Cultura do calote

    Banda expressiva do PDT, desde o período em que Jackson Lago foi prefeito da capital por três vezes, sempre achou que é melhor relaxar com os débitos do que pagar e gozar com a situação de adimplência.

    Fui procurado por dois ex-empresários que faliram por falta de pagamentos de banda do PDT que fez o calote na administração municipal de Jackson Lago. Um deles, do setor de informática, até se desfiliou do partido. E levou a família para a mesma renúncia partidária.

    Solicitei a ambos documentos que possam comprovar a licitação e execução dos serviços, assim como o não pagamento das tarefas. Aguardo a documentação para publicá-las.

      

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    Reação da imprensa

    O proprietário de um canal de TV em Imperatriz, que transmite os sinais da Band, Conno Farias, tem utilizado seu programa para reclamar a falta de pagamentos do Governo do Estado com a imprensa da Princesa Tocantina.

    Disse ontem, por exemplo, que as veiculações de publicidades do Governo Estadual na mídia da Imperosa não são pagas há seis meses. E o pior: que a Secom estadual só paga os veículos de comunicação de São Luís. Não é verdade.

    O secretário de Comunicação do Estado, jornalista Zeca Pinheiro, ao que sei, nunca priorizou cidades ou veículos. O que ocorre ultrapassa sua programação. Não por desejo dele.

    Os veículos de Imperatriz, assim como os de São Luís e de outras cidades, não recebem, pelas publicações de institucionais ou editais, há quase seis meses. Nenhum veículo tem contrato formal com o governo, o que é correto.  O Sistema Mirante, pasmem o senhores, não tem do que reclamar. Zeca Pinheiro, reafirmo, tem outro pensamento: o de não deixar a Secom sem honrar seus compromisssos.

      

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    inadimplência

    A Rádio FM Esperança se recusou a colocar na sua programação o comercial de apresentação do cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro.

    Alegou que a Secom estadual, que bancou parte do show, continua inadimplente com a emissora. São seis meses sem pagar os espaços utilizados na FM Esperança. E mais: todo mundo sabe o escoadouro da grana. Soube que vem bomba por aí.

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    Abuso

    O tentente PM Alan, por determinações superiores, fechou uma boite em Imperatriz antes da entrada do ano novo.  Motivo: a dona do estabelecimento não votou no prefeito eleito Sebastião Madeira (PSDB).

    Chegou com um batalhão, deu ordens para encerrar o som e ainda mandou espalhar jatos de pimenta nos presentes. O fato ocorreu por volta das 22h. Outros locais em Imperatriz amanheceram. É assim que se liberta o povo do Maranhão.    

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    Com o pé na roça

     A esposa do prefeito de Pirapemas, Eliseu Resende, de quem quase ninguém sabe o nome; inclusive eu, não evoluiu em nada desde a posse do marido. Nasceu em Nova Iorque, município maranhense. Mas sempre diziam que era internacional.

    Desde o dia primeiro, passou a ser a primeira dama de Pirapemas, um município com menor IDH no Maranhão. E com cargo, para Pirapemas, relevante: primneira Dama do Município.  

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    Apologia do Crime

    Carlos Nina*

    O Governador do Maranhão, não satisfeito por instigar a população a reagir com violência à eventual decisão judicial que lhe interrompa o mandato, passou a apoiar seguidores de seu mau exemplo e a manifestar sua aprovação a atos de vandalismo que, como Governador, tem o dever de coibir.

    É fato público que o Governador do Maranhão é um dos muitos políticos cujos mandatos estão sob suspeita por vício de corrupção eleitoral. O que causa preocupação não é o fato de a acusação ser ou não ser procedente, mas a conduta do Governador pró-violência, pela ruptura das regras democráticas e desprezo pela Constituição Federal, caso a decisão da Justiça lhe seja desfavorável.

    Estimulado pela impunidade de sua ação, deu-se ao desplante de apoiar condutas semelhantes de aliados eleitos e não empossados por decisão da Justiça eleitoral. Proclamou seu aplauso à baderna, publicamente, afirmando que seriam manifestações do povo contra quem quer impedir a posse dos candidatos eleitos.

    Balela. Demagogia barata para tentar justificar a própria irresponsabilidade. Apologia do crime e do caos. Se a conduta do Governador estivesse certa, centenas de milhares de pessoas também teriam o direito de financiar baderneiros para reagir às decisões que lhes são desfavoráveis, visto que, todos os dias, são prolatadas decisões judiciais contra alguém. Ainda bem que essas pessoas não agem como o Governador do Maranhão. Contudo, seu exemplo está se multiplicando rapidamente, contra a segurança jurídica e o estado democrático de Direito. Caso significativo é o incêndio do forum da Comarca maranhense de Santa Luiza, onde foram destruídos milhares de processos.

