Além de novos equipamentos, gestão do prefeito Edivaldo ampliou o serviço eletivo na área, o que garante melhoria no atendimento a quem sofre com insuficiência renal aguda ou crônica

A ampliação do serviço de hemodiálise ofertado pela Prefeitura de São Luís na gestão do prefeito do prefeito Edivaldo Holanda Junior aos pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica resultou na melhoria do atendimento disponibilizado no setor de emergência dos hospitais Djalma Marques (Socorrão I) e Clementino Moura (Socorrão II). Para promover a expansão do atendimento, novas máquinas de hemodiálise foram adquiridas. Além disso, a gestão também ampliou o serviço eletivo na área, com a realização de convênios com outras clínicas especializadas para atender os pacientes crônicos que precisam continuar com o tratamento. A iniciativa integra as ações de atenção à saúde no setor de urgência e emergência, coordenadas pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus).

“O procedimento é fundamental para muitas pessoas que apresentam quadros de insuficiência renal aguda ou crônica graves. Por isso, seguindo a orientação do prefeito Edivaldo, ampliamos o serviço para aumentar a capacidade de atendimento na área e prestar um serviço com mais qualidade aos pacientes que necessitam se submeter ao procedimento em nossas unidades de urgência e emergência”, observou o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho.

No Socorrão II, as máquinas são utilizadas para hemodiálise de pacientes já internados no hospital ou das pessoas que precisam realizar o procedimento de forma emergencial e que dão entrada pela urgência da unidade. Um dos equipamentos de hemodiálise adquiridos foi destinado ao atendimento exclusivo dos pacientes internados na UTI daquele hospital, proporcionando maior qualidade e conforto aos que estão em estado grave, que agora não precisam mais ser deslocados ao setor de hemodiálise da unidade para realizarem o procedimento. O hospital tem ainda outro aparelho, que foi destinado ao setor de hemodiálise. Outras duas máquinas atendem a pacientes do Socorrão I, onde é realizada uma média de 200 procedimentos de hemodiálise por mês.

PROCEDIMENTO

A hemodiálise substitui a função dos rins de quem tem doença renal crônica avançada. É um procedimento através do qual uma máquina limpa e filtra o sangue, ou seja, faz parte do trabalho que o rim doente não pode fazer. O procedimento libera o corpo dos resíduos prejudiciais à saúde, como o excesso de sal e de líquidos, e faz a filtragem e a depuração de substâncias indesejáveis do sangue como a creatinina e a uréia. Também controla a pressão arterial e ajuda o corpo a manter o equilíbrio de substâncias como o sódio e potássio, por exemplo. Na hemodiálise a máquina recebe o sangue do paciente por um acesso vascular, que pode ser um cateter (tubo) ou uma fístula arteriovenosa.

O tratamento é indicado para pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica graves. É possível começar o tratamento com remédios que podem controlar os sintomas e estabilizar a doença. Porém, em casos em que os remédios não são suficientes e a doença progride, torna-se necessário iniciar o procedimento de hemodiálise, sempre por indicação de um médico nefrologista.

AVANÇOS

Além de melhorar esse serviço, a gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior promoveu, no Socorrão II, outras intervenções visando à otimização e humanização do atendimento na unidade. Além de obras de reforma para reestruturação física dos ambientes e a compra de novos equipamentos, estão ainda entre as ações a implantação do projeto Lean nas Emergências, do Ministério da Saúde, executado em parceria com o Hospital Sírio-Libanês.

O projeto, que soma esforços a outras iniciativas da gestão para promover melhorias na rede municipal de saúde, conseguiu reduzir a superlotação no primeiro semestre deste ano e, ainda, o tempo de atendimento a pacientes. A redução foi de 70% nos indicadores de superlotação no primeiro semestre deste ano e queda de 27% no tempo de atendimento a pacientes que não precisaram ser internados na unidade. Com isso, o Socorrão II foi a unidade de saúde que apresentou o melhor resultado na primeira etapa do projeto, ficando em primeiro lugar entre os 20 hospitais brasileiros participantes.

Com o desenvolvimento do projeto Lean nas Emergências, o layout do pronto-socorro foi modificado destacando a assistência de qualidade e segura ao paciente, melhorando a comunicação entre as equipes assistenciais e diminuindo o desperdício de insumos. Para isso, foram criados novos espaços como a Sala de Curta Permanência, a Sala de Decisão Médica, Sala Vermelha e Laranja, UTI A (com nove leitos) e um consultório específico para atendimento no fluxo de pacientes não graves.

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