Limpfort ingressa na Justiça contra a Prefeitura

    A Limpfort, empresa que recolhia lixo nas áreas de classe média de São Luís, deve ingressar na Justiça contra a decisão da Prefeitura da capital, que resultou na quebra de contrato.

    A empresa alega que tem R$ 12 milhões para receber da Prefeitura, referentes a quatro meses de recolhimento do lixo.

    O município estaria se recusando a pagar a dívida e teria forçado a quebra de contrato.

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    Que vergonha: verba de deputado do Piauí instala ressonância magnética na saúde de São Luís

    O prefeito João Castelo inaugurou, sábado, a instalação de uma ressonância magnética no hospital Clementino Moura, o Socorrão II, na Cidade Operária.

    Só para instalar o equipamento foram gastos R$ 600 mil. Com o equipamento, tudo saiu por R$ 2 milhões. Até aí, tudo bem.

    O equipamento só foi adquirido e instalado graças à uma emenda de um deputado federal do Piauí, que sequer teve o seu nome citado no ato de inauguração.

    Pelo visto, parece que não temos nenhum representante da bancada federal do Maranhão com atuação na nossa Capital. O que fazem os deputados Pinto da Itamaraty, Pedro Fernandes, Flávio Dino, Sarney Filho, Nice Lobão e outros mais?

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    Prefeitura anula contrato com a Limpfort

    Agora lascou. A Prefeitura de São Luís acaba de romper o contrati com a Limpfort, uma das duas principais empresas que fazem a coleta de lixo de São Luís.

    João Castelo alega que a empresa teria sofrido 70 autos de infração. A Limpfort, por sua vez, diz que sofre perseguições e por isso não recebe recursos há quatro meses.

    Daí a razão da empresa liberar os funcionários para cruzar os braços. O pior é que a Limpfort fazia a coleta das áreas residências de classe média.

    Como a Limpfort deve recorrer à Justiça, a área em que o lixo não vem sendo recolhido ficará exposta à podridão. Pior para os moradores.

    A Prefeitura pode decretar estado de calamidade pública. E assim  contratar, em regime de urgência, portanto fora de licitação, qualquer empresa.

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    Saúde esconde números da gripe suína

    Depois que uma mulher veio a óbito em São Luís com gripe suína, a H1N1, a Secretaria de Estado da Saúde se apressou para tranquilizar a população.

    O superintendente de Epedemiologia e Controle de Doenças do Estado, Henrique Jorge dos Santos, afirmou que são apenas três casos confirmados de Influenza A em São Luís. E somente seis suspeitos em todo o estado.

    Não é verdade. Soube por fonte da própria Saúde que só em São Luís existem seis casos confirmados da gripe suína e mais nove suspeitos em todo o Maranhão.

    A orientação foi para impedir o pânico. O secretário de Saúde, Ricardo Murad, tem dito que hoje o Maranhão respira com mais saúde. E que estamos avançando no setor. Outra mentira.

    Quando precisa de tratamento para sí e aos familiares, Murad corre para São Paulo. Roseana foi fazer exames de rotina nos Estados Unidos.

    O secretário de Comunicação, Sérgio Macêdo, precisou fazer pequena cirurgia no pé da esposa, correu para São Paulo. Ele próprio, quando sentiu que poderia estar com uma doença mais grave, voou para São Paulo.

    Como se observa, o Maranhão inovou no setor de saúde. Agora não precisamos mais da procissão de ambulâncias, basta pegar um avião para São Luís.

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    Pacientes do Maranhão não são atendidos em Teresina

    Tanto a rede municipal quando a rede estadual de saúde do Piauí não atendem mais aos pacientes que se deslocam do Maranhão em busca de tratamento hospitalar.

    Motivo: a Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão não quer mais repassar as AIHs referente aos  número de pessoas do nosso estado que foram atendidas em Teresina.

    Ricardo MuradÉ que Ricardo Murad prometeu construir 65 novos hospitais no Maranhão para que a nossa população não mais precisasse ser atendida lá fora.

    Acontece que apenas quatro dos 65 hospitais prometidos parecem que sairão do papel. Enquanto isso, dane-se a população. Morram os doentes.

    Elvira Moreira, doméstica desempregada, sentiu o peso da irresponsabilidade dos nosso gestores na área de Saúde.

    Levou sua filha Juliana, 10 anos, para se tratar em Teresina de um cisto no ovário com 15cm. Nos primeiros dias ela fora bem tratada. Como Ricardo Murad não quer mais pagar as AIHs para os hospitais de Teresina, a paciente teve que deixar o hospital e voltar para Codó, sua terra natal.

    A menor foi deslocada para São Luís. Ficou três dias do lado de fora do Materno Infantil sem nenhum atendimento. Soube que a jogada era abandonar a criança para que a culpa recaísse no prefeito de Codó, Zito Rolim.

    A que situação chegamos, caros amigos. Usar o frágil estado de saúde de uma menor, com risco de morte, só para atingir o adversário político. Que loucura! Quanta insanidade!

    E assim vão cuidando da saúde das pessoas para atingir pessoas adversárias políticas. A menor tem contado com o apoio apenas dos deputados Edivaldo Holanda e Ricardo Archer.

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    Coleta de lixo volta a funcionar no Recanto

    Assessor da Secretaria de Obras liga para dizer que a coleta de lixo voltará a funcionar agora no Recanto dos Vinhas. Disse que agradeceria como morador, não sem antes lembrar que era uma obrigação do poder público municipal.