    As conseqüências desse desatino aplaudido pelo Governador do Estado serão a impunidade de outros criminosos cujas provas foram destruídas. Da mesma forma, essa insanidade causará danos patrimoniais incalculáveis a outros milhares de cidadãos que recorreram à Justiça para reivindicar direitos e cujas provas, inclusive títulos executivos, contratos, duplicatas, promissórias, notas fiscais e outros documentos se perderam irreparavelmente. Pela lógica do Governador, os prejudicados estariam legitimados a destruir a sede do Executivo estadual e especialmente seu aparato de segurança pública, conivente pela omissão, se não pela colaboração criminosa.

    Foram destruídos anos e anos de esperança, trabalho, audiências, testemunhos, perícias, investigação policial, apenas porque o Governador do Maranhão defende, para seus interesses e de seus aliados, a lógica da barbárie, do retorno à escuridão do autoritarismo, da violência.

    Como já havia dito em artigo anterior, no qual tratei desse crime anunciado, organizado e executado, estamos diante de inequívoco caso de intervenção federal, não só para garantir o cumprimento de decisões judiciais, mas porque o próprio Governador do Estado extrapolou do seu próprio caso para proclamar como legítima a baderna. E se legítima é para ele e seus aliados, por que não o é para os demais cidadãos?

    A resposta é simples: vive-se em uma democracia, com normas constitucionais e legais que devem prevalecer para todos, delas não estando excluído ninguém, nenhuma autoridade pública, especialmente governadores, a quem compete a responsabilidade de zelar pela ordem pública.

    Por que as instituições que têm o dever de zelar pelo cumprimento da Constituição não propõem as medidas judiciais cabíveis?

    Será que não valem mais as normas contidas nos arts. 34 da Constituição Federal (a União intervirá nos Estados para pôr termo a grave comprometimento da ordem pública, garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas unidades da Federação e prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial) e 286 (incitar, publicamente, a prática de crime), 287 (fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime), 288 (associarem-se mais de três pessoas, em quadrilha ou bando, para o fim de cometer crimes) e 345 (fazer justiça pelas próprias mãos, para satisfazer pretensão, embora legítima, salvo quando a lei o permite) do Código Penal?

    Será medo da mídia irresponsável e igualmente criminosa? Ou comprometimento? O que será?

    Essa omissão custará caro aos cidadãos maranhenses, pois esses exemplos se alastrarão e, amanhã, o arbítrio fará com que sejam desmoralizadas todas as legítimas funções do Estado, ora extrapoladas por irresponsáveis, ambiciosos e ávidos de poder sem limites.

    O Governador diz que o povo do Maranhão quer a baderna, o caos, a violência. Será isso mesmo o que o cidadão maranhense quer ou o Governador está mentindo?

    Acredito que o povo do Maranhão quer é paz, ordem segurança, prosperidade, justiça, conquistadas dentro das regras da democracia e não da violência, especialmente quando exercida pelo abuso de poder e de autoridade para benefício pessoal, em detrimento do interesse coletivo.

    Que a Associação dos Magistrados do Maranhão e a Associação dos Magistrados Brasileiros, diante da omissão das demais instituições, tomem a iniciativa e provoquem as medidas necessárias não só para defender os magistrados, seus afiliados, mas para que, em consonância com o notável trabalho pela cidadania que vêm fazendo, assegurem que o exercício funcional dos magistrados seja respeitado e, se devido, corrigido pela via democrática do recurso e não pela violência.

    *Membro dos Institutos dos Advogados Brasileiros e do Maranhão e das Associações dos Magistrados Brasileiros e do Maranhão.

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    Confira os números sorteados da Mega-Sena

    Do G1, em São Paulo

    A Caixa Econômica Federal sorteou neste sábado (3), em Nova Andradina (MS), as dezenas do concurso número 1.036 da Mega-Sena. O prêmio está acumulado em R$ 45 milhões.

    Confira os números sorteados: 10, 27, 36, 39, 41 e 52.

    A Caixa ainda não informou se houve ganhadores no concurso 1.036.

    Segundo a Caixa Econômica Federal, esse é o segundo maior prêmio oferecido no primeiro concurso do ano na loteria. Em janeiro de 2007, R$ 52,8 milhões só saíram no terceiro sorteio do ano para um apostador de Goiás.

    Se aplicado na poupança, de acordo com a Caixa, o rendimento mensal do prêmio seria de R$ 315 mil, o equivalente a 759 salários mínimos.

    Maior premiação

    O maior prêmio da Mega-Sena em 2008 foi sorteado em julho, quando dois apostadores dividiram a bolada de R$ 53,1 milhões. O maior prêmio da história da loteria, no valor de R$ 64,9 milhões, saiu em 1999 para um apostador de Salvador (BA)

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    Quase 10% dos prefeitos eleitos não concluíram ensino fundamental, revela estudo.

    da Folha Online

    Um levantamento feito pela ONG (organização não-governamental) Transparência Municipal revela que, dos mais de 5.563 prefeitos eleitos em 2008 – e que tomaram posse nesta quinta-feira (1º)–, 514 (9,24%) não concluíram o ensino fundamental.

