 mandados judiciais e presos os gestores de duas principais entidades responsáveis pela terceirização do sistema de saúde à época.

As segunda e terceira fases foram deflagradas simultaneamente, em 06 de outubro de 2016, e resultaram na Operação Abscondito, que apurou o embaraço à investigação criminal decorrente do vazamento da Operação Sermão aos Peixes, e na Operação Voadores, que apurou o desvio de R$ 36 milhões, que haviam sido sacados diretamente das contas dos hospitais por meio de cheques de pequeno valor.

A quarta fase foi batizada de Operação Rêmora e foi deflagrada, no dia 02 de junho de 2017, quando foram presos em flagrante os gestores de outra organização social, que estavam desviado recursos públicos mediantes saques de grandes quantias em espécie na boca do caixa.

Será concedida entrevista coletiva, às 10h (horário Local), na Superintendência de Polícia Federal no Maranhão, localizada na Av. Daniel de La Touche, nº 4000, Bairro Cohama, São Luís/MA.

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Saúde nega greve e diz dinheiro dos médicos foi repassado no início de outubro; confira a nota

Sobre a matéria ‘Greve dos médicos anestesistas paralisa cirurgias no Hospital Carlos Macieira‘, publicada no Blog Luis Cardoso, nesta quarta-feira (1).

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que efetuou o repasse ao Instituto Gerir no início no mês de outubro, de modo a garantir o pagamento salarial dos grupos médicos do Hospital Carlos Macieira. A SES esclarece que o atendimento aos pacientes de urgência segue regular.

Nota do Blog

A greve teve início hoje, assim com a suspensão de todos os procedimentos cirúrgicos no hospital  Carlos Macieira, inclusive os de caráter mais emergenciais.  Outros estabelecimentos, como UPAs, também estão aderindo ao movimento.

Os médicos alegam atraso no salários, alguns até com dois meses. Se os recursos foram repassados pela SES e não  depositados nas contas dos profissionais médicos, cabe exigir do Instituto Gerir que cumpra sua obrigação. Segue abaixo a relação dos nomes e dos procedimentos cirúrgicos que deveriam ter sido feitos hoje:

Atendendo aos inúmeros pedidos de familiares, o blog retirou do ar a lista de pacientes e os procedimentos médicos aguardados.

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Greve dos médicos anestesistas paralisa cirurgias no hospital Carlos Macieira

Sem receber seus honorários, médicos anestesistas decidiram cruzar os braços e, com isso, todos os procedimentos cirúrgicos estão suspensos no hospital Carlos Macieira. A Secretaria de Estado da Saúde ainda não se manifestou sobre o grava problema que a paralisação começou a ocasionar ao estabelecimento hospital e às pessoas que estavam com operações marcadas, notadamente as que residem no interior do Maranhão. 

Cirurgias como retirada da vesícula bilar (colecistectomia videolaparoscópica), realizada por vídeo e outras eletivas estão suspensas e os pacientes estão recebendo altas administrativas. Ou seja: recebem altas sem ter recebido atendimento cirúrgico e voltam para casa do jeito que vieiram e esperam uma nova remarcação.

25 pacientes estavam com cirurgias marcadas para hoje, dia primeiro de novembro, sendo a maioria pobres que estava aqui para fazer operações. Até os que necessitam de procedimentos emergenciais aguardando intervenções cirúrgicas, também  foram dispensados.

A questão é grave porque envolve vidas e pessoas vindas do interior que acompanham seus parentes e  estão sem condições de permanecer por mais tempo na capital.

Portanto, cabe ao governador Flávio Dino se sensibilizar é e pagar os salários dos médicos que estão em atraso. Cuidar das pessoas é tratar bem a quem cuida da vida delas.

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CPI para apurar desvio de R$ 18 milhões da Saúde já nasceu morta

A proposta de criar uma CPI para apurar o desvio de recursos da Saúde não parece assustar o governador Flávio Dino. O que lhe  causa pânico é o receio de que a mãe da Operação Rêmora, a Operação Sermão aos Peixes, pesque pequenos, médios e graúdos afilhados. A CPI, até mesmo pela vontade do criador, não vai a lugar nenhum.

O governo tem ampla maioria na Assembleia Legislativa que pode barrar a proposta com o sólido argumento de que existe em curso uma operação federal tratando do assunto. Além disso, até agora somente dois dos 12 deputados da oposição se manifestaram a respeito. O restante não “tá nem aí”.

Depois, o autor da ideia, deputado Wellington do Curso (foto acima) jogou a pipa no ar sem a linha para controlar sua direção. Por último, trancou na sua gaveta parlamentar. Por qual razão?

Se pretendesse uma CPI séria, já teria tirado a proposta da sede da Assembleia Legislativa e a teria levado para o Conselho Regional de Medica, Conselho Regional de Enfermagem, Sindicatos dos Trabalhadores na Saúde, e até mesmo para a OAB. Lógico que todos apoiariam. Menos o autor não sabe disso.

Insistir na CPI servirá apenas como palanque para o deputado ficar bem na mídia. Nada mais.

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Curioso, governo Dino quer saber sobre os sigilos do escândalo da Saúde no Maranhão

A Operação Rêmora, desdobramento da Operação Sermão aos Peixes, que apontou desvios de R$ 18 milhões na Saúde do Estado, continua e ontem já ouviu vários funcionário do IDAC, instituto acusado como operador do ilícito. Mesmo sob segredo de Justiça, o governador Flávio Dino pediu acesso ao inquérito da Polícia Federal para obter informações sobre as irregularidades. Com qual propósito? Quais os receios?

O governo já desfez unilateralmente  o contrato com o instituto que mantinha a gestão na área de recursos humanos de seis hospitais. Mas, ao que parece, Flavio Dino anda abalado com o que possa lhe surpreender com as investigações. Por isso, que acompanhá-las.

O pedido foi feito à juíza federal Cláudia Giusti (1ª Vara da Justiça Federal do Maranhão), mas o processo tramita sob sigilo. Então, dificilmente o governo poderá acompanhar os segredos que estão sendo descobertos. Ou melhor: as bandalheiras promovidas na Saúde.

As investigações abalaram tanto o governo, ao ponto do secretário de Saúde, Carlos Lula, se adiantar e afirmar que nenhum funcionário da sua pasta tem envolvimento no caso. E até o super-secretário Saraiva Barroso já garantiu que Lula continua firme no cargo. Por acaso ele anda balançando?

O estado de Saúde do Maranhão é grave e se tornou  mais agudo agora com as investigações federais que não irão cessar tão cedo. Sinal de que ainda existem muitos escândalos que serão estourados no atual e nos governo passados.

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