    Pediu que confirmasse se a coleta estava sendo executada. Vou à porta e nada. Minutos depois, após 10 dias, vejo um caminhão executando os serviços.

    Ainda bem. Ninguém aqui conseguia mais ficar por algum tempo na rua. Um fedor insuportável. Havia proposto á alguns moradores que contratássemos caminhões para levar o lixo e despejá-lo na porta da prefeitura. Não foi preciso.

    A minha preocupação agora e a situação dos bairros mais humildes. O lixo se amontoa na periferia, levando para as casas humildes ratos, baratas e insetos que prejudicam a saúde da população.

    Alguns amigos achavam que estava sendo crítico demais ao prefeito da cidade. Não. Acho que João Castelo é que estava ou está sendo azedo com quem lhe elegeu.

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    Duda Mendonça fecha com Roseana

    Duda MendonçaO publicitário e mago em campanhas eleitorais, Duda Mendonça, segundo fui informado hoje, fechou com a campanha de reeleição da governadora Roseana Sarney.

    Não fui informado ao certo o valor do contrato, mas estima-se que seja algo em torno de R$ 10 milhões. Afinal, Duda Mendonça não é nada barato, não.

    Duda já havia declarado que estava aguardando uma resposta do prefeito João Castelo, pra quem trabalhou em 2008. Uma campanha vitoriosa.

    Existem comentários de que a campanha de Duda para Castelo foi bancada pelo governo de Jackson Lago. Então, nada natural (ao estilo deles) a recompensa.

    Diante da indecisão, Duda teria firmado o contrato com a turma de Roseana Sarney. Agora, a Governadora tem o divino e o satânico numa mesma campanha.

    De um lado, o mago da construção da imagem de qualquer candidato. Do outro, a Publica, que desconstrói qualquer adversário.

    Caberá ao povo decidir de que lado ficará.

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    Castelo quer afastar a Limpfort; a população que se lixe

    A greve dos motoristas da Limpfort acabou, mas a coleta de lixo permanece parada. Motivo: a prefeitura de São Luís não quer pagar o que deve à empresa.

    Castelo birrou com a Limpfort e quer afastá-la da execução dos serviços, apesar da renovação do contratato. Não se sabe o motivo que levou o prefeito a tomar essa decisão.

    Como a Limpfort não cumpre sua parte, o lixo se amontoa nas ruas e avenidas da cidade. É crítica a situação dos bairros onde a empresa atua.
    Há mais de uma semana que o lixo não é recolhido no Cohafuma e Recanto dos Vinhais, por exemplo.

    O pior de tudo é que o prefeito quer por quer forçar a Limpfortr a querbar o contrato. E a população? Que se lixe.

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    Estadão foi censurado

    Penso que existe muito equívoco quando se discute se o jornal O Estado de S. Paulo foi ou não censurado no caso da divulgação de áudios e textos protegidos por segredo de Justiça.

    Até aqui não ouvi nem li ninguém que fizesse o seguinte esclarecimento: o segredo de Justiça não existe para proteger o investigado, mas sim a investigação. Assim, neste caso, caberia à Polícia Federal investigar o vazamento para a imprensa. A investigação foi prejudicada, tanto que, por conta do jornal Estadão, Fernando Sarney ficou sabendo que estava sendo investigado e logo tratou de conseguir um habeas corpus preventivo. Só não foi preso por isso.

    Tanto é verdade que na primeira vez que foi à Justiça para pedir o cerceamento do jornal, Fernando Sarney não obteve êxito. Na segunda vez, coincidência das coincidências, o caso caiu nas mãos de um juiz amigo, levado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) pelas mãos amigas do senador José Sarney. Aí Fernando Sarney obteve êxito e a censura se instalou.

    Portanto, se trata sim de censura prévia. O argumento do segredo de Justiça é furado. O segredo de Justiça não pode ser chamado a proteger o investigado Fernando Sarney. Ele não existe para isso. Repito, existe para proteger a investigação. Do contrário, é como se o investigado fosse à Justiça para pedir que seu caso fosse mantido em segredo. E qualquer pessoa sabe que não é o investigado que exige segredo de Justiça.

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    São Luis continua no lixo

    O prefeito João Castelo, ao que parece, não tem a menor preocupação se a cidade que administra virou um canteiro de lixo.

    Não tem tido, pelo visto, o menor cuidado com a saúde da população da capital que governa.
    É do lixo amontoado que vem para as residências ratos, baratas, moscas e todo tipo de inseto inaceitável, colocando em risco a saúde da população.

    A greve na Limpfort acabou, mas o lixo vai se amontoando nas áreas em que a empresa coleta o lixo.

    Os trabalhadores da empresa reclamam três emeses de salários atrasados. Mesmo prazo que a prefeitura não fez repasses para a Limpfort.
    Aqui no Recanto dos Vinhas e no Cohafuma, há mais de uma semana que o lixo não é coletado. Fica nas calçadas da residências. Falta de sensibilidade e seriedade com a coisa pública.

    Morador do Recanto dos Vinhais, onde se paga um dos IPTU s mais caro, deixarei de pagar o tal imposto até que a situação se regularize.

    O certo mesmo seria contratar caminhões e despejar o lixo amontoado na porta da prefeitura ou na rua do prefeito.

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