    De acordo com o estudo, destes, a maioria ficará no comando das prefeituras de municípios com até 5 mil habitantes. Segundo a pesquisa, que cruzou dados de 2008 do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existem 1.154 cidades com até 5 mil habitantes no Brasil.

    De acordo com a pesquisa, quanto maior o número de habitantes no município, maior é o grau de instrução do prefeito eleito. Segundo a ONG, prefeitos com nível superior completo apresentam uma participação de 31,37% para os municípios com até 2 mil habitantes, que se eleva gradualmente até atingir uma participação de 100% para as cidades acima de 5 milhões de habitantes.

    O estudo revela, porém, que a maioria dos prefeitos (43,93%) possuem curso superior, enquanto 26,32% concluíram o ensino médio.

    Participação feminina

    Outro dado que chama a atenção é em relação ao número de mulheres eleitas em 2008. Apenas 8,99% dos eleitos são do sexo feminino. Ou seja, apenas 500 das 5.653 prefeituras brasileiras serão comandadas por mulheres entre 2009 e 2012. Segundo a pesquisa, a participação das mulheres é maior entre as cidades com até 20 mil habitantes.

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    Velhos amigos

    O administrador João da Cruz Coelho Milhomem, empossado hoje secretário municipal Extraordinário de Relações Parlamentares, trabalha com João Castelo há exatos 10 anos. Foi seu assessor de gabinete no Senado Federal e chefe de assessoria nos mandatos de Castelo como deputado federal.

    Técnico competente, desfruta de amizade e prestígio tanto no Senado quanto na Câmara Federal. Vai ficar em Brasília para executar projetos que possibilitem alocar recursos para a Prefeitura de São Luís executar programas sociais.

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    Prefeito Castelo anuncia secretários

    João CasteloO prefeito João Castelo anunciou ontem pela manhã, os nomes dos novos secretários de governo. Foram anunciados 25 nomes que ocuparão o primeiro escalão. Apenas duas pastas não tiveram os nomes anunciados: esporte e cultura.

    • Educação – Raimundo Moacir Feitosa
    • Saúde – Helena Maria Duailibe Ferreira
    • Articulação Institucional – Alarico Ribeiro Gonçalves
    • Controlador Geral do Município – Albertino Leal de Barros Filho
    • Informática e Tecnologia – Angeline Soares da Rocha Angelim
    • Obras e Serviços Públicos – Cláudio Castelo de Carvalho
    • Urbanismo e Habitação – Domingos José Soares de Brito
    • Comunicação Social – Edwin Jinkings Rodrigues
    • Procuradoria do Município – Francisco de Assis Sousa Coelho Filho
    • Instituto da Cidade, Pesquisa e Planejamento Rural – Francisco José Batista Barros
    • Extraordinário de Assuntos Políticos – Francisco José de Sousa Viana
    • Instituto de Previdência e Assistência do Município – Guilherme Frederico Sousa de Abreu
    • Extraordinário de Relações Parlamentares – João da Cruz Coelho Milhomem
    • Fundação Municipal de Patrimônio Histórico – José Aquiles de Sousa Andrade
    • Desenvolvimento Metropolitano – José de Ribamar Soares Fonseca
    • Fazenda – José Mário Bittencourt Araújo
    • Instituto Municipal da Paisagem Urbana – José Nilson Oliveira Maciel
    • Trânsito e Transporte – José Ribamar Barbosa Oliveira Filho
    • Agricultura, Pesca e Abastecimento – José Ribamar Luso Sousa
    • Turismo – Liviomar Macatrão Pires Costa
    • Administração – Maria Margareth Reis
    • Governo – Othelino Nova Alves Neto
    • Meio Ambiente – Afonso Henrique de Jesus Lopes
    • Criança e Assistência Social – Roseli de Oliveira Ramos
    • Planejamento e Desenvolvimento – Sofiane Labidi

    Equipe é formada por jovens técnicos

    A média de idade da equipe administrativa do governo municipal de João Castelo é de 35 anos. Boa parte formada por jovens técnicos saídos da Universidade Federal do Maranhão ou da Universidade estadual do Maranhão. Alguns com experiência na iniciativa privada e outros com passagem pela iniciativa pública.

    Após a posse, o secretário de Governo, Othelino Neto, informou que o compromisso vai exigir esforços de todos. “Castelo não tem hora para trabalhar. Assim iremos agir também porque São Luís tem pressa e os problemas comprometem a qualidade de vida da nossa população”, alertou neto.

    O prefeito João Castelo deixou claro que demorou na composição do secretariado não de forma proposital, mas porque era preciso ouvi técnicos e políticos para formar a melhor equipe. “Aqui todos terão tratamento igual. Não tem forte e nem fraco. Forte é só o povo”, afirmou o prefeito.